O maior fator de diferenciação entre os modelos “simples” e Pro da linha iPhone 12 é a câmera. E foram tantas novidades que um guia, como este do Bruno Santana no MacMagazine, acaba sendo útil para entender quais recursos estão disponíveis em quais modelos. Embora tudo pareça muito impressionante, achei a narrativa técnica demais — muito “Pro”; até que ponto captar vídeo em Dolby Vision importa ao consumidor que gravará a maioria dos seus vídeos no Instagram, para ser visto em outros celulares carentes da tecnologia? E, salvo engano pela primeira vez desde o iPhone 8 Plus, de 2017, quem quiser a melhor câmera da Apple terá que recorrer ao modelo grandalhão — no caso, o iPhone 12 Pro Max.
Celulares
Consórcio gamer e leasing de iPhone: bancões tentam conquistar clientes com crédito para eletrônicos
Nunca foi exatamente barato adquirir eletrônicos de ponta, como um computador para jogos ou o celular topo de linha do momento. Nos últimos anos, porém, turbulências na economia e novas estratégias das fabricantes empurraram esses objetos de desejo para ainda mais longe da maioria de nós. Na última semana, coincidentemente, o Banco do Brasil e o Itaú apresentaram novos produtos que prometem diminuir esse distanciamento.
Como transformar seu celular em um “celular minimalista”
Um projeto muito comum nas plataformas de financiamento coletivo estrangeiras, como o Kickstarter, é o do “celular minimalista”. Você já deve ter visto algum na imprensa: eles são aparelhos elegantes, muitas vezes com tela monocromática, e não costumam fazer muito mais do que ligações e troca de mensagens.
Celulares sem carregador na caixa: bom para as fabricantes, bom para nós?
A esteira de rumores do futuro iPhone trouxe, esta semana, a possibilidade de a Apple não incluir mais na caixa o carregador de parede e fones de ouvido a partir da próxima versão. Só saberemos se este rumor procede em setembro ou outubro, quando o iPhone de 2020 deve ser anunciado. O que cabe, agora, é debater se chegou a hora de tornar esses acessórios, em especial o carregar de parede, opcionais.
Celulares Nokia voltam ao Brasil: Os celulares da pandemia
A HMD Global escolheu um domingo para voltar a vender celulares Nokia no Brasil. O Nokia 2.3, modelo de entrada com preço sugerido de R$ 900, não é o melhor que os finlandeses têm a oferecer, mas é o primeiro passo de um retorno que já seria difícil de qualquer maneira, e que ficou ainda mais em meio a uma pandemia.
O grande review definitivo de todos os celulares do mundo
Os reviews, ou análises de celulares são uma marca registrada das publicações especializadas em tecnologia. Essenciais, pois ajudam leitores a se decidirem na hora de comprar um desses aparelhos, e ainda assim… chatos? Quem escreve ou lê muitos reviews sabe: é um tipo de texto quase padronizado e, com o aperfeiçoamento dos celulares nos últimos anos, quase invariável — é mais difícil fazer um celular ruim do que o contrário.
Pensando nisso, o Manual do Usuário se voltou à… tecnologia (!) para resolver o problema de quem escreve e de quem usufrui dos reviews. Empregamos os algoritmos mais avançados na análise de milhares de reviews de celulares publicados na última década, combinados com análises aprofundadas do mercado — modelos à venda, marcas mais populares, médias de preço — a fim de criar esta ferramenta: o Gerador de Reviews de Todos os Celulares do Mundo.
Vida longa ao celular
Os ritmos da sociedade são muitos e, quando comparados, não raro se revelam descompassados. Seguíssemos à risca o da indústria de tecnologia, por exemplo, todo mundo estaria de celular novo a cada 12 meses. Ainda que a frequência de lançamentos do setor não tenha diminuído — pelo contrário, está acelerando em alguns casos, como o do Moto G —, parece que as pessoas estão passando mais tempo com seus aparelhos antes de sentirem a necessidade de trocá-los. Será só uma impressão equivocada ou esse movimento está mesmo ocorrendo?
O celular da Microsoft e a única pergunta possível — por quê?
Em julho de 2017, a Microsoft jogou a toalha no mercado de celulares. Foi o desfecho melancólico de uma longa história, que precedeu às de iPhone e Android, mas na qual a empresa jamais conseguiu qualquer fatia significativa da popularidade ou da receita que Apple, Google e Samsung ainda extraem da telefonia móvel. Só que aquele fim, sabemos agora, era temporário: nesta quarta-feira (2), a Microsoft voltou ao jogo com o Surface Duo, curioso celular dobrável com duas telas de 5,6 polegadas cada (e fixas; as telas em si não dobram) anunciado em um evento cheio de notebooks e tablets em Nova York.
Mesmo antes de abandonar o mercado de celulares, havia rumores de que a Microsoft trabalhava em um “Surface Phone”, um super celular que emprestaria o prestígio da marca dos computadores da casa, lançada em 2012, e que de alguma forma a colocaria de volta no jogo. Sempre pareceu um devaneio de entusiastas, mas para a incredulidade de muitos ele se materializou. Mas daí a colocar a tornar a Microsoft relevante em celulares são outros quinhentos.
Mi MIX Alpha, Galaxy Fold e o paradoxo do consumo de produtos de massa como fator de distinção
Olhe para o seu celular. Ele não é muito diferente do primeiro iPhone de 2007, o aparelho que inaugurou a era dos celulares modernos, ou smartphones. Ambos têm formato retangular, uma tela na frente, câmera atrás e no meio uma placa com alguns chips e uma bateria enorme.
A curva de inovação da indústria perfaz um “S”: começa lentamente, depois passa por um ciclo de desenvolvimento acelerado e, por fim, volta à lentidão. Na dos celulares, esse processo foi muito rápido, em velocidade condizente à sua popularidade inédita na história e aos saltos evolucionários gigantescos obtidos entre uma geração e outra. Em nenhum momento, porém, as mudanças atingiram aquele formato básico de “sanduíche de chips e bateria”. É raro, mas às vezes se acerta de primeira.
Sem Google, Huawei Mate 30 é a prova de que, em celulares, é o software que importa
A proibição do governo dos Estados Unidos de que as empresas do país façam negócio com a Huawei por uma suposta ameaça à segurança nacional causou o primeiro dano público à fabricante chinesa na manhã desta quinta-feira (19), durante a apresentação dos celulares Mate 30 e Mate 30 Pro em Munique, na Alemanha.
Richard Yu, chefe da divisão de consumo da Huawei, falou dos celulares e de alguns outros novos produtos da marca por cerca de duas horas. Na parte destinada ao tema Google e Android, Yu explicou rapidamente o impedimento imposto pelos EUA e apresentou a alternativa da casa aos serviços Google. É um tema evidentemente incômodo e que ameaça o desempenho comercial do Mate 30 fora da China.
Distinguindo celulares piratas e não homologados — e qual pode ser bloqueado pela Anatel
O brasileiro descobriu o celular chinês e viu que era bom.
É compreensível o fascínio que marcas como Xiaomi e Huawei despertam — principalmente quando a compra é feita em lojas virtuais chinesas, onde os celulares chegam a custar menos da metade de modelos equivalentes ou idênticos vendidos no varejo brasileiro. Essa diferença no preço final é absorvida pelas marcas que atuam formalmente por aqui — e que perdem vendas — e pela Receita Federal, que só em 2019 deve deixar de arrecadar R$ 2 bilhões devido a importações irregulares e contrabando, segundo reportagem d’O Globo.
A consultoria IDC estima que 2,7 milhões de celulares não homologados junto à Anatel serão vendidos no Brasil em 2019, um aumento de 233% em relação ao ano passado. Isso representa 6% dos 45 milhões de celulares que devem ser comercializados no país este ano.
Todos esses números refletem a reputação crescente dos celulares chineses. Ainda pouco conhecidos do grande público, eles vêm conquistando espaço na base do boca a boca e com um empurrãozinho da propaganda velada e incessante dos maiores youtubers de tecnologia do Brasil, consolidando-se como opções mais baratas e, em alguns casos, melhores que modelos manjados de iPhone, Galaxy e Moto G.
Como um Xiaomi qualquer pode custar a metade do preço que, por exemplo, a Samsung cobra em um Galaxy S10 com configurações similares?
Do Galaxy J aos novos Galaxy A: a evolução do smartphone intermediário da Samsung
Não é exagero dizer que a linha Galaxy J, da Samsung, é um grande sucesso da empresa sul-coreana. Em 2017, no Brasil, os incontáveis aparelhos da linha venderam 20 milhões de unidades, o que correspondeu a 42% dos smartphones vendidos no país. Os dados são da consultoria IDC. Apesar do bom desempenho, em 2019 a Samsung revitalizou a linha Galaxy A e lançou a Galaxy M, vendida exclusivamente via internet, a fim de substituir a Galaxy J. Diz o velho ditado que “em time que está ganhando, não se mexe”, mas o exemplo da Samsung mostra que se mexe no time sim se o placar estiver apertado do outro lado do mundo.
Com o mercado retraído, Positivo aumenta as vendas de celulares em quase 50%
Nunca foi tão difícil vender celulares. Após praticamente uma década de crescimento acelerado puxado pelos smartphones, a consultoria IDC registrou em 2018 uma queda de 4,1% no mercado global de celulares. No Brasil, o mergulho foi mais profundo, de 6,8%. Se de longe este cenário parece uniformemente ruim a todas as empresas, visto de perto algumas exceções se revelam.
No mundo, as chinesas estão conseguindo replicar o sucesso fácil conquistado dentro de casa em praticamente todos os demais países com exceção dos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a Positivo registrou um crescimento vertiginoso nas vendas de celulares neste início de ano: 48,7% em relação ao mesmo período de 2018, desempenho equiparável ao da Huawei1. Como isto foi possível?
Moto G7 Play: o mais barato finalmente está bom o bastante
No início, era apenas um Moto G. O consumidor encontrava nas prateleiras algumas variações do modelo original, mas com diferenças circunstanciais — fora a memória principal, suporte a um ou dois chips e acessórios, era o mesmo Moto G. Quase sete anos depois, a família campeã de vendas da Motorola se desdobrou em quatro aparelhos que se diferem muito entre eles — nos “sobrenomes”, nos componentes e no visual. Curiosamente, talvez esta geração tenha o modelo de entrada, aquele baratinho, mais interessante de todos.
Youtubers brasileiros recomendam celulares chineses irregulares e sem garantias legais ao consumidor
Nunca tivemos tantos produtos à disposição no mercado, a maioria deles ao alcance de alguns cliques via internet. A farta disponibilidade desnorteia qualquer um, por isso publicações especializadas como blogs e canais de YouTube com análises/reviews despontaram graças à promessa de auxiliar o consumidor na tomada de decisões. Mas quem recorre ao YouTube brasileiro para se informar sobre modelos e preços de celulares pode acabar com uma tremenda dor de cabeça. Recomendações de aparelhos chineses não homologados no Brasil e vendidos por lojas sem presença oficial aqui dominam alguns dos canais de tecnologia mais populares do serviço, representando um risco que é raramente informado ao consumidor.
