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Post livre #249

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

Atenção! Para assuntos relacionados à Black Friday, por favor comente neste outro post.

72 comentários

  1. Qual a melhor forma de atualizar de forma rápida e fácil todos os drivers do PC? Já testei alguns programas como o Driver Booster, mas a limitação da versão free é meio chatinha.

    1. Primeiro – eu posso estar falando besteira, mas se há algo que é NADA CONFIÁVEL é algo como o Driver Booster ou o DriverPack (o Russo).

      Explico.

      Atualização de driver requer geralmente que os drivers sejam compatíveis com o sistema. Se não há compatibilidade, o que precisará do driver será inútil no sistema instalado.

      Geralmente o Windows 10 tem um leque de drivers bem amplo – até uns 15 anos de idade o hardware, geralmente tem compatibilidade. Isso falando de produtos que tiveram boas vendas nos Estados Unidos e Europa.

      Coisas chinesas (como placas de captura e webcams) já são mais problemáticos para achar drivers compatíveis. Muitas vezes são produzidos drivers alternativos, que não tem certificação do windows, nisso tirando uma camada de segurança.

      No caso, o DriverPacks (Russo) e o SnappyDrivers consegue alguma versão alternativa que possibilita a instalação, mas muitas vezes pede a questão de tirar a camada de segurança, dado que o driver não tem certificação.

      DriverBooster, diga-se de passagem, acaba sendo um engodo – diz que instala, mas não instala um driver, mas sim bloatware (anúncios e programas espiões).

      O Windows 10 tem realmente um bom suporte para drivers. Inclusive para atualização dos mesmos. Confie nele, se usa original.


      Segundo: drivers só são atualizados se há necessidade de preencher uma falha de segurança ou corrigir algum bug ou falha de hardware. Isso é mais comum em placas de vídeo. Então puxe apenas dos sites oficiais SE e CASO necessário. Nunca de aplicativos que prometem algo que não vão cumprir.

      Há atualizações que causam bugs também. Então o ideal é sempre estar de olho nas notícias em sites de tech que cobrem sobre hardware para saber se há algum problema em atualização.
      —-
      Se costuma trabalhar com instalações de sistema, você pode optar por pegar o Snappy Driver Origin, que auxilia nisso é um pouco mais confiável. De preferência este do link, já que não tem anúncios ou bloatware.

      Dica de ouro: se usa HD portátil, pode puxa-lo para um, puxar TODOS os pacotes de driver e deixa-lo salvo para futuras instalações ;)

      ou puxar também do site Driver Packs, que começou com isso. Ele não tem instalador próprio, apenas o pacote de drivers (para windows 7).

  2. como desligo o LED do ventoinha em meu gabinete? não tem botão para desligar. como faço com segurança? esse led de ventoinha não me deixa dormir. meu pc fica em meu quarto.
    cara, o idiota de técnico botou isso achando que seria legal…tsc quais são sugestões que devo fazer?

    1. Tire o PC da tomada.

      Abra o gabinete, e desligue a alimentação do led.

    2. Uma situação complicada, o mais indicado é realmente tirar da tomada, mas se quiser desligar os leds e o painel de controle do gabinete não permite, acredito que o mais indicado seria levar para um técnico para, ou adicionar um botão de liga/desliga ou simplesmente remover os cabos de energia dos leds (de forma segura e que seja possível soldar novamente no painel de controle do gabinete).

    3. Já te responderam algumas opções.
      Acho que uma terceira opção é trocar as ventoinhas Led por ventoinhas “normais”. Vende as de led e já compensa.

  3. Vou deixar uma recomendação de leitura aqui: Algoritarismos.

    É uma série de artigos que relacionam diversos temas com a nossa “realidade virtual”. Indico principalmente o artigo “Blur” do professor Moises Pinto Neto e o artigo “Sistemas algorítmicos, subordinação e colonialismo de dados” do Sérgio Amadeu.

    Download free: http://www.em-rede.com/site/vale-a-leitura/algoritarismos

  4. Estava pensando em comprar um Galaxy Watch Active, não só por ser um relógio inteligente mas também, por acreditar ter mais privacidade que um Amazfit por exemplo, mas qual a opinião de vocês quanto a isso? Existe uma alternativa a plataforma da Xiaomi para apresentar os dados do relógio? (queria o Amazfit Neo)

    1. Que atue no Brasil, acho que não. Lá fora tem a Withings, que voltou a ser independente e faz uns relógios muito bonitos, meio híbridos (têm mostradores analógicos, mas “cérebro” smart).

      Esse Amazfit Neo é aquele que parece um Casio dos anos 1980? Eu quase comprei um daqueles Casio dos anos 1980, mas aí desencanei, rs.

      1. Pelo visto, não são só o watchs da Apple que são caros rs esses da Withings não são tão diferentes e realmente, mesmo em site chinês é complicado achar.

        Já sobre o Amazfit Neo, realmente, ele é bem “ano 1980”, gostei dele principalmente por ser bem em conta (certa de R$200 lá fora), mas o que me incomoda é ser uma subsidiaria da Xiaomi.

        1. Eu ainda uso um Cassio com calculadora, WR alguma coisa. Que preconceito é esse? Haha.

          Você não vai ter mais privacidade com um produto da Samsung do que com um produto da Xiaomi, isso é balela. Apesar da empresa ser Chinesa e existir todo o medo com privacidade relacionado ao país no momento, a Samsung não é flor que se cheire, e os produtos dela consomem e agregam dados da mesma forma ou pior do que da Xiaomi.

          Eu consigo controlar e usar um relógio Amazfit sem a Xiaomi saber usando aplicativos open source encontrados no F-Droid (Gadgetbridge) (e fiz isso quando usava o Amazfit Bip). O mesmo pode ser dito sobre esse relógio da Samsung?

          1. Hahaha jamais, eu quase comprei um CASIO F91W modificado no N-O-D-E.shop, mas por conta da alta do dólar, desanimou um pouco.

            Sobre a Samsung, eu realmente não a considero como “santinha”, mas tinha a impressão de ser mais coerente no que se refere a essa coleta de informações comparado a outras empresas. E sobre uma alternativa ao app oficial do Watch da Samsung, eu realmente não sei, segunda a lista de compatibilidade do app que você citou, não tem e acredito que será meio problemático surgir um já que o SO é proprietário.

          2. Não, é tudo farinha do mesmo saco, o negócio é escolher uma que te dê liberdade de escapar dela.

            A Xiaomi e a comunidade de desenvolvedores usando aparelhos dela te dá essa oportunidade, a Samsung, pelo menos com os aparelhos lançados no Brasil (Exynos geralmente não tem custom ROM), não.

          3. @James vou procurar melhor uma alternativa. E sobre as opções da Xiaomi, vou ver uma que possa me atender ou simplesmente não comprar, não é algo essencial pra mim.

            @will qual “smartwatch” você esta usando?

        2. Caro é o Patek Philip do Edson Fachin por R$60 mil.

          1. hahahahah devia ser proibido esse comentário rs.

            Mas, brincadeiras aparte, o mercado de “luxo” é bem visível, eu conheço alguns pais de amigos e tenho um tio que tem relógios mecânicos de 8 a 12 mil (relógios “simples”, sem muito charme, mas por ser da marca X e durar 200 anos eles custam uma moto/carro).

      2. Falando em relógios, vocês costumam usar?

        Eu gosto bastante de usar algo no pulso e já usei de tudo, passei pelas famosas mi band (tive a 3), Casio gshock, um relógio mecânico da Orient e alguns baratinhos no meio desse caminho. Admito que, por vezes, ter um celular no bolso que mostra a hora me desencanou um pouco disso, mas ao mesmo tempo um relógio é uma elegância a mais e te faz tirar o celular menos do bolso (o que chega até a ser mais produtivo).
        Além disso, acho relógios mecânicos muito bacanas! Não precisa recarregar (ele se “carrega” com o movimento do seu pulso) e eu acho muito bacana a ideia de ter um dispositivo que mede as horas e funciona por princípios puramente mecânicos.

        Sobre esses relógios smart, admito que não me parecem tão “produtivos”. Quando tive a mi band não usava as notificações na mesma por quebrar muito a minha concentração e ser muito inconveniente, mas admito que as medições de saúde e exercícios físicos ajudavam bastante!

        1. Então, atualmente eu não uso nada, mas eu gostaria de ter algo no pulso, poder ouvir musica enquanto eu caminho em precisar do celular, tentar habilitar um mínimo de aviso (tipo, levantar, beber agua etc..) para tentar melhorar alguns hábitos. Já usei um Mi Band 2, mas ela é bem limitada e ai acabei dando para meu irmão que acabou perdendo o carregador.

          1. Você viu que o galaxy watch active tá saindo a 600 mangos? Acho que pode ser uma boa pra isso…

          2. @ytrewqbvcxz, consegui por 699 mas ainda não paguei o boleto, onde vc viu por 600?

        2. Eu gosto bastante de relógios, gosto herdado do meu pai.

          Não tenho nenhum smart porque eu acho todos horrivelmente feios. Tenho um Tissot electromagnetique dos anos 50 herdado do meu avô, um Technos Skydiver e um Citizen Promaster, ambos dos anos 90 e herdados do meu pai. Do que eu mesmo comprei, eu tenho um Timex Ironman antigo (modelo 2009).

      3. caramba, que relógio bonito.
        Eu tenho um Pebble – smartwatch independente de 2012 que foi descontinuado, após a empresa ser comprada.
        Então comprei um Galaxy Active (usado). Serve pra monitorar sono, batimentos cardíacos e ainda mostra a hora. ;-D

    2. Tenho o Galaxy Watch Active 2. É um excelente smartwatch, te afirmo.

      Não me preocupo com a privacidade, nesse caso.

      1. Eu voltei a usar relógios por volta de 2016 após começar a correr.
        Iniciei com um da Tomtom e agora estou com um Polar Vantage M. Ambos são excelentes para o monitoramento de atividades físicas porém devem no quesito “smartwatch”.

        Estou olhando faz um bom tempo um relógio mais “inteligente”, porém nenhum modelo ainda consegue ser tão bom quanto um Polar ou Garmin.

  5. alguém conhece algum lugar no brasil para comprar aquele raspberry pi 400 montado dentro de um teclado? (este aqui: https://www.raspberrypi.org/products/raspberry-pi-400/?resellerType=home)

    há tempos que fico preocupado em ter uma opção ágil para substituir o velho macbook de 2014 para o caso de precisar levá-lo para manutenção (e obviamente comprar um outro macbook como estepe está completamente fora de cogitação)

    não me atrevo a comprar esses raspberries soltos por total medo de mexer nessas plaquinhas de circuitos (e confesso que adorei essa solução de embutir o computador inteiro no teclado, ainda que não tenha nada de original)

    1. Pelo anúncio oficial, ele só deve chegar a “outros mercados” no início de 2021.

      Olha, não vou dizer com 100% de certeza porque o meu, doado, já veio dentro de um case, mas não parece ser nada complexo colocar a plaquinha lá dentro.

      Achei adorável o Raspberry Pi 400, mas não compraria. Se o teclado quebra, meio que inutiliza o computador, não?

      1. Parece bem simples, acho que funcionaria tranquilamente com outro teclado/mouse se for o caso: https://youtu.be/h7Qv_Q1RV3k?t=320

        E, da minha experiência, teclados simples são bem confiáveis no geral. Que eu me lembre, só os teclados borboletas da Apple que tem alta probabilidade de problemas. Não sei se seria motivos de se preocupar a mais do que, sei lá, a HDMI parar de funcionar.

      2. de fato, seria patético ligar um teclado novo no teclado defeituoso para fazer o computador funcionar, considerando que a plaquinha continue funcionando

    2. Se tu já montou computador, o princípio é o mesmo. E olha que eu nunca mexi com Rasp (sem condições agora). Mas pelo que vejo em tutorais e tal – e são vários que existem por aí -, basta apenas saber as conexões e pronto.

      E já existe gente que vende o rasp já montado na caixa (muitas vezes galera que vende com emuladores). Tu só coloca o teclado, mouse e cartão SD e voilá!

      (Gosto de ver o canal ETA Prime para ver alguns tutoriais simples de Rasp, além de comparativos e outros tipos similares. Tem o Michael MJD também com dicas legais, e claro, os brasileiros.)

      1. Diria até que é mais simples! O raspberry, diferente dos computadores convencionais, é feito para você “manipular”.
        É muito bacana a experiência de gravar o sistema operacional, montar a placa na caixa, fazer um boot… Recomendo muito fazer com filho/sobrinho para eles aprenderem também!

      2. não tem aquela coisa de tomar cuidado com a eletricidade estática ao lidar com essas plaquinhas?

        1. Isso é com QUALQUER ELETRÔNICO. E tem uma regra simples: basta tocar em algo metálico ANTES de mexer com alguma peça sensível.

        2. É relativamente difícil queimar uma placa assim. E considerando que você provavelmente só irá mexer nela diretamente uma vez, para inseri-la na case, seria muito azar perdê-la dessa maneira 😄

          1. Acho que a preocupação do Gabriel é válida pois já me relataram casos de perda de peças por eletricidade estática. É como digo: se tem dúvida, antes de tocar em algo metálico de eletrônico, tocar em algo metálico na casa – tipo porta, janela ou algo aterrado – para aí sim mexer no eletrônico.

  6. queria agradecer ao @ligeiro pela indicação de Sakamoto Days, adorei o primeiro capítulo!

    engraçado que quando fui adicionar ao monitoramento no meu aplicativo de mangás, ele ainda não tinha, de tão recente que é, rs

    1. Obrigado! Se o Ghedin permitir, de vez em quando vou tentar trazer recomendações de mangá ou outra coisa que eu esteja acompanhando para estas bandas.

      Para quem não pegou, “Sakamoto Days” conta a história de um ex-assassino que vira comerciante de bairro, e o ex-parceiro de crime tenta recrutar o mesmo para voltar ao submundo, mas no final acaba indo trabalhar com o comerciante. :)

      Aproveito para novamente também recomendar Spy X Family, que conta a história de um espião que precisa formar uma família para investigar um poderoso político; mas nesta forjada família, todos tem seus segredos, e só a filha sabe de tudo.

      1. esse spy x family está na minha lista tem um tempo,mas ainda não parei para ler

        1. Se curtiu Sakamoto Days, aposto que vai curtir ainda mais Spy X Family

          (Uma das personagens principais de S x F tem a mesma habilidade do coadjuvante do Sakamoto, diga-se de passagem. E a outra personagem surpreende toda hora que ela vira o centro do episódio.)

      2. Cara, já é a segunda vez que vejo uma recomendação positiva de Spy X Family haha, a primeira veio de um leitor de Love is War (conhece, Ligeiro?). Vou olhar ó, tenho nada a perder.

        1. Kaguya-sama, né? Já ouvi falar e já vi até comparação de fãs entre as duas séries. Só porque falou, tou cogitando.
          E recomendo demais Spy X Family pois ele é tipo a série que iam fazer do Sr. & Sra. Smith. Com o plus de tem uma criança que lê mentes e um cachorro que vê o futuro. (este último era meu avatar aqui, mas é só do Twitter agora).

          1. Isso! Recomendo demais, tu não faz ideia. Resumindo, o presidente do grêmio escolar é apaixonado pela vice-presidente, e a vice por ele, mas nenhum admite que gosta do outro, e um tenta fazer o outro se confessar. A trama parece aquele romance escolar clichê, mas os personagens quebram quase todas as expectativas, e a comédia é genial!
            Acho que se eu falar mais, vou passar spoiler rs. Já tem anime, muito bem feito, com duas temporadas completas, mas o mangá tem a vantagem de estar bem à frente.

        2. Dá um spoiler aí de Love is War pra eu sentir a história, a sinopse que vi me fez achar que ia ser cínico demais pra mim (parecia o filme Segundas Intenções).

          1. Ele falou aqui: https://manualdousuario.net/post-livre-249/#comment-95410

            Se eu me empolgar, lerei esta semana. Tou na expectativa do 2º capítulo do Sakamoto Days, e dos últimos de Spy X Family e Mashle.

            Em tempos: além destes, tenho acompanhado:
            – Dragon Ball Super (que até que peguei gosto de alguma forma)
            – Great Teacher Onizuka – Paradise Lost (a história de um ex-lider de gangue que virou professor e que ajuda os alunos e amigos de uma forma muito pragmática)
            – My Hero Academia
            – My Hero Academia – Illegals
            – One Punch Man (que preciso rever pois teve muita coisa refeita nos últimos tempos)
            – High Score Girl – Dash (a história de uma gamer que vira professora)

            Preciso tomar vergonha na cara e criar perfil em alguma comunidade para ver meu histórico de leitura.

      1. eu uso o aplicativo tachiyomi e ele sincroniza com vários sites como: MyAnimeList, AnyList, Kitsu, Shikimori e Bangumi

        antes eu usava o MyAnimeList, mas ele não tem manhwa, então mudei pro Kitsu que tem.

  7. Aos que têm se preocupado com questões de privacidade e, de quebra, também têm começado a reavaliar quais empresas apoiam com seu suado dinheirinho, uma dúvida: como vocês lidam, por exemplo, com o fato de ter um Kindle? Nos últimos anos eu passei a priorizar os e-books, mas vira e mexe me sinto culpado por apoiar as práticas de empresas como a Amazon. Ao mesmo tempo, e apesar de gostar de comprar na livraria do bairro, eu tenho sido muito mais seletivo com os livros físicos que compro, preferindo passar toda aquisição adiante assim que termino a leitura. Ainda não encontrei um equilíbrio nessa relação de consumo e achei que seria interessante ler outros depoimentos. :)

    1. Não tendo um Kindle.

      Sei que é drástico, mas é que é muito difícil fazer uso do Kindle sem depender da/pagar à Amazon. No meu caso, que não leio tanto livro e sempre leio em casa, é tranquilo comprá-los ou arranjá-los (empréstimo, por exemplo) em papel.

      1. Você tem razão, não existe meio termo nessa situação. É drástico, mas é o certo.

    2. Infelizmente nacionalmente só dá para comprar o kindle como e-reader, isso é triste. Se conseguir de fora o Kobo é uma boa alternativa popular mas existe uma infinitude de ótimos produtos.

      Se mesmo assim pretende comprar um kindle ou já possui e quer mais privacidade tem como, apesar de um pouco mais trabalhoso (pelo menos do que vi até agora).

      Primeiro passo é nunca usar o wifi ou qualquer conexão com a internet que o Kindle forneça! A Amazon vê o que você está lendo e pode até decidir retirar um livro do seu aparelho por qualquer motivo que achem “justo”. Pensa que pelo menos sua bateria vai durar mais.

      Segundo é instalar o Calibre (melhor gerenciador de ebooks e ainda é de código aberto e tem em tudo que é sistema operacional popular!). Por lá você transfere e gerencia livros pra seu kindle ; converte epub, pdf (esse mais ou menos, e-readers não foram feitos pra ler esse formato) e outras extensões de livros; classifica livros, e se quiser até baixa notícias pra ler no kindle.

      Eu comprei nessa semana pois é a maneira mais barata de ler livros de em inglês ou outros idiomas. Infelizmente os livros físicos em inglês do meu interesse, na maioria das vezes, são apenas vendidos pela Amazon BR e não possuem tradução pra português.

    3. É possível fugir do kindle e do ecossistema de livros da amazon mas você não vai ter a mesma praticidade e preços. Existe uma espécie de cooperativa de editoras européias que oferecem suporte para modelos alternativos como os da Tolino e da Bookeen. Tenho um Tolino e ele é basicamente um kindle voyage. Quando você liga o dispositivo pela primeira vez pode escolher uma dentre várias livrarias para fazer suas compras, infelizmente são todas da europa e a oferta de livros em pt-br é mínima.

      1. Curiosidade – a Bookeen é a mesma que faz o Cyberbook, a base para o finado Saraiva Lev.

        Uma coisa: eu sei que o Kobo permite firmware alternativa e existe um “jailbreak” para os Bookeen / Lev. Não tem mesmo uma firmware alternativa para os Kindle?

        1. Já procurei, e tem, mas são para versões mais antigas do Kindle. Eu tinha um Kindle básico touch, e não achei nenhuma cfw pra ele.
          Atualmente tô com um Paperwhite, comprei do meu irmão que vendeu por falta de uso. É bem legal, mas é aquela coisa, não lê epub (vai entender).

      2. Eu nunca tinha visto esse Tolino. Adorei! O preço é mais ou menos igual ao do Kindle ou consegue ser mais competitivo? Seria uma boa se alguma livraria ou editoras se juntassem num projeto parecido no Brasil. Mas é beeem difícil disso acontecer.

    4. A maioria dos meus livros são de papel e comprados em sebos, os poucos livros digitais que eu adquiro são do Apple Books.

      Eu não compro coisas na Amazon e gostaria muito que o Lev da Saraiva tivesse força pra concorrer com o Kindle.

      1. O Lev é baseado no Cyberbook da Bookeen. Dado que hoje a Saraiva já não tem mais força de mercado, parece que o Lev já saiu de cena e nem tem mais suporte.

    5. Tenho um Nova Pro da Onyx Boox, que é uma marca chinesa que lança todo ano uns 2 ou 3 modelos de ereader. Já tive Kindle e Kobo, e a Nova Pro é de longe que o oferece melhor suporte para leitura em PDF (que era uma necessidade pra mim, por causa de textos acadêmicos). Eu comprei quando morava na Europa, e não sei como funciona para importar do Brasil. Mas recomendo bastante se você conseguir alguém que traga de fora. Os leitores da Onyx vêm com o Android instalado, então você pode instalar o aplicativo do Kindle ou outros, e comprar de diversas livrarias que tenham aplicativo para Android.

      1. Eu também tenho um Nova Pro, mas tô pensando em vender. Se alguém tiver interesse é só me falar!

      2. Muito legal a Onyx, estava olhando o site e eles entregam no mundo todo aparentemente

    6. Tenho Kindle pela tecnologia do e-book. Mas o site LeLivros é seu amigo.
      Poderia usar qualquer um leitor de ebook, mas é mais facil adaptar ferramentas quando você usa o “bombril” do setor.

    7. Larguei de mão tudo da Amazon.

      Troquei meus livros físicos (eram muitos, uns 3000) por ebooks, e achei mais interessante usar um tablet genérico da Multilaser do que um Kindle. Agora, 4 anos depois, o tablet Multilaser tá bem defasado (já não era topo de linha quando comprei), comprei um Samsung com uma tela top. Não toco no Kindle desde 2015, acho. O aplicativo Calibre faz mágica na hora de formatar os ebooks pra movimentar entre apps e dispositivos, mas é chatoso de usar. Depois de pegar os macetes, você pode usá-lo para por e tirar livros do Kindle.

      Usa um filtro de bluelight ou opacidade (essencialmente, ele emula o padrão de cor da luz solar) num tablet qualquer que a bateria passa a durar mais e a leitura é tão confortável quanto em um Kindle.

      Ainda tenho muitos livros físicos, mas em geral são livros que estou consultando constantemente ou livros com algum valor artístico diferenciado (fanzines, lvrios com formatos únicos, com grandes ilustrações, etc). Sempre dou preferência a comprar no bairro ou direto com o autor, e sempre ganho algum extra por isso. Não encomendo na Amazon ou afiliadas (apesar de já ter tido uma biblioteca técnica montada na ABE Books).

      1. Filtro de opacidade? Faz a bateria durar mais?
        ISSO MUITO ME INTERESSA *_*

        1. Um bom app de leitura deve ter um filtro de opacidade que simula luz solar. No tablet eu uso o Moon+ Reader Pro, pois tenho uma licença dele já faz quase uma década. Já me informaram várias vezes que tem app open source melhor que ele, mas sou cachorro velho.

          No Windows, eu uso o f.lux (https://justgetflux.com/) para obter o mesmo efeito. No Linux ainda não descobri como fazer, o f.lux não funciona bem.

          Em inglês, diversas pesquisas sobre conforto usando filtro de opacidade, eles melhoram até teu sono no fim do dia: https://justgetflux.com/research.html

          1. Obrigado.

            É que eu queria achar algum app ou função para o Android para regular a luz de forma que tenha algum contraste com pouco “backlight” – geralmente deixo a luz do celular quase no zero pois se deixo no médio ou alto, de 6h (média) de standby + uso, vai para 4/3h de standy+uso.

            Grato pela atenção, verei com calma (e eu conhecia o f.lux, mas parei de usar pois conflitou com as configurações do Windows 10 e sou meio destreinado para calibrar monitor).

          1. Acabei puxando o Red Moon no F-droid. Usei o modo de escurecer tela – qualquer outro modo fica bem esquisito a tela, a minha não é OLED.

  8. Domingo passado resolvi dar uma volta longa de ônibus (oi pessoa que visitei!). E novamente, bato na mesma tecla – é difícil achar um sistema confiável de dados sobre transporte público no Brasil.

    Apesar de hoje existir sistemas de roteirização, eles só abrangem geralmente regiões fechadas. O Google até tem mais opções, mas baseada em dados de empresas que revendem passagem, ao invés de dados de órgãos públicos .

    Nisso, depende muito de pesquisar a fundo para por exemplo planejar um mochilão para achar empresas de ônibus, linhas e preços (este último mais difícil ainda).

    Um detalhe que me veio a mente agora é também situações voláteis que o transporte passa, como troca de empresas, greves e desvios de tráfego.

    1. Acho que a única maneira para saber isso é usando a legada tecnologia do telefone. Especialmente em cidade pequena, tem que ligar para rodoviária e as viações para saber com precisão horários de ônibus e valores.

      1. Isso é bom e ruim ao mesmo tempo – o contato humano sempre é uma forma confiável de conseguir informação. O ruim é que não é todo dia que uma empresa de ônibus tem o atendimento disponível.

        A viagem que fiz foi no fim de semana, o que significa que depende da disponibilidade da empresa no dia.

        De fato, uma coisa que noto em cidades menores é o “Painel de Informações” – boto entre aspas pois na verdade muitas vezes não é um painel centralizado, mas sim impressões A4 que ficam na frente do ponto de ônibus ou da loja de venda de passagens, e lá tem os horários e valores. Algumas cidades tem realmente painel de informações centralizado com horários e informações tudo bonitinho.

        Eu queria ter um pouco mais de coragem ou de fazer um sistema open source / wiki que vire padrão para oferta deste tipo de informação – meio que aos moldes de sistemas tipo Moovit, mas ou simplificado (apenas tabela de horários e informações em texto ao invés de georeferenciado) ou com opção para poder georeferenciar por terceiros.
        Sei que o Transportr é algo neste nível. E eu deveria pesquisar se o Open Street Maps permite algo assim.

        E eu não sabia que na verdade já existe uma padronização aberta de oferta de dados – é o General Transist Feed Specifications (GTFS).

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