Post livre #174

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151 comentários

    1. Uma dúvida: o Flickr gratuito compensa? Queria deixar minhas fotos sobre transporte público por lá.

      1. eu gosto do flickr. preferiria q ele estivesse na mão dos donos originais, mas… é a vida.
        acho q compensa sim. não sei se vou esbarrar naquele limite q te obriga a ser pro, então não sei até qdo vou usar com a tranquilidade q uso hj. gosto tb pq posso deixar minhas fotos com uso livre no creative commons. vai q pode ser útil pra alguém…

  1. Estou gostando bastante do formato do Tecnocracia (comecei a ouvir recentemente): um texto opinativo com cerca de 30 minutos de duração, que vai direto ao ponto e nada mais. Eu já tentei me habituar aos podcasts mais populares, mas os formatos “revista eletrônica”, e/ou uma conversa de 5 pessoas sobre um determinado assunto, não raro passando de 1 ou 2 horas de duração, não me agradaram – nada contra a temática, é que eu gosto de ouvir um material de uma única vez, sem enrolações.

    Não coincidentemente, o formato do Tecnocracia é usado em alguns vídeos do YouTube que me agradam também (que facilmente poderiam ser podcasts). Pensando nisso, vocês tem algumas sugestões de Podcasts que também seguem esse formato?

  2. Ghedin, escutei hoje o boletim diário e fiquei intrigado em relação as compras que eu faço e o google salva, fui verificar e realmente aparece todas as minhas compras, o mais surpreendente é que quando vou excluir o histórico ele só permite se eu excluir o email em si, o que é ridículo, e para piorar, fui seguir a dica para parar de coletar as informçãoes e a opção já estava marcada, ou seja, independente do que você faça, as compras vão continuar aparecendo, a menos que vc exclua o email.

    Taí mais um ponto para sair do gmail, pena que as opções “seguras” são pagas, mas é o preço pela privacidade.

  3. ghedin! vc falou q viu Hilda na netflix e gostou e tal. aqui em casa foi uma descoberta da esposa e tb gostamos bastante. é para um público infantil, com certeza, mas a produção é tão caprichada q agrada adultos tb. eu prestei muita atenção na trilha sonora q é simplesmente excelente. vc tb reparou?

  4. Estou pensando em criar um blog, quero praticar a minha escrita e falar sobre coisas que eu consumo e o que der na telha. Tenho me afastado das redes sociais e a maneira que eu consumo conteúdo é por meio de newsletter e feed RSS, então para me manter nesse ritmo tenho pensado nisso. Alguém aí possui blog pessoal ? O que acham da ideia?

    1. Vai para o Medium (se procura entrar em algum grupo) ou até mesmo no WordPress.

      Boa sorte :)

  5. Repararam que hoje todo aplicativo que ser uma plataforma financeira? Yellow, iFood, MarcadoPago, PicPay, Uber… todos lutando pelo nosso dinheiro.
    Acredito que em breve veremos uma grande concentração nesse mercado, com junção de plataformas diversas.

    1. E como ficarão os bancos nisso. Ainda são extremamente fortes, mas começa a mudar a forma deles atuarem, veja o lançamento do Iti do Itaú.

  6. Alguém conhece e/ou usa a rede social Mastodon? Achei ela bem mais amigável e confortável de se usar. A única rede social que ainda usava era o Twitter, mas parei nas eleições no ano passado onde a coisa ficou bem chata e cansativa.

    1. Peguei um link do Ghedin, mas não me parece bom de assuntos para mim.

      1. Realmente, a plataforma ainda nao tem muito contudo, mas vou dar uma chance, ver se encontro alguma coisa que me leve a usa-lo.

  7. Alguém de vocês tem colega ou conhecido que troca de celular ao menos 1 vez ao ano? É uma insanidade a quantidade de celulares lançados a cada dia. Fico pensando que se há mercado pra tudo isso ou hoje as empresas sobrevivem de vendas pra ansiosos por novidades.

    1. É um caminho, mas eu imagino que talvez eles mirem outro mercado além da musica.

  8. Tem outras alternativas melhores que Evernote e OneNote? Se não, porque preferem esses?

    1. Depende em que sentido, mas de uma forma geral, não. Eles são bem mais “completos” que as alternativas, mas um que me chamou a atenção foi o Notion.

      Atualmente uso o StandardNotes.

      1. tipo substituir um caderno

        stardadnotes é mais para anotações em geral.

        1. Então realmente, se existe algum melhor, desconheço. E entre os dois, acho melhor o Evernote, mas isso é porque conheço melhor e por ter utilizado bem mais.

        2. Ah, o Maleskine também tem um serviço para isso (Moleskine Actions), acho que seria interessante dar uma olhada.

          1. Esquece, fui dar uma olhada agora e é para a organização de tarefas… acho que só vai ter esses dois que você citou para o que você quer mesmo.

          2. estou testando o Evernote para organizar as coisas, principalmente faculdade

            gostei tb de colocar um lembrete com foto, de uma ordem de serviço que tenho, daí não preciso guardar o papel.

            além de guardar NF e fazer busca avançada delas.

  9. Perguntas fora de qualquer contexto: vocês preferem legendas com texto em branco ou em amarelo?

    1. Eu prefiro amarela. Tem cenas que não favorecem as brancas.

    2. Prefiro em amarelo, mas acho que o ideal mesmo seria o texto em amarelo com contorno preto, por questão de contraste em cenas mais claras. O VLC dá a opção do fundo preto, mas fica feio demais.

      1. O fundo preto eu uso quando quero muito ver um filme e ele ainda está com legendas koreanas ou chinesas

    3. Amarelas!
      Uma vez fomos no cinema ver Piratas do Caribe e uma sequencia era o Pérola Negra encalhado num deserto branco. Ninguém conseguiu ler.

    4. Brancas sempre! Acho esquisito ler legenda amarela mas talvez seja questão de costume.

    1. Nunca tinha ouvido falar. E é de Curitiba! Vi no mapa que tem a rodo no Mercado Municipal. Próxima vez que for lá pegarei um para experimentar.

      1. Sim, são de Curitiba!
        Perguntei na intenção de você já ter usado ou já ter ouvido falar.
        Já ouvi falarem muito bem deles.

  10. Algumas semanas atrás, questionei aqui se a violência gráfica do Mortal Kombat 11 não era meio… exagerada. Fui chamado de velho (blasfêmia!), mas, sei lá, isso ainda me incomoda.

    Aí li este relato de um cara que trabalhou na produção do jogo e desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático. Esta parte me deixou horrorizado:

    “Você anda pelo escritório e um cara está assistindo a enforcamentos no YouTube, outro está vendo fotos de vítimas de assassinato, alguém assiste a um vídeo de uma vaca sendo dilacerada”, disse. “A parte assustadora era sempre o momento em que um novato no projeto se acostumava a isso. E eu certamente atingi esse momento”.

    1. Eu acredito ser praticamente impossível chegar num nível de realidade tão forte quanto a do jogo sem ter tido elevado tempo de contato com cenas reais de supracitada violência.

      Não me impressiona muito tal reportagem. Mas serve pra ligar o alerta a quem produz tais games.

      1. A pergunta que deixo é:
        É necessário tanta realidade em um jogo que claramente explora violência gráfica? Qual o benefício que temos como pessoas no acesso a isso com tanta realidade?

        1. Boas perguntas.

          Eu não serei hipócrita e digo. Acho legal jogos com níveis altos de realismo. Me impressionam!

          A necessidade e benefícios? Não tenho embasamento suficiente para tecer argumento a respeito. ='(

    2. Eu não vejo problema algum em jogos violentos, joguei tantos e na minha opinião acho o Mortal Kombat até menos violento que Manhunt e Carmageddon. Cada um tem a opção de querer ou não consumir esse tipo de jogo e jogando games violentos não fez de mim uma pessoa violenta, eu sou bem tranquilo e não indicaria esses tipos de games para pessoas abaixo da faixa etária indicada no game ou que não gostem desse tipo de conteúdo.

    3. Existe uma diferença muito grande entre trabalho por meses durante 12h diárias num projeto que precisa de referência anatômicas (que será buscadas em crimes e atoes violentos) e uma pessoa que joga o jogo pronto, digitalizado, na poltrona da sua casa por umas 4h diárias (considerando um pro-player quase). E que nem sempre consegue ver todo o poder realista dos gráficos porque o PC tem um GTX de 10 anos atrás.

      Você está forçando uma causalidade onde não existe.

      1. Não estou tentando forçar nada, só debatendo um tópico que me chamou a atenção. Acho que tem algo aí a ser analisado: se para ter acesso a uma obra que não me faz mal algum, é pura diversão, é preciso sacrificar a sanidade dos desenvolvedores? Os fins justificam os meios?

      1. ***disclaimer de ironia***

        (cês deveriam usar isso, já que ironia é bom se usassem pontuação)

    4. Ainda sou da ideia que tudo é passível de influência, direta ou indireta.

      Não que aquela do “separar ficção da realidade” não exista, mas sim que bastemos lembrar que boa parte da ficção É BASEADA na realidade, ou tenta ter alguma base em cima da mesma.

      É difícil discutir sobre isso pois tem um ponto extra, que é o conceito individual. A tolerância sua (ghedin) quanto à uma violência ficcional provavelmente pode ser similar a minha (vagner): mínima. Eu mesmo odeio ver filme de terror ou algo que tenha sangue envolto e eu noto um sofrimento no personagem (a exceção é quando vejo um vilão sendo massacrado pelo mocinho, tipo a cena do Doutrinador socando a cara do político corrupto até a morte), mas sei que outras pessoas tem noções diferentes sobre a questão, é bem notório nestas respostas.

      Me vem a mente ter lido sei lá onde (instituto tireidoku, pode ser) que “pessoas que jogam jogos violentos podem ter menos propensão a violência real”. Mas sei lá.

      A mídia no dia a dia solta sangue em telejornais, novelas, séries… Do presidente ao ministro da educação, políticos dizem que “vão dar tiro na cabeça” de quem eles não gostam.

      Estamos em um ciclo de tolerância à violência bem difícil de ser quebrado.

      1. a mim, esse jogos violentos, equivalem a armas: não é todo mundo q pode portá-las ou tê-las. é preciso muito autocontrole pra não cair em certas fantasias de destruição e autodestruição se vc passa um bom tempo com jogos em q, sendo boa parte realista, envolvem assassinatos. a cruz vermelha, q não é boba nem nada, já pediu aos desenvolvedores q punam os jogadores q matarem desnecessariamente em jogos. como se eles estivessem, pra valer, cometendo crimes de guerra. faz sentido? eu acho q faz, pq um dos motores da nossa psique são as ficções (todas elas e aí incluo tb as religiões).

        alguns jogos são melhores q outros em termos de dar um contexto a matança e até podem fazer sentido como os de guerra em q o confronto é a reprodução (sempre precária e imperfeita) de eventos ocorridos ou imaginados. esses jogos mais elaborados exigem maturidade e não só idade X ou Y. os jogos sem contexto algum, sinceramente, creio q podem fazer ainda mais efeito (negativo) no imaginário de uma pessoa. me propus a estudar isso na usp, mas eles não quiseram. preferiram estudar mais do mesmo… a ciência aqui é toda travada. não é só o bozo o obscurantista da história não.

        1. ” jogos violentos, equivalem a armas” – Cara, tudo é uma arma, se usar de retórica e figura de linguagem. Arma, no stricto sensu, podemos dizer que se falamos de uma arma de modificação de culturas e conceitos, talvez. Jogos são formas de mídia, de conteúdo apresentado.

          Dar tiros em um Counter Strike ou Fortinite não é o mesmo que dar tiro real – a sensação muda, as forças envolvidas mudam. No entanto, ali se apresenta o conceito de que um tiro faz, do que a noção de apoio, espaço e condições são necessárias para uma ação armada.

          Tudo bem que vale uma máxima atual também: nem todo mundo que joga no GTA rouba carros (eu incluso), mas meio que com GTA e ficção relacionada a crimes, estamos “romantizando” o crime, deixando não exatamente humano no sentido de entender o porque de um crime ocorrer (nada acontecer, feijoada).

          O ponto é o senso de simulação e o quão isso pode alterar uma consciência, ou mesmo mudar culturas. Estamos há umas 2 ou 3 gerações de jovens que lidaram com jogos de lutinha (onde vale quem “mata” o outro no soco) e corrida (que vale mais pisar fundo do que respeitar normas).

          Indo ao caso do Ghedin e da violência real (ou próxima) do último MK: é tipo filme de terror ou violência. Sabemos que é ficção, que é irreal stricto sensu. Mas ao mesmo tempo tais imagens podem criar um senso de tolerância a violência real.

          O quão em grupos de zap não se redistribuí vídeos reais de abusos, mortes e assédios? Violência gerada por humanos virando mídia viralizada? Seria por causa desta margem de tolerância a violência gerada pela mídia? O fato de ser exposto em uma tela e não “ao vivo” daria esta tolerância?

          1. equivalem no sentido de preparação da mente. veja, atirar um stand de tiro ou no CS é algo extramente similar: vc simplesmente mira e atira no alvo. os personagens no jogo são os alvos do stand, ponto. um dia vi um vídeo de uns caras q chamaram um craque em cs:go pra uma simulação num ambiente real com paintball. o cara tinha q encarar um campo de treinamento e saiu MUITO BEM. ele se saiu surpreendente muito bem até pra ele mesmo… ou seja, o cara nem desconfiava dessa potencialidade dele. e ele não era militar nem nada… nerd mesmo: só um cara q jogava vídeo game. eu já vi uma pessoa levar um tiro na perna: a pessoa cai de dor, mesmo estando furiosa e violenta. e como foi tudo muito próximo de mim e experimentei tudo: menso dar o tiro e sentir a dor, claro. e, isso sim, é uma outra experiência! o q se perde de vista é: a preparação q um jogo de tiro (ou violento) nos dá. uma pessoa q joga mortal kombat qdo vir um vídeo do daesh vai achar terrível ou ok? provavelmente o impacto será menor pela exposição a cenas violentas (desconsiderando o efeito a médio e longo prazo na cabeça de cada um a essas exposições). eu vi um vídeo, há muitos anos, talvez mais de 20, não tinha youtube. um cara, talvez no kosovo, sendo degolado vivo. brutal e horrível. coisa assim só vejo sendo feita em animais hj em dia. o som do cara se engasgando com o próprio sangue enqto tinha seu pescoço sendo cortado por uma faca de serra é algo q não se apaga da mente – essa merda vai morrer comigo. imagens são poderosas, poderosíssimas! as pessoas eram educadas por imagem durante toda a idade média (os vitrais das igrejas) e isso chegou a nós (o clamor pela catedral é o nosso apego a essas imagens q formaram a educação ). nosso ancestrais q tiveram contato com o q hj chamamos de arte rupestre, idem. vivemos todos esses grande sonho q é o real e, cara, talvez não haja ninguém na terra capaz de distinguir totalmente o q projetamos daquilo q é real (real mesmo). se tal coisa realmente existe, o real, uma outra coisa é certa: sempre haverá um nevoeiro à nossa frente… eu ficaria tranquilo em relação a isso e, se pudesse, restringiria a forma como essa violência está disseminada na nossa civilização. claro q o grupo de marmanjos (a maioria barbados) vai falar em liberdade de expressão e tal, mas não é o caso. qualquer um q se dê ao trabalho de estudar a história da educação humana vai saber perceber as coisas. o problema é q quem estudo isso não recebe atenção de pessoas q tem interesses em jogos. essas áreas não se falam muito. e qdo se falam, os resultados são bons. veja o histórico do violento jogo ‘hellblade’, por exemplo.

          2. e, cara, gosto dessas conversas. me fazem pesquisar e tentar pensar mais longe (mesmo q esse longe só valha pra mim e não esteja indo nem até a esquina). gosto de imaginar possibilidade e cenários. e se conseguir ser original no sentido de usar a imaginação e a criatividade tanto melhor. aqui em casa gostamos da ideia de ligar os pontos de cosias aparentemente desconexas. mas como o pensamento burocrático é forte, qdo vc tenta imaginar (o famoso pensar fora da caixa) logo alguém (não digo vc, me refiro a sociedade mesmo e o seu conjunto de ações) vai querer restabelecer as coisas… não devemos nos limitar no exercício da imaginação! então, não se aborreça com as coisas q escrevo qdo te respondo, ok?

        2. Não não, não me aborreço como antigamente, então é tranquilo. (relativo ao outro comentário)

          Até é bom que estamos aprendendo juntos.

    5. caso parecido com o dos funcionários do face q são obrigados a ver todo o lixo e esgoto q vai parar lá (q não deve ser pouco).
      não precisaria ser tão realista. ver esses vídeos, ou melhor, obrigar os desenvolvedores a ver isso é sadismo explícito ou não. é desnecessário buscar a semelhança com casos reais. e isso se aprende já nas primeiras aulinhas de design de jogos: reproduzir toda a física existente na terra num jogo é tolice. certamente tiraria a graça.
      aos desenvolvedores, q me pareceu cada vez menos afeitos a cultura, bastariam situações caricatas e improváveis. a diversão seria garantida. mas se se quer máxima semelhança com o ato de matar, o q parece estar aí é um chefe psicopata tentando de, algum modo, realizar suas fantasias de morte.
      falta sindicato pra proteger os empregados desse tipo de abuso.
      afinal, os consumidores, especialmente os de jogos, q são um dos tipos mais canalhas q habitam a terra, depois dos caçadores, é q não farão tal coisa.

  11. Ghedin, não existe nenhuma outra opção viável para os comentários que não precise que eu preencha meu nome e e-mail em todas as interações?

      1. Eu tento deixar o autocompletar desativado, pra não salvar as senhas e me forçar a usar um gerenciador de senhas externo. Então, paciência…

    1. Não acho que o Brasil tenha salvação no curto prazo. O Bolsonaro é a ponta do iceberg de algo que vai perdurar por mais uns 10/12 anos. O liberalismo achou na classe média lulista (que ascendeu na base do consumo) e as antigas classes médias/altas um terreno fértil para ideias já testadas em outros países e que se mostraram terrivelmente falhas e pródigas em gerar desigualdade, concentração de renda e pobreza. Talvez tenhamos, como nação, de passar por esse ciclo de destruição para varrer os liberais, ancaps e libertários do país de uma vez por todas; senão, corremos o eterno risco de ver ascender o NOVO em algum lugar do país.

      Como eu disse no Twitter: que sociedade merda. Que mundo merda. Que raça merda. Que país merda. Somos todos um bando de merdas que deixamos que o partido NOVO existisse.

      1. Sinceramente: você acha o partido NOVO uma ameaça maior do que o governo atual?

        1. Sim. O atual governo é claramente autoritário e tem claramente uma ideia errada da democracia e do Estado em si. Mas o governo do Bolsonaro e do PSL é escrachado na sua luta contra pobres e minorias. Ele não esconde atrás de de nenhum tipo de verniz o que ele prega e como ele prega. É nocivo? Claro, mas menos do que o NOVO.

          Explico.

          O NOVO parte de um pressuposto liberal (quase libertário) que bebe da escola austríaca de economia, negando a intervenção e sustentação social em detrimento de iniciativa privadas que supram as necessidades da sociedade. Eles não se preocupam com desigualdade, meio ambiente, concentração de renda e minorias porque, na visão deles, o mercado (como ente universal) vai regular todas essas relações até o “ponto ótimo” do equilíbrio. Tudo será regulado pela mão invisível e a iniciativa privada proverá qualquer bem ou serviço necessário para essa sociedade em troca de um lucro. Eles não explicam como a sociedade vai pagar por esses serviços (uma vez que a maioria não terá dinheiro para isso) e muito menos como evitar monopólios e conglomerados privados (e, mais do que isso, eles aceitam esses monopólios como naturais quando uma empresa, supostamente, provê um serviço bom o suficiente para que não existam concorrente capazes de tirá-la do jogo, algo que não é real, como vemos nos casos de Google, MS e Facebook ao longo dos anos, ficando apenas nos exemplos da tecnologia). E o pior de tudo, eles vendem essa ideologia, baseada em pseudociência, como um modo de se colocar ao lado dos pobres contra a “tirania do Estado” e dos impostos (“imposto é roubo”). É a coisa mais desonesta que temos na política atualmente porque joga com a necessidade das pessoas (emprego e dinheiro) enquanto afaga os ricos e amassa os pobres.

          O NOVO é a pior coisa pra política brasileira em décadas. Desde a Ditadura Civil-Militar não tínhamos algo tão nocivo à república e ao país como o NOVO.

    2. Problema é reprogramar esse monte de “robô do Bozonaro” que tá infectado com algum ransomware que sequestrou toda a coerência deles

      1. Entrou uma teoria nova agora aqui comigo.

        O sequestro da coerência não é nem culpa de um ransonware em si, mas sim da nossa realidade, que por anos martelou que “deveríamos ter um governo honesto”, e ignorou que “honestidade é algo difícil, senão raro”.

        Deu no que deu.

    3. Falando sério: Hoje noto que até quem votou nele quer fazer ele cair.

      O problema do sal no rabo não é nem só ele, mas todo o ambiente polarizado que se criou desde a era Dilma e os avanços no caso mensalão.

      A esquerda tá brigando consigo mesma, já que parte vive no “eu não te disse?” e na tentativa de se reconstruir mas dando uma de “sommelier”, ignorando a necessidade no momento de saber fazer alianças.

      A direita tá se perguntando porque comprou a verbalização da extrema direita (resposta: porque era o jeito mais fácil de conseguir o poder). Tá perdendo o controle do sal no rabo, e não sabe se espera o Mourão comprar a ideia de chutar a bunda do sal no rabo ou se aproveita a marola pra lucrar com isso.

      O centro tá barata tonta, mas cética dado que sempre esteve acostumada com os gritos de ambos os extremos. Tem as respostas, mas não sabe como aplicar.

      O ruim é que a esquerda vê o centro como direita e a direita vê o centro como esquerda.

      Assim não dá mais.

      1. Atualização:

        A esquerda provocadora tá ainda fazendo um pouco de “sommelier” de escolhas (O cara que é MST é mais esquerda do que o cara que tem projeto social bancado pelo George Soros), e isso ainda prejudica um pouco. Mas depois das manifestações de estudantes, dá para notar que tem margem ainda para unificar politicamente as pessoas.

        Ao que noto, ao menos à galera que entrou no poder graças ao (falso) discurso anti-corrupção (a “ultra-direta”, que parece mais uma direita pateta), aos poucos vai se expondo (até por eles mesmos) as contradições dos discursos dos próprios. Mesmo que seja uma “cortina de fumaça”, é notório que não há espaço para estabilização de consenso na direita PSLsita / MBL(para)sita.

        A direita real (PSDB e partidos “centrão” negociadores) ficam na deles pois sabem que o jogo foi jogado e eles quietinhos ganham mais do que falando algo. Fora que o sal no rabo tá perdendo com eles.

        O centro real (progressistas tipo Ciro e Marina) fica quieto e observando, mas pensando em como fazer a jogada para reunificar. O trabalho deles é na base deles, por enquanto. Fora que há agora destaques como Tabata por exemplo que demonstram que dá para fazer divulgação política para chamar a galera para prestar atenção nos fatos reais.

        O sal no rabo está caindo por si só e pelos tropeços de seu entorno.

        Só ver este vídeo aqui https://www.youtube.com/watch?v=THwVxALO_wI&t=2815s

    1. vc frequenta a Tijuca? conheço um ótimo, amanhã quando estiver no escritório pego e cartão de visita e coloco o endereço e contatos aqui

      1. Sim, não conheço muito, mas passo por lá! Nao devo consertar agora, mas já to em busca haha valeu!

        1. Chileno Home Cell

          Rua General Roca, 935. Stand 20/21 (infotijuca)
          Telefone: 3178-6775

          1. Opa, acho que sei onde é! Guardei aqui e quando tiver dinheiro para consertar vou ver :p

            Obrigada!

  12. Olá pessoal!
    Migrei do Android para o iOS e tô penando para me adaptar..
    Cara, sério que não dá pra copiar e colar um texto de qualquer aplicativo?
    Outra coisa, não dá mesmo pra configurar a tela para não acender à cada notificação?

    A integração com o iPad é ótima mas tem umas coisas que eu simplesmente não consegui entender.

    1. eu uso um no trabalho… é ruim demais. vc compia e cola (do drive pra instagram, por exemplo) e depois q cola, se tiver q repetir a operação, ele limpou a área de transferência… tem umas coisas bestas demais no iOS.

    2. estava pensando em mudar pro IOSpor causa da privacidade, mas o Google tem surpreendido com o Android Q focando nisso, então estou pensando (fora o preço do iPhone), mas queria um pra estará um mês, para ver se me adapto

      1. Eu tentei usar iOS por 3 vezes e o máximo de tempo que consegui em umas dessas tentativas foram 3 semanas. Primeira coisa que me irritava era ter que andar por aí com o carregador, porque mesmo ele novo tem uma autonomia que não aguenta o dia inteiro de uso frequente para o trabalho. Sempre lá pelas 16 ou 17 ele morria.
        Se estou trabalhando indo em clientes em deslocamento não quero ter que me preocupar com a bateria. Inúmeros aplicativos pagos são mais caros na App Store e sem contar aqueles que são grátis de um lado e pagos na Apple. Já o sistema em si eu me sentia estar usando um Pense Bem da TecToy. Cada aplicativo é um “livrinho do Pense Bem” limitado pra fazer só aquilo e que não conversa com o sistema como um todo. Pequenas coisas banais não podem ser feitas aparentemente só porque alguém na Apple acha que você precisa disso, tornando a experiência claustrofóbica.

        1. Meu cunhado tem um iPhone e é raro vê-lo desplugado da tomada….

        2. Isso é o padrão da Apple mesmo. E vale pro macOS.

          A minha gota d’água pra voltar de vez pro PC (Linux/Windows) foi ter comprado um monitor ultrawide e descobri que a Apple não tem suporte a nenhuma resolução ultrawide, nem no Windows via Bootcamp.

          1. Cara, pode ter sido alguma coisa específica da máquina que você tava usando (mais especificamente alguma limitação da GPU ou falta de memória para a resolução). Nunca usei monitor ultrawide, mas já muito gringo usando, com resoluções ridiculamente altas, no macOS sem o menor problema:
            https://9to5mac.com/2018/04/20/benq-ex3501r-review/

      2. Os “avanços” em privacidade do Google só valem para terceiros. O Google continua tendo acesso a todos os seus passos. Isso não é privacidade, é relações públicas.

    3. Kleverson, não entendi a parte do “não dá para copiar e colar um texto de qualquer aplicativo”. Dá sim, você pode até copiar um texto no iPad e colá-lo no iPhone, e vice-versa.

      Sobre as notificações, tem duas formas. Uma é você entrar nas configurações de notificação de cada app e desmarcar o alerta “Tela Bloqueada”. A outra (que eu uso) é manter ativado o modo Não Perturbe. Nesse caso, deixou apenas as ligações “furarem” a regra, ou seja, se alguém me ligar, o celular acende a tela e faz barulho; já os apps, nenhum jamais acende a tela a menos que eu desative esse modo.

      A curva de adaptação é um pouco maior para quem vem do Android, mas não consigo pensar em qualquer coisa trivial que o Android faça e o iOS não. (Por “coisa trivial”, excluo malabarismo como trocar a fonte do sistema, mudar ícones e usar launchers alternativos, embora isso pareça ser possível no iOS também com jailbreaking.)

      1. A maior dificuldade que senti era para compartilhar algo de um aplicativo para outro. Quando eu clico no ícone de compartilhar para um conteúdo no Android, você pode mandar aquele conteúdo para muitos aplicativos desde que faça algum sentido (não faz sentido eu compartilhar um arquivo de áudio para um editor de imagens, por exemplo), mas de resto tá de boa.
        Já no iPhone não é tão completo assim, ele te dá algumas opções mas faltam algumas coisas, o que me fazia a ter que incluir um passo a mais pra levar algo de a para b. Fazer isso uma vez, ok, fazer isso várias vezes por dia acaba irritando. Um exemplo que era algo super banal era que se eu quisesse compartilhar uma série de fotos de um lado para o outro eu era limitado a x itens (10 se não me engano) ou as opções de compartilhamento que já são eram menores ficam mais limitadas ainda. Enfim, pode ser que para o uso de uma pessoa sirva e para outra não, mas no meu caso que acabo usando o celular na rua pra fazer tudo, desde algo básico como editar planilhas e jogar os dados dela de um app para outro ou até coisas mais complexas como usar um sistema virtualizado batia em situações em que o sistema não permitia. Usei inúmeros fóruns pra saber se eu quem estava fazendo errado, mas é isso mesmo.

        1. Isto? Acho o “share sheet” do iOS bem completo. (E rápido; no Android tem muita reclamação de lentidão, tanto que deram um trato nisso no Android Q.) Por curiosidade, quando você testou o iPhone? Essa reclamação era comum (e justificável) nos primórdios do sistema. Desde, sei lá, o iOS 8 deixou de ser um problema.

          Essa das 10 fotos é ainda mais estranha. O app Fotos deixa eu selecionar e compartilhar quantas quiser de uma vez só (aqui, 32 fotos selecionadas).

          1. Exatamente isso, ele não me dava todas as opções que eu tinha no Android. Mas se quiser fazer um teste, pegue ambos os sistemas e instale os mesmos apps e vá abrindo apps e usando a opção de compartilhamento e compare as opções com os mais diversos tipos de conteúdo.
            E sobre as 32 imagens faz assim:
            Selecione 5 imagens e veja todas as opções que aparecem pra compartilhá-las e em seguida selecione 15 e veja quais aparecem. Qualquer coisa acima de 10 já eliminava algumas opções.

            Eu tive essas dificuldades com um iPhone 8 Plus comprado no lançamento, isso faz alguns anos mas não foi nos primórdios. Ele tinha o iOS 11.

            Enfim, vemos pelos comentários acima que não o único que sente alguns vacilos do iOS, talvez por você estar tão imerso no sistema não note mais.

        2. Eu acho que essa parte do compartilhamento ilustra bem as diferenças entre os sistemas.

          No Android, tem todas as opções de apps possíveis para o compartilhamento…mas para meu uso pontual acho pior. Fica muita coisa desnecessária , como o Instagram com três opções (Direct, Feed e Stories) além dos contatos que Telegram e WhatsApp adicionam.

          Eu prefiro no iOS que é uma implementação mais restrita, mas mais organizada ao meu ver. Deixo na ordem e disponíveis apenas os que eu preciso, no Android eu fico a mercê do bom senso dos aplicativos e acho que o final é bem funcional mas bagunçado.

      2. Aos poucos estou aprendendo.
        Tenho percebido um cuidado maior com o sistema e os aplicativos.
        Além disso copiar e colar do iPad pro iphone é muito legal.
        O que digo que não funciona é por exemplo copiar de dentro do aplicativo do Mercado Livre eu não consegui. O mesmo com o OLX. Seleciono o texto e ele não vai.
        Uma coisa engraçada é que tirei umas fotos com ele (iphone 7) e ao ver na tela do iphone achei normal.
        Quando vi a mesma foto no ipad..
        UAU!
        Uma última coisa é o teclado.
        Tá difícil me acostumar.
        O SwiftKey pra ele é bem limitado, sinto falta de uma tecla dedicsda para vírgula…
        Vamos ver o IOS 13.

  13. Aproveitando o assunto do Tecnocracia: suponha que os bancões oferecessem condições melhores que o NuBank (mais serviços gratuitos e taxas de juros menores), vocês ficariam no NuBank pelo melhor qualidade do serviço?

    Ou se o Santander/Itaú/Bradesco oferecer uma opção com preços similares, meio que tanto faz usar um ou outro

    1. eu tenho iconta no itau, doc e ted ilimitado, débito automático para diversos serviços, é minha conta principal, digamos assim e custo zero.

      depois de pagar todas as contas passo o saldo para o nubank pq consigo usar crédito e débito num cartão só e é legal pagar as coisas por aproximação, além de render um cadinho por mês, rs.

    2. Deixei de usar o cartão de crédito do bancão onde tenho conta porque pararam de isentar a anuidade do cartão. Meu gasto é relativamente baixo, não justifica eu pagar R$ 200/ano. Sempre ligava no SAC e blefava que ia cancelar o cartão se não isentassem a anuidade, até que um dia eles compraram o blefe e aí acabei cancelando. Já tinha um cartão de fintech gratuito que raramente usava e que, depois dessa, virou meu principal — e único — cartão de crédito.

      Hoje, porém, confesso que a facilidade do app do Nubank é um fator interessante. Não sei se o meu banco se adaptou e oferece algo melhor nesse sentido — faz mais de três anos que fiz a troca.

      1. Comigo também foi assim. Usava o cartão de crédito do meu banco sem problemas. Quiseram me cobrar anuidade e eu sempre conseguia evitar. No dia em que não pude evitar (nova política do banco para clientes cujo gasto mensal no cartão fosse inferior a R$500,00) eu já estava experimentando o NuBank e o cancelamento foi feito sem pensar duas vezes. Já cogitei em sair do meu banco algumas vezes mas a comodidade ainda fala mais alto: Primeiro porque mudar de banco é um saco (abrir conta, cancelar a anterior, alterar para onde meu salário vai todo mês) segundo porque tenho terminais para saque à disposição no trabalho.

        1. Eu uso Original e recomendo. Apesar do cartão de crédito não ser tão bom quanto o Nubank (que também tenho, mas nem uso mais), achei que valeu muito a pena.
          Como recebo pelo original (bonus: portabilidade agora pode ser pedida no próprio app do Original, e abrir a conta também), não pago tarifa de conta. TEDs ilimitadas, saques nos caixas 24h (apesar de que raramente eu saco dinheiro), cashback no uso do cartão (tanto débito quanto crédito, que tenho Platinum – aproveito muito o seguro de viagens – sem anuidade), investimentos com retorno BEM melhor que dos bancões, gerente via Whatsapp… Muito bom, recomendo!

    3. Sou cliente do Itaú tem mais de 10 anos e não pagava taxas até ano passado (fui herdando umas contas de empresa antes de existir conta salário, aí as isenções foram junto). Sinceramente, não acho ele um banco ruim.

      Hoje uso o Neon pra débito e o Nubank pra crédito, mais pela facilidade de ajustar limites e adiantar parcelas sem ter que passar por 277 opções de uma URA do SAC.

      Se nesse surto de copia e cola da concorrência à la Facebook que o Itaú está tendo, ele copiar essas duas funções do Nubank, e isentar a conta de taxas/anuidades, eu migro de volta na hora. Não tenho fintech de estimação.

    4. Trabalho em um bancão vermelho e prefiro o Nubank que tem Teds ilimitadas e nada de burocracia, vejo meu dinheiro render na Nuconta. Olhando aqui de dentro do gigante, acho MUITO difícil oferecer menos taxas, mais facilidades e qualidades para se equiparar com Nubank.

    5. A questão principal é até quando o modelo do NuBank vai ser viável.

      Eu tenho um NuBank e raramente uso, esses dias bloquearam ele inclusive por falta de uso (?) e eu tive que desbloquear mandando um email pro SAC deles (não se consegue desbloquear por falta de uso via app, aparentemente) e eles tentaram me colocar a NuConta junto para poder aumentar o limite (era R$600). Falei que não e mantive os R$600 e segue sendo meu cartão de emergências. Ou seja, parece que, cada vez mais, eles estão caindo pro plano de negócios mais comum dos outros bancos.

      Não confio em empresa, não confio em banco.

      Não sei como são os apps dos outros bancos, mas o do BB é bom, muito bom. Inclusive me deixando logar via impressão digital (coisa que o app do NuBank não tem) e apresente um controle de gastos por categoria com uma IA bem esperta pra “entender” o que cada gasto é (mercado, lazer, bebidas, jogos). Tem opções a rodo, claro, mas eu não uso metade então tanto faz.

      1. Que mal lhe pergunte, o que seria um “cartão de emergências” para você? Curiosidade mesmo.
        Já me vi mantendo cartões de crédito para “quando for querer viajar, ou comprar algo mais caro, posso dividir em vários cartões”. Nunca fiz isso. Daí parei de “colecionar” cartão com anuidade zero!

        1. Via de regra, não uso nada via crédito (sou freelancer e nunca sei, exatamente, quanto vai ter na conta daqui a dois meses), não parelo compras e não compra à prazo; só mantenho o NuBank para assinaturas de alguns apps que não tem débito e para eventuais corrida de Uber/99/Cabify que me peguem de surpresa.

          Um uso muito menos usual do cartão é para compras onde o Elo não é aceito. Meu cartão novo do BB é da bandeira Elo e, mesmo que seja raro, existem alguns locais que ainda não usam. Mas confesso que isso era bem mais comum quando eu tinha conta no Banrisul e usava o Banricompras.

          1. Putz, quando eu usava o Bradesco, tive um cartão Elo. Naquela época ninguém aceitava essa desgraça. Não passei uma semana com ele e mandei trocar por um mastercard. Agora entendi o “cartão de emergência”!

  14. Uma coisa interessante que notei recentemente. Pouco a pouco a Microsoft está se tornando relevante no mundo mobile, independente das fracassadas tentativas passadas.

    Já uso faz muito tempo o SwiftKey como teclado, onedrive como disco virtual e migrei do wunderlist para o MS Todo.

    Minha última surpresa foi instalar o Microsoft Launcher (que só havia testado no lançamento) e ficar muito satisfeito.

    Ele inclusive já possui uma funcionalidade de “bem estar digital”, na qual consigo obter as métricas de uso do meu aparelho. Recomendo para quem ainda não testou: https://www.microsoft.com/en-us/launcher

    Alguém mais passando por essa “Microsoftização” do seu celular?

    1. tenho só o swiftkey pq é realmente o melhor, de resto tento fugir das empresas grandes, devo mudar as coisas do gdrive pro onedrivevpor causa do office, até eu conseguir montar minha nuvem, rs.

    2. A única coisa da Microsoft que tenho no celular é o Skype. Usava bastante no jornal (é a ferramenta de chat interna lá) e como ainda passo o contato do Skype para as pessoas, mas raramente o abro no computador, deixei instalado pelas notificações — assim sei quando alguém está tentando falar comigo por lá.

    3. Swiftkey é tão bom que até esqueci que ele era da Microsoft.

      Eu também tenho dado preferência às soluções dela em detrimento das do Google.
      Eles parecem que fizeram a lição de casa e os apps estão vindo muito mais polidos. Os do Outlook e do OneDrive estão espetaculares.

      Quando a MS soltar a função de sincronizar notificações do Android com o Win10 nativamente, aí acho que transformo meu smart num “Surface Phone” de vez.

      E da última vez que usei o MS Launcher, ele ainda estava meio bunda. Vou dar uma segunda chance pra ele, apesar do launcher da MIUI me atender super bem.

    4. Uso o SwiftKey desde antes de ser comprado pela MS. Sinceramente não fiquei muito feliz quando soube que ele estava mudando de mãos, mas não conheço teclado melhor para o Android (minha única bronca é que ele não deixa acentuar quando uso teclado bluetooth).

      Fora isso, uso bastante os aplicativos do Office. Gosto muito do OneNote também, mas o verdadeiro potencial dele só pode ser alcançado por quem assina o Office 365 (o que ando considerando em fazer).

      Já tentei usar o OneDrive mas nunca gostei dele. Sempre preferi o DropBox, mas com a recente política de apenas 3 dispositivos para contas gratuitas e com a oferta de 1TB no OneDrive para assinantes do 365, ando repensando.

      Aliás, por falar em nuvem: Alguém usa o Box?

      1. qual seria o verdadeiro potencial do OneNote com a assinatura do office?

        1. Não me lembro de todos os recursos capados de cabeça (faz tempo que tentei usar o OneNote como aplicativo principal) mas o que mais me incomodou na época foi a impossibilidade de exportar as notas em alguma coisa que não seja jpeg/png. Assinando o Office 365 há a possibilidade de exportar em PDF e, se não me falha a memória, em outros formatos do Office.

  15. Algum colega aqui já chegou a utilizar o RCS? Lendo um recente artigo do The Verge acerca do completo caos para se implementar o novo padrão, pedi, via Reddit, para entrar em uma grupo de conversa da Inglaterra pra testar a funcionalidade sendo cliente da Oi e teoricamente tendo a tecnologia habilitada em meu aparelho. Resultado: não conseguiram me adicionar sem que a mensagem se convertesse pra SMS. Depois de tanta fanfarra do Google pra anunciar o novo padrão, e enterrar o Allo no processo, acreditei que veríamos um empenho maior da empresa dado a busca quase incessante da mesma de emplacar uma plataforma de mensagens instantâneas.

    1. Eu tinha uma expectativa grande sobre isso pra eliminar o WhatApp, mas acho que não será dessa vez

    2. Uso Lastpass há uns 2 anos. Nunca precisei pagar. Confesso que desconheço as diferenças entre o plano pago e o free. xD
      Mas adoro, recomendo e me salva demais!

  16. Alguém usa gerenciador de senhas? (paga ou free? qual?)
    Uso o Bitwarden e estava dando uma olhada, tenho conta pra caramba, e só tende a aumentar. Final do ano vou ver se apago a conta em alguns serviços.

      1. Para mim é o que tem a melhor interface, mas é “inacessível” para um estudante (pagar US$2.99 por mês/ano). O app deles dentre a maior parte (nao testei todos) foi o mais bem feito (testei para android), muito bom. Pretendo migrar quando estiver em condições, gosto de usar serviços bem feito, apesar que o Bitwarden me atende bem.

    1. Essa é uma pergunta que fiz essa semana no grupo do Telegram para assinantes do Manual do Usuário. Ele foi um dos que sugeriram como umas das boas opções.

    2. uso o bitwarden também, e acho ótimo.

      e também tenho muitas contas, mas não estou inclinado a apagar.

    3. lastpass há anos. quem não usa só passa perrengue. tem gente q tem medo de usar (mesmo usuário experientes)… nunca precisei pagar, a segurança é boa.

      1. Confesso que comecei a usar do meio do ano passado para esse, antes disso tinha medo de simplesmente o serviço ser invadido e eu acabar tendo que trocar a senha em uma porrada de serviços.

    4. Como vocês organizam as senhas na plataforma? Tinha separado em 3 categorias com base no quão forte a senha tinha que ser para determinado serviço, mas não sei se é o mais organizado..

    5. Sim! Uso o “Chaves” da Apple. É nativo e funciona bem, inclusive para apps, com preenchimento automático etc. Para quem usa iPhone e Mac, é uma solução bem boa e gratuita.

    6. Eu uso o KeePass para gerenciar minhas senhas, totalmente free, tem extensão para os principais navegadores, app no Android e eu armazeno a base de senhas criptografado onde eu quiser.

      1. Quais apps/extensões você usa? Pois, pelo que eu vi, app oficial mesmo apenas para desktop, o restante nao, e esta ai meu medo em usar.

  17. Alguém aqui usa o Spotify para ouvir podcasts? Sou eu que não estou sabendo fazer ou ele realmente não notifica no lançamento de novos episódios?

    1. Eu também uso e realmente ele nao notifica (ou também estou fazendo errado).

      1. Não melhor mas, mais funcional pra mim. Tenho poucos canais que sigo e assino o Spotify, aí fica tudo em um (não vejo motivos de instalar um app só pra podcasts).

    2. só pra ouvir o da folha, eventualmente. meu pocketcast tá tão arrumadinho q não vejo sentido em trocar. não acho q o spotify funcione bem pra podcast, mas… isso pode mudar.

      1. Ainda uso o pocketcast. Porém depois dessa última grande atualização muita coisa quebrou e ainda continua com problema. Com frequência tenho problemas de podcasts que não são baixados sem motivo aparente. Se vou no “Retry” ainda continua aparecendo o erro, porém com o podcast baixado. Muito estranho.

        Tentei o Spotify mas não consegui acostumar também.

        Algum outro app concorrendo para ser o “próximo pocketcast” no Android?

        1. Eu usava o PocketCasts também, mas depois que mudei pro Podcast Addict não voltei mais.

      2. O Café da Manhã é o que ouço no Spotify
        Mas tem dia que acaba passando batido por falta de algo simples como uma notificação

        1. Você ouve só o Café da Manhã no Spotify e tem outro app de podcast pra ouvir outros?

        2. Fernando, não consegui responder na sua outra pergunta, então estou respondendo nessa sua mensagem. Faz tempo que mudei do Pocket Casts para o Podcast Addict, então talvez algumas das funções do Podcast Addict já estão no Pocket Casts também. Além das opções de velocidade, tem o equalizador e aumento de volume que funcionam tanto em episódios baixados quanto em streaming. Outra coisa que eu gostei bastante foi a pesquisa dele. Além de achar mais podcasts do que em outros apps que eu testei (inclusive o Café da Manhã que só vi no Spotify e não consegui achar em nenhum outro app de podcasts), as buscas por temas também são muito boas.

  18. Vi sobre o movimento promocional de lançamento do Huawei P30 pro e fiquei bem frustrado ao quão limitada a promoção de lançamento vai ser, apenas três estados, para não dizer três cidades.

    Tá certo que não podemos esperar uma ação no nível da Samsung, mas pra uma marca gigante que quer voltar ao país é tentar roubar compradores do S10+, fazer uma ação limitada assim para mim na verdade mostra um despreparo da operação e me preocupa em relação à abrangência do suporte da marca no Brasil nos meses e anos que estão a frente. O que vocês acham?

    1. Eu acredito que eles tenham alguma informação de sobre o tamanho do mercado a nível de região, devem ter pego as cidades onde se vende mais e definido como estratégia inicial.

      Vejo mais como uma ação de marketing do que para pegar clientes de fato, até porque será um dia só. Nesse cenário, faz sentido não expandir muito mesmo.

      1. Em 2018, segundo a IDC, 89,5% dos celulares vendidos no Brasil custavam menos de R$ 2 mil. A percepção que temos de celulares do nível do P30 Pro é completamente equivocada, em parte devido à cobertura que a imprensa faz, com trocentas matérias sobre aparelhos de +R$ 3 mil e uma ou duas dos Galaxy J da vida.

        Essa ação da Huawei é marketing, sim, mas também mira nos grandes centros que concentram gente com maior poder aquisitivo. O Distrito Federal talvez seja a localidade que mais explicita a estratégia — tem pouca gente, mas a concentração de gente rica é bem acima da média.

    2. Acho as marcas não são importantes. mas sim a qualidade de smartphones,
      Atualmente os smartphones só servem para mandar msg e pesquisa rápida, um meio do entretenimento de áudio e o Tablet é para o meio de entretenimento visual e também para jogar stardew valley para a viagem.
      Mas pena alguns empresas não focam na qualidade.

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