O escritório em casa do editor voluntário do OpenStreetMap Gustavo Soares

Monitor grande com um teclado, mouse e boneco do Mario à frente; atrás dela, um computador com personagem da Hora de Aventura em cima. À direita, iPad com a tela ligada e uma impressora preta ao fundo.

Durante a pandemia de COVID-19, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Gustavo.


Olá! Me chamo Gustavo Soares e sou editor voluntário pelo OpenStreetMap (OSM). Na pandemia, fui forçado a ficar mais em casa e com sonho antigo de montar minha própria máquina, fui comprando as peças durante a quarentena. No início, a ideia era para estudar no EAD, mas acabei desviando para minha verdadeira paixão, que é o OSM, e há cerca de três meses venho me dedicando exclusivamente a melhorar o mapa.

Mostrarei os itens da mesa por ordem cronológica:

  • iPad (6ª geração). É um dispositivo quebra-galho, que acaba servido para tudo no meu dia a dia.
  • Impressora HP Ink tank Wireless 416. Comprei ela porque na época estava fazendo alguns trabalhos de campo, então precisava imprimir os mapas. Hoje ela me serve para imprimir boletos. É uma impressora que eu recomendaria, principalmente para quem usa Apple ou Linux, já que o Android não tem tanto suporte a impressoras Wi-Fi.
  • PC. Meu objetivo era ter uma máquina para usar por anos. Ainda preciso fazer alguns ajustes, como uma placa de vídeo mais forte. A configuração é um processador Ryzen 5 1600 AF, placa-mãe Asus B450 Prime, placa de vídeo Radeon R5 220, 8 GB de memória HyperX, fonte PCyes Electro V2 de 400W e SSD Kingston de 240 GB. Uso o sistema ElementaryOS 5.1.7.
Detalhe do interior do computador do Gustavo, com um cooler com luz amarela na parte de trás.
Foto: Arquivo pessoal.
  • Monitor Lenovo ThinkVision 21″. Era um dos poucos modelos com pouca borda e tamanho e preço legais na época. Talvez compre outro para usar duas telas.
  • Periféricos Multilaser. Já com o orçamento apertado, tive a honra de pegar duas promoções, então o teclado e o mouse juntos saíram entorno de R$ 30. Antes, usava um mouse sem fio da Microsoft, mas acabou quebrando o botão direito.

A quem quiser conhecer mais do meu trabalho:

Mesa de trabalho do Gustavo, com uma mesa branca onde ficam o computador, tablet e impressora, e duas prateleiras acima.
Foto: Arquivo pessoal.

14 comentários

  1. Acho que só contribuí três vezes na vida com o OSM – geralmente para atualizar alguma informação mal posta onde resido.

    Mas tenho que agradecer pelo esforço – é o mínimo para quem como eu usa eventualmente os serviços do OSM.

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  2. “…já que o Android não tem tanto suporte a impressoras Wi-Fi.”
    PrinterShare. Uso esse aplicativo com minha Epson sem problemas. A base de drivers dele é enorme e, mesmo que não tenha o modelo exato, se tiver um da mesma família, dá pra usar sem problemas.

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    1. O problema do Android é precisar de um aplicativo terceiro para impressão. E no caso de impressoras térmicas de bobina, nem se acha direito (Bematech que o diga). Ou acha, mas tem que pagar algo que não compensa (Se formatar o celular, perde o driver)

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      1. eu to usando linux e acha automaticamente minha impressora a mesma coisa acontece no IOS q usam o CUPS para isso oq aconteceu no Android foi q a Google quis criar uma dependência desnecessária com CloudPrint q já foi até desativado, então no android tem um atrito desnecessário

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        1. Eu tenho uma 416, no Android recente você precisa de…nada. Ela funciona via IPP/IPPS também (é a base do AirPrint), e o suporte nativo do Android funciona perfeitamente. Ou você pode instalar o plugin de impressão da HP.

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          1. como normalmente vou imprimir de outro celular q n seja meu é mais desatualizado é meio q na sorte, tem celular q só imprimi pelo Gdrive e tem outros q tem q baixar o App da HP então é meio complicado

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  3. caraca, que legal o seu trabalho!!!

    tentei usar algumas vezes o OSM, mas nunca tinha a numeração das ruas, o que ficava inviável pro meu uso, daí acabei voltando do Gmaps

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    1. É que no caso do Brasil não há um banco de dados com endereços para importar para o OSM o máximo que temos é quando a prefeitura disponibiliza ou os dados do IBGE do CNEFE, agora uma recomendação que eu faço é usar o Qwant Maps q usa o OSM+OpenAdress e alem de ter uma pesquisa melhor…

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      1. Obrigado pela dica. Uso bastante o OSM e dou preferência a ele. Caso esteja com dificuldades de encontrar o endereço (depois de algumas boas tentativas) eu troco para outro (google maps…). Vou ver o Qwant maps.

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        1. q bom q gostou o QwantMaps o problema dele é q só tem o webapp

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      2. Tenha em mente que o OpenStreetMap não é um agregador de bases de dados. Seguindo algumas regras bases de dados lícitas podem ser importadas sim, mas a ideia é ser uma construção coletiva independente de dados obtidos em campo. É uma empreitada coletiva de longo prazo.
        Então, não espere existir bases de dados de endereços compatíveis com a licença do OSM, vai adicionando numerações nos locais em que tu frequenta. Muitas pessoas fazendo isso ao longo do tempo teremos um OSM mais recheado de dados de endereço.

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        1. Claro, por isso falei q no caso de prefeituras disponibilizam como dados abertos e já tive o prazer de fazer pesquisa de campo requer um pouco de esforço, na minha opinião o que deveríamos fazer era cobrar mais dados abertos por parte do poder publico

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          1. Bom dia.

            Parabéns pelo setup.

            Uma coisa me deixa chocado no setup do pessoal. Ninguém usa nobreak? Seu trabalho não exige uma contigência energética? :-)

            Fique bem.

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