Ontem as primeiras unidades do Oculus Rift foram entregues aos clientes que fizeram a pré-compra. No futuro, a data poderá ser vista em retrospecto como o início da revolução da realidade virtual, evento que muitos aguardam há décadas, desde o “Ultimate Display” de Ivan Sutherland, e que, agora, 50 anos depois, tem as melhores chances de finalmente se concretizar.
Tecnicamente a solução parece estar madura, pronta para brilhar. O Rift, após anos em desenvolvimento, ganhou elogios entusiasmados da maioria dos sites que receberam unidades de testes. Um ou outro reclamou da falta dos controles especiais que só chegam no fim do ano, dos efeitos que podem causar à saúde — leves desconfortos na cabeça e a tradicional sensação de náusea — e, talvez o único ponto unânime, o alto custo para usufruir do equipamento. De qualquer forma, essas críticas foram mínimas se comparadas aos comentários positivos feitos aos jogos e aplicações já disponíveis e aos prognósticos de que isso será grande. Para uma primeira versão de produto em um segmento incipiente, a recepção tem sido muito boa. (mais…)