Post livre #157


17/1/19 às 12h01

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104 comentários

  1. Ontem o YouTube jogou na minha cara, talvez porque eu jogava há uns milênios atrás, o evento de revelação (!?) do Mortal Kombat 11. Assisti e fiquei meio… assustado?

    Fazia tempo que não me deparava com jogos violentos. É uma sequência de ossos quebrados, perfurações, sangue jorrando e um “fatality” especialmente cruel em que um personagem remove a pele do rosto, depois a parte frontal do rosto e, por fim, pega o cérebro do rival e come um pedaço. Quanto mais horrível a cena, mais a multidão delirava.

    Não sei se a precariedade dos video games de antigamente tornava jogos como MK mais palatáveis (ou menos realistas) e isso não me chamava a atenção, ou se mudei minha postura em relação a isso. Talvez um pouco dos dois. Não pude deixar de imaginar o impacto que essa vulgarização e celebração da violência causam nas pessoas, principalmente os mais novinhos.

    Virei aqueles tios escandalizados com a diversão dos jovens ou vocês acham que tem algo diferente nesses jogos modernos e que no nosso tempo é que era bom?

    1. A diferença entre Carmageddon e o novo Mortal Kombat são os gráficos mais realistas e tua idade atual, por exemplo. Se rolasse evento de lançamento do primeiro quando você era mais novo teria ficado abismado também?

      1. Eu imagino que não, mas por conta dessas variáveis — os gráficos eram rudimentares e eu não tinha a experiência de vida que tenho hoje.

        Com 12 anos, nunca tinha visto um cadáver, sequer um ferimento grave; a ideia de pessoas se dilacerando com extrema violência era fruto do entretenimento. Olhando em retrospectiva, acho isso um tanto prejudicial, porque se não houver algum chacoalhão pelo caminho ou alguém para te mostrar ou chamar atenção à coisa real, você corre o risco de crescer achando que aquilo ali é mera diversão, sem nenhum lastro com a vida real. (E antes que alguém levante essa bola, também torço o nariz para filmes gratuitamente violentos.)

    2. Definitivamente tio

      Tenho medo quando minha hora de tio chegar para usar algum produto tecnológico.

    3. Também jogava MK quando jovem, e de fato imagino que o fator de gráfico rudimentar era uma forma de amenizar a violência.

      Mas a cada dia que passa sinto que tenho ficado mais “tiozão” também e implicado com as formas de mídia como um todo.

      Tenho pensado se jogar GTA ou até Mortal Kombat não são formas de aumentar a tolerância perante a violência cotidiana, isso quando o jogo não vira uma forma de “aceite” também.

      Um simulador de trânsito é um jogo, apesar de 3D e tudo, é uma representação que nos dá uma noção de condição de trânsito.

      Um jogo provavelmente mexe um pouco com nossa psique. A partir do jogo, este que tem um pouco de cultura dentro de si, temos noções que são repassadas para nossa mente.

      Se tem gente que usa Counter Strike para tentar treinar condições de combate…

    4. “Vídeo-games não influenciam crianças. Quer dizer, se o Pac-man tivesse influenciado a nossa geração, estaríamos todos correndo em salas escuras, mastigando pílulas mágicas e escutando músicas eletrônicas repetitivas.”

      (Kristian Wilson, Nintendo Inc)

      (…)

      Esse é um assunto que me interessa porque o meu anteprojeto de mestrado não aceito pelo IFRS era sobre jogos educacionais. Faz uns 3 anos que eu leio bastante sobre o tema.

      Esse é um dos temas mais tratados e estudados em educação e jogos e, basicamente, nenhum estudo sério (não enviesado) mostrou qualquer indício de que um jogo violento influencie no comportamento de pessoas mentalmente estáveis e saudáveis.

      Também não se percebeu em nenhum desses estudos qualquer tipo de imunização à violência e nem mesmo perda de sensibilidade. Crianças e adolescentes são mais suscetíveis à propaganda do que jogos, por exemplo.

      A questão é que se uma pessoa não consegue distinguir a violência descrita num jogo (mesmo realista em termos gráficos) ela provavelmente não conseguir fazer o mesmo em um filme (os clássicos canibais, como o italiano Holocausto Canibal de 1980, são algumas dezenas de vezes mais explícitos do que qualquer jogo) ou um livro. A questão é que tem sim pessoas que não estão estáveis mentalmente por questões diversas e que acabam tendo nos jogos o gatilho necessário.

      Na época do massacre de realengo se falou muito disso, inclusive teve uma grande quantidade de estudos brasileiros sobre o tema.

      Citando uma parte da reportagem da época do Estadão: “Por mais que alguns títulos não sejam especificamente educativos ou didáticos – entende-se títulos de tiro em primeira pessoa, por exemplo – isso não exclui a possibilidade de que os gamers possam aprender e até fixar conteúdos do vestibular através dos jogos.

      Isto chama-se aprendizagem colateral, o que fomenta a curiosidade do aluno por novas informações. Assim, os jogos transpõem seus objetivos” explicou a pesquisadora, citando um episódio em que um colega, ao citar Cratos em uma aula, obteve como resposta de um aluno informações sobre mitologia grega, que, de acordo com ele, foram obtidas através de um game. “Por mais violento que God of War seja, ele mobiliza e ensina” completou Alves.

      O vilão da história, desta forma, não é o game, mas sim as deficiências durante a construção do sujeito, lacunas que não foram exploradas por instituições como a escola e, principalmente, pela família.

      “O conteúdo do jogo tem que ser mediado pela família. Os pais que não conhecem podem ver o conteúdo do jogo no YouTube e a partir da classificação do Ministério da Justiça” recomendou Lynn Alves.

      A professora afirma ainda que, para o indivíduo sadio, o universo do videogame não passa de um espaço de catarse, e que, caso ele tenha que matar, não há necessidade de transpor a tela”

      Voltando: a ideia de que um realismo maior possa minar a nossa sensibilidade para violência é uma preocupação bastante válida, mas, a verdade é que a pessoa precisa ser capaz de determinar e delimitar espaços de arte e representação de violência. Uma pessoa sadia, no caso, vai fazer isso e não traçar paralelos entre o mundo real e o mundo virtual e ignorar um assassinato porque ela já viu/fez isso inúmeras vezes no video-game. Se a pessoa faz isso ela tem outros problemas, bem mais sérios do que o video-game em si.

      1. Boas ponderações, Pilotti.

        Mas aí é que tá. Noto que os problemas bem mais sérios do que o video game estão aí: pais displicentes, educação falha, profusão de informação sem tutoria.

        Diferente de Pac-Man, e como bem colocado pelo Ghedin, hoje os jogos estão extremamente realistas. São representações reais das pessoas, ou bem próximas.

        Um GTA ou Counter Strike não é uma bola com boca, são seres que praticam atos críveis.

        God of War tem um estilo realista, mas que de alguma forma consegue limitar os traços entre jogo e realidade. Tem um quê de fantasia que ajuda a limitar os atos de quem joga e não tem uma “mente sadia”.

        GTA e Counter Strike, um pouco menos. Apesar dos traços levemente cartunescos (como GTA) e da impessoalidade (como CS), ainda assim são críveis em algum aspecto. Um jovem sem educação “sadia” pode se sentir tentado a se achar um ladrão. E lembremos que apesar dos avisos de restrição parental, é fácil ver muito moleque abaixo de 7 anos jogando.

        1. Eu entendo a cadeia de pensamento que leva a crer isso, mas, na verdade não temos nada que indique que esse tipo de pensamento é verdadeiro. O senso comum nos leva a crer que isso influencia os jovens, claro, porque nos choca a partir de certa idade a violência dos jogos, mas, de concreto temos o indicativo do oposto: jogos não tem influência no comportamento violento ou na dessensibilização destes em relação á violência. Pode ser o quanto realista possível na geração, o que determina esse tipo de comportamento são problemas mentais e criação familiar.

          Um exemplo desse tipo de pensamento é aquele estudos, que ficou na moda alguns anos atrás e que consistia em colocar um doce na frente de uma criança e dizer que ela não podia comer até o adulto voltar, mostrando que as crianças que se controlava na frente de mashmallow e que isso provava/indicava que crianças que esperava tinham mais chances de se dar bem na vida. Era verdade, mas os pesquisadores tinham deixado passar a variável principal que determinava o grau de autocontrole que essas crianças tinham: dinheiro.

          As crianças que tinham dinheiro sabiam que elas iriam comer o doce logo mais e que, caso não comessem aquele doce, iriam fatalmente comer outros doces em um curto período de tempo, afinal, essa era a experiência que elas tinham até o momento ao viver em famílias com poder aquisitivo considerável. E não surpreendentemente essas mesmas crianças tinham também melhores notas e mais chances de sucesso profissional/financeiro. As crianças pobres, por outro lado, tinham a ideia (correta) de que se elas não comessem o doce naquele momento elas provavelmente iriam ficar sem nenhum doce. Elas também tinham mais dificuldades escolares e muito mais problemas para galgar sucesso financeiro.

          Esse é um bom exemplo de que, a principio, o senso comum nos leva a crer em X mas na verdade estamos ignorando uma série de variáveis nessa decisão.

          Uma pessoa mentalmente sadia (não estou falando nem de educação familiar) não vai confundir a fantasia dos jogos com a realidade. Crianças e jovens que fazem isso já tem problemas mentais anteriores aos jogos e apenas tem nestes um gatilho de violência. Um jovem de periferia não vai ter mais ou menos vontade de ser bandido porque ele viu no GTA, ele vai porque ele cresceu tendo como exemplo o bandido da favela que “tem tudo” ao passo que o homem honesto é apenas um pé rapado que luta pra pagar o aluguel.

          As condições internas de cada jovem são muito mais preponderantes do que qualquer jogo na dessensibilização da violência diária. E reitero, quem não consegue distinguir realidade de ficção ou é influenciado de tal forma pela ficção que passa a cometer crimes tem outros problemas mentais e o jogo (ou filme ou livro) são apenas o gatilho pra esse tipo de comportamento.

    1. Você precisa se cadastrar no Gravatar, cadastrar o e-mail que você usa para deixar comentários pela internet e adicionar a imagem que quer que apareça.

      Depois disso demora um pouco pra mudança propagar.

  2. Me aproveitando do fato de que vários leitores estão por aqui, gostaria da opinião de vocês sobre a versão final do visual do Manual do Usuário.

    Por desencargo de consciência — e preferência pessoal —, testei uma versão do tema com fontes com serifa, Georgia e Times New Roman. Do meu ponto de vista, fontes com serifa são melhores para leitura e cansam menos o olho, e a Georgia é uma das fontes mais bonitas desse mundo.

    Georgia:
    https://www.icloud.com/sharedalbum/#B0aG6XBub8ThnWN;50D15694-6590-4BD5-9C3A-30763FE766C8

    Times New Roman:
    https://www.icloud.com/sharedalbum/#B0aG6XBub8ThnWN;661B890B-0E7D-46C4-97F0-03D2C3CC0C66

    Helvetica Neue (ignorem a montanha, ela faz parte de outro teste):
    https://www.icloud.com/sharedalbum/#B0aG6XBub8ThnWN;9D6E9AE9-176F-460A-B757-923C28C788A8

    Na opinião de vocês, qual seria melhor? Ou vocês acham que devíamos manter a fonte sem serifa mesmo (Helvetica Neue ou Arial, dependendo do device usado)?

    Eu estou inclinado a usar a Georgia como fonte principal do visual, mas não sou exatamente objetivo quanto a isso. O Ghedin parece gostar das três e a minha esposa — porque eu queria a opinião de alguém de fora —, preferiu a versão com Helvetica Neue.

    1. Acho que prefiro a Georgia, mas a imagens tão maiores facilitando a leitura e isso pode ter influenciado minha percepção.

    2. Eu gostei mais da versão com a Georgia (mas pode ser suspeiro, é a fonte padtão no meu Kindle).

    3. Georgia, com certeza
      Serifa é um atrito que o mundo precisa! (entebdedores entenderão)

    4. Dessas 3 me agrada mais a Georgia, mas eu prefiro fontes sem serifa e com fundo branco (sem um fundo degradê ou mesmo um modo noturno, aliás, tenho verdeiro horror ao modo noturno de telefones e sites). Acho que cansa menos ler em fontes sem serifa. Aliás, a ideia da serifa como facilitador de leitura vem do fato de que é mais rápido/fácil distinguir as fontes serifadas quando se está lendo correndo,. por isso mesmo as professores se alfabetização (no início do processo) emulam esse estilo no quadro para as crianças com a letra bastão. Talvez essa rapidez ao interpretar as letras seja o que dá essa sensação de menos cansaço ao ler.

      Não foi perguntado, mas, o layout atual do site é o que mais me agrada. O antigo que deslocava algumas coisas do centro me deixava incomodado, prefiro o texto sempre centralizado.

      1. Modos noturnos me incomodam demais também, tanto que eu programo em fundo branco — texto preto em fundo branco funciona muito melhor para mim. Mas entendo que não é uma opinião compartilhada por todo mundo, logo, adicionei um botão que possibilita acionar um “modo noturno” no novo visual.

        Quanto ao layout atual do site, ele vai continuar o mesmo, só estou rescrevendo tudo do zero e melhorando o visual em si. Dizendo adeus aos degradês e trocando eles por sombras — como pode ser visto nas imagens acima —, aumentando o contraste e modernizando ele num geral.

        As mensagens de contexto, por exemplo, estão meio estranhas e com leitura difícil no visual atual.

        Exemplo:
        https://www.icloud.com/sharedalbum/#B0aG6XBub8ThnWN;89452D5C-6EA9-4458-A4C1-D44829A62CFA

        No novo ela estão mais legíveis, melhores espaçadas e, num geral, mais bonitas:
        https://www.icloud.com/sharedalbum/#B0aG6XBub8ThnWN;DD42CD54-49CC-4C12-ADD3-022764F2DC00

        O layout atual usa como base o mesmo tema de antes, então está cheio de código legado e coisas que nunca foram usadas, mas estão ali no style.css ocupando espaço.

        Claro, isso tudo só vai mudar SE o Ghedin aprovar a mudança quando eu tiver a versão de testes pública. Ele parece estar gostando, mas né.

        1. está ficando muito bom e que o Ghedin seja iluminado e aprove hahaha

        2. uma sugestão, já que estão falando do site, seria colocar um tema (não sei se é possível) ou tentar melhorar os comentários pois para mim ficou muito colado uma mensagem da outra e a distancia entre uma resposta da linha que indica para qual comentário é essa reposta também ficou muito curto (não sei se consegui me expressar bem)

          1. Os comentários são mostrados de melhor forma no novo visual, ficando menos bagunçado. Apesar de não gostar do Disqus e afins, concordo que o sistema padrão do WordPress é uma bagunça.

        3. Prefiro sombras também em comparação com degradês, mas, sinceramente, se for fundo branco + texto preto + centralizado pra mim já tá impecável. É cada vez mais complicado de achar sites que sejam assim porque a maior parte adotou o paralaxe ou então deslocou o corpo de texto pra direita.

          1. As sombras são mais pra dar destaque à algumas coisas, mas mantendo o visual monocromático. Daria pra usar bordas também, mas acho que o uso de sombras destaca mais e dá um visual bem mais interessante.

    5. adoro a helvetica e DETESTO a arial

      como a ideia, pelo que eu entendi, é não recorrer a webfonts, então talvez seja melhor ficar com a georgia mesmo

  3. Pessoal tudo indica que 2019 será um ano decisivo e que promete grandes novidades, positivas ou negativas! Empresas como a Apple e a Samsung já disseram que não irão lucrar como haviam previsto antes. A Apple não vendeu tantos aparelhos como imaginava que venderia, os preços estão altíssimos e parece que a o campo de distorção esta perdendo a força ano apos ano. Vocês acreditam que a Apple pode surpreender? Não to falando em lançar aquele aparelho com três câmeras mau posicionadas, HAHAHAH!
    E tem quem diga que esse é o ano dos aparelhos dobráveis, sinceramente acho que tudo isso não passa de uma perfumaria “inútil” e que não justifica os problemas que possam surgir ao lançar aparelhos com essas características (bateria, aparelhos grossos demais, mais chances de ter uma delas ou as duas quebradas, preço nas alturas). O que vocês acham é uma aposta que faz sentido ou é só um jeito das fabricantes tentaram faturar em um mercado já “saturado”!

    1. Vejo 2019 com um ponto de inflexão na história dos smartphones. Em 2018, atingimos a saturação do mercado, o que significa que não existe mais crescimento aí. Isso forçará as empresas do setor a serem criativas, seja com tentativas de inovar o próprio modelo de smartphone (Samsung com as telas flexíveis) ou na diversificação dos negócios em cima da base instalada (Apple com os serviços, em especial o de streaming de vídeo).

      Não acho que haverá uma grande mudança, mas não aposto que não existirão surpresas — por definição, surpresas são imprevisíveis àqueles que não estão a par dos planos estratégicos das empresas.

      E também não dá para esquecer das chinesas, que estão corroendo os mercados de Apple e Samsung na China e Índia, e que podem dar trabalho em outros emergentes. (Nos EUA eu acho difícil, com essa implicância/desconfiança fortíssima da Huawei.)

      Será um ano interessante :)

      1. “Em 2018, atingimos a saturação do mercado, o que significa que não existe mais crescimento aí.”

        Concordo. Em 2018 o meu pai de quase 70 anos comprou um smartphone. E se até ele está usando é porque realmente chegamos à saturação. Mas quando eu perguntei porque ele quis um smartphone agora ele me respondeu: “eu não queria, foi o banco que me obrigou. O meu token quebrou e quando eu pedi outro eles me disseram que não tinha mais, que agora só pelo smartphone”.

        A propósito, minha mãe não tem smartphone, mas ela nunca terá. Isso posso afirmar com certeza porque nem celular ela tem…

  4. Dúvida: vocês curtem fone bluetooth?

    Eu estou no meu segundo e ainda não me convencei de que não é melhor um simples P2. É legal um fio a menos, mas ter que carregar regularmente e ficar pareando entre vários dispositivos é um tanto irritante. Acredito que os Air Pods tiram um pouco desses atritos, mas os “comuns” acho pouco prático.

    1. Pegar o fone, arrumar os fios, passar por dentro da roupa pra não enroscar e ter que ficar conectado com o telefone o tempo todo acaba sendo muito inconveniente. O fone bluetooth eu só penduro no pescoço, ligo e já ta funcionando.

      O problema é que essa tecnologia tem um custo, um fone do mesmo valor mas com fio acaba tendo um falante muito melhor. Uso o meu fone bluetooth apenas pra ouvir podcast, nas poucas vezes que ouço música pelo celular acabo usando um fone com fio ligado um adaptador bluetooth mesmo.

      (isso pensando em mobilidade, quem usa fone em notebook é mais prático usar com fio, na minha opinião.)

    2. A Xiaomi lançou tem um modelo que me faz pensar em fones BT. Mas, de modo geral, como eu fico em casa e escuto essencialmente música em FLAC eu uso um bom fone. Tenho um Sennheiser de mais de 3 de uso intenso, um Edifier normalzinho, um AKG Porta Pro e um JBL bem normalzinho.

      O melhor desses ainda é o Sennheiser.

      Pro telefone, que eu pouco uso, eu tenho um da Apple dos novos com microfone que é bem ruim de colocar na orelha (esse modelo novo deles consegue ser pior do que o anterior) e um Audio-Technica que é bastante razoável pelo preço (> R$200).

      Um fone BT iria ser interessante nesse mar de fones que eu tenho, mas, nunca tive uma boa experiência com nenhum deles =/

    3. Namoro alguns modelos para esporte, porque o fio balançando incomoda muito. O que me desagrada é que os que testei são facilmente influenciados por gargalos do meu celular, enquanto que os com fio não. Por outro lado, fones para esporte com fio costumam ter cabos finos, aí sempre ficam enrolados e eventualmente se danificam nos pontos de contato

    4. usava um bluetooth especialmente no transporte público, mas ele é meio espalhafatoso e me deixava com calor… resolvi testar um fone, com fio, mas com cancelamento de ruído. bom, ele virou meu fone preferido (o sem fio está sem uso faz um tempo). o fio atrapalha um pouco, mas não é daqueles q dão nó e fica todo embolado. o cancelamento de ruído não é poderoso, mas ele encaixa perfeito no ouvido, sem incomodar pq não é daqueles profundos, isolando bem (a combinação isolamento, cancelamento e uma música rolando funcionam perfeitamente e consigo trabalhar em meio ao caos), e o som é excelente.
      ter q carregar o fone é uma chateação, especialmente qdo tá no fim e vc esqueceu de carregar. se vc não tiver meios de fazer uma carga vira um peso morto pra vc carregar.
      esse fone tem versão p2 e usb-c: https://techlector.com/xiaomi-noise-cancelling-earphone-review/
      estou cogitando ter mais algum bom fone com o velho p2 e sem ser de concha.

    5. Vim de um Xiaomi intra auricular que durou mais de 2 anos. Agora comprei um Meizu EP52. Comprei sem fio por ir trabalhar de bike. Som é excelente e isola bem. De musica alta ele me da umas 4 horas. Musica volume mediano mais de 6 horas. Se for podcast tem bateria pra dias. A única coisa que irrita é a bateria acabar no meio do caminho. É bom sempre ficar de olho… Mas enfim, não acho que vale a pena ter ele pra usar em casa ou trabalho, é bom ter duas opções de fone. Ou um modelo que dê a opção de usar com ou sem cabo.

    6. Que tal investir num fone híbrido, que aceite os dois? Eu tenho um bluetooth que funciona também com o cabo p2, quando a bateria acaba e eu estou sem saco, é so conectar o fio e tudo bem (exceto que o cancelamento de ruído para de funcionar se não tiver bateria).
      Tenho um outro fone bluetooth para esportes da Xiaomi, a qualidade de áudio não é tão boa, mas a bateria que dura mais de dez horas e a ergonomia me fizeram adotá-lo como o fone principal.
      E essa questão de pareamento é relativa, só vai ter esse atrito na primeira vez.

  5. Chegou a hora de trocar de smartphone, meu moto G4 Plus não está aguentando mais(Meu primeiro motorola e não pretendo comprar outro). Preciso de recomendações de até 1500, o meu uso é básico, navegar na internet, whatsapp, spotify, jogos só emulados, mas jogo raramente, videos no YouTube, reddit etc… O que busco em um aparelho é boa bateria, 4GB de memória RAM e que de conta de um multi tarefas para as coisas que eu citei anteriormente, andei pesquisando e estou altamente inclinado a pegar o Redmi Note 6 Pro, mas gostaria de recomendações para quem sabe eu mudar de ideia.

    1. O Xiaomi Mi A2 também pode ser uma boa opção para você. O Android no Mi A2 é quase sem modificações como o do Moto G4 plus, tem na versão 4GB de RAM e 64 de armazenamento, e é vendido dentro da faixa de preço que você procura.

    2. Tento não ser evangelista da Xiaomi, mas ainda o quesito custo benefício vale muito a pena. Só tem o grande problema de garantia. Se der pau, é tudo por sua conta.

  6. Pessoal, preciso do tablet bem em contra que tenha tela full HD. Alguém sabe algum modelo nesse sentido que seja legal?

    1. O mercado de tablets está tão zoado que acho que nem procurando muito você encontrará algo decente que não custe um rim por aqui.

      Tirando as empresas nacionais que vendem tablets de entrada (Full HD nem em sonho nesses modelos), você fica restrito a Apple e Samsung. O único da Samsung que dá para considerar é a linha Galaxy Tab S. O último modelo, Tab S4, tem preço sugerido de R$ 4.299 na loja oficial.

      Na Apple, o iPad de entrada sai por R$ 2.799. Não tem o design maneiro do iPad Pro, mas é um senhor tablet e que vai durar uns muitos anos prestando bons serviços.

      De pronto, não consigo pensar em algum outro à venda no mercado brasileiro. Sempre tem a opção dos chineses, mas aí é um lance em que não me arrisco e, sinceramente, desconheço os detalhes.

    2. Além desses que o @Ghedin (xiii) citou, tinha também aquele Lenovo T2 ou algo assim, que era com Windows 10.

      1. Vou dar uma pesquisada nesses modelos. Eu tenho um preconceito com tablet Windows por achar que gasta bateria demais. Mas pode ser só um falsa impressão. Vou ver alguns dados sobre ele!

        Um conhecido me disse sobre o Samsung Galaxy Tab A, modelo SM-T580.

        Alguém o conhece pessoalmente?

          1. Pra ser bem sincero a melhor opção pelo que estou vendo é o iPad mesmo. Mas como nunca tive iPhone e nem pretendo mudar para a plataforma da maçã com o celular, o tablet ficará meio em uma bolha. Mas faz parte, né?!

            Obrigado!

  7. Posso confessar que todo o fundo branco do Manual faz meus olhos arderem um pouco?

    1. ele vai distribuir colírio, parece, com o logo do site pra branding.

      1. É tudo parte do nosso modelo de negócio.

        Falando sério: se diminuir o brilho, não fica melhor? Comigo é o contrário: telas pretas com letras brancas meio que ficam “gravadas” nos olhos, acho bem desconfortável. Talvez dê para colocar um “modo noturno” aqui. Vou avaliar junto ao James.

        1. Meu brilha já está no mínimo em todos os dispositivos…

    2. Também me incomoda um pouco. Pensei em mudar o CSS para algum cinza ou creme e aumentar um pouco o tamanho da fonte (ou até substituir arial por alguma outra coisa), mas ainda estou apanhando um pouco para como se faz.

      Nos textos do site nem me incomodo muito porque uso o modo leitor do navegador.

    3. Estou desenvolvendo uma nova versão do tema atual — a atual é apenas temporária —, e já adicionei um “night mode” da vida. Pessoalmente sou mais à favor do Ghedin, uso branco até no Terminal e no vim, mas não custa nada adicionar a opção.

      Aliás, se alguém tiver mais mudanças que quiserem feitas, estamos abertos a sugestões.

    4. cara estou usando um plugin no navegador e estou gostando pra caramba (https://github.com/darkreader/darkreader).
      ele troca / inverte as cores e deixa tudo mais escuro. existem uma seria de opções, ignorar sites (para não inverter as cores), aumentar ou diminuir contrastes, brilho etc..
      ah, mas ele consome um pouco de processamento para realizar isso, então se estiver na bateria, recomendo desativar.

  8. Ontem à noite chegou meu teclado mecânico, um Das Keyboard 4 Professional com switches Cherry MX marrons (mais silenciosos, mas ainda assim as teclas fazem barulho).

    O retorno tátil é bem legal, o teclado tem um visual sóbrio muito bonito, a construção é ótima. Nada a reclamar, mas ainda estou me batendo um tanto para digitar sem erros. As teclas são muito altas, é uma diferença gritante para o teclado que usava antes — o do MacBook Pro de 2015, antes do atual padrão borboleta dos notebooks da Apple.

    Estou confiante de que seja apenas questão de costume. E, sim, em breve falarei dele — da minha mesa toda, na real — aqui no Manual.

    1. Eu acho o teclado mecânico muito melhor do que qualquer outro. Sortes dos “gamers” que recolocaram eles no mercado.

      Esse teclado borboleta da Apple é uma afronta pra quem usa computador. Usei um de um amigo e depois de uns 10 minutos eu queria morrer de dor no punho.

      1. esse teclado do ghedin é “para pessoas que esperam o melhor”. não deve ser fácil atender esse público tão exigente…

        1. Público de alto padrão gourmet e diferenciado.

          Não é pro meu bico seco.

          1. Hahahaha, nahhh, o preço está em linha com outros teclados mecânicos. Foquei nesse porque não é gamer. Ele é discreto, não tem software com funções mirabolantes, nada; ele se vende apenas como um bom e confiável teclado mecânico. E tem as teclas no padrão do macOS, algo que, embora seja meio bobo, acho importante por ainda não dominar totalmente a tríade Control-Option-Command.

    2. E o mouse? Vi que a experiencia g4m3r não foi muito bem sucedida. Apesar que achei a escolha um pouco exagerada, já que, dentro desse universo, há opções bem interessantes com um visual mais tradicional.

        1. Me parece uma boa escolha. Considero a Logitech uma das empresas mais “simpáticas” do mercado. Produtos que servem em qualquer SO, atendem todas as faixas de preço, qualidade sempre consistente e design bacana. Tenho mouse, teclado, fone e outras traquitanas dela e das subsidiárias (UE, Jaybird, etc.).

      1. Ainda estou aguardando alguma empresa lançar uma linha de produtos gamer com bom gosto.
        Linhas sóbrias, metal, nada de led rgb.

      1. De fora, direto na loja da fabricante. Alguém próximo foi passar uns dias nos EUA e tinha espaço na mala, aí pedi para trazer.

        Procurei muito esse teclado para comprar no Brasil. É impossível — pelo menos essa versão, que tem o desenho das teclas do macOS.

    3. Eu tenho o Anne Pro e um outro da Xiaomi que esqueci o modelo — ambos escolhidos por não ter qualquer tipo de branding no teclado —, e acostumar levou uns dois dias, mas depois que você acostuma não tem mais volta. Sem falar no fator customização que você só tem com um teclado mecânico.

      Agora toda vez que preciso usar outro tipo de teclado, como o do novo MacBook ou o do Pixelbook, é um parto. E olha que o do Pixelbook é um senhor teclado — para um laptop.

  9. Ok, bora lá: quais as metas, objetivos, sonhos, planos etc. para este inesquecível 2019?

    1. Além do básico — saúde, felicidade, democracia etc. —, meu único desejo para este ano é chegar ao final dele com o Manual funcionando bem e pagando as minhas contas para poder continuar me dedicando a ele.

    2. tenho 3:

      começar o inglês.

      fazer uma reserva de emergência

      conseguir me mudar pra casa do meu tio, pq daí irei demorar apenas 10 minutos pra chegar no trabalho, hoje demoro 2 horas

    3. Primeiramente, tentar aprender francês de uma forma que consiga me comunicar (leio e compreendo porcamente). Visitar minha pessoa estimada no Canadá (isso é o que está mais consolidado). De resto, os meus planos ainda estão em aberto.
      Queria começar alguma graduação na área de TI (um sonho de longos tempos), mas ainda me abomina a ideia de ter de ir todo dia em campus. Estou pensando em alguma EAD. Enfim, tenho de tomar vergonha na cara para assumir umas decisões pesadas na vida.

      1. Graduação em TI, tirando uma base pelos meus colegas que saíram da Física pra CiC, não vale a pena a não ser que:

        1) Você queira um mestrado na área;
        2) Você tenha pretensões de ir morar fora do país e trabalhar com isso;
        3) Você more numa região que tenha empresas que trabalhem com P&D;
        4) Você quer muito ter um grau universitário.

        Senão, usualmente um curso técnico + certificação dará conta da sua carreira até a hora em que você virar gerente ou líder técnico (daí o que vai conta mais é a sua experiência e a sua capacidade de lidar com pessoas).

        1. Pois é, não tenho essa sanha por mais um grau universitário, já que possuo um. Eu estava pensando num tecnólogo de análise e desenvolvimento de sistemas por EAD e investir num aprimoramentos no meio tempo. Como funciona essas paradas de certificação?

          1. Depende cada área, mas elas costumam ser caras e mas aceitas pelo mercado de trabalho (se é isso que você quer) porque focam em um produto ou habilidade especifica.

            Para redes tem as da CISCO, para Linux a LPI e para Windows as MSCP. Tem que procurar a área que lhe interessa e ir atrás.

            Contudo, se você já tem uma graduação, acho melhor pleitear um mestrado na área que mais lhe agrada. Ou um especialização. No meu entendimento ter uma pós é mais interessante do que ter duas graduações.

    4. Se contar como sonho, que a empresa em que eu trabalho não seja extinta nesse ano ( é um empresa pública voltada para o desenvolvimento social da região nordeste, daí ja viu né).

    5. Preciso encarar a reforma do apartamento, estou levantando os preços dos projetos e da obra em si. Dará trabalho, mas não tem muito risco de não dar certo (eu espero). Fora isso, ir bem no trabalho novo, entrei ano passado mas faz apenas dois meses…então ainda não deu tempo para me inteirar de tudo e entregar alguma coisa.

      1. Tá na moda insta de reformas, fica aí a ideia do @reformadogabrielarrudamdu e sua porta de entrada pro sucesso como blogueirinho tb

      2. Planeje e questione tudo quando fizer a reforma, esteja preparado para imprevistos, principalmente prepare o bolso $$ para riscos e pense positivo!

        1. A minha lista de atividades de 2019 já coloquei elas em execução:

          – Quitar meu financiamento imobiliário (feito!!!)
          – Fazer MBA de engenharia de software na Fiap (com o meu financiamento quitado, já posso entrar em outra dívida rsrs)
          – Manter (ao menos tentar) a frequência 3x semana na academia
          – Continuar ouvindo podcasts nos meus trajetos casa/trabalho
          – Final de semana reservar um tempo para games e fazer uns rolês de bicicleta
          – Planejar viagem internacional com a digníssima em julho (pagando em suaves prestações)
          – Vender itens que não utilizo para ajudar nas contas, economizar onde for possível

          1. Sobre academia, o que me ajudou a manter a frequência nos 3 primeiros meses foi procurar no YT/Instagram canais de como fazer melhor/corretamente os exercícios. Aprendi coisas que os instrutores não costumam passar, principalmente no lado mental da coisa.

            Hoje a melhor parte do meu dia é quando estou na academia ou nadando.

    6. fiz algumas (tá numerada a lista, mas não tem hierarquia nela):

      1. aprender um instrumento musical (teclado, mas sem virtuose e pra poder começar a mexer um pouquinho com um projeto)
      2. aperfeiçoar um idioma (inglês prioritariamente e francês se for viável)
      3. ler mais
      4. produzir um site e um podcast com a esposa sobre a causa animal (era pra ter sido ano passado, mas não deu por ter sido um ano complicado)
      5. policiar e baixar a bola do meu ego
      6. voltar a correr, daí me preparar pra correr a são silvestre (q já fiz uma vez, mas quero repetir), uma meia maratona (talvez só ano q vem, mas esse ano é importante pra isso) e daqui uns dois ou três anos correr minha primeira maratona (talvez corra a do pateta pra homenagear um escrito famoso). se não começar esse ano, tudo isso fica mais distante.
      7. estudar mais (seja um área específica ou um projeto de livro q quero começar)
      8. tocar um projeto social de impacto (atingir muita gente q precisa de ajuda, sem firulas) com ajuda de algumas pessoas bem dispostas.
      9. prestar mais atenção nas pessoas e menos nas coisas materiais
      10. me preocupar menos (bem menos, próximo do zero) com situações aborrecidas no trabalho…

      se conseguir tudo isso, será um bom ano!

      1. no item 3 eu acrescentaria um ‘jogar mais’. há bons jogos q merecem a mesma atenção q livros.

      2. Já leu o Do que falo quando falo de corrida do Haruki Murakami? Até senti vontade de correr, apesar de (ainda?) não gostar.

        1. Comprei justamente pra me animar. Tô lendo um livro (q é uma trilogia, na verdade) dele, mas acabei achando q ele não é tudo isso q falam em termos literários. Acho q vou parar pra ler esse da corrida.

          1. Muito obrigado.

            Ao menos no meu meio social virou uma febre ler esse autor. Eu li apenas o Norwegian Wood e achei muito superestimado.

            Prefiro gastar meu tempo de leitura lendo o David Foster Wallace.

  10. Vejamos como se comporta aqui sem paywall, mas com tempo mais limitado

    1. Sobre o tempo mais limitado, tomei essa decisão porque, em geral, os posts livres morriam no sábado após o almoço. As participações rolavam muito mais na sexta e, desde que antecipamos a abertura, na quinta-feira. Como o horário no fim de semana era mal aproveitado, mas mesmo assim exigia que eu ficasse atento, concluí que não faria mal à discussão e, de quebra, me deixaria mais tranquilo para curtir o fim de semana :)

  11. Alguém faz inglês pela Babbel? tô pensquisando aqui, um amigo faz e disse que está gostando, queria um com bom custo-benefício.

    E alguém faz/fez o englishtown ou open english? é bom mesmo?

    1. Eu fiz há uns 2 anos um mês na englishtown e o que achei que valia a pena era as aulas de conversação em grupo e particular, falar todos dias com outras pessoas faz muita diferença. O sistema de estudo(responder perguntas etc) quando fiz era tedioso.

    2. Você quer o que exatamente com um curso de inglês? Quer aprender a língua ou quer aprender a usar a língua (PEI) diariamente? Você ser capaz de colocar que tem noções avançadas de inglês no currículo?

      Essas perguntas tem que estar bem respondidas para você antes de procurar um meio de estudo. Se você quer apenas usar a língua (falar com outras pessoas de modo a se comunicar) qualquer curso livre famoso vai ser bom. Procure aulas para adultos com foco em conversação (mas sem esperar algo muito avançado, afinal, são brasileiros conversando entre si em inglês, no máximo o professor passou 2 anos na Irlanda lavando pratos num pub enquanto via jogos da seleção com mais 9 amigos brasileiros).

      A ideia se ter uma conversação com nativos é bem melhor e vai te dar uma vivência na pronúncia (diversas), no ritmo de fala (rápido) e te obrigar a pegar o foco da conversa pelo contexto sem se preocupar em traduzir mentalmente o que está rolando, mas também não é muito além disso e não vai te tornar sequer capaz de passar um TOEFL ou IELTS.

      Babbel, Duolingo e outros programas do tipo te dá uma base de vocabulário e mais nada. O método deles é baseado no antigo método do “Lingua Latina per se Illustrata” do Hans H. Ørberg para ensino de latim (que mostra situações cotidianas) e assim introduz um vocabulário. O que é ótimo para o Latim, afinal, se você não for um padre não tem onde falar latim com outras pessoas, mas péssimo para línguas vivas e, principalmente, línguas não-românticas. É mais eficiente você pegar um livro que você goste e ler em inglês.

      Espero ter ajudado.

      1. quero tanto para trabalho como para particular.

        apesar de não trabalhar com TI, vagas que pagam bem na área financeira (onde atuo) pedem inglês.

        1. Mas você precisa para falar diariamente com pessoas nativas ou apenas como estudo para uso eventual?

          Trabalho, normalmente, pede o que eles chamam de “inglês técnico” (que nome horrível) que quer dizer que eles esperam que você seja capaz de ler e entender artigos e livros técnicos da área e, eventualmente, entender de forma rasa alguém falando ou mesmo escrever algum relatório.

          Em todos esses cenários eu acredito que um curso normal, tipo Wizard ou WiseUp vai dar conta perfeitamente. O seu aperfeiçoamento, para esses propósitos que você colocou vai depender da sua quantidade de leitura e contato com a língua (séries e filmes ajudam, principalmente para se acostumar com a língua) fora da sala de aula. A sala de aula vai lhe ensinar como usar algumas estruturas básicas da língua (preposições, artigos e tempos verbais básicos).

          As pessoas normalmente acham que precisam de muita coisa pra aprender inglês mas, na verdade, contato com a língua é tudo. Leitura e consumo de conteúdo em inglês ajudam mais do que a maioria dos cursinhos que se vendem como com foco na conversação e uso prático. Você precisa de uma base teórica e o resto é isso mesmo, consumir em inglês.

          1. creio que seja o que você disse mesmo, mas no momento não preciso, mas nun próximo emprego creio que seja necessário para ganhar mais.

            e também quero para o que você comentou, ver filme/série sem legenda, ler coisas, viajar e falar normalmente.

            muito obrigado pelas dicas :)

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