Mark Zuckerberg ignora (ou finge ignorar) os maiores problemas do modelo de negócio do Facebook

por EFF

Por Gennie Gebhart, Jason Kelley e Bennett Cyphers

O artigo de opinião de Mark Zuckerberg publicado na quinta-feira (24) no Wall Street Journal (e traduzido pela Folha) se baseia apenas em repetições bem familiares para explicar os princípios duvidosos e os chamados “fatos” por trás do modelo de negócio do Facebook. É a mesma velha história que já ouvimos antes. E, como de costume, ele ignora as verdadeiras preocupações e preferências de privacidade dos usuários.

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O que tem na sua mochila, Thiago Guimarães Tavares

Foto do Thiago Guimarães Tavares. Thiago Guimarães Tavares é professor nos cursos técnicos e superiores de Informática em uma Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins. Formado em Redes de Computadores (CEULP/ULBRA), especialista em Redes de Computadores (ESAB) e mestre em Engenharia de Produção e Sistemas (Unisinos). Tem 30 anos, casado e pai de três filhos. Adora ouvir podcasts, nas horas vagas assistir seriados e ouvir uma boa música.


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Post livre #158

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos.

Como deixar de seguir todo mundo no LinkedIn

Dependendo da sua profissão, ter um perfil no LinkedIn é quase obrigatório. Muitas empresas usam a plataforma para recrutar, então estar fora dela significa abdicar de oportunidades. O problema é que o LinkedIn não é só um “currículo 2.0”; é, também, uma rede social. Com um feed. Que, por experiência própria e pelo que ouço de amigos e colegas, está cada vez mais esquisito, repleto de autoajuda corporativa barata e lições de moral questionáveis. Já pensou em deixar de seguir todo mundo lá, para ter paz ou para recomeçar do zero o seu feed? Se sim, hoje é o seu dia de sorte. (mais…)

O livro pantaneiro que conquistou o Brasil pelo Reddit

“E por causa de vocês, r/Brasil, o projeto deu certo!” Foi com esta mensagem que, no dia 11 de dezembro de 2018, o ilustrador Diogo Carneiro agradeceu a um monte de desconhecidos em um grupo na rede social Reddit pelo sucesso comercial do seu livro de estreia, Pantaikan e a Ordem do Ipê-Branco, uma história fantástica ambientada no Pantanal sul-mato-grossense e ricamente ilustrada.

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O que tem na sua mochila, Heleno Nascimento

Foto de rosto do Heleno Nascimento. Heleno Nascimento é formado em Gestão de Tecnologia da Informação. Trabalha com tecnologia da informação no Imperial Hospital de Caridade, em Florianópolis, e mora em Tijucas (SC).


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Post livre #157

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Cuidado com o #10yearchallenge (desafio dos 10 anos)

O desafio dos 10 anos, ou #10yearchallenge, viralizou nas redes sociais. Ele consiste em publicar duas fotos, uma atual e outra de dez anos atrás, para mostrar aos seguidores com você mudou. Na Wired, Kate O’Neil o observa do ponto de vista da privacidade.

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Quem precisa de “notch” quando se tem o entalhe?

O dicionário do meu computador define “entalhe” como:

2. corte, incisão, ranhura na madeira; entalha, entalhamento, entalhadura, entalho. 3. p.ext. esse mesmo tipo de corte feito em outros materiais (metal, cerâmica, vidro etc.)

Reconheça-se que não se trata de uma palavra muito popular fora de alguns meios, como a marcenaria e o artesanato, ainda assim é assimilável por qualquer um que fale e conheça minimamente o nosso português.

Nos últimos dois anos, “entalhe” ganhou um novo significado na tecnologia de consumo. O termo é usado também para se referir ao recorte — ou entalhe — no topo das telas de celulares que ocupam quase toda a área frontal do aparelho. O caso mais notório é o da linha iPhone X, da Apple, mas hoje praticamente toda a indústria faz uso do recurso.

Nesse período, vimos ocorrer um fenômeno linguístico curioso no Brasil. Puxado pela imprensa (inclua aí blogueiros e youtubers), o público mais aficionado por tecnologia resolveu ignorar o termo “entalhe”. Em vez dele, optaram pela sua tradução literal em inglês, o famigerado “notch”. (mais…)

Música de pegar

As plataformas de streaming musical trouxeram muitas vantagens ao consumidor. Elas são baratas, têm vastos acervos e funcionam em diversos dispositivos. Para uma parte do público, porém, carecem de algo vital. A resiliência do vinil, um mercado que já pareceu condenado, mas que voltou a crescer nos últimos anos, prova que ainda há espaço — literalmente; espaço físico — para a música. Foi pensando em ocupá-lo que a Dvflix surgiu. (mais…)

Independente e livre de Facebook e Google: este é o novo Manual do Usuário

Bem-vinda(o) à terceira fase do Manual do Usuário! O visual é mais ou menos novo, mas há mudanças em toda parte. Segure a minha mão e venha conhecê-las. (mais…)

Como falar com alguém no WhatsApp sem adicionar o número

Não é raro se ver em situações em que parece que o WhatsApp é o único meio de comunicação que existe. No comércio, entre profissionais liberais e ao fazer contato com novas pessoas, o aplicativo é quase sempre invocado e já ocupa o espaço que, em outros tempos, era destinado ao velho telefone ou ao e-mail.

Só que nem sempre os contatos estabelecidos pelo WhatsApp são duradouros, ou seja, em muitos cenários, não é desejável adicionar o número das pessoas na agenda de contatos apenas para uma conversa rápida. Pense em um negócio que você esteja fechando no Mercado Livre ou OLX, por exemplo. Felizmente, existe uma maneira de fazer esse contato sem encher a sua agenda com números de estranhos.

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O Manual do Usuário voltará a ser independente

O Manual do Usuário está no ar há mais de cinco anos e em todo esse tempo eu só consegui me dedicar exclusivamente a ele por dois meses. Existe a grande possibilidade de que esse recorde pífio seja superado em 2019. (mais…)

Post livre #156

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O Instagram não pode mais se esconder atrás do Facebook

por Scott Greer

Há seis anos, o Facebook fez uma aquisição daquelas que só acontecem uma vez na vida. Em seguida, fez algo brilhante: nada.

O Facebook deixou o Instagram por conta própria. O aplicativo estava crescendo rapidamente, tornando-se mais relevante a cada dia, abocanhando o público do rival Snapchat e ameaçando o próprio Facebook — apenas alguns dos motivos pelos quais a gigante de tecnologia gastou US$ 1 bilhão no aplicativo de fotos. (mais…)