2016, o ano do conteúdo para realidade virtual

A pré-venda do Oculus Rift, a movimentação de outras empresas como HTC, Sony, Samsung e Google, e o clima de confiança da indústria depositam grandes esperanças de que, após décadas ensaiando, a realidade virtual finalmente ganhará o mundo em 2016. Será? (mais…)

6 atitudes para começar o ano de bem com a tecnologia

Atualizado em 1º/1/2026.

Você provavelmente dorme até mais tarde e come mais que o normal (além de ser feriado nacional), mas, fora isso, 1º de janeiro é um dia como qualquer outro. Para muita gente, porém, o novo ano chega carregado de simbolismos.

Acreditamos em recomeços. Por vezes, o ano novo funciona como uma nova chance de fazer diferente, de mudar hábitos e comportamentos, de melhorar. Pode ser um bom momento, pois, para repensar sua relação com a tecnologia.

Na correria do dia a dia, empurramos com a barriga e deixamos de lado pequenas ações que, quando realizadas, podem ter um impacto positivo enorme e duradouro na forma como gastamos o tempo interagindo com sistemas digitais. Além disso, o acúmulo de pequenos deslizes e exceções pode emperrar fluxos de trabalho que, com alguma manutenção, podem ser mais eficientes.

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No momento em que escrevo isto, o app oficial do Facebook é o segundo mais baixado entre os gratuitos para iPhone e o terceiro na lista correspondente do Android, na Play Store. Tamanha popularidade pode sugerir a interpretação de que se trata de um app bem feito. Porém, não é o caso. Mais que isso: é um app tão ruim e, em certo aspecto, desleal, que talvez desinstalá-lo represente um upgrade gratuito no seu smartphone. (mais…)

Hoje Mark Zuckerberg fez uma sessão de perguntas e respostas e, numa delas, disse que o Facebook está prestes a lançar um botão alternativo ao “Curtir”. Embora a pergunta fizesse referência ao “Não curti” (“Dislike”) e Mark tenha dito que estão trabalhando nele, não é bem isso o que veremos em breve por lá. (mais…)

Uma das poucas chateações que tenho com o buscador do Google é a impossibilidade de copiar links “puros” dos resultados. O Google usa um JavaScript de redirecionamento, então é ele, e não o link de fato, que acaba copiado para a área de transferência. Se não entendeu nada, veja este vídeo. O Facebook também faz isso.

Além de dificultar a cópia do link, as duas empresas usam esse “pedágio” para registrar todos os nossos cliques, ou seja, é mais um artifício para conhecerem e assimilarem nossos hábitos de navegação.

A extensão DirectLinks remove esse JavaScript. A original é para Safari, mas fizeram uma versão para Chrome que funciona tão bem quanto.

Só que há um porém: ela surte efeito apenas no google.com; no google.com.br, não. Felizmente o código-fonte está disponível no GitHub, então não deve ser muito difícil alterar esse detalhe. Alguém se habilita?

Atualização (8/9, 10h30): O leitor Vinicius Kunst indicou a extensão GSanitizer, que faz a mesma coisa e funciona nas versões localizadas do Google, como google.com.br. Baixe-a aqui.

Via Daring Fireball.

Facebook com brasileiros: O fim do mundo

por Vincent Bevins

Nota do editor: O post abaixo, publicado originalmente na FORM IV : THING 002, traz uma visão privilegiada de um estrangeiro que viveu no Brasil e costuma estar aqui, tem amigos brasileiros e conhece os meandros dos nossos hábitos. Ele fala sobre como nos comportamos em redes sociais, especialmente no Facebook. Caso você se identifique, não se preocupe: é o nosso jeitinho.


Quando Isabel me pediu para escrever algo sobre a forma como interajo no Facebook, senti-me grato por dois motivos. Primeiro, foi bom ter notícias dela. Não vivo próximo a ela ou de muitos outros bons amigos há anos. Só a tenho visto pelo Facebook.

O segundo motivo foi pela forma como ela descreveu as coisas que eu tenho publicado lá. Não foi exatamente um elogio e é um pouco constrangedor repetir o que ela disse, mas tive a sensação que ela entendeu mais ou menos o que eu queria dizer. Ela sabia discernir quando eu estava falando algo sério, ou somente quando estava fazendo piada. (mais…)

Descubra quem te excluiu do Facebook sem usar apps de terceiros

Um app chamado Who Deleted Me foi relançado essa semana e ganhou as manchetes dos sites de tecnologia. Sua função é dedurar os amigos (da onça) que te excluíram do Facebook.

Só que ele tem um problema: não é retroativo. O Who Deleted Me só mostrará os (ex-)amigos que te excluíram do Facebook após ser instalado. E os antigos? (mais…)

Há poucas horas muita gente que usa o Facebook em português do Brasil se deparou com uma mensagem estranha no popup de notificações. Onde deveria constar o link “Marcar todas como lidas”, começaram a aparecer frases nonsense, sem relação alguma com o comando, tais como:

  • Fora PT Volta Desciclopédia
  • SAI FEMINAZI VOLTA DP
  • Humanizaredes
  • intervenção militar já
  • Na União Soviética, a Desciclopédia derruba o Facebook

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O brasileiro e o smartphone, em números, no 1º trimestre de 2015

O IDC Brasil divulgou que foram vendidos 14,1 milhões de smartphones no período, alta de 33% em relação ao ano passado e 0,6 milhão a mais que a previsão da consultoria. Desse montante, 90% roda Android e 30% funciona em redes 4G. (mais…)

Hilário Júnior, figura conhecida do meio das mídias sociais, soltou essa agora pouco no LinkedIn:

Essa é pra deixar muito defensor da privacidade dos dados de cabelo em pé: Facebook e Serasa estão em fins de fechar uma parceria onde, até o final do ano, a rede social vai ter acesso ao vasto banco de dados da empresa de cadastro financeiro, a partir daí nós (profissionais de social media) vamos conseguir segmentar por faixa salarial os anúncios através da plataforma de anúncios da rede de Menlo Park.

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Vários produtos da Microsoft perderam a integração com o Facebook

Por causa de uma “atualização na Graph API” do Facebook, diversos produtos da Microsoft perderam a integração que tinham com a rede social. E eram coisas legais, como puxar aniversários e eventos para a agenda do Outlook.com e apps do Windows e Windows Phone, ou ver fotos do Facebook e compartilhar as do OneDrive e Windows com contatos de lá. (mais…)

Quem compra celulares simples em 2015? Quase 600 milhões de pessoas

O último celular lançado pela Microsoft custa US$ 20, tem 4 MB de RAM, tela de 1,4 polegada, não roda Windows Phone, nem tem suporte a conexões 3G. Ele sucede um aparelho que, em quase dois anos, vendeu 80 milhões de unidades. O (novo) Nokia 105 representa uma categoria em declínio, mas que ainda responde por números consideráveis. (mais…)

Uma nova atualização do Messenger muda a maneira com que o app monitora e coleta a localização dos usuários. Até então o processo era contínuo, desde que tivesse essa permissão, característica que deu brecha à criação de um bizarro “Mapa do Maroto” por um estudante de ciência da computação de Harvard — e, provavelmente, uma dor de cabeça ao RP do Facebook.

Agora, a localização só é compartilhada se o usuário tocar no alfinete ou nos três pontinhos e selecioná-la (veja a imagem abaixo). Para quem usa o WhatsApp, é a mesma mecânica, mas com um diferencial extra: o alfinete/localização pode ser movido livremente, então se você estiver combinando uma saída com os amigos, pode indicar no mapa, de antemão, onde vocês se encontrarão.

Stan Chudnovsky, líder de produto do Messenger, disse ao TechCrunch que o novo recurso é “a fundação de tudo que está por vir” envolvendo localização, e que com ele, essa parte deixa de ser secundária nos planos da empresa. A atualização já está disponível para Android e iOS.

Passos para compartilhar a localização no Facebook Messenger.

Esta extensão mostra a localização de quem conversou contigo no Facebook Messenger

Não é segredo algum que o Facebook sabe muito da gente. Mesmo assim, vez ou outra ficamos horrorizados com o tanto de informações que a rede social tem. No Messenger, por exemplo, por padrão o sistema grava a localização exata de onde as mensagens são enviadas. Aran Khanna, estudante de ciência da computação de Harvard, desenvolveu uma extensão que deixa isso bem claro.

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Inteligência Artificial: como lidar com os erros?

por Gabriel Arruda

No primeiro texto desta série, expliquei o conceito de aprendizado de máquina que tem se tornado cada vez mais presente em nosso dia a dia. Diferente de outros tipos de software, esse tem uma característica de independência: nem sempre sabemos o que está ocorrendo e nem mesmo se ele está fazendo certo ou errado. Tal comportamento pode ter origem em muitos problemas… (mais…)