Como ativar a verificação em duas etapas no Telegram

Procuradores, políticos e jornalistas relataram, nas últimas semanas, que tiveram suas contas no Telegram invadidas. A verificação em duas etapas (2FA, na sigla em inglês) do Telegram é uma senha adicional — e opcional — que o aplicativo pede ao ser instalado em um novo aparelho. Ela se soma ao código de login, enviado por SMS ou notificação em outros aparelhos que já tenham o app. Ao combinar algo que você tem (código de login) com algo que só você sabe (senha da 2FA), sua conta no Telegram fica mais protegida contra tentativas de invasão.

No aplicativo, entre em Configurações, depois em Privacidade e Segurança e, nesta tela, em Verificação em duas etapas. Clique em Configurar Senha Adicional e, na telas seguintes, insira uma senha e confirme ela. Na sequência, o app pedirá um lembrete de senha e um e-mail de recuperação, para caso você se esqueça da senha da 2FA. Ao informar o e-mail, será preciso confirmá-lo com uma senha temporária que será enviada ao endereço.

Para aprender como ativar a autenticação em duas etapas no WhatsApp, leia isto.

Como as conversas da Lava Jato no Telegram podem ter sido vazadas ao The Intercept Brasil

Deltan Dallagnol com ícones do Telegram ao lado.

Neste domingo (9), o site The Intercept Brasil publicou uma série de reportagens revelando diálogos em que o procurador do Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol, e o ex-juiz federal Sergio Moro trocavam informações e colaboravam nos bastidores quando integravam a força-tarefa da Lava Jato. A origem das conversas, desenroladas no aplicativo Telegram, teria sido uma fonte anônima, e o material, segundo o jornalista e fundador da publicação, Glenn Greenwald, é vasto — “um vazamento muito maior do que o do caso Snowden”, disse à Folha.

Como a fonte conseguiu acesso a esses dados? O The Intercept Brasil, obviamente, não divulga detalhes. Pelas características das matérias publicadas até aqui, é possível fazer algumas conjecturas.

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Apple e Mozilla mostram caminhos diferentes para a privacidade online

Foto de um panda vermelho na natureza.

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A pressão nas grandes empresas de tecnologia está aumentando, em grande parte devido aos abusos com a privacidade dos usuários. Das cinco, a Apple é a que desfruta da melhor posição — há acusações e ameaças de investigações antitruste contra ela, mas nada relacionado à privacidade.

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O que chamou a atenção nas novidades da WWDC 2019

Fotógrafos em torno de uma mesa com um Mac Pro e um Pro Display XDR sendo exibidos.

Pessoas que curtem tecnologia costumam parar o que estão fazendo em uma tarde de junho, ano após ano, para acompanhar a WWDC, o evento anual da Apple para desenvolvedores. Já virou tradição o anúncio das novas versões dos sistemas da empresa que, em setembro, chegam ao grande público. Em 2019 não foi diferente, salvo pelo anúncio da nova geração do Mac Pro — desde já carinhosamente apelidado de “ralador de queijo”.

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Com o mercado retraído, Positivo aumenta as vendas de celulares em quase 50%

Detalhe da marca Positivo nas costas do celular Twist Metal.

Nunca foi tão difícil vender celulares. Após praticamente uma década de crescimento acelerado puxado pelos smartphones, a consultoria IDC registrou em 2018 uma queda de 4,1% no mercado global de celulares. No Brasil, o mergulho foi mais profundo, de 6,8%. Se de longe este cenário parece uniformemente ruim a todas as empresas, visto de perto algumas exceções se revelam.

No mundo, as chinesas estão conseguindo replicar o sucesso fácil conquistado dentro de casa em praticamente todos os demais países com exceção dos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a Positivo registrou um crescimento vertiginoso nas vendas de celulares neste início de ano: 48,7% em relação ao mesmo período de 2018, desempenho equiparável ao da Huawei1. Como isto foi possível?

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O The Pirate Bay e a persistência mitológica

Logo do The Pirate Bay com a Hidra de Lerna ao fundo.

por Andressa Soilo

Na mitologia grega, a Hidra de Lerna corresponde a um monstro que habita região pantanosa na península de Peloponeso e é considerada uma das criaturas mais temidas da antiga Grécia. Dotada de um corpo com aspecto canino — ou de dragão, a depender da narrativa —, tal criatura apresenta como uma de suas principais características a pluralidade de cabeças: a Hidra conta com nove cabeças serpentinas, sendo que uma dessas seria considerada imortal. Ainda que as narrativas de um monstro com múltiplas cabeças, por si só, sejam suficientes para suscitar noções de pavor e de curiosidade aos destinatários de tal mito, é a capacidade de rápida regeneração da Hidra que se destaca enquanto tópico intrigante.

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Universo alternativo: Cine Filmes e a pirataria de filmes debaixo do nariz do Google

Nota do editor: Esta matéria é parte de um especial do Manual do Usuário sobre aplicativos para Android em posições de destaque na Play Store brasileira, mas que estão fora do radar da imprensa. São famosos desconhecidos que, juntos, criam uma espécie de universo alternativo dos apps. Leia também a primeira parte (4Shared) aqui e a segunda (Biugo).


A relação entre a indústria do entretenimento e a pirataria sempre foi de tensão. Uma briga de gato e rato que contrapõe empresas multibilionárias e idealistas ou pessoas comuns sem muitos recursos, mas com uma vontade imensa de ter acesso à ampla produção artística da humanidade. Por isso, casos como o do Cine Filmes chamam a atenção: um app de streaming de filmes direto, gratuito, sem qualquer aval da indústria cinematográfica e que permaneceu disponível na Play Store por meses como um dos apps mais baixados da plataforma do Google.

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Universo alternativo: Noizz (antigo Biugo), a rede social sensação da qual você nunca ouviu falar

Montagem de cena de "Stranger Things" com ícones da Play Store e do app Biugo.

Nota do editor: Esta matéria é parte de um especial do Manual do Usuário sobre aplicativos para Android em posições de destaque na Play Store brasileira, mas que estão fora do radar da imprensa. São famosos desconhecidos que, juntos, criam uma espécie de universo alternativo dos apps. Leia a primeira parte (4Shared) aqui e aguarde a última amanhã (29).


O mundo ainda está tentando entender o fenômeno TikTok: uma rede social chinesa, criada pela ByteDance, que se baseia em vídeos curtos e emprega um algoritmo pesado de recomendação. Na prática, parece ser uma espécie de sucessor espiritual do Vine e do Snapchat, com contornos de refúgio aos jovens que já acham que o Instagram ficou mainstream demais com pais, tios, toda essa gente velha publicando stories adoidado.

O TikTok é um dos apps chineses mais “internacionais” de que se tem notícia. Tem sido o app para iOS mais baixado do mundo há alguns trimestres, é um sucesso consolidado em mercados importantes como Índia e Estados Unidos, e, como costuma acontecer nesses casos, já começou a ganhar tração no Brasil também, aparecendo em colunas e reportagens na imprensa tradicional. Mas, na lista dos apps gratuitos mais pesquisados da Play Store brasileira, a loja de apps oficial do Android, outra rede social novata está ganhando de lavada do TikTok. Ela se chama Noizz (antigo Biugo).

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Universo alternativo: Como o 4Shared virou o “Spotify pirata” na era da música por streaming

Ícones do 4Shared e Play Store no mundo invertido da série "Stranger Things".

Nota do editor: Esta matéria é parte de um especial do Manual do Usuário sobre aplicativos para Android em posições de destaque na Play Store brasileira, mas que estão fora do radar da imprensa. São famosos desconhecidos que, juntos, criam uma espécie de universo alternativo dos apps. Leia a segunda parte (Biugo) e aguarde a última nesta quarta (29).


Nos últimos anos, ouvir música virou quase sinônimo de ter um app que faz streaming no celular. Nesta nova realidade, alguns players se destacam: Spotify, YouTube, Apple Music, Deezer. são poucos e você, muito provavelmente, já deve ter pelo menos ouvido falar de todos eles.

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Moto G7 Play: o mais barato finalmente está bom o bastante

Moto G7 Play: vale a pena comprar?

No início, era apenas um Moto G. O consumidor encontrava nas prateleiras algumas variações do modelo original, mas com diferenças circunstanciais — fora a memória principal, suporte a um ou dois chips e acessórios, era o mesmo Moto G. Quase sete anos depois, a família campeã de vendas da Motorola se desdobrou em quatro aparelhos que se diferem muito entre eles — nos “sobrenomes”, nos componentes e no visual. Curiosamente, talvez esta geração tenha o modelo de entrada, aquele baratinho, mais interessante de todos.

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