Post livre #176


30/5/19 às 14h41

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180 comentários

  1. Como alguns sabem, migrei do Android pra Apple.
    iPhone 8 + iPad 2018. Sendo assim, me considero um usuário intermediário. Provavelmente nunca vou ter os produtos mais fatos da maçã.
    O engraçado é que tenho visto uma puta má vontade com a Apple…
    Os mesmos grupinhos de tech que conversava livremente sendo usuário de Android agora sou rechaçado por não ser mais..
    Se for ver os comentários de YouTube então…
    será que é só nossa bolha que é chata assim?

    1. Vejo que isso aconteça porque são públicos diferentes. Uma analogia que enxergo entre os públicos é que um lado é adepto do faça você mesmo, onde cada um quer fazer do seu jeito e o outro lado compra o produto pronto. Com isso o algumas bolhas tech sempre vão achar que é mais tech que alguém que usa algo Apple. Isso acontece em outros casos como quem usa Linux e quem usa Windows. Quem usa linha de comando e quem usa interface gráfica.

      No fim ninguém é mais tech que ninguém, tudo depende do que você precisa e quer. Mas em tempos de extremismos, até briga de Toddy ou Nescau vira discussão.

    1. Lembrei dos casos de negação de visto porque algum engraçadinho “fez ameaça de bomba”.

  2. Tendo em vista privacidade, o Dropbox é uma boa opção?

  3. Pessoal, o iTunes está respirando por aparelhos – a Apple anunciou uma possível morte do serviço – e gostaria de saber se o “downloader” fez parte significativa da vida de vocês. (Particularmente nunca tive nenhum aparelho da Apple, nem fui assinante de nada da Apple também, então a notícia meio que surtiu um efeito nulo em minha vida)

    1. uso mac/macOS há dez anos (embora só tenha tido de fato dois aparelhos, primeiro um macbook branco que durou uns cinco anos e depois o macbook pro que estou usando agora, modelo de 2014) e aparelhos iOS desde 2013: qualquer uso do iTunes que não se refira simplesmente a ouvir música é simplesmente horrível. Podcasts vivem travando (mas acabo usando o iTunes mesmo assim por causa da integração automática, que apesar de tudo funciona ok), a interface com os aparelhos iOS é horrível, etc. Assino o apple music e até acho que funciona bem, mas sinto falta de algo mais leve.

      Enfim: iTunes já passou da hora mesmo.

      1. A Apple já passou da hora =P

        Descobri essa semana que o Mac Mini mid-2011 não é atualizável pro Mojave porque a Intel HD dele não “suporta” o novo SO porque, teoricamente, ele tem aceleração gráfica nativa.

        O que é bizarro, uma vez que essa mesma placa roda Compiz no Linux e todos efeitos do Windows 10.

        Basicamente, obsolescência programada da Apple.

    2. Quando eu usava o Mac Mini eu usada o iTunes e ganhei 3 meses de assinatura do Apple Music. Ambos são ruins, mas, dentro do ecossistema da Apple funcionam bem, fora dele é uma desgraça.

      Sobre o iTunes em si: já vai tarde.

    3. A primeira dúvida que tenho é:
      sem iTunes será facilitada ou morta a possibilidade de ouvir MP3 nos seus dispositivos portáteis?

        1. Se você tem um iPod ou usa no Windows o iTunes, tem como catar os MP3 nas entranhas das bibliotecas do iTunes. O problema é que eles vão vir com nomes de arquivos bizarros como PO37826.mp3 e apenas as tags dele vão estar corretas (o que, se você simplesmente passar pra outro tocador/dispositivo não será problema).

  4. O Montarroios indicou a série Chernobyl, peço licença para indicar outra: “Bungo Stray Dogs”, que conta a história de paranormais que vivem sempre em pé de guerra uns com os outros. Tais paranormais tem seus nomes baseados em autores japoneses (Como Osamu Dazai) e internacionais (como Fyodor Dostoiévsky) e nomes de habilidades baseadas em títulos de sucesso dos mesmos (como “Não Mais Humano” e “Crime e Castigo”).

    O divertido é como rola cada história. É “Shonen”, mas tem um quê de política e atitudes sociais que lembra muito séries de drama.

    Aqui https://www.crunchyroll.com/pt-br/bungo-stray-dogs/

  5. Estou desde agosto na academia e na natação com uma frequência que me orgulho muito. Exceto por situação de viagem, 0 semanas sem deixar de ir ao menos 2 dias. Pois bem, no começo desse mês chegou minha primeira lesão: cotovelo de golfista (epi..blablabla medial). 15 dias com cotovelo de molho e 10 sessões de fisioteria, além dos remédios. Não dói em repouso, na verdade só incomoda mesmo num exercício muito específico; mas tem de ser tratado para evitar lesão mais séria. E aí vós pergunto: vocês, ativos ou não, costumam ter lesões? Como lidam com a frustração da limitação, da percepção que o organismo é mais fraco do que imaginava?

    1. Parabéns pela disciplina, comecei academia há pouco mais de 1 mês, também 0 semanas sem falta, essa semana foi a que menos fui, 2 dias, mas geralmente vou 4 dias.

      E tô na dúvida se faço natação ou jiu-jitsu.

      e até o momento não tive lesão.

      1. Acho natação fantástico. Em alguns momentos se torna uma meditação e é muito legal perceber a evolução

        E consegui a disciplina muito por conta de me engajar em aprender o porque de tais exercícios, movimentos, combinações, estratégias e o que está acontecendo no corpo no momento disso tudo

    2. Joguei dos 14 aos 17 anos na base do Inter e dos 19 aos 22 no Cerâmica de Gravataí. Depois disso disputei 3 citadinos de futsal com o time PF e aos 28 foi quando eu parei de me exercitar porque meu joelho foi pro saco. Ainda aos 14 anos eu tomei um pancada num treino e fiquei uma semana de molho sem encostar o pé no chão. Deveria ter operado o menisco desde essa época, jamais o fiz e hoje cada vez que a umidade aumenta eu passo com dor.

      Tive outras lesões: fraturei dois dedos da mão direita, o pulso e o peito do pé. Tive uma luxação no tornozelo direito e quebrei o dedão dos dois pés. Até hoje tenho um dedo torto =P

      Como eu lidava com a frustração disso tudo? Malhando e treinando por fora. Depois de velho eu apenas sabia o limite do meu joelho e larguei o meio-campo em campo de grama e passei a ser goleiro no futsal.

      É difícil lidar com isso, mas, a melhor coisa é entender a sua limitação corporal.

    3. Não encaro como frustração. É limitante mesmo, mas porque somos frágeis. Acho que incorporar essa característica e respeitar nossos limites é a melhor saída. (E reconheço que isso é difícil, com o tanto que somos bombardeados com publicidade vendendo o ideal de um corpo perfeito e livre de dores ou falhas.)

      Vez ou outra lesiono aquela parte entre o pescoço e o ombro do lado esquerdo dormindo. Mesmo me policiando para dormir em posições que não machuquem o corpo, acontece. E, nessas ocasiões, tudo bem: fico sem ir à academia ou faço sessões mais leves até o corpo se recuperar.

    4. Correndo eu descobri uma diferença de 6mm no comprimento das minhas pernas. Se eu correr com passadas largas, acaba forçando a articulação do joelho da perna mais curta e dá uma dor desgraçada. Resultado, adoro correr, mas preciso sempre estar com a musculação em dia e correr com passadas curtas. Já tive uma lesão séria no tornozelo, mas foi na época do sedentarismo, mas impacta em cuidados extras na hora de correr. Não fico frustrado, fico feliz que tenha um jeito de contornar e eu poder continuar fazendo o que gosto.

  6. Fiquei sabendo agora sobre a ação da North Face com a Leo qualquer merda lá.

    Coisa de protozoário digital mesmo

    1. Vi por cima o caso.

      Bem, a Wikipedia tá precisando de grana, né?…

  7. Tou vendo se essa semana levanto dinheiro para viajar. E a opção que estou pensando é em ir de Buser (serviço de “fretamento coletivo”).

    O problema é que agora é obrigatório a ida e volta com o mesmo. E estava cogitando fazer paradinhas no caminho (saio de Sp e vou para Floripa, mas geralmente paro em Curitiba e/ou Balneário).

    Outro ponto é que consultei recentemente os valores de passagens em linhas oficiais e parece que diminuiu um pouco os valores, o que é ótimo.

    1. Ainda bem que temos a resiliência dos fundadores do TPB e dos seus seguidores, senão, a disputa se daria no submundo, provavelmente em algum fórum pago da Usenet. Essa capacidade de manter-se no ar mesmo depois de tirarem todo o parque de servidores do TPB se deve ao fato de terem mudado o modo de operar, deixaram de disponibilizar os arquivos .torrent e passaram a usar apenas os “magnet links”, tornando o tracker apenas um “apontador” do caminho onde temos alguns pedaços do arquivo em questão. Isso tirou boa parte do artifício legal das produtoras e dos estados em relação ao TPB – eles não tinham mais nada, nem o .torrent, armazenados nos serviços deles, era apenas um site/agregador/indexador; uma rede social do torrent; me lembro, inclusive, que na época que ele caiu pela primeira vez eles jogaram um .torrent com todo o site pronto para qualquer pessoas subir em qualquer hospedagem, eu, por exemplo, coloquei uma instância dele rodando no servidor da INF/UFRGS (o que quase me rendeu um processo disciplinar na época).

      ~~

      A série sobre pirataria é muito boa, principalmente porque não recai no maniqueísmo de dizer que os piratas estão errados perante as gravadoras bilionárias.

      ~~

      Sei que o foco é no torrent e na comunidade ao redor, mas uma boa pauta a se investigar é o sci-hub. O submundo das publicações científicas é terrível e o preço cobrado nos exterior para se ter UMA obra é proibitivo para qualquer pessoa (deve ser por isso que as universidades tem convênios). Me lembro de precisar de acesso à uma obra sobe processamento de linguagem depois de formado e o custo era £100. Sorte que consegui pelo sci-hub, senão tava até hoje procurando/pedindo PDF pelos grupos da faculdade para terminar o anteprojeto de mestrado.

      E também, sempre bom lembrar, que o processo s JSTOR foi uma das causas do suicídio do Aaron Swartz. O mercado de publicações científica faz Hollywood parecer o ladrão de bala do bairro.

      ~~

      Será que eu deveria ter comentado no post?

      1. “Será que eu deveria ter comentado no post?”

        (Tom de voz do Ronnie Von) Deveria.

      2. Paulo!

        Tinha que ter comentado no post! hahah

        Ótimas tuas observações, obrigada pelo compartilhamento de saber!

        O sci-hub é algo que me instiga há muito tempo, parte porque i) integra a pirataria digital e consequentemente o universo de meus estudos; ii) meu TCC, minha dissertação de mestrado e tese seriam um tanto diferentes em um sentido deficitário se não fosse pelo sci-hub; e iii) a desenvolvedora do projeto é uma mulher (yaaass). Então há uma grande probabilidade de abordar esse fenômeno de reprodutibilidade de conteúdo acadêmico.

        Certamente o caso de Aaron Swartz virá (falei com o Ghedin hahah)! Especialmente a partir da perspectiva de relação entre a importância dos direitos autorais e a importância do humano nas cortes que conduzem esses casos de “pirataria” – o que, supostamente, teriam causado o suicídio de Swartz.

        Agradeço muito o comentários enriquecedor, Paulo!

        Abraços!

        1. Sem o sci-hub eu não teria sequer conseguido submeter um anteprojeto pro mestrado em educação =D Muito grato a Alexandra Elbakyan =))

          Tem alguns posts do Aaron Swartz no blog dele que deixam bem claro o quanto era desgastante o processo com a JSTOR e outras. Acho que o mais elusivo disso é o “Sick World” e o “Fix the machine, not the person” (inclusive, a série que ele escreveu, “Raw Nerve”, é um boa leitura).

          Eu acho que não foi “o” que causou o suicídio, mas com certeza o stress e todo o circo que a JSTOR (principalmente) criou ao redor do julgamento e do ato dele, aliados com a multa pesada e a atuação do Estado, ajudaram muito no final.

          Vou ficar esperando pra ler sobre ele e sobre o sci-hub.

          1. Elbakyan merece uma homenagem, né? Ajuda mais na educação do que muito governo. Penso em reunir relatos sobre como esses segmentos piratas da academia auxiliam/auxialiaram estudantes e demais estudiosos.

            Sabe que eu não fazia ideia que ele tinha um blog em que expunha coisas mais pessoais? Eu certamente irei catar isso! Valeu muito por mais essa dica!

  8. Alguém possui conhecimento com caixas de som para PC?

    A minha deu problema em um lado e uma das coisas que não gosto de comprar errado é caixa de som. Só pra ter ideia, tenho ela desde 2012 e é de uma marca que nem tem tanto nome no segmento (Maxprint), mas oferecia um bom som (era Hi-Fi). Já vi até review de caixa de som no Youtube e só fiquei mais confuso.

    1. O pessoal já falou por aqui uma vez. Se não quer arriscar, vai de Logitech que o custo benefício é ok.

      O ponto é se tu é audiófilo (exigente na qualidade de som) ou não. Se for, bom pesquisar em fóruns de Audio e Vídeo. Se não, uma caixa de três vias (2 laterais e um subwoofer) pode te atender bem.

      Tou achando que no seu caso, é ou cabo que deu problema ou potenciômetro de volume. Tente ver se tem conserto.

      1. vi um vídeo de um cara q só fala de fone de ouvido e ele apresentou um q custa 400 mil reais e o som era incrível – sublime etc. audiófilo tem q ser rico, o resto é só aspirante mesmo…

          1. tem vídeos, do japão, claro, das coisas q os audiófilos japoneses fazem… um abdicou de ter espaço em sua morada para acomodar a parafernália sonora.

            acabei ficando uns bons anos longe das salas de concerto e, de fato, a riqueza sonora ali, ouvindo uma orquestra completa (com instrumentos de alta qualidade) é algo q eu nem consigo sonhar um equipamento simples (um fone semi-aberto simples, por ex.) reproduzindo, pq me parece mesmo impossível na sua totalidade. daí o preço a pagar ser tão alto q, sinceramente, acho melhor a turma torrar toda ao invés de torrar toda essa grana em equipamento x,y,z passar pra uma experiência em shows ao vivo. afinal, a verdadeira experiência sonora é garantida ali.

            a sinfonia nº 5 em ré maior, op 107, de mendelsosohn-bartholdy tem um solo de flauta, não me recordo em qual movimento exatamente, talvez no segundo ou terceiro, q foi uma muito grata surpresa (não conhecia a obra) de tão bela (graças ao evidente talento da flautista). ouvir a flauta soando na sala é algo q eu acho impossível reproduzir por conta da acústica q a sala oferece (cada sala de concerto oferecerá uma diferente da outra)… eu, do meu lado, comprei o ingresso mais baratinho e troquei de cadeira num intervalo para uma mais cara numa pequena trapacinha: muito assinantes ou pessoas q ganham convites não vão e dá pra fazer essas trocas se vc ficar ligado. então acabei conseguindo ouvir de um lugar melhor. foi lindo demais…

        1. A última aquisição minha é uma caixa de som que achei no lixo. Troquei um capacitor e o mesmo voltou ao normal.

          Não tenho postura para falar de audiofilia :p

          1. um amigo meu, q vive com o mínimo em Berlin, também fez algo parecido. não sei agora se é uma falsa memória minhas, mas me lembor dele falando q achou algo muito bom q estava descartado na rua (ou um som ou uma bike). arrumou e pois pra funcionar e ficou perfeito… chamamos erroneamente essas coisas de lixo qdo elas são, ao contrário, coisas valiosas nas mãos certas!

          2. @Montarroios Esse assunto sobre pegar coisas do lixo daria um tópico interessante.

        2. Já vi desses audiofilos loucões japoneses, realmente é impressionante
          os equipamentos enormes, tamanho de uma geladeira

          acho curioso como uma parcela significativa do japoneses preza por qualidade sonora
          aqui, penso por exemplo nos compositores para jogos e as versões orquestradas que surgem depois

          eu já tive uma fase iniciando no hi-fi
          frequentava mto o htforum e o head-fi (sobre fones). cheguei a ter mais de 3k de imgs salvas no pc com foto dos sistemas alheios, sejam salas, sejam ipods com aplificadores e fones especiais
          até hoje sonho em ter uma coleção de fones de ouvido e equipamentos mcintosh (esses mais pela beleza mesmo — aliás, são dos produtos industriais mais belos)

    2. Pode ser o cabo ou aguma solda que quebrou no circuito. Costuma trocar ela de lugar?

      Se quiser uma nova vai de Logitech como o camarada falou ou Edifier.

      1. Infelizmente ela já caiu algumas vezes, mas de um lugar com pouca altura.

        Vou ver se tem conserto para minha caixa (tenho que ser menos consumista).

    3. eu tenho as mais baratinhas da presonus (eris e3,5) e são EXCELENTES. potentes na medida (tem maior, mas pra mim tá bom e tenho pouco espaço). mas elas estão ligadas numa interface de som e acho q isso faz diferença. uso bons cabos tb. desde então senti melhoras na qualidade do q ouço. gosto de sons mais pro neutro, então elas não pesam nos graves… eu recomendo fortemente. em segundo lugar recomendaria as caixas da edifier, mas elas não são tão neutras assim. pra deixar na sala e ver tv, servem, mas pra ouvir música prefiro as da presonus.

        1. ia comprar um dac, mas a interface foi mais útil pro uso q eu daria pra ela – não é só pra ouvir música q comprei e sim pra fazer áudio. evidentemente comprei um modelo q não me servia bem, mas fiquei com ela assim mesmo e atende. o dac é uma opção mais barata tb.

    4. Cara, sou bastante feliz com Edifier (o modelo nem é mais produzido acho) há uns bons 8 anos.

    5. Eu não sou exigente ou especialista em caixas de som, mas ouvi falar bem da marca Edifier.

      Resolvi comprar um (Caixa de Som 4W RMS para PC R19U Edifier 2.0) e estou aguardando chegar, porém já deu problema com os correios o famoso “A entrega não pode ser efetuada – Carteiro não atendido”

      Vou ter que buscar essa caixa na agencia provavelmente rsrs

      1. Se a minha caixa não funcionar mais, vou comprar uma da Edifier também (uma R12U que vi no Aliexpress). O único entrave de não comprar por aqui, são os fretes absurdos (principalmente para mim, que moro no nordeste).

  9. Alguém participou das manifestações desse 30 de maio?

    Aqui em Fortaleza lotou com milhares de pessoas (ainda não foram divulgados números). Muitos que estavam no trânsito faziam questão de demonstrar apoio, gente de todas as idades, classes e credos caminhando juntas com faixas, cartazes e gritos de protesto, foi um negócio bonito de ver.

    1. Com a chuva absurda que caiu em POA eu fiquei bastante abismado com a quantidade de gente que teve no centro. Eu não fui nessa, na outra fui na metade porque tinha que levar meu irmão na neurologista.

      Ainda não sei o quanto esse tipo de protesto – pacífico e com pouca adesão das classes mais altas – tem eficácia. Acho que o governo anda sentimento mais o decaimento do apoio das classes A/B do que esses protestos, contudo, lindo de ver que o brasileiro ainda vai às ruas pedir por educação.

      1. Lindo demais.
        Agora, enqto isso, o ministro faz gracinha com guarda-chuva. É mais q ridículo e talvez menos q patético (dada a mediocridade do sujeito).
        É um desgoverno sem freios. Parece um patinete sem freios: a promessa de liberdade mas não vai longe, rodas minúsculas, um que de infantil e pode te dar um tombaço (está dando).

  10. meu mouse logitech deu problema. a logitech mandou outro (da minha escolha) de boas. o mouse q eles mandaram, um ano depois, deu problema. e eles, agora, vão mandar outro (não tão de boas, houve uma pequena divergências no processo q eles logo corrigiram). estão de parabéns. respeitaram, integralmente, a garantia de 3 anos do produto (o primeiro a ser comprado há quase três anos).

      1. Chuto q não, mas acho q tem como o vc conferir no produto específico. Mas o mouse q deu problema é topo de linha… Então, a qualidade dos produtos deles não é tão confiável.

  11. tô assistindo o tão falado ‘chernobil’ da hbo (agora com uma mini-série adulta de verdade). me incomoda muito o fato de todo mundo falar inglês na Ucrânia (às vezes eles falam ucraniano). tirando isso, q faz a coisa perder um tanto da graça, a mini-série tem um bom ritmo e uma boa escolha de atores. o ator Jared Harris é muito foda… já o achei incrível em ‘mad men’. ele parece estar bem nessa tb. só a cena inicial com ele já dá uma mostra de como o cara é bom. curiosamente ele tem o mesmo destino nas duas séries…

    1. Eu acho que em Pripyat eles falavam um dialeto, nessa época ainda, derivado do eslavo que ainda não era 100% o que a gente denomina como ucraniano atualmente. No norte da Ucrânia eles ainda tinham alguma influência dos dialetos bielorussos e rusinos.

      De qualquer modo, o mínimo que esperamos é que na Ucrânia eles falem russo ou algo perto disso.

      1. Realmente fiquei na dúvida sobre o período. Achei q russo seria impreciso, mas talvez nem tanto, então. Teria sido uma bela reconstituição desse aspecto tb, mas aí precisariam de atores locais… Seria complicado, mas eu acho q eles teriam grana pra tanto. Mas parece q o público americano não gosta de legendas…

        1. A questão é essa mesmo: mercado.

          Pra jogar um filme com legendas no mercado americano precisa ser religioso ou de algum modo exaltar muito o americanismo. Senão é fracasso e vai virar nicho dos nichos. Aquele tipo de filme que só se assiste em universidade de humanas em algum ciclo de cinema obscuro.

        2. Não é o primeiro a constatar que o cidadão norte americano não gosta de legendas.

      2. tem um podcast sobre a série e eles falam sobre a questão do idioma. preferiram não colocar pessoas com sotaque russo tb. foi uma decisão boa, pelo menos nesse sentido, pra não ficar aquela coisa carregada – e caricata. mas, de fato, a série não teria a repercussão q está tendo se não fosse falada em inglês. ah, mas sei lá, poderia dublar e pronto. mas qdo vc fala um idioma dominante como o inglês, em q quase todo mundo é obrigado a aprender minimamente, pra eles é muito confortável ver tudo no mesmo idioma… é compreensível, mas nitidamente empobrecedor.

    2. Era meu personagem preferido em Mad Men, curtia muito jeito britânico de falar.

      E po, spoiler

      1. o time de atores era tão bom q eu realmente não teria um favorito. q série! quem sabe um dia não retomam. acho q estavam cogitando fazer um filme… seria ótimo!

    3. Aceitei a sugestão da série (recorrendo a pirataria neste momento), mesmo com o spoiler ;)

  12. peço desculpas aos amigos pelas respostas q deixei de dar no post livre passado. estava atarefado (e entusiasmado) com uma visita a um santuário de animais q fiz em minas gerais.

    1. Cá entre nós?

      Melhor uma coisa que tu ama fazer do que ficar lendo besteiras que eu escrevo :3

      1. eu li (e não eram besteiras), mas não pude dar sequência nas conversas (algumas q eu mesmo iniciei). a logística não foi das mais fáceis… tínhamos q dar carona a outras duas pessoas e eu, q nem sabia onde ficava o lugar, ainda tive guiar o grupo… valeu ter visto os animais.

        1. Auto depreciação… auto depreciação… sabe que me auto deprecio.

          Mas mesmo assim, o que tu fez valeu a pena. Não é minha praia agir igual a ti, mas hoje respeito muito mais atitudes como a sua.

    2. Vai sair post ou podcast sobre essa visita?

      Fabio, sei que redes sociais podem sugar o tempo e a sanidade das pessoas, mas queria muito um grupo no Telegram com os produtores e ouvintes/leitores do Saber Animal. Um local de bate papo e para compartilhar material relacionado a causa!

      1. provavelmente um texto sobre a visita e o signifcado dela de um modo geral. tb fiz várias fotos e faça uma postagem só com as fotos e alguns comentários meus… um podcast, por ora, não está previsto.

        então, não estamos prevendo um grupo… só o espaço de comentário mesmo. temos um canal no telegram pra divulgar as novidades. um grupo talvez possa surgir, mas acho q vai demorar um tempo. acho q não teríamos braço pra cuidar disso tudo. mas valeu a sugestão!

        e, cara, muito obrigado por esse seu retorno! já o consideramos nosso fã número um (talvez o único)!

        1. Excelente! Já assinei o RSS do site para não perder. Aproveitei e entrei no canal de distribuição do Telegram.
          Imagina, eu que tenho que agradecer. Os podcasts ficaram ótimos, desde o primeiro. Nem parecia que estavam começando o programa. Fora o cuidado que vocês tiveram colocando todas as referências no post, as fotos da NatGeo… Sou fã do trabalho! Não desanimem!
          Abração Fabio e mande outro para sua esposa

    1. uso no celular (android) e funciona super bem.
      pra desktop, como uso muito o browser no trabalho, acabo ficando mais com chrome e firefox mesmo para os testes de navegação.

    2. O Brave era o meu browser padrão durante um tempo, principalmente porque ele tinha uma opção de aba privada + TOR. Atualmente eu uso, faz muito tempo, o Firefox porque ele é multiplataforma (Android, macOS, Linux e Windows) e, mais importante, não é baseado no Chromium.

      Aliás, recomendo que se deixe de usar o Chrome e qualquer aplicativo baseado no Chrome/Chromium depois da decisão deles de bloquear a API que permite que existam os bloqueadores de anúncios.

      1. boa dica.
        geralmente o firefox não funciona tão bem no meu note. mas coloquei mais memória nele e talvez agora vá de vez. vou tentar voltar a usá-lo no lugar do chrome.

        1. Eles mudaram bastante o núcleo do FF. O Quantum é relativamente leve. De vez em quando eu ainda sinto uns engasgos aqui e ali, mas, no uso geral ele apresenta uma experiência bastante próxima ao Chrome.

          Nos meus testes diários, o melhor até hoje tinha sido o Brave, de longe. Mas abdiquei dele por conta do motor do Chromium. O Novo Edge também vai usar esse motor. Vai ficando cada vez mais difícil de fugir do Chrome e do Google na internet.

          1. exatamente, as grandes empresas nos acossam. querem q, simplesmente, não haja mais alternativas. e qual o sentido disso? sabemos q é lucro, mas não só. é um desejo de controlar a internet. no caso do google não uma parte (buscas, publicidade etc), mas toda ela. isso nitidamente não é bom.

      2. depois dessa decisão do google estou torcendo para o firefox crescer.

        aliás, também estou usando o firefox, a função de mandar link para outro dispositivo é sensacional.

      3. O Firefox é o meu navegador padrão no PC há anos, mas nunca consegui me adaptar a usar ele no Android.
        Sempre aparece uns travamentos bizarros e problemas de lentidão, coisa que não acontece com os navegadores Chromium, além de eu não gostar da interface dele no mobile :/

        Baixei o apk do novo Firefox preview (Fênix) e gostei das mudanças, mas ainda tá muito “cru” pro meu uso.

    3. Tenho usado há uns dois anos. Muito bom.

      Mas…
      …apesar de baseado no Chromium, muito duro de instalar extensões. Além disso, como os demais debatedores já comentaram, o Chrome e outros browsers derivados do Chromium estão implementando uma série de restrições.

      Como trabalho com desenvolvimento e fugir do Chrome é complicado, uso um mix de navegadores:
      – Ungloogled-chromium (https://github.com/Eloston/ungoogled-chromium): uma versão do Chromium em que não sou forçosamente logado no Chrome ao logar no Gmail (ou outro site Google). Principal para desenvolvimento.
      – Chrome: preciso manter pois o Ungoogled-Chromium não reconhece meu mic/cam para videoconferências.
      – Brave: para navegação rotineira, mas retornando ao Firefox que melhorou sensivelmente nos últimos anos.

      Todos eles com o pacote AdBlock/Ghostery.

  13. Há alguns anos eu mudei minha abordagem sobre senhas e, salvo as bancárias, para todas as de serviços online LessPass (não confundir com o LastPass) https://lesspass.com

    A abordagem é um pouco diferente. Ele pode ser utilizado offline, via site, applicativo, extensão (Chrome e Firefox) ou ainda self hosted (já que é software livre).

    Ele não armazena senhas – ele calcula baseado em três informações: o site (ou um nome serviço), um login e uma masterpassword.

    Com estas três informações e as opções definidas (tamanho, tipos de caracteres, etc) ele gera sua senha. Assim, com uma “senha master” eu possuo senhas diferentes para cada serviço que uso.

    Na extensão ele preenche o site em que você abrir, facilitando o processo.

    É possível criar uma conta no site deles ou no seu próprio servidor para armazenar os parâmetros por site/serviço (tipo: alguns não aceitam senha com caracteres especiais, outros limitam o tamanho, etc).

    E, bem, fica tudo sob meu controle.

    1. Achei esse serviço uma boa sacada… mas, como qualquer pessoa tem acesso, se ela descobrir tua senha-mestre e colocar lá, não vai ser fácil de descobrir as demais senhas não?

      1. Depende da pecinha entre e o teclado e a cadeira, hehe…

        Qualquer solução que tenha uma senha master para acesso a outras senhas possui esta deficiência. Esta alternativa tem a interessante possibilidade de autonomia (não depender de um serviço terceirizado), mas, evidentemente, com o ônus de não ter outros recursos interessantes como Will S. comentou. Aí vai da necessidade de cada um.

        Eu tenho o princípio de procurar primeiro soluções FOSS e depois serviços – mas avaliando a relação custo/benefício. No meu caso, o LessPass atende tranquilamente.

    2. achei interessante, mas como disse mais abaixo, essa semana mudei pro enpass pq ele tem a função TOTP e não preciso de 2 aplicativos para fazer login, além de preencher o login e senha e já copiar o 2FA, e tudo isso num toque.

      1. Will, além destes que você listou, tem algum outro motivo para você ter escolhido o enpass? Dei uma olhada no site e achei interessante. Vi que tem suporte para Chromebook. Faz tempo que to querendo sair do Lastpass, pois ele já foi vítima de vazamento, mas sempre fui enrolando a mudança.

        1. ele tem a função de verificar se a senha é fraca e se é repetida, só falta informar quais sites tem suporte a TOTP e eu não tenho ativado.

          Ah, é pagamento único (dependendo do serviço não sou fã de cobrança recorrente).

        1. Acho que pode ser uma boa para quem trabalha com vídeos em tempo real. Tipo a Globo está adotando transmissão de repórter-ao-estúdio via internet nos últimos tempos.

      1. Em um celular não, mas o 5G não foi feito só com esse propósito e uma das utilizações especialmente nas frequências mais altas é atuar inclusive como substituição da banda larga fixa. Enfim, com velocidades assim pode suprir necessidades inimagináveis que hoje dependem de uma estrutura fixa, podendo atender um condomínio sem a necessidade de cabeamento.

        1. O problema do 5G é que acaba sendo um excesso também. Apesar de tentar substituir uma banda larga fixa, na prática ele sofre dos mesmos problemas que qualquer serviço wireless funciona.

          Em comunidades remotas e áreas onde é difícil instalar infraestrutura cabeada, é justo.

          Mesmo assim um ponto extra: as tentativas de instalar um 5G bate nas interferências em outras tecnologias, inclusive de alta relevância (nos EUA, há relato que interfere nas medições meteorológicas)

          1. A frequência 24 GHz é próxima a de vapor de água que é 23.8. Mas isso é uma das frequências e não o 5G como um todo.

            Essa medição do Twitter foi feito em um trem em movimento, se a tecnologia em seu início está atingindo essas velocidades, imagino que em sua maturidade pormenores que citou não serão impedimentos, especialmente se o IoT pegar onde será fundamental o sucesso e bom funcionamento do 5G.

        2. Respondendo sobre o outro comentário: sim, exatamente isso que você fala.

          A internet precisa ter um marco regulatório decente (como da energia elétrica teve no Luz Para Todos) que garanta o acesso das pessoas em regiões periféricas e interioranas. O modelo de regulamentação estatal com empresas privadas provendo o servido ainda me parece o melhor (antes da revolução popular). Isso deveria ter sido feito com todas as empresas (apenas a Oi precisa manter esse compromisso atualmente) sob pena de perderem completamente a concenssão.

          Se discutia muito o modelo de saneamento básico via PPP com marco regulatório, depois do sucesso do programa Luz Para Todos da Dilma esse parece ter sido o modelo escolhido pelo PT/PSOL para melhorar a nossa infraestrutura. Recentemente, como partidos NOVOS e outros pulhas na política ele foi abandonado em prol do modelo neoliberal (Tatcher e Reagan dão risadas no inferno). Uma pena.

          O sistema de bacias de transporte acontece em Porto Alegre e funciona mal, mas não por conta das bacias e sim por conta da fiscalização falha da PMPA. Por exemplo, para os bairros ricos da cidade temos transporte de 5/5 minutos. Para a periferia, de 20/20 chegando a ser 35/35. O problema nesse caso não é do modelo e sim da fiscalização do marco regulatório – POA, por exemplo, operou 60 anos sem licitação e quando foi licitada foi criada uma série de dispositivos legais para as empresas caso elas não cumprissem o contrato (que previam GPS, AC e acessibilidade em ônibus novos, com menos de 10 anos sempre), veio o magnífico governo liberal do PSDB/MBL e não existe mais nenhum tipo de fiscalização (pelo contrário, a ideia deles é vender a Carris, estatal de transporte com os melhores ônibus) e as empresas privadas simplesmente deixaram de operar em algumas linhas alegando falta de lucro (sim!).

          O problema do modelo de concessão/PPP é que ele precisa de uma constante fiscalização, de um estado forte que seja capaz de fazer cumprir o contrato e de manter as coisas funcionando para todos.

          Infelizmente não vai ser com os criminosos do partido NOVO, PSDB e Bolsonaros que vamos ter isso.

      2. Eu acho que a 5G está começando e, nas promessas, ela é incrível.

        As redes de quinta geração possuem protocolos nativos para Realidade virtual e aumentada, podendo aumentar bastante a eficiência destas aplicações.
        Como foi falado anteriormente o 5G não foi feito para nós, meros mortais. As aplicações vão desde comunicação veicular, telemedicina (e é simplesmente foda pensar no acesso universal a medicina de qualidade), dispositivos vestíveis, cidades inteligentes… Isso sem contar na infraestrutura 100% virtualizada. Estou fazendo meu TCC na aplicação de redes neurais em redes 5G e estamos só começando 8)

        A banda pode parecer absurda hoje, assim como o LTE-A parecia quando foi lançado, o gigabit ethernet quando foi lançado… Espere alguns anos! Hahahahah

        1. 1) medicina de alta qualidade nunca vai ser universal, ao menos não enquanto for uma mercadoria bem cara que enriquece hospitais, médicos e planos de saúde. Essa questão não é tecnologia e sim mercado.

          2) Entendo a questão da telemedicina. Um amigo trabalhou em uma empresa encubada no CEI/UFRGS por alguns anos e eles tinham grande entusiasmo com as redes móveis porque o gargalo deles sempre foi operações em locais ermos (sem interesse comercial das atuais empresas de telecom).

          3) IoT é algo que jamais vai ser usado por uma larga escala da população, ao menos não no cenário atual e não como vestuários/acessórios.

          4) O grande problema do 5G é o mesmo do 4G e da rede fixa: capilaridade. Todo mundo quer operar no centro e no bairro caro, poucos querem operar na periferia e ninguém quer operar no interior. Sem incentivos ou programas/subsídios do estatais não vai ter rede nenhuma fora dos grandes centros. Como é hoje. Nesse sentido, o 5G é perfumaria.

          1. Para uma empresa de ônibus operar em SP ela sabe que para pegar as melhores linhas terá que pegar junto outras que ninguém quer e não dão lucro. Isso faz com que lugares menos interessantes financeiramente contem com transporte público. E isso deveria ser aplicado na questão de cobertura de Internet. Mas aqui no Brasil temos essas onda neoliberal onde exigir esse tipo de coisa é crime contra o livre mercado e há torcida absurda pelo lucro com a desculpa de reinvestimento quando na verdade a grana vai para acionistas que nem vivem no Brasil.

          2. @Fernando: salvo engano, esta regra de transporte em locais deficitários é no BR inteiro e na prática não ocorre de forma plena (sugiro acompanhar o “Diário do Transporte” para ver notícias sobre).

            Quanto ao resto, justo.

          3. Eu citei o conceito
            Ele não funcionar não anula a ideia, aí os problemas são outros e endêmicos no Brasil: a letargia do povo em cobrar seus direitos e os órgãos públicos em penalizar os infratores pois são empresas e é um absurdo diminuir o lucro delas com multas. Sim, estava sendo irônico.

    1. Nunca.
      Não vai funcionar para suplantar o 4G e vai decepcionar muita gente.

  14. Vocês já trocaram de gerenciador de senhas algumas vez? se sim, pq?

    Saí do bitwarden e fui pro enpass ontem, primeiro para economizar 2 aplicativos (authy para TOTP e o próprio bitawrden para as senhas), segundo porque ele tem compra única e acho melhor assim, e veio com as features de ver senhas duplicadas e fracas.

    1. Eu usava o LastPass e migrei pro KeePass. Em parte, foi pra “saciar” minha sensação de segurança em deixar minhas senhas logadas em um serviço online. Outro motivo foi porque o aplicativo do LastPass era bem bugado e me deixou na mão algumas vezes (eufemismo para: fiquei puto e resolvi desinstalar essa bagaça).

  15. Ghedin, já pensou em fazer um post sobre como é a sua utilização de tecnologia/internet? Nos moldes daquela matéria do Stallman.

    1. não vi essa matéria (poderia linkar?) mas já gostei da ideia.

      e quero também um “como o ghedin trabalha”.

          1. Oras, deixe as perguntas para os comentaristas então!
            (Na comunidade dos assinantes do MdU, poderia abrir o espaço para isso, já que eles merecem esta atenção)

          2. Não acho que seria vaidoso! Como disse o Ligeirinho, seria interessante os assinantes do MdU contribuírem com perguntas e algum outro colaborador(a) do site fazer o filtro, selecionar e adicionar (ou remover) perguntas e te entrevistar.

            Espero que a ideia vingue!

  16. Não consigo achar celular novo e bom por menos de 500 “mérréis”.

    Disertemos sobre.

    1. Por R$ 500 é realmente difícil, se considerarmos apenas modelos novos. O recém-analisado Moto G7 Play costuma estar perto dos R$ 800; é quase o dobro, mas me parece, analisando a concorrência (os Galaxy J6 da Samsung e os modelos mais parrudos da Multilaser), que essa faixa corresponde atualmente ao mínimo “usável”.

      Outra opção é recorrer a um usado, embora aí entrem outros critérios como estado da bateria e de conservação do aparelho.

      1. Sim. Um minimamente usável tá na faixa de 600 pelo que vi nas lojas (pessoalmente) mesmo.

        Em uma “ponta de estoque”, celulares com avarias estão na faixa de 400 ou < . Fui estes dias com minha mãe (é para ela) e não achamos algum que fosse confiável. O mais barato era 300 reais e com Android 4.4…

        Tou pensando realmente em recorrer aos usados.

    2. Android go é muito ruim? O Redmi Go é baratinho (no ML), mas o pior acho que é só ter 8 gb de memória interna.

        1. Tava cogitando um Moto G2 até a chegada do Nexus 4 (Que ao que aparenta a bateria começou a dar sinais de problemas).

          Uma opção que estou pensando é pegar um celular um pouco melhor para mim e deixar o Nexus para minha mãe.

          (Mas é mãe, e merece coisa boa)

        2. Ainda tenho um Moto G2 aqui vivo, dei uma ressucitada nele com uma custom ROM do Android 9.0. E bem, com 1GB de memória, não dá pra exigir muito, mas consigo usar ele como media player no carro (baixando músicas no Spotify).

  17. Começando com polêmica: a prefeitura de São Paulo apreendeu 557 patinetes no primeiro dia de fiscalização na cidade após a aprovação de diretrizes básicas para regular o modal na cidade.

    A Grow, dona da Yellow e da Grin, reagiu atiçando a base de usuários contra o Poder Público, pedindo para que os usuários entrem em contato com a prefeitura e reclamem. A velha cartilha da Uber…

    E aí? O que acham da medida?

    1. No papel é uma boa medida mas carece de uma boa execução por parte do poder público. Nada novo no front…

      1. Respondendo: na verdade a área de atuação deles é na região da Vila Olímpia até a Paulista, né?

        Fui na carreata do Dia do Veículo Elétrico e o cara das patinetes falou que se saísse da região da avenida, teria que pagar multa.

      2. poxa, na paulista é um inferno.
        muita gente andando com eles em alta velocidade nas calçadas.
        ainda não vi acidentados, mas eu, particularmente, não usaria, pq pelo estado das ruas (e mesmo calçadas) é perigoso.
        pedestres acoçados por carros e, agora, por patinetes…

        1. aquela rodinha minuscula é ótima para causar um acidente.

          1. com certeza e é por isso q eu não me arriscaria em usar se não tivesse a certeza de um asfalto liso. se de bike já é tenso (a minha é dobrável com aro 16) imagina de patinete. vale o mesmo pra skate e patins…

    2. Esses patinetes infernizam a vida no RJ. São estacionados de qualquer jeito, impedindo passagem, são utilizados por sobre calçadas, não respeitam sinal de trânsito ou faixa de pedestre. Enfim. Tem que ter regra sim.

    3. Não moro em São Paulo, então meu comentário pode ser meio enviesado, eu acho.

      Mas, vendo um dos vídeos compartilhados por ai sobre o recolhimento, sinto que é só um pouco do “Estado exercendo seu poder”, ao recolher da forma que foi feita (danificando os patinetes). Parece até que os governos “sentem prazer” em dificultar tudo que começa a ficar popular muito rapidamente.

      Dito isto, as diretrizes exigidas são bem justas, não da pra “passar a mão na cabeça” da empresa também. Só não ficou claro pra mim, se as diretrizes foram aprovadas e não deram tempo para a empresa se adaptar a elas ou se elas tiveram tempo e não o fizeram; parece até um pouco de falta de comunicação entre as duas partes.

      1. Respeito muito a opinião do Marco, mas discordo dele nessa. Acho que essa questão transcende a mobilidade urbana; diz respeito mais às práticas agressivas de startups que exploram o espaço público do que qualquer outra coisa. Fosse uma questão puramente de mobilidade, estaríamos falando com donos de patinetes, não com empresas que os alugam. Há uma diferença fundamental aí — este artigo explica bem qual é.

    4. Qualquer empresa sabe que pra atuar são necessárias algumas regras, especialmente porque os patinetes tem o potencial de causar acidentes muitas vezes maior que uma bicicleta por exemplo. Alem disso esses patinetes ficam espalhados por pontos que não são propriedades dessas empresas como calçadas, praças ou áreas públicas então não é só espalhar por aí e contabilizar os recebimentos. Eles sabem que vai rolar treta e não duvido nada que essas perdas (inclusive materiais como foi o caso de patinetes danificados) já são contabilizadas antes mesmo do início da atuação e apostam que fazendo desta forma, disponibilizando o produto antes da regulação contarão com a pressão das pessoas para que os políticos facilitem suas vidas. A burocracia no Brasil é complicada? É sim! Mas são as regras do jogo e se não quer brincar, não desce para o play.

    5. Achei a ação totalmente necessária. Obviamente esse primeiro impacto foi proposital, afinal é necessário uma regulação e de forma sutil a atenção da população e imprensa jamais seria chamada.

      Acredito que um paralelo a essa situação dos patinetes hoje é o que vimos no início da operação do uber no Brasil em relação aos aeroportos. Foi necessário algum tipo de regulamentação e hoje ambos os “modais” convivem (aparentemente) em harmonia.

      Por explorar o espaço público essas empresas precisam trazer algum tipo de contrapartida, seja na arrecadação de impostos, benfeitorias para o município ou ambas.

      Diferentemente do Uber, que tinha um apelo com todas as faixas etárias em basicamente todo o município, a briga dos patinetes no início ainda será tímida, mas vamos acompanhar as cenas dos próximos capítulos.

    6. engraçado q, diferente das bikes, eu não nutro simpatia por patinetes. me parecem um tipo de modal, qdo explorado por empresas, não de oportunidade para microviagens, mas de oportunismo (de quem vende o uso e de quem aluga). uma pessoa ter um patinete é uma coisa, mas alugá-lo pra fazer um percursos curto na calçada é muito egoísmo. usar as calçadas é uma maneira de vc se defender do trânsito e qdo vc está na bike, em certas partes da cidades, é realmente necessário pedalar nelas por uns trechos (ninguém q anda de bike gosta de andar em calçadas, pq é lento, ruim e perigoso por pode atropelar ou mesmo cair). patinete é algo pra usar numa ciclovia lisinha (um tapete) e isso é coisa q não tem aqui. uma queda de patinete é bem complicada, pq vc está numa postura diferente do q na bike. eu, sinceramente, e já pela minha idade, não me arriscaria. se eu me quebrar todo tô ferrado, pq preciso trabalhar. eu já usava bike com o * na mão (passava em lugares em q os motoristas pouco se importavam com ciclistas e se vc fosse atropelado, paciência) em certos lugares em q a velocidade de 50 era ignorada e os motoristas passavam a 80 ou mais…
      como tudo, os patinetes chegaram sem planejamento, pq não são uma iniciativa dos cidadãos, é algo imposto por empresas e não necessariamente atende demandas. não vejo ativistas de mobilidade urbana muito entusiasmados e é compreensível.

        1. O Brasil tem um problema sobre. Dado que não há um consenso sobre a responsabilidade da mesma, e muitas cidades e regiões nasceram sob o signo de uma invasão ou crescimento desordenado, as calçadas são o símbolo desta falta de padronização.

    7. Andei semana passada em um, por sorte, graças a um voucher para participar de uma carreata

      O legal é que realmente um patinete é ágil em trânsito. E bem, ao menos em SP, noto que há uma mínima tentativa de deixar “organizado” os patinetes e as bicicletas.

      Entendo as reclamações quanto a confusão causada, os riscos e tudo mais. Mas acho que recolher os patinetes foi um pouco arbitrário.

      O problema em São Paulo é o dimensionamento do transporte. É mal projetado. Uber e demais, incluso patinetes e até táxi bicicletas (como a Bixxi) acabam dando uma redistribuída na movimentação.

      O interessante é que a área de atuação das bicicletas e patinetes é mais nos centros econômicos, e não nas periferias. Nas mesmas, bicicletários de estações vivem lotados.

      1. Espalhar patinetes sem regulação também não é uma atitude arbitrária?

          1. Significa mais que gera caos. Acho que a discussão acaba neste contexto.

          2. Um vendedor de pastel não pode montar um barraca na rua sem uma autorização mas uma empresa acha que tem o direito de espalhar centenas de patinetes pelas calçadas da cidade usando o discurso de solução de mobilidade urbana sem qualquer cuidado com a segurança dos usuários ou dos demais cidadãos.

        1. Cara, como posso argumentar?

          Eu sinceramente espero que a Grow seja mais organizada e pense em formas de distribuir as bicicletas. Sei que há por exemplo ideias de fazer parcerias com lojas para estacionar nestes locais por exemplos.

          No entanto, pegar equipamentos alegando falta de padronização, sendo que nem a prefeitura tem boas padronizações para a mobilidade, bem, não me parece boa coisa.

          Não vejo bem como negativa estas bicicletas espalhadas. Espero na verdade que em mais um ano a empresa tenha em pauta os números necessários para definir se este modelo foi válido ou se é necessário aprimorar.

          Em São Paulo há apenas dois operadores “oficiais” de empréstimo de bicicletas – Itaú e Bradesco, cada um com sua marca. São grandes empresas.

          Detalhe extra: uma semana atrás houve um evento onde houve participação (acho) de representantes das empresas de patinetes/bikes, onde políticos e secretários discursavam a favor do modal. Curioso como uma semana depois dá esta situação.

        2. Cara, depende da cidade um pasteleiro botar a barraca na rua com ou sem licença. Muitas vezes pessoas operam sem licença oficial, no máximo com um “tapinha nas costas” do fiscal.

          Uma coisa comum ultimamente, diga-se de passagem, é o pessoal com barraquinha de café da manhã nas ruas. Geralmente ilegais, mas que além de gerar renda, é um conforto para muitos.

          1. O exemplo que você dá não se compara. Uma barraquinha de pastel e uma malha de patinetes elétricos sem fim largados nas calçadas por uma empresa com muita grana de investidor têm impactos muito diferentes na cidade.

            A vista grossa do Poder Público a barraquinhas irregulares tem uma série de justificativas, várias delas válidas — é caro, por vezes ineficiente e pode gerar mais transtorno do que melhorias, por exemplo. E, de qualquer modo, um mínimo de regulação e fiscalização há, ou então a maioria dos comerciantes não se disporia a pagar os altos alugueis nos centros e, em vez disso, abririam “pop-up stores” na calçada, de graça.

            Comparar os patinetes de aluguel com barraquinha de pastel escapa à real discussão que devemos ter.

          2. Só esclarecendo, citei uma barra de pastel no sentido de que seja o negócio que for, para estar na rua legalmente precisa de uma autorização e se mesmo algo pequeno como um pasteleiro precisa, por que uma empresa que espalha centenas de patinetes acha que ela não precisa? Ela se aproveita do seu poder econômico pra impor algo que sabe que precisa de regulação.

          3. É, nesse sentido acho que a comparação se sustenta, pois tem a ressalva fundamental que distingue as duas iniciativas: o poder econômico (consequentemente, de influência) que a startup de patinete tem e o cara da barraquinha, não.

        3. Sim, dois erros não fazem um acerto. E nessas entrou o Uber de gaiato mudando toda a mecânica de transportes.

          1. Grandes empresas usando pessoas pra pressionar políticas pra ganhar dinheiro

            Nada diferente no front…

        4. Com certeza é. A calçada é pública e não um espaço pra vc deixar um bem privado lá pra ser alugado assim sem mais nem menos atrapalhando tudo. As bikes do Itaú, por exemplo, ficam em estações na rua e não nas calçadas, e se for pra tirar espaço tem q ser o dos carros q já dominam quase tudo). Como não tem regulamentação, a turma moderninha tech faz o q da na veneta. E depois dá-lhe propaganda e gente defendendo com unhas e dentes esses novos ricaços….

          1. Diferente do Uber, que sempre fui contra; a questão dos patinetes e bicicletas sem limitações hoje vejo de alguma forma como mezzo positiva. A pior parte, obviamente, é a questão de uma falta de estação de armazenamento – algo que como dito, Itaú TemBici tem.

            Como falei, que eu me lembre vagamente, havia a intenção da Grow/Yellow de fazer parcerias com estabelecimentos para poder guardar os equipamentos. No entanto, parece que não foi muito pra frente.

            Noto um padrão também: ao menos onde passei em São Paulo (região da Berrini), ao menos uns 70/80% das bikes e patinetes não ficavam “fechando calçadas e ciclovias”. Ficavam geralmente em um ponto em comum, seja um ponto de ônibus ou estacionamento de automóveis desativado, por exemplo.

            Não quero aqui ficar defendendo novo rico. Assim como o Uber, se houver comprovação de má fé plena dos caras, minha opinião muda. Mas dado que com as limitações do Itaú, ainda vejo que deixar pelo menos um tempo para ver se vinga a ideia de “bike compartilhada livremente” é melhor do que não ter bike nenhuma e a galera voltar a reclamar do busão lotado.

        5. Acho que nessa situação, estamos misturando dois problemas em um: 1- o fato de uma empresa espalhar patinetes pela rua, em qualquer lugar público; e 2- haver (mais) pessoas andando de patinete pela rua.

          Eu entendo e concordo que no ponto 1, uma empresa espalhar patinetes pela rua indiscriminadamente é algo indevido, e é onde se aplica sua analogia da barraca de pasteis. No entanto, me parece que a galera aqui também concorda que o ponto 2 é uma coisa errada — ora, qual seria a diferença se essa empresa oferecesse os patinetes em lojas e quiosques?

          1. Toda diferença. Primeiro que não entupiria as calçadas, segundo que a adesão não seria tão abrupta — da noite para o dia, quase literalmente, apareceu um monte de gente andando de patinete, sem preparo, sem proteção, sem qualquer preparação.

            Patinetes me parecem um bom modal para distâncias curtas. No mínimo, melhor que carros. Mas há inúmeras maneiras de pegar uma boa ideia e destroçá-la na execução. É o que está acontecendo.

    8. Lembro de ter visto uma entrevista com o CEO ou whatever da Yellow se mostrando favorável a regulamentação, naquela época sobre capacete, limite de velocidade etc. Não sei se seguiram, nem sei a quantas anda isso, mas acho que não sou favorável ao recolhimento.

      Lembro do Burgos comentar sobre isso e apresentar várias soluções todas baseadas em software, vou ver se acho aqui

      1. Tá no Twitter do Pedro Burgos (@burgos) os comentários dele.

        E sim, lembro-me também que eram favoráveis a questão do capacete e limite de velocidade. Mas aí vai uma coisa de quem andou semana passada em um:
        – Diziam que a Yellow/Grin ia ofertar capacetes. O problema é a logísitica e custos para entrega-las. Andei com um na carreata que participei, e ficou uma conversa/desconversa no dia que senti que falta um consenso comunicativo dentro da equipe da empresa.
        – Limitar a velocidade é mais fácil, mas acho que as pessoas implicariam caso a velocidade fosse diminuída – a vantagem do patinete é realmente a questão da velocidade.

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