A Last.fm é um site musical que já teve várias funções ao longo dos seus 13 anos (!) de história. A única persistente e o motivo pelo qual muitos ainda usam o serviço é o “scrobbling,” o monitoramento que ela faz dos seus players de música. Com base nisso o sistema indica novos artistas e cria rankings do que você ouve. Como é uma rede social também, fica fácil comparar seus hábitos com os dos amiguinhos e, dizem (nunca aconteceu comigo), até fazer amizades a partir de gostos mútuos.
Sim, são coisas que atualmente qualquer Spotify ou Rdio da vida fazem, mas há uns dez anos, a Last.fm era única. Tenho comigo que é o seu “acervo histórico” misturado com uma afeição bem específica por parte dos usuários o que mantém o site no ar. Tipo aquela foto que um dia cai na sua área de trabalho, você não sabe para que vai usar, mas é tão boa e/ou significativa e única que não vai nem para a lixeira, nem para o abismo das outras milhares de fotos guardadas em pastas mais profundas. Tenho conta lá há nove anos e mais de 82 mil scrobbles; é muita coisa!
Para quem temia pelo seu futuro, afinal o site não era atualizado desde 2008, uma nova versão, ainda em beta, foi revelada. A maioria das novidades são estéticas: página inicial, player (que, e eu não sabia disso, se conecta ao Spotify1), perfil e as páginas dos artistas estão todas de cara nova. E ficaram bonitas, viu. (mais…)