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Como funciona a segurança do iPhone que o FBI quer que a Apple quebre

iPhone 5c branco.

A Apple está envolvida numa grande polêmica nos EUA. A justiça do país solicitou à empresa o desbloqueio de um iPhone 5c usado por Syed Rizwan Farook, um dos dois atiradores do massacre de San Bernardino em dezembro de 2015, suspeitos de terem ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico. A Apple já se posicionou dizendo, em uma carta aberta assinada pelo CEO Tim Cook, que não cumprirá a ordem por entendê-la prejudicial aos interesses dos seus clientes. Como funcionam as proteções do iPhone que o FBI quer que sejam quebradas pela própria Apple? (mais…)

Não, as Smart TVs da Samsung não espionam suas conversas

Smart TVs da Samsung em exibição.

No começo de 2015 a Samsung descobriu o estrago que uma frase mal formulada pode causar. A política de privacidade das suas Smart TVs dizia (tradução livre):

Por favor, atente que se suas palavras faladas incluírem informações pessoais ou sensíveis, essas informações estarão entre os dados capturados e transmitidos para um terceiro através do uso de Reconhecimento de Voz.

A Internet descobriu e teorias começaram a surgir misturadas com doses (justificadas, eu diria) de revolta. Em pouquíssimo tempo alguém traçou o paralelo com 1984, o célebre romance distópico de George Orwells — e foi daí para pior. (mais…)

Quem são Kunlun e Qihoo 360, empresas chinesas que compraram o Opera

Logo do Opera com bandeira da China.

A Opera, empresa norueguesa que desenvolve há muito tempo um navegador web homônimo, recebeu uma oferta de compra de um consórcio de empresas chinesas no valor de US$ 1,2 bilhão. O acordo ainda depende da aprovação dos acionistas e de órgãos regulatórios, mas tudo indica que será fechado — o conselho, inclusive, “decidiu unanimemente pela recomendação” da aprovação. Ele diz muito sobre duas áreas da tecnologia em alta: navegadores web e China. (mais…)

6 atitudes para começar o ano de bem com a tecnologia

iPhone 6 Plus.

Atualizado em 1º/1/2026.

Você provavelmente dorme até mais tarde e come mais que o normal (além de ser feriado nacional), mas, fora isso, 1º de janeiro é um dia como qualquer outro. Para muita gente, porém, o novo ano chega carregado de simbolismos.

Acreditamos em recomeços. Por vezes, o ano novo funciona como uma nova chance de fazer diferente, de mudar hábitos e comportamentos, de melhorar. Pode ser um bom momento, pois, para repensar sua relação com a tecnologia.

Na correria do dia a dia, empurramos com a barriga e deixamos de lado pequenas ações que, quando realizadas, podem ter um impacto positivo enorme e duradouro na forma como gastamos o tempo interagindo com sistemas digitais. Além disso, o acúmulo de pequenos deslizes e exceções pode emperrar fluxos de trabalho que, com alguma manutenção, podem ser mais eficientes.

(mais…)

Extensão DirectLinks remove redirecionamentos de links do Google e Facebook

Uma das poucas chateações que tenho com o buscador do Google é a impossibilidade de copiar links “puros” dos resultados. O Google usa um JavaScript de redirecionamento, então é ele, e não o link de fato, que acaba copiado para a área de transferência. Se não entendeu nada, veja este vídeo. O Facebook também faz isso.

Além de dificultar a cópia do link, as duas empresas usam esse “pedágio” para registrar todos os nossos cliques, ou seja, é mais um artifício para conhecerem e assimilarem nossos hábitos de navegação.

A extensão DirectLinks remove esse JavaScript. A original é para Safari, mas fizeram uma versão para Chrome que funciona tão bem quanto.

Só que há um porém: ela surte efeito apenas no google.com; no google.com.br, não. Felizmente o código-fonte está disponível no GitHub, então não deve ser muito difícil alterar esse detalhe. Alguém se habilita?

Atualização (8/9, 10h30): O leitor Vinicius Kunst indicou a extensão GSanitizer, que faz a mesma coisa e funciona nas versões localizadas do Google, como google.com.br. Baixe-a aqui.

Via Daring Fireball.

O que eu perco (e ganho) trocando o Google pelo DuckDuckGo

Outdoor do DuckDuckGo.

O Google ainda é, de longe, o buscador mais usado no mundo. No Brasil, sua fatia do mercado passa dos 90%, e não é por acaso: é um serviço bom, que costuma entregar o que o usuário procura numa frequência bem satisfatória. Apesar disso, o Google não é o único e, por uma série de razões, resolvi experimentar o DuckDuckGo por uns tempos. (mais…)

Não, o Google não vai usar suas fotos salvas no Google Fotos para fazer propaganda

O novo Google Fotos é fantástico, mas suas fotos estarão seguras lá? O que diz os termos de uso da empresa?

Alguns sites (Loop Insight, The Register) alertam: leia os termos de uso antes de entregar suas fotos ao Google. Ambos citam um trecho que, segundo a interpretação dos seus autores, concedem poderes ao Google para, basicamente, se apropriar das imagens enviadas e usá-las da maneira que quiser, inclusive em propagandas do serviço. (mais…)

Como ocultar as notificações na tela de bloqueio do Android

Tela de bloqueio do Android 5.

O Android 5.0 “Lollipop” trouxe mudanças que são muito mais do que meramente estéticas. Se por um lado elas melhoraram e estenderam o rol de funções disponíveis no sistema do Google, por outro aumentaram o grau de complexidade. Um desses pontos que ficaram mais complicados é a nova tela de bloqueio do Android. (mais…)

Facebook e Serasa fecham parceria para segmentar anúncios por renda

Hilário Júnior, figura conhecida do meio das mídias sociais, soltou essa agora pouco no LinkedIn:

Essa é pra deixar muito defensor da privacidade dos dados de cabelo em pé: Facebook e Serasa estão em fins de fechar uma parceria onde, até o final do ano, a rede social vai ter acesso ao vasto banco de dados da empresa de cadastro financeiro, a partir daí nós (profissionais de social media) vamos conseguir segmentar por faixa salarial os anúncios através da plataforma de anúncios da rede de Menlo Park.

(mais…)

O que você prefere: privacidade ou comodidade?

Smartphones são incríveis e atingiram a maturidade faz algum tempo. Tanto que começamos a ver, em termos práticos, o surgimento de uma segunda fase, uma tentativa de Apple e Google de dar mais destaque a iOS e Android como fim em vez de servirem apenas de palco para apps de terceiros. Em meio a essa disputa, a privacidade do usuário desponta como um fator de diferenciação. (mais…)

Nova versão do Facebook Messenger deixa de monitorar continuamente a localização do usuário

Uma nova atualização do Messenger muda a maneira com que o app monitora e coleta a localização dos usuários. Até então o processo era contínuo, desde que tivesse essa permissão, característica que deu brecha à criação de um bizarro “Mapa do Maroto” por um estudante de ciência da computação de Harvard — e, provavelmente, uma dor de cabeça ao RP do Facebook.

Agora, a localização só é compartilhada se o usuário tocar no alfinete ou nos três pontinhos e selecioná-la (veja a imagem abaixo). Para quem usa o WhatsApp, é a mesma mecânica, mas com um diferencial extra: o alfinete/localização pode ser movido livremente, então se você estiver combinando uma saída com os amigos, pode indicar no mapa, de antemão, onde vocês se encontrarão.

Stan Chudnovsky, líder de produto do Messenger, disse ao TechCrunch que o novo recurso é “a fundação de tudo que está por vir” envolvendo localização, e que com ele, essa parte deixa de ser secundária nos planos da empresa. A atualização já está disponível para Android e iOS.

Passos para compartilhar a localização no Facebook Messenger.

Configure a extensão Ghostery para navegar na web com privacidade

Extensão Ghostery.

O acesso a um site se dá pela comunicação do cliente (você) com um servidor (onde está o site), que repassa via Internet os códigos, scripts e imagens que geram a página que você vê no navegador. Entre eles costumam vir mais coisas além do estritamente necessário para exibir o que foi solicitado. É nesse momento que a sua privacidade na web é comprometida.

Redes sociais, redes de publicidade, sistemas de estatísticas… um punhado de serviços são carregados junto com inúmeros sites através de scripts; vários deles geram cookies, minúsculos arquivos que guardam informações relacionadas a um domínio/site. Juntos, esses pequenos trechos de código e arquivos monitoram e devolvem aos seus criadores dados seus que, agregados, traçam um perfil bastante fiel dos seus gostos e hábitos. E, como efeito colateral, no processo eles ainda deixam os sites mais pesados.

A maioria usa essas informações anonimamente, com o único intuito de direcionar anúncios mais eficazes ou aperfeiçoar a experiência online. O que não é pouca coisa. Se te incomoda aquele monte de anúncios de sapatos que passa a aparecer depois que você fazer uma pesquisa por um modelo específico, a culpa é dessa estrutura que se criou na Internet. Como evitá-la? Não é fácil, mas extensões como a Ghostery criam uma boa barreira. (mais…)