Post livre #175

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142 comentários

    1. Para mim é tipo expor um cocô como arte para levantar o questionamento sobre saneamento básico.

      1. Ótima comparação.
        A “obra de arte” já é passível de questionamento.
        Mas, para mim, esses valores destas tais são ainda mais impressionantes.

  1. Sei que não serviria de vocês, mas gostaria de uma opinião:

    O que vocês acham que faz falta em relação a tutoriais de informática seja no Youtube ou em outras plataformas?

    Venho matutando uma ideia de fazer um canal de tutoriais de informática e tecnologia, mas de uma forma que tente ser o mais didático, claro, empático e humano possível (que exagero, eu sei).

    Explico: muitos clientes e amigos me ligam tirando dúvidas bobas que tem em tutoriais no Youtube. Não sei se é o algoritimo que falha ou se os tutoriais não são muito claros (alguns eu vi e são muito tipo “Faaaala galeeeera, e aaaaaaaaaeee? Já deu seu ‘joinha’?” )

    Então tentaria vencer a vergonha e o medo de aparecer e fazer um canal com tutoriais simples, tipo “como funciona um copiar-e-colar” ou “como funciona as conexões de um computador”.

    Enfim, são ideias, algumas já implementadas, mas que não vejo uma repercussão sobre.

    1. Acho que um dos maiores problemas é a falta de conexão de um assunto com outro, miram em muitos aspectos/assuntos diferentes para ver se tem espectador, e a descontinuação de algo só porque não tem muitas visualizações.
      Outro ponto é, conteúdo de qualidade em português, normalmente são feitos sem um planejamento e vai para o ar sem edição nenhuma. E acredito que ver a pessoa no tutorial passa mais essa tal de “humanização” e cria mais empatia pelo canal. E por ultimo, não só conteúdo por vídeo, mas também a possibilidade de acessar o que esta sendo passado em forma escrita (um site ou um repositório no GitHub)
      Vou deixar aqui alguns canais que indicaria mas todos em inglês:
      sentdex
      The 8-Bit Guy
      N-O-D-E (para mim, o melhor da categoria, se conseguir algo nesse nível vai ser TOP)
      Siraj Raval

      1. Grato pelas palavras. Ótimos pontos. :)

        (não achei o canal N-O-D-E)

    2. faz conteúdo pra gente 40+
      acho que é um nicho nada explorado

      1. Não tenho capacidade pedagógica para isso. Atendo alguns clientes 50+ e eles reclamam que sou muito acelerado para explicar.

  2. Caras… acabei de descobrir que no meu trabalho o spotify e fotos no WhatsApp são bloqueadas mas o Apple Music e iMessage não. Haha.
    To curtindo estar na Apple kkk.
    Sem contar que não tem WhatsApp pro iPad mas o iMessage funciona da hora.
    Só queria dizer isso mesmo.

    1. Aproveitando que encontrei mais alguém que usa o iMessage: aí também os áudios enviados pelo ficam super baixos? No mesmo aparelho, a diferença de volume entre os enviados pelo iMessage e pelo WhatsApp é enorme.

      1. Aqui tá bem normal… As vezes que mandei sairam de boa.

  3. Alguém conhece alguma alternativa a ROM LineageOS para o S8 com base no Andoird 9 pensada em privacidade? O Lineage não esta dando suporte para o S8 e a versão não oficial ainda está muito crua para conseguir usar de forma legal.

    1. Recomendo sempre ficar de olho nos foruns da XDA para ver as modificações.

      mas salvo engano, o único conhecido e confiável é o Lineage mesmo.

    1. Preciso fazer um aviso no programa. Já adiantei na newsletter dos assinantes e repasso aqui: o Guia Prático naquele formato mesa redonda acabou. Agora, só o boletim diário e estou agitando umas entrevistas esporádicas.

      Semana que vem explico melhor em um dos boletins.

      1. Ainda não li a newsletter da semana, mas já gostei do assunto quando chegou o e-mail =)

        1. Gostaria de ver (ou ouvir) o Ligeiro nos podcasts. Inteligente e manja dos paranauês

          1. HAHUAHUHAUHAUHUAHUAHUAHUA!

            (na hora que eu me estabilizar financeiramente, assino o MDU só para encher o saco no Telegram…)

  4. Jovens, vocês conhecem algum meio de filtrar todo e qualquer conteúdo na internet sobre um tema específico?

    Explico: Quero poder navegar em paz na internet e redes sociais sem saber de Bolsonaro, esquerda X direita e a pqp toda de política, sem perder acesso ao conteúdo útil.

    Já consegui fazer isso no Twitter, com o app Flamingo no Android, filtrando todos os apelidos dele e família (deu um um senhor trampo; a esquerda é mais criativa em apelidar opositores que tudo).

    Só não sei como proceder ainda com os browsers e sites de notícias. Já existe algum “BolsoBlock”?

    1. Fiquei curioso com a resposta adequada a sua pergunta. A princípio, o que me veio à mente foi o bloqueio por DNS, mas aí seriam bloqueados domínios inteiros. Outra opção que me ocorreu foi utilizar um proxy, mas de cabeça, sem consultar nada, não sei se existe granularidade para filtrar partes das páginas.

      Numa busca rápida no Google (pois é, adoro o DDG e não uso por preguiça/falta de vergonha na cara), o que vi que dá pra fazer a nível do browser é bloquear domínios, o que não é muito diferente do bloqueio por DNS.

      De todo modo não seria mais fácil apenas ignorar o conteúdo?!

      1. Minha irritação começa já nas manchetes, e como a mídia em geral tá numa espécie de guerra civil, fica meio difícil ignorar.

        Bloqueio por proxy ou DNS realmente não ia me servir. O que eu queria seria mais ou menos um AdBlock: se eu acessar o UOL, toda notícia que tenha alguma das palavras-chave que defini simplesmente não aparece, ou o elemento da página é substituído por, sei lá… Uma foto do Guga (todo mundo fica feliz vendo a cara do Guga :D). Outras notícias, como tecnologia ou reportagens especiais apareceriam normalmente.

        1. Até que ponto essa negação da realidade é saudável? Ignorar completamente não fará esses eventos sumirem e, uma hora ou outra, eles chegam até você.

          Eu também fico saturado às vezes com o noticiário. (Em 2019, mais que o normal.) O que eu faço é o seguinte: quando sinto que estou perto da estafa, me afasto do computador, de redes sociais, de qualquer coisa que possa me colocar em contato com isso e tento fazer algo que distraia ou ficar à toa, não fazer nada mesmo.

          É importante ser seletivamente ignorante, mas ignorar certas questões tem um preço muito grande. O que acontece na política gera um ônus enorme na gente, mas acho que seria pior de outro modo. (Basta ver como pessoas que ignoram o noticiário tendem a ser mais insensíveis, tomam decisões piores e emitem opiniões desligadas das realidade.)

    2. Lembrei dessa extensão de navegador que transformava qualquer cifra financeira num texto em uma proporção de “dias de salários do Neymar”. Funcionava inclusive em manchetes, então talvez seja possível fazer algo similar substituindo as palavras chaves por “não gaste seu tempo com isso” ou “blblalalblblalalalazzzzz” ou talvez até mesmo espaço em branco.

      https://apolinariopassos.com.br/blog/como-o-valor-do-salario-do-neymar-pode-nos-ajudar-entender-melhor-os-noticiarios-politicos-e-economicos/

      https://chrome.google.com/webstore/detail/quantos-sal%C3%A1rios-do-neyma/fffbjgdacldmjdapnpjelioajbehlkbg

    3. é melhor vc mudar de país e, como fazia o escritor thomas benhard (q recomendo muito), pra ter sossego, ia para um país no qual ele não entendia nada da língua local. eu sonho com essas possibilidade, às vezes. mais vc teria q parar de acessar as coisas .br, claro.

  5. Vocês acham furada pegar um projetor chinês? Encontrei um com resolução nativa full hd e lâmpada de led no dealextrem por 680 reais, sendo que o preço dele normal em outros sites é por volta dos 900.
    O link do produto é esse:
    https://www.dx.com/p/jedx-m18-lcd-fhd-home-theater-projector-black-japan-plug-2093412#.XOf-3ohKjIU
    Achei pouca informação na internet, e nada sobre durabilidade.
    As configurações me agradam, o problema de barulho é algo que consigo contornar, mas de resto só expectativas mesmo.
    Alguém já comprou um desses projetores da china?

    1. Cara, eu pensei, por muito tempo, em comprar um projetor xingling. Só não fiz porque, como não era nada prioritário, fui postergando. No começo do ano tive a oportunidade de mexer num modelo igual ao que eu estava olhando (não era esse aí) e dei graças a Deus por não ter comprado: O aparelho era até interessante, com entradas pra tudo, a qualidade de imagem era decente mas o que me deixou surpreso foi o fato de que a fonte de luz (também era LED) era muito fraca. Durante a noite dá pra usar na boa. Durante o dia, mesmo com cortinas fechadas, era difícil de ver o que estava na tela.

      Não sei quanto a esse modelo específico, mas tente pesquisar por opiniões e, mesmo não sendo o ideal, tente achar se alguém tirou uma foto da imagem projetada por ele. Embora não seja possível avaliar com certeza a qualidade da projeção pela foto, por causa de um monte de parâmetros na hora de fotografar, pelo menos te dá uma noção do que você vai receber.

      1. A questão da luz seria tranquilo, ambiente escuro. Vendo mais alguns vídeos, parece que eles tendem a acumular muita poeira, tendo que fazer uma manutenção regular. No vídeo de uma das empresas que produzem (parece que várias fazem o mesmo modelo), eles comentam que pra impedir isso custaria mais. Vou deixar quieto mesmo, muitas vezes, mais do que eu gostaria de admitir, o barato saiu caro. Não é urgente nem nada, então melhor esperar comprar um produto melhor. Mas valeu!

    2. Já vi um simples (de 400 contos simplório). Não vi grandes problemas, mas por ser chines, é sabido que não tem garantia nem uma qualidade perfeita.

          1. Eu também.
            Mas tenho uns conhecidos que fazem uns trabalhos bem impressionantes no Sharepoint. E com esse comercial é possível, até, que mais gente se anime. hehe

  6. conhecem a nuvem Pcloud? o que acham, aparentemente é bem segura, sediada na Suíça e que adere ao GDPR

    1. Caramba, US$350 por 2TB para a vida inteira? Isso mesmo? Não sinto segurança nesse tipo de negocio a longo prazo.. vou dar uma lida, dependendo de como for, migro do OneDrive para essa plataforma o ano que vem (quando terminar minha licença).

  7. Vocês possuem familiares racistas??

    Tenho uma tia que é extremamente hipócrita.
    Ela é católica fervorosa, mas odeia o fato do filho ser casado com uma índia.
    Não há oração suficiente pra livra-la do inferno.

    Pelo que entendi ele sempre gostou de ‘morenas’ e durante anos ela e meu tio fizeram o possível para afasta-lo desse tipo de gente.
    Minha mãe fica apavorada como ela detesta até os netos desse casamento. Ela faz questão de mostrar apenas os netos da filha que é casada com um cara rico.

      1. Gente muito religiosa não acredita em terapia, terapia te faz lidar com frustrações e erros e essas pessoas geralmente preferem ter uma interpretação pessoal dos ensinamentos cristãos que as avalizam nos comportamentos errôneos. É como uma máscara própria pra ser escroto.

        Digo como base a minha família.

    1. É notavél que o preconceito faz, tanto que até vc sem querer ao relatar o caso comete alguns erros devido a influencia desse familiar. Quando relatou “durante anos ela e meu tio fizeram o possível para afasta-lo DESSE TIPO DE GENTE” pegou um pouco ofensivo acho que queria falar indígenas e negros?
      Ou “Ela faz questão de mostrar apenas os netos da filha que é casada com UM CARA RICO” pq é indígena ou negro é pobre, rico é cor de pele?
      Mas como foi comentado, talvez terapia ajude.

      1. Mas minha intenção foi justamente deixar contada a ofensa!
        Cara, uma vez minha irmã namorava um luterano… Ela achava aquilo absurdo.
        Agora ela namora com um luterano que é quase 15 anos mais velho que ela. Imagina o tipo de fofoca que rola.
        O marido dela não passa muito longe.
        Volta e meia ele comenta sobre a família da minha esposa, pois ela é “Silva Rodrigues”, ou seja, demasiadamente brasileiro comum.
        Isso é preconceito crônico típico de interior do RS…, Mas dizem que em Santa Catarina tem gente muito pior.
        Eu penso que tá num estado que nem terapia resolve.

  8. Deixei um comentário no final do post livre passado e não deu para interagir muito bem, vou reviver o comentário então, estou no caminho para criar um blog pessoal, já que não utilizo mais rede social, então para suprir a necessidade de me expressar as vezes e praticar a escrita essa foi a saída que eu pensei, portanto gostaria de saber das pessoas que possuem blog quais foram suas experiências e quais as maiores dificuldades que enfrentaram e se conseguiram alguma audiência em suas publicações (esse não é meu objeto mas perguntei so por curiosidade).

    1. Desde que li esse artigo, eu também estou pensando em criar um blog pessoal: https://writing.markchristian.org/2019/04/29/personal-web-sites/.

      Achei interessante que o autor cita alguns motivos para tal:
      – Ajuda a criar e manter sua identidade online no decorrer dos anos
      – Prática da escrita
      – Aprendizado dos temas que você abordar

      O primeiro ponto foi o que mais me chamou a atenção.
      Geralmente, passamos anos alimentando as redes sociais e se por algum motivo decidirmos encerrar nossa conta (ou a rede pode acabar, vide Google Plus), tudo aquilo irá desaparecer.

    2. Tudo depende muito do que você trata nesse blog.

      Eu ganhei certa relevância e acessos por tratar de uma ferramenta de Gestão de TI open-source que era carente de documentação em português.

      Como grande parte da comunidade brasileira de TI tinha/tem um nível bem baixo de inglês, acabei criando certa relevância.

      Sempre tratei meu blog e o meu medium como lugares para compartilhar pensamentos, informações e base de conhecimento.
      Quando preciso passar alguma informação a alguém, a qual eu já produzi, passo o link.

      Acabou se tornando uma auto promoção. Mas não levo super a sério os acessos e tal.

    3. Conseguir audiência é um dos grandes dilemas de toda a indústria, de blogs pequenos como o Manual aos maiores jornais do mundo. Bem-vindo ao barco :)

      Tenho comigo que a melhor estratégia para começar um blog, hoje, é fazê-lo sem grandes expectativas. Foque na produção, tente tirar todo o prazer do processo de escrita e publicação, faça um negócio que você gostaria de ler se fosse o leitor do seu blog.

      A menos que você tenha sorte ou seja genial, mesmo com todo o esforço do mundo seu blog não será um campeão de audiência. Encontrar satisfação no pequeno público que o lerá tira um peso muito grande. E esse público aparecerá, seja dos links que você compartilhar em suas redes sociais (básico do básico), seja vindo do Google (seu blog será indexado e sempre aparecerão uns gatos pingados dali). Com sorte, um ou outro post sobre um tema original ou com SEO azeitado trará um fluxo constante e até considerável de leitores, mas não se engane: pouquíssimos atentarão ao endereço onde estão e irão atrás de saber quem é você e seus demais textos.

      Meu blog pessoal não está indexado no Google ou em qualquer outro buscador. Quem o lê ou digita o endereço direto ou chega através de alguma promoção de minha parte (redes sociais ou na minha newsletter pessoal). Neste mês, 42 pessoas acessaram-no e leram 167 páginas. É pouquíssimo, mas dadas as circunstâncias, para mim isso é tão satisfatório quanto um post aqui no Manual que viraliza e alcança milhares de leitores.

  9. Depois de ver a notícia das propagandas nos stories do What’sApp fiquei pensando nos dados de quantas pessoas utilizam os stories do WA no dia.
    Só por curiosidade mesmo. É muito raro eu o utilizar, por exemplo, e quando o faço vejo sempre pouquíssimas postagens dos meus contatos. Isso quando não são postagens iguais as do Instagram, apenas postadas no WA.
    É só impressão minha ou é isso mesmo pra vocês?

    1. Comigo também. O Whatsapp tem um “nível social” bem mais restrito, ou seja, é bem menos gente do que Instagram ou Facebook (afinal, só aparece quem está nos seus contatos). Pode ser que em outros países (Índia, por exemplo) seja mais utilizado, não sei. Talvez, só talvez, as propagandas nos stories estão sendo pensadas para negócios que utilizam o Whatsapp Business (por exemplo, bots ou atendimento pessoal).

    2. Tenho uns parentes na faixa dos 13-20 anos e eles usam direto
      Não sei se é coisa geral dessa idade ou de nicho

    1. eu vi e fico durante anos sem ser vazado, não sei se é um fato raro ou alguém vazou muito bem

      1. Isso pra mim é quase um pós-capitalismo. A gente (sociedade) se encaminhando pra um sistema de trabalho de 18h diárias (nos moldes da revolução industrial) sem tempo pra comer/morar e trabalhando por 50/60 anos pra manter uma elite muito rica (os empresários donos dessas empresas de gig economy) enquanto muita gente aplaude pensando que isso é melhor do que nada.

        Quando tempo isso se sustenta? Essa é a questão principal nesse movimento que o Brasil viver hoje com a relação de amor/ódio dos aplicativos.

        O assustador, além da situação em si citada na matéria da BBC, é que as pessoas ainda acham que esse tipo de relação de trabalho é boa e melhor do que a CLT porque “dá liberdade” (de que? De dormir na rua depois de uma jornada insana de 20h?).

        O Brasil parece que caminha pra um colapso trabalhista.

      1. Eu nunca fiz isso, mesmo assim a imagem aparece. Talvez por essa ser a minha foto no Gmail? Notei que o Discourse também pega ela automaticamente.

  10. Tenho tentado usar o DuckDuck Go para minhas pesquisas no dia-a-dia. Mas os resultados têm sido constantemente bem ruins ou com resultados irrelevantes.
    Acabo usando muito o o bang !g.

    Mais alguém com essa “dor”?

    As vezes me parece que a comodidade do Google acaba me vencendo, a despeito da falta de respeito à minha privacidade.

    1. Depende muito do que se procura. O Google está à frente em pesquisas mais específicas, como notícias. Sempre que preciso disso, recorro a ele. Estimo, sem qualquer base, que me viro bem com o DuckDuckGo em cerca de 80% das minhas pesquisas online.

    2. Tenho usado por mais de 1 ano em todos os meus dispositivos (tanto no trabalho, quanto em casa) e não tenho sentido necessidade de voltar para o Google.

      O que você sente falta? Algum resultado personalizado?

      Pode dar alguns exemplos?

    3. Não tenho dito problemas com o DDG não, alternativamente tente usar o starpage (que puxa os resultados via google de forma privada) ou searX

    4. também, quando procuro coisas simples de contabilidade consigo bons resultados no DDG, mas coisas específicas não.

      tabelas de campeonatos e informações de jogos e personalidades consigo sem entrar em nenhum site no google, diferente no DDG, tirando isso, tudo igual.

    5. Eu estudo muito francês, busco referências para expressões, músicas e afins. E raramente as encontro no DDG.
      Hoje, por exemplo, procurei travesser l’hiver paroles (travesser l’hiver é o nome da musica e paroles é lyrics). Tive de clicar em uns dois ou 3 resultados para encontrar o que eu queria. (A letra da música supracitada)
      No google, apareceu a letra no corpo de resultados da pesquisa.
      Para pesquisar preços também tenho dificuldade.

      Mas acabo de ver uma chavezinha para marcar Brazil. Talvez melhore um pouco.
      Dói um pouco largar a comodidade do espião Google.

      1. Use o Linguee para buscar referência em outras línguas. Ou o reverso (https://context.reverso.net/traducao/) para expressões e traduções. São bem melhores do que qualquer busca do Google.

        Para letras de música, o AZ Lyrics é bom (ao menos pro inglês). Assim como Genius. Eu poulo direto neles quando preciso.

        Preços ainda acho que o Zoom é o melhor de todos os comparadores.

    6. A não ser para pesquisas mais locais (estabelecimentos na cidade, por exemplo) ou notícias, o DuckDuckGo me atende bem.

    1. Tem um apelo estético e “filosófico” bem forte, né? E a Panic, a empresa por trás desse negócio, tem uma boa reputação em software para macOS — eles fazem alguns dos melhores da indústria.

      Só tenho dúvida se esse negócio se pagará. O valor, de US$ 149, não é para compras por impulso, e a promessa de 12 joguinhos, um por semana, deve prolongar a atenção, mas parecerá pouco perto de coisas como o Apple Arcade ou de qualquer loja de apps para celulares.

      Em nota mais ou menos relacionada, a Razer anunciou que puxará o fio da tomada dos servidores do Ouya no final de junho. Um video game com títulos simples, modelo de negócio diferente, de nicho… soa familiar?

      Achei a ideia do PlayDate legal, mas tenho minhas reservas se ele vingará.

      1. Ou vão queimar dinheiro ou vão “flopar”. Difícil um vídeo-game “full casual” se pagar quando custa barato, imagina quando custa caro (eles mesmo dizem isso no anúncio hahaha) e serve pra bem pouca coisa. Ainda se você pensar que a Nintendo vai lançar um Switch Mini e tem uma linha de portáteis bem mais barata, com ampla biblioteca e amplamente distribuída pelo mundo. A Sony tentou e falou. A MS nem tentou. Portáteis é um mercado mais inóspito do que celular.

        Ok, não é o escopo da PlayDate concorrer com a Nintendo, claro, mas ela vai ter que concorrer, ainda mais com a promessa do Switch Mini.

        Isso me parece mais um delírio hipster como aquela calculadora mecânica de discos e engrenagens.

      2. Esse texto do Gruber eu não consigo entender se é ou nao ironia:

        The story is about Playdate, the most amazing and exciting product announcement, for me, since the original iPhone.

        (…)

        They’re making their own hardware (in conjunction with Swedish device makers Teenage Engineering). They wrote their own OS (there’s no Linux). It has a high resolution 400 × 240 black and white display with no backlighting. It has a crank.

        It’s going to cost only $149 — $149! — and that includes a “season” of 12 games from an amazing roster of beloved video game creators, delivered every Monday for 12 weeks.

        1. sarcasmo dos fortes! hahahah

          esse bagulho ai vai fracassar e ninguém vai dar a mínima.

    2. Vi isso hoje! A Panic desenvolve aplicativos para Mac (e iOS) há muito tempo. Achei o console bem bonitinho e gostei da ideia daquela manivela (um encoder na verdade) como controle, mas custando USD149, com tela em preto e branco e previsão incial de 12 jogos que estarão disponíveis um por vês ao longo de vários meses, não acho que vá dar certo. Espero só que a Panic sobreviva ao possível fiasco. Os aplicativos dela são muito bons.

      1. Só consigo ver essa manivela quebrando por diversos motivos

  11. Dá pra dizer que no último ano eu comecei a me desiludir bastante com a tecnologia. Na verdade, não com a tecnologia em si, mas como as empresas que as desenvolvem funcionam.

    Trabalho como desenvolvedor numa empresa pequena, porém bem suja. Desrespeitosa com clientes, funcionários, etc, e que não dá a mínima para legislações, termos de uso, privacidade, etc. Ou seja, uma empresa normal.

    Aqui dentro consegui perceber como tudo o que fazemos é acessível pelas donas dos serviços – e elas não dão a mínima pra cuidar dessas informações. Eu consigo acessar os dados de qualquer empresa que usa o sistema da minha, a qualquer momento, e também conseguiria qualquer um com engenharia social boa o bastante contatando nosso suporte. E sabe o que é mais triste? Saber que isso não é exceção.

    Tudo isso me deixou extremamente receoso com softwares proprietários, e tenho usado cada vez menos deles. Meu Sistema Operacional, browser, app de mensagens, apps onde faço meu trabalho e tecnologias que uso são todas open source. E fico feliz de ter escolhido todos eles não por serem abertas, mas sim por achar elas a melhor ferramenta para meu uso. Fico muito feliz de ver que open source não é sinônimo de algo inacabado e sem qualidade.

    Mas continuo trabalhando na empresa suja, com código fechado, por falta de opção no momento. E sei que mesmo encontrando uma empresa melhor (estou buscando algo remoto, do exterior), ainda vou trabalhar construindo algo no qual não acredito, e isso me deixa meio triste. É muito difícil ganhar a vida com open source, então não dá pra largar isso agora. Eu amo o que faço, mas não ONDE e nem COMO.

    Alguém mais tem esse tipo de dilema com suas profissões?

    1. Sim, todos os dias.

      Você provavelmente vai ter esse problema com boa parte das empresas no mercado atualmente, principalmente em tecnologia. (mas os outro ramos não são melhores, comércio chega a ser pior, inclusive) porque o nosso sistema capitalista favorece esse tipo de empresa e de empresário. Anos atrás saiu um estudo que dizia que bons CEO’s tinha traços de psicopatia na sua personalidade e que as pessoas ao redor desses chefes os viam como visionários e “duros” com quem merecia. Esse ciclo capitalista não vai durar, claro, mas até lá é só uma questão de manter-se com dinheiro para comer, viver e pagar as contas (cada vez mais caras) diárias.

      E não adianta muito tentar ter a sua própria empresa porque ou você vai ter de dançar o jogo da psicopatia ou vai falir.

    2. Bom, eu provavelmente sou meio escroto e não me importo tanto com essas coisas, mas nesses pontos que você falou acredito que empresas pequenas são o pior caso…especialmente em TI e essa ideia toda de startup.

      Geralmente, a liderança tem o estereótipo de “empreendedor” do vale do silício: acha qualquer coisa governamental um lixo (e.g. lei trabalhista, órgão regulatório), tem postura agressiva com concorrentes e funcionários, acredita que empreender no Brasil é um ato de sacrifício pelo bem maior e assim por diante. Na hora de conduzir, a cultura é de “pedir desculpas e não pedir permissão” para justificar abusos de funcionários/clientes/parceiros. Vai pensar no jeito Facebook “move fast, break things” e ficar falando de “MVP”, que geralmente significa fazer um produto merda com horas extras para “falhar rápido” e iterar rápido.

      Na questão de stacks tecnológicos mais modernos e menos legado, costuma ser mais interessante startups, mas essa cultura “vale do silício” me irrita demais.

    3. Isso é bem comum em qualquer ramo de empresa.
      Comeceiu trabalhando numa pequena software house e parando pra pensar hoje eu acho que eles são terrivelmente desonestos. Qualquer coisa para vender o produto e mil desculpas para entregar o que foi prometido.

    4. Ah, já ouviu falar sobre o antigo vazamento de parte do código fonte do Windows 2000?
      Têm uns trechos bem interessantes que são pura gambiarra.
      Dá arrepios de imaginar o que ainda roda embaixo do Win10…..

    5. Consertando PCs, noto que parte do ponto também vem do usuário. Só que, diferente do “Vida de Suporte” ou de (agora vou Considerar inominável) , vejo que lidar com o usuário requer ter empatia com o mesmo.

      E a área de tech é uma das menos empáticas que conheço.

      Por outro lado, como sou o cara que é chamado porque cobro barato, fico frustrado porque galera sempre chora preço. É um porre.

      1. Dica de quem já trabalhou nessa área: Sempre jogue o primeiro preço lá pra cima. Como é certo que a capivara vai querer chorar, é mais fácil pra chegar num valor que não te dê tanto prejuízo.

        1. Eu tento isso. Mas o problema é que a galera em regiões menos abastadas é condições de pagar mesmo.

          Se bem que já peguei casos de pessoas que tem condições de pagar, mas chora.

          O mal de freelancer é isso: difícil chegar em patamar estável de renda por causa da clientela.

          Já estou estudando opções para virar um político corrupto ano que vem… (***disclaimer de ironia***)

          1. Cara, sei bem o que é isso. Fiz esse inglório trabalho no começo da vida adulta, também como freelancer, mas ao contrário de você, não costumava cobrar barato. Nem caro, na verdade. Sempre ficava atendo aos preços de mercado e tentava chegar a um preço que fosse justo.

            Muitas vezes trabalhei de graça para clientes que estavam em momentos mais delicados financeiramente, mas que já haviam me proporcionado bons ganhos no passado. Chutei o balde quando comecei a ver que muitos desses que eu ajudei, quando melhoraram começaram a chamar os caras que trabalhavam a preço de banana.

            No final eu cansei de tentar mostrar pro cliente que pagar pouco pra um cara que não saía da empresa dele porque não conseguia fazer as coisas funcionarem direito era, no final, mais caro do que pagar a minha visita, bem mais cara que a do outro sujeito, mas em que as coisas ficavam redondas por mais de três meses.

            Saí desse mercado e, embora sinta falta do trabalho, já que era algo que eu adorava fazer, fico grato por não ter minha sobrevivência atrelada a determinados clientes que eu tinha.

            Como li outro dia: Trabalhar pra pobre é pedir esmola pra dois.

            Hoje faço esse tipo de trabalho esporadicamente. Faço porque gosto, mas para um ou outro cliente com quem eu tenha afinidade e na maioria das vezes só trabalho em determinados projetos que me interessem pelo desafio em si, que me façam pensar fora da caixa.. Não cobro barato e deixo bem claro que não dependo daquilo como fonte de renda, ou seja: se encher o saco pode procurar outro. De todo modo, ainda costumo fazer alguns desses trabalhos de graça (e até mesmo pagar pra trabalhar), para alguém que porventura precise muito.

            Aliás, um sonho meu que ainda não coloquei em prática por falta de tempo livre, é prestar suporte para alguma instituição de caridade, escola, centro comunitário…

    6. te conto a minha experiência com a parada toda. veja se te ilumina os caminhos. serei breve, afinal, um bom tempo já passou.
      1. depois q terminei o curso de processados de dados (técnico) perdi a graça com o meio. o pessoal era meio bitolado e eu estava começando a me interessar pela área cultural.
      2. ia fazer ciência da computação (por orientação do meu pai), mas fui pra jornalismo (achei fraco) e passei pra história (mas flertei com cinema, fotografia e arquitetura antes).
      3. hj somo os conhecimentos em humanas com tecnologia e acho q isso faz de mim uma pessoa melhor do q eu seria se tivesse mergulhado apenas uma das áreas (qualquer uma delas).
      4. no meu emprego atual (já estou lá há 15 anos ou mais), eu trabalhei (contratando como fornecedores) com empresas de toda sorte. as piores eram aquelas q tinham foco em tecnologia e zero conhecimento na área cultural (área de empresa na qual trabalho).
      5. depois de um bom tempo achei uma empresa (hacklab e q recomendo) q une amplo conhecimento em tecnologia e forte contato com a área cultural. a empresa já passou por um período mais turbulento, mas agora está mais enxuta e ajustada. gosto deles (temos afinidades ideológicas!) e eles tratam bem os funcionários (todos eles curtem a área cultural tb). um funcionário deles, q eu indiquei, e q trabalhava numa empresa q eu considero ruim, faz justamente isso: manja de tecnologia e estuda… letras (ou seja, da perigosa e inútil área de humanas… buuu… q medo!).
      6. existem muitas áreas q precisam de conhecimento tecnológico e acabam passando perregues por contratarem empresas focadas ou q exploram nichos.
      7. criar uma cultura (no meio caso unindo tecnologia e cultura) não é fácil e requer tempo (estou há dez anos nessa). mas é uma forma interessante de tornar o ambiente como um todo interessante (especialmente pra quem trabalha), pois o público não perceberia essa parte propriamente.
      8. talvez valha vc tentar fazer um movimento similar levando o seu conhecimento a uma empresa q precise dele, mas com a qual vc tb tenha alguma afinidade no segmento em q eles estão atuando.
      9. a empresa na qual trabalho não tem fins lucrativos e isso é bom. um dia li, na prestigiosa ‘harvard business review (olha, pensando bem, posso dizer q estudei em harvard tb, vou atualizar meu cv) q as empresas sem fins lucrarivos deviam estimular internamente a cultura do lucro (pra serem mais eficientes). o cara q escreveu isso não entende nem de empresa com fins lucrativos e nem sem fins lucrativos. graças a deus essa cultura não existe no meu local de trabalho (e nem de concorrência com outras instituições parecida; rola até parcerias às vezes).
      10. os dois caras q comentaram aqui (paulo e gabriel) já fizeram coaching quântico pra mim e nem perceberam. eu ficaria atento aos comentários deles.
      11. o manual do usuário, o mdu, é um site exemplar na área de tecnologia e fomenta justamente esse outro lado q dá substância ao q eu entendo por cultura tecnológica (q vai além da tecnologia como algo ferramental e instrumental). a tecnologia é mais do aparelhos e serviços, claro, mas isso não é evidente para empresários, consumidores e um público mais amplo (de profissionais a entusiastas.

      1. O boleto do coach quântico vai chegar. Pode esperar.
        Se afaste desse pessoal de Letras, tudo maconheiro vagabundo.

        Pra quem sente essa “culpa” em relação a empresa que trabalha, recomendo o livro do Max Weber “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo” para entender os pilares do capitalismo e do lucro como fim de tudo na vida (e da santificação do trabalho entre outros dogmas que mantemos até hoje). Não vai mudar o cenário e nem ajudar no dia-a-dia, mas, vai ajudar e entender.

        1. Ow Ghedin, outra sugestão de Guia Prático: chama nós três aí (Montarroios, Pilotti e eu) para fazer um podcast sobre trabalho, humanismo e tech.

          como se a gente tivesse credencial para isso… (***de novo usando o disclaimer de ironia…***)

        2. esse cara de letras q indiquei pra empresa, trabalha pelado, faz balbúrdia e fuma maconha o dia todo. a tese dele é ideologia de gênero em dota: uma análise do imperialismo americano pela ótica cubana. letras é o pior da humanas.

      2. Fábio fazer letras é inútil mesmo? 😢 rsrs

        Trabalho com segurança eletrônica, mas sempre passa pela minha cabeça em fazer letras – Português-Coreano, Português- Japonês ou outr (preciso primeiro aprender o idioma)
        .
        Já cogitei fazer Ciência da computação como você, mas conheci um pouco do mercado e após ver num anuncio de jornal escrito, Gerente de Ti salario R$ 1.500,00 e
        Mestre de Obras R$ 4.000,00 acabei desanimando um pouco rsrs.

        1. Eu sou formado em inglês e a faculdade é boa. Qualquer faculdade de humanas deveria ter cadeiras obrigatórias aos computeiros, engenheiro e outros exatistas, btw.

          O curso em si (tradução) é bastante amplo. Eu sou tradutor e atuo como tal hoje em dia para duas agências de fora do país (que não cobrem a taxa do Paypal =/) e consigo me virar bem com o que eu ganho atualmente (menos de 2SM e mais de 1SM) e não tenho nem 1% do stress que um programador tem pra ganhar esses R$1500. Na graduação eu participei de pesquisas nas áreas de tradução automática e processamento de linguagem natural, sendo essa última área a [area que eu pretendo seguir com o mestrado. Outros colegas trabalharam em áreas distintas, desde filologia (estudo de línguas antigas e reconstrução fonética), psicolinguistica (bom campo, uma amiga minha hoje está terminando o mestrado na Finlândia nessa área com bolsa do programa Erasmus), enunciação (teoria do discurso), etnolinguística (línguas indígenas, principalmente) e outras.

          Claro, não se sabe como vai ser com o governo do fim do mundo, mas, a priori é uma área que lida com linguagem (linguística) e a sua relação com as pessoas e o mundo. Tem área a beça. Só não entre num curso destes pensando em “aprender a falar” porque vai se decepcionar (você vai aprender a falar, mas você vai precisar aprender linguística, gramática, norma culta, fonética, literaturas, terminologia …)

        2. imagina, letras é top demais, cara. eu queria ter feito e ter aprendido algum idioma pra ser tradutor. um idioma menos comum preferencialmente. se vc pretende eu não desistiria, ainda mais se for pra aprender e estudar a sério coreano e japonês. não são muitos os tradutores desse idioma. se vc já falasse coreano, por exemplo, vc estaria milionário ajudando os fãs de bts entenderem o q aqueles caras medonhos cantam.

          cara, acho q quem é das ciências da computação não teria muito o q fazer em ti. se a vaga aberta em ti pedia essa formação… acho q dependeria muito do segmento dos caras.

          mestres de obras até pode ganhar isso tudo, mas o trampo é pesado demais… agora ser mestre de obras em outros países, q não tem a qtd de mestres de obras daqui, aí compensaria mais. vc ganharia uma boa grana. nós, brasileiros, q somos craques em arrumar carros, ficamos ricos na américa com coisas como ‘martelinho de ouro’. brasileiro é topzera demais!

  12. finalmente tirei meu e-mail do Google, mas tô fazendo transição aos poucos, mas tudo que chegar nele vai pro tutanota.

    armazenamento em nuvem estou no Dropbox, não achei nenhum melhor, felizmente tenho poucos documentos, então não precisarei assinar o serviço.

    a única complicação msm são as fotos, não vejo nenhum produto similar ao do Google, além do Android, pois ainda não tenho disposição pra pagar o que se pede num iPhone.

    ah, tem o problema do calendário tb, usando Android é impossível ficar longe do serviço deles.

    1. Desisti de tentar migrar. O ecossistema do Google me atende tão bem que é difícil desvincular dos seus serviços. O único que não uso tanto é o Drive, por que o serviço da Microsoft me oferece 30GB de graça (eu tenho uma conta antiga com bônus da época do Windows Phone).

      1. Eu também tentei migrar, mas por enquanto ainda não achei nada equivalente. Uso o Drive (apesar de não ter muitos arquivos, mas mesmo assim ultrapassa o limite do Dropbox grátis só que não tanto a ponto de valer a pena assinar. A agenda também até que dá pra substituir, mas ainda não achei em outra a sincronização e facilidade da agenda do Google. O mais difícil pra mim é achar um substituto para o Google Fotos (mesmo que offline), pois a organização das fotos é sensacional. Pra achar por data, por local ou por pessoa é muito fácil. Se eu conseguir achar um substituto pra esse (pra PC ou smartphone) aí os outros serviços são mais fáceis de substituir.

    2. O Dropbox quebra o galho para fotos. Não tem a conveniência dos apps e gerenciamento do Google Fotos ou Apple Fotos, mas para armazenamento, quebra o galho. (Usei o Dropbox por muito tempo para essa finalidade.)

      Sobre o calendário, qual serviço de e-mail você está usando? O que eu uso, Fastmail, tem e-mail, agenda de contatos, calendário e até hospedagem de sites simples — é lá que mantenho o meu pessoal.

      1. sim, essa conveniência que é difícil de perder, r como não tenho iPhone, só resta o Google fotos.

        email estou usando o tutanota, ru gostei do fastmail, mas ele custa bastante, diferente do tutanota que tem até 1gb grátis

    3. Opa, eu usava Android sem google por muitos anos (você instala outra ROM como lineageOS, e não instala google play services), pra sincronizar calendário e contatos você pode usar o DAVx5 e conecta no nextcloud (uma alternativa livre do dropbox, acho que suas fotos podem ser usadas ai) , deixe a play store pela Fdroid (uma app store somente com software livre) . Espero ter ajudado

      1. vc pode falar um pouco mais sobre o DAVx5? não manjo muito de inglês e em português tem poucas infomações.

        1. ele é um app que faz a sincronização dos contatos e calendário, você pode usar ele num servidor dedicado pra contatos e pa … mas o jeito mais fácil é usar o Nextcloud, edai no PC usa o thunderbird com a extensão lightning , ou usa no próprio navegador o Nextcloud

    4. Alguém já experimentou https://owncloud.org/?
      Sei que é um extremo, mas será que é realmente viável configurar e manter a sua própria plataforma?

      Realmente se alguém souber alguma alternativa ao Google Photos avise! Ele pra mim é imbatível no momento…

      1. meu roteador tem como configurar um HD e servir como nuvem, o problema é ele queimar né, rs.

    1. Não sou muito fã de filmes de terror… Uma informação importantíssima que não encontrei no site da Darkflix é o preço. Sabe dizer quanto custa a mensalidade?

  13. Olá. Alguém sabe se é possível “comprar” uma edição digital da Folha de São Paulo ou O Globo sem ter que fazer a assinatura mensal?

    Obrigado

    1. Não dá para comprar edição avulsa digital. Só assinando.

      1. Tem um jeito de usar o pressreader, bizarramente fácil. Se os amigos aí quiserem, eu ensino.

  14. Falando do assunto “quebra-gelo” favorito da humanidade: e essa frente fria, hein? Voltei ontem a Curitiba e fui agraciado hoje pela manhã com frio e chuva ininterrupta. Bom para trabalhar e, à noite, ver um filme comendo pipoca debaixo da coberta.

    1. Não sei como vou fazer em junho, mas há possibilidade de eu pegar uma manhã assim (depois explico).

      1. Em São Paulo está começando agora essa época do “Outono geladinho”. No entanto, tenho (ou melhor, tinha) a expectativa de ir para Santa Catarina em junho. Se for do jeito “aleatório” (pego o ônibus lá para as 23h / 00h), com certeza irei até Curitiba e passo a manhã por lá.

        E sinceramente, apesar do frio que passo, acho legal fazer este passeio e andar pelo centrinho de Curitiba.

    2. Aqui na Serra Gaúcha, nosso inverno é basicamente garoa ininterrupta durante 3 meses, sem ver o sol. Eu não me importava com isso, até não morar mais com meus pais e tentar secar a roupa com um tempo desses :(

    3. Sentirei saudades dela no final de julho, agosto e setembro, quando a seca chegar para valer aqui em BSB.

    4. Pelo menos uma vez na vida gostaria de experimentar o frio que vocês têm no Sul! Aqui em Minas fez um friozinho com chuva semana passada e agora temos noites mais ou menos, manhãs um pouco frias e tardes quentes.

    5. Em Porto Alegre chove desde segunda de tarde. E a previsão é de mais chuva até domingo, parando um pouco na segunda que vem e mantendo-se até quarta (pelo menos) da semana vem.

      Frio vai ser aquele frio de sempre. Frente fria chegando quer dizer que vai ocorrer >10 graus de noite e 12~15 de dia. Nada de especial em relação aos outros anos, só demorou mais pra chegar em 2019.

      Eu não gosto, particularmente, dos extremos. Estava adorando o clima de 20~25 graus de POA desde o final de março. Ainda tem a questão de que a minha mãe sai das 6h50 de casa todos os dias e, com o inverno/frio, isso é escuro ainda em POA.

      Aliás, inverno em POA é amanhecer as 7h e anoitecer as 17h (em julho, já começa a anoitecer as 16h45 às vezes).

      1. Queria morar em lugares com essas características de amanhecer/anoitecer muito cedo/tarde

        Em São Luís era 6/18 sem erro
        Em BSB muda +- meia hora só (sem considerar horário de verã0)

        1. Nunca tinha parado pra pensar na questão dos horários até morar um tempo no RJ e perceber que quase não existia variação entre poente/nascente do sol. Verão em POA amanhece as 5h30 e anoitece as 20h30.

          Você dorme mais, come mais e tem menos vontade de fazer exercícios. A chuva e o frio com vento gelado (minuano, soprando dos andes por entre as ruas da cidade e “chiando” a tarde toda) tiram o resto de vontade que você tinha.

          A única vontade é ascender o fogão à lenha/lareira e ficar olhando fogo e o ouvindo estalar.

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