2016, o ano do conteúdo para realidade virtual

A pré-venda do Oculus Rift, a movimentação de outras empresas como HTC, Sony, Samsung e Google, e o clima de confiança da indústria depositam grandes esperanças de que, após décadas ensaiando, a realidade virtual finalmente ganhará o mundo em 2016. Será? (mais…)

Volume de vendas num trimestre é (bem) diferente de base instalada

Pega na minha mão e vem comigo:

  • Até 2014, produto “A” tinha vendido 100 unidades e produto “B”, 50.
  • No primeiro trimestre de 2015, produto “A” vendeu 5 unidades e produto “B”, 10.
  • As vendas do produto “B” foram maiores que as do produto “A” no período, mas o mercado ainda tem mais produtos “A” em uso — 105 contra 60.

Agora, troque “A” por “iOS” e “B” por “Windows”. Continua fácil de entender, certo? Não para alguns sites de tecnologia, nem para a Microsoft: (mais…)

TIM Protect: Cobranças indevidas e mensagens sobre “vírus” irritam clientes

É normal uma empresa diversificar a oferta de produtos e serviços, mais ainda quando essas novas opções têm alguma relação com seu principal. Operadoras de telefonia móvel são um bom exemplo. Além dos antigos serviços baseados em SMS, com a popularização do smartphone elas passaram a oferecer soluções complementares, como backup na nuvem, antivírus, streaming de música… até Twitter por SMS, por mais antiquado que algo assim seja em 2015.

Nada errado nisso, mas a maneira com que uma delas, a TIM, vem empurrando seus serviços TIM Protect aos clientes está ultrapassando alguns limites do bom senso e das boas práticas comerciais. (mais…)

Um bom smartphone barato e fãs incondicionais são as apostas da Mi para ganhar o Brasil

Ontem (30/6) a Xiaomi, ou Mi, nome que a empresa chinesa adotou no Brasil, fez sua estreia por aqui. Alugaram um teatro enorme no shopping Vila Olímpia, em São Paulo, que ficou lotado com imprensa, parceiros e adoradores da marca, os “Mi Fãs”. Lá dentro, o brasileiro Hugo Barra, responsável pela expansão internacional da Mi, apresentou o Redmi 2, primeiro smartphone da Mi vendido fora da Ásia, e primeiro a ser fabricado em outro país que não a China. (mais…)

B2W, dona do Submarino, opera a loja virtual da Mi no Brasil

Redmi 2 no site oficial da Mi Brasil.

Lembra daquele Redmi 2 que vazou antes da hora no Submarino? Ficou um climão, ainda mais com a Mi dizendo horas depois, no Facebook, que seus produtos seriam comercializados exclusivamente pelo seu site oficial. O mistério aumentou quando, dias mais tarde, o Submarino começou a ligar aos clientes que tinham comprado o produto para oferecer vale-compras de R$ 450. (mais…)

A cantora Taylor Swift está se transformando numa espécie de porta-voz dos músicos frente à investida dos serviços de streaming — que, notoriamente, pagam mal mesmo fechando no vermelho. A última empresa a entrar na linha de disparo de Swift foi a Apple. (mais…)

O brasileiro e o smartphone, em números, no 1º trimestre de 2015

O IDC Brasil divulgou que foram vendidos 14,1 milhões de smartphones no período, alta de 33% em relação ao ano passado e 0,6 milhão a mais que a previsão da consultoria. Desse montante, 90% roda Android e 30% funciona em redes 4G. (mais…)

Hoje a LG anunciou preço e disponibilidade no Brasil do G4, seu novo smartphone topo de linha. A versão básica, com tampa em policarbonato, sai por R$ 2.999. Por R$ 100 a mais você leva a de couro. Ele estará disponível na segunda metade de junho.

O preço assustou um pouco, e fortalece uma tendência. Até agora, apenas LG e Samsung lançaram seus melhores smartphones em 2015. Em relação aos modelos de 2014, os preços de ambas estão 26% (Samsung) e 30% (LG) mais caros. O G3, do ano passado, saiu aqui com o preço sugerido de R$ 2.299. (mais…)

“Quase 88% dos usuários do meu app são brasileiros, mas mais da metade da receita vem dos outros 12%”

Depois de ler aquele post sobre a pesquisa da Opinion Box/Mobile Time que constatou que a maioria dos brasileiros não paga por apps, o leitor Renan Ferrari compartilhou, no nosso grupo secreto no Facebook (só para assinantes), algumas estatísticas interessantes sobre seu app para Android.

O app do Renan é o Grana, um gerenciador financeiro simples e leve que tem o diferencial bacana de contabilizar automaticamente as despesas que o banco comunica ao correntista via SMS — o app detecta a mensagem e faz o lançamento.

Pedi autorização ao Renan para republicar seu relato aqui. Segue abaixo: (mais…)

Enquanto no Brasil as discussões sobre terceirização do trabalho e legalidade dos serviços da dita economia colaborativa correm em paralelo, nos EUA elas convergiram. Isso nos deixa numa posição confortável para analisar, com antecedência, um debate que não deve tardar a chegar aqui.

No Wall Street Journal, Christopher Mims defende o argumento de que serviços como o Uber não são os pioneiros de uma nova economia, mas sim máquinas de produzir empregos baratos: (mais…)

O futuro do Windows Phone como plataforma de baixo custo

O ano que acabou de ficar no passado foi um de altos e baixos para o Windows Phone. Fomos de um início promissor, com a consolidação da venda da Nokia para a Microsoft e atualizações expressivas do sistema para um desânimo endêmico com o lançamento de apps superiores da própria Microsoft para plataformas rivais. Isso tudo, mais o foco em dispositivos baratos, transformaram o futuro do sistema em uma incógnita. O que esperar do Windows Phone?

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No AdoteUmCara, a iniciativa é sempre delas

Em 2012 Paris ganhou uma loja pop-up diferente — para dizer o mínimo. Em vez de produtos industrializados ou mesmo orgânicos, homens em embalagens gigantes estavam expostos na vitrine. Um deles foi parar dentro de um carrinho de mercado! Ao olhar para a fachada lia-se AdopteUnMec.com, endereço de uma rede social de encontros. (mais…)

Qual o smartphone e o tablet mais popular do Brasil na web? Moto G e iPad 2

Um estudo recém-publicado pela ScientiaMobile apontou o Moto G como o smartphone mais popular do Brasil, seguido pelo Lumia 520 e, em terceiro lugar, o iPhone 4S. Entre os tablets, as cinco primeiras posições são ocupadas por modelos do iPad. Algo errado?

O questionamento é válido porque, a julgar pelos números de vendas de tablets no país, é pouco provável que a Apple esteja tão no topo assim. Juntas, segundo levantamento da Folha, DL, Lenoxx e Samsung, que fabricam tablets quase que exclusivamente com Android, detêm 55% das vendas no mercado nacional.

A ascensão do iPad no relatório da ScientiaMobile e algumas outras estranhezas (a maioria relacionada à Apple) decorrem da metologia usada. As conclusões se baseiam em uma amostra de 2,5 bilhões requisições a sites, coletadas e analisadas pelo WURFL.io, uma solução para detecção de dispositivos e adequação de conteúdo às peculiaridades de cada formato. (mais…)

O tablet N1 é o retorno da marca Nokia ao mercado doméstico — pelas mãos da Foxconn

N1, o primeiro dispositivo para consumidores domésticos da nova Nokia.
Foto: Nokia.

Faz apenas seis meses que a venda da divisão de dispositivos da Nokia à Microsoft foi finalizada e poucos dias desde que a empresa de Satya Nadella derrubou a marca “Nokia” em prol da “Lumia” com o smartphone de entrada Lumia 535. Pouco tempo, mas o suficiente para a Nokia, ou o que restou dela na Finlândia, anunciar o N1, um tablet Android que parece bem bacana.

O anúncio foi precedido de um teaser mostrando uma caixa que, na foto, parecia muito um set-top box nos moldes do Apple TV. Não era. Aquela é a caixa do N1, um tablet Android avançado que será fabricado e vendido pela Foxconn. (mais…)

Quem salvará a indústria da música?

A viabilidade do modelo de negócios dos serviços de streaming de música voltou a ser o centro das atenções essa semana. Culpa de Taylor Swift, que removeu todo o seu acervo do Spotify e boicotou o novo álbum, 1989, de todos os serviços do tipo. Ganância, mal entendido ou a cantora tem razão nas críticas que vem fazendo?

Não foi a primeira vez que Swift se posicionou contrariamente à ideia de ouvir quanta música quiser pagando menos de dez dólares por mês. No começo do ano ela escreveu um editorial no Wall Street Journal dizendo acreditar que o apoio dos fãs (e a venda de álbuns completos) é o que sustenta artistas como ela. Talvez, pelo menos no seu caso, seja verdade: só na semana de lançamento, 1989 vendeu 1,2 milhão de cópias, número estratosférico para os padrões atuais. Para colocar isso em perspectiva, Random Access Memory do Daft Punk vendeu 339 mil cópias em seus primeiros sete dias e PRISM, da Kary Perry, 286 mil cópias no mesmo período. Ambos foram  os mais vendidos no ranking da Billboard em suas respectivas semanas de lançamento. (mais…)