O novo data center do Facebook foi construído no meio do gelo europeu

E é tudo, claro, azul.

por J. P. Neto

Caso você nunca tenha visto um servidor de perto, saiba que eles esquentam bastante. Por isso, em empresas normais, essas instalações costumam ficar em salas muito bem refrigeradas. Só que o Facebook não é uma empresa normal: a rede social é o segundo site mais acessado da internet, perdendo apenas para o onipresente Google. Como resfriar tantos servidores assim? Construindo um gigantesco data center eficiente num refrigerador natural, ou seja próximo ao círculo ártico.

O novo data center do Facebook é uma obra de engenharia pensada para otimizar a forma como algo assim deve ser. O projeto saiu da iniciativa Open Compute Project, criada pela própria rede social para repensar esse tipo de prédio — e que é disponibilizada gratuitamente para todos. Dessa forma, mais empresas podem seguir os passos do OCP e criar data centers mais práticos.

O OCP propõem que as instalações e paredes sejam feitas em outros locais e cheguem no data center só para serem instaladas. Já os servidores chegam em caixas compactas, desmontados, mas com simples passos de montagem. Assim nasceu o Rapid Deployment Data Center (RDDC), nome desse processo para criar e montar um data center de maneira bem rápida como se fosse LEGO.

A área escolhida, com pouco mais de dois hectares, fica no norte da Suécia, na cidade de Luleå. Além do frio (a temperatura é negativa na maior parte do ano), o país tem uma das melhores distribuições de energia do mundo. Isso é bem importante para quem precisa garantir que suas fotos não se percam por aí, afinal eles recebem sete petabytes de imagens por mês! Claro, se a distribuição falhar, o prédio ainda conta com 14 geradores de reserva.

Confira algumas fotos do lugar:

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Sala dos servidores

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Curtir feito de gelo.

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servidores azuis

Quem salvará a indústria da música?

Taylor Swift na briga contra o Spotify.

A viabilidade do modelo de negócios dos serviços de streaming de música voltou a ser o centro das atenções essa semana. Culpa de Taylor Swift, que removeu todo o seu acervo do Spotify e boicotou o novo álbum, 1989, de todos os serviços do tipo. Ganância, mal entendido ou a cantora tem razão nas críticas que vem fazendo?

Não foi a primeira vez que Swift se posicionou contrariamente à ideia de ouvir quanta música quiser pagando menos de dez dólares por mês. No começo do ano ela escreveu um editorial no Wall Street Journal dizendo acreditar que o apoio dos fãs (e a venda de álbuns completos) é o que sustenta artistas como ela. Talvez, pelo menos no seu caso, seja verdade: só na semana de lançamento, 1989 vendeu 1,2 milhão de cópias, número estratosférico para os padrões atuais. Para colocar isso em perspectiva, Random Access Memory do Daft Punk vendeu 339 mil cópias em seus primeiros sete dias e PRISM, da Kary Perry, 286 mil cópias no mesmo período. Ambos foram  os mais vendidos no ranking da Billboard em suas respectivas semanas de lançamento. (mais…)

6 vídeos para entender (e contemplar) o Material Design, a nova linguagem visual do Google

Ilustração do Material Design.

por J. P. Neto

Se você usa algum aplicativo próprio do Google talvez já tenha percebido que ele está de cara nova. Ou algum app de terceiro. Há algo diferente no ar, ou melhor, na palma da sua mão… Isso, amigos, amigo, é o Material Design em ação.

A nova linguagem visual do Google foi apresentada na conferência Google I/O desse ano. O Material Design é uma evolução do design de cartões, típico do Google Now e que se espalhou a outras áreas, mas agora com foco em profundidade e movimento, e amparado por cores chapadas.

Falando em sistema, é bom se acostumar ao Material Design: sua influência dentro do Google é tão grande que tudo está sendo feito dessa forma. Android 5.0, Android Wear, web apps e até aplicativos para outras plataformas, como o iOS, têm formas, cores e movimentos padronizados. O ideal do Google é manter a familiaridade dos seus produtos independentemente de onde eles sejam usados.

Como imagens falam mais que palavras, selecionamos alguns vídeos para demonstrar o que é, na prática, o Material Design. (mais…)

5 relógios (não tão) inteligentes, mas lindos e com baterias duradouras

Detalhe na caixa do Activité.

por J. P. Neto

Os relógios inteligentes, ou smartwatches, são a nova menina dos olhos para as grandes empresas de tecnologia. Infelizmente eles ainda precisam melhorar em pontos-chave como autonomia e, em muitos casos, design. Embora não sejam tão inteligentes, uma leva alternativa de relógios que não são tão “smart”, mas mais bonitos e capazes de fazer algumas coisas a mais do que o despertador daquele seu clássico Casio de R$ 20 sem pedir recarga todo dia, já está aí. Eles são mais acessórios de beleza do que relógios, mas passam longe de serem só corpinhos bonitos. Conheça-os: (mais…)

O espaço em Interestelar é lindo

Matthew Mcconaughey, Anne Hathaway, David Gyasi.

por J. P. Neto

Eis que passamos pelo final de semana de abertura do filme de Christopher Nolan (trilogia Cavaleiro das Trevas, A Origem), Interestelar. A ficção científica espacial do último bat-diretor, que muitos já comparam com o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço de Stanley Kubrick, não foi o filme mais assistido nos EUA, mas merece ser visto na telona.

Valeria a pena só pelos 40 minutos de filme rodados em IMAX (Nolan é ótimo com essas câmeras gigantes), só que o filme ainda tem ótimas cenas no espaço, com o devido respeito à falta de som no vácuo. Além de contar com um elenco cheio de estrelas (risos) e uma trilha sonora incrível composta por Hans Zimmer. (mais…)

Por que o iPhone 6 custa tão caro no Brasil?

Me vê dois, por favor.
O iPhone 6 brasileiro começa em R$ 3.199.

Sabe aqueles assuntos sazonais que aparecem na mídia? Cobertura do Carnaval, atrasados dando de cara com portões fechados no ENEM, gente indo às lojas trocar presentes dia 26 de dezembro… Você pegou a ideia. Acho que já é seguro colocarmos uma nova aí: os preços absurdos do iPhone no Brasil.

Ano passado, no lançamento do iPhone 5s, escrevi:

O lançamento oficial dos novos iPhones no Brasil será na sexta-feira, mas os preços do iPhone 5s e 5c já foram revelados. Prepare-se: eles são assustadoramente caros.

Pois bem, prepare-se para se assustar novamente. A pré-venda dos iPhone 6 e iPhone 6 Plus começou à meia-noite e quem quiser um dos novos smartphones da Apple pagando preço cheio não conseguirá um sem deixar no mínimo R$ 3.200 na loja. A crescente dos preços do iPhone ao longo dos anos/versões é interessante:

Preços de lançamento dos últimos quatro iPhones.
Preços das versões entrada (16 GB) na data do lançamento.

O aumento no preço do iPhone 6 de entrada em relação ao modelo similar de 2013 (iPhone 5s) foi de 14,2%. Nesse mesmo período o dólar subiu 12,7% (de R$ 2,28 para R$ 2,57) e a inflação, de acordo com o IPCA, 6,14%.

Eu não sou economista (alguém?), mas embora talvez esses números todos expliquem objetivamente o motivo do aumento, é difícil encarar quatro anos de aumentos sucessivos. Mais ainda porque nos EUA o preço continua o mesmo: US$ 649. E nem é preciso ir lá fora para encontrar essa estratégia. A segunda geração do Moto X e do Moto G mantiveram os preços do ano passado no Brasil.

Para a maioria que encara fila ou faz reserva para o dia do lançamento, é uma grana que não deve fazer diferença no fim do mês. O problema é quando colocamos o iPhone 6 nos seu lugar: é um smartphone. Tem toda uma expertise e experiência única no mercado, para mim é o melhor à venda, mas ainda assim: é só um smartphone. Esse valor é surreal, tanto quanto o PlayStation 4 de R$ 4 mil que todo mundo reclamou e fez brincadeira no começo do ano.

Quando a Apple anunciou os novos modelos, brinquei que apostava em uma edição do iPhone 6 Plus por mais de R$ 5 mil:

https://twitter.com/ghedin/status/509396098436182017

Se considerarmos o parcelamento em 24 vezes (!) que a Apple faz, o modelo de 128 GB sai por R$ 5.014. Era brincadeira, gente!

Que preço surreal
Juros de 1,9% ao mês.

Não consigo entender, só…. sentir. Mas se você, leitor abastado do Manual do Usuário, está em outra vibe e já com o cartão na mão para comprar o novo iPhone, peço pelo menos que compre deste link, no Submarino (ou da Americanas). A comissão deve ser gorda e, olha… não compra um iPhone, mas paga uns meses de hospedagem do blog :-)

WhatsApp agora notifica mensagens lidas com o tique duplo azul

Uma das coisas mais chatas e angustiantes do Facebook Messenger agora está presente no WhatsApp: a notificação de mensagem lida. Ela é indicada pelo tique duplo azul, e ainda não está disponível a todos os usuários.

Alguns que já contam com a novidade estranharam e foram à Internet tentar entender. Infelizmente, é isso mesmo, como já diz a documentação de ajuda do WhatsApp:  (mais…)

Motorola lança Moto Maxx no Brasil por R$ 2.199

Detalhe no acabamento do Moto Maxx.

Em evento realizado hoje na cidade de São Paulo, a Motorola lançou o smartphone Moto Maxx. O novo aparelho tem configurações robustas: SoC Snapdragon 805, 3 GB de RAM e 64 GB de memória interna, além de uma tela de 5,2 polegadas com resolução QuadHD. Seu maior destaque, porém, é a bateria de 3900 mAh que, segundo a empresa, garante até 40 horas longe da tomada. O Moto Maxx também conta com a tecnologia Turbo Charge que garante até seis horas de uso com apenas 15 minutos de recarga. O carregador compatível com a tecnologia vem no pacote.

Um detalhe estranho é a presença de botões capacitivos, em vez dos virtuais na própria tela. Com acabamento em “nylon balístico premium” sobrepondo a camada de fibra Kevlar, mais o nanorrevestimento que repele água e Gorilla Glass 3 na tela, o Moto Maxx promete ser bastante resistente. Ele já está à venda no Brasil pelo preço sugerido de R$ 2.199. (mais…)

Quem compra tablet de menos de R$ 300?

Um tablet bem barato -- e ruim.
Foto: Giovana Lago.

A parte mais interessante da tecnologia de consumo, para mim, não é ela por ela, não são os gadgets que analiso aqui. É a parte que fala sobre como os dispositivos, serviços online e todas as demais coisas legais (e não tão legais) que orbitam esse mundo nos afetam. “Nós”, aqui, tanto enquanto indivíduos como no todo, a sociedade.

É preciso estar atento para perceber as alterações mais sutis. Pensar nas grandes, porém, facilita o entendimento do que quero dizer. Um exemplo fácil é como a popularização do celular destruiu os telefones públicos, os famosos orelhões. Eles passaram de utilidades urbanas tão presentes que viraram até tema de música a peças de museu a céu aberto em menos de uma década. Esse tipo de transição acontece a todo momento, a dificuldade está em percebê-la durante o processo, especialmente naquelas que não são aferíveis tão facilmente quanto os orelhões, ou seja, que não estão visíveis a qualquer um que põe o pé na rua.

Por interessar-me nisso e escrever a respeito, fico um tanto incomodado pela posição que ocupo. E falo isso quase que no sentido literal: sempre escrevi sobre tecnologia de casa, em regime home office, e tenho círculos de amizades relativamente homogêneos no que diz respeito a como eles consomem tecnologia. Nessa, acabo meio desconectado da realidade, basicamente o que disse Paul Thurrott no Twitter: (mais…)

[Review] Novo Moto G: o melhor smartphone para quem não quer gastar muito continua reinando

O novo Moto G.

Por mais que Apple e Samsung discordem a ponto de levar a celeuma à justiça, é difícil fazer um smartphone diferente. Todos, ou quase todos cabem na palma da mão, são finos, têm uma tela em um dos lados, fazem ligações e aceitam aplicativos e jogos. É uma descrição rasteira, e que por isso alcança a totalidade dos smartphones lançados até hoje.

Se é tão fácil englobá-los, como se diferenciar? Não é uma pergunta de resposta fácil, e isso se reflete no próprio mercado. Todos os anos dezenas, talvez centenas de smartphones são anunciados e lançados. Quantos, para além do seu próprio aparelho, se destacam e ficam gravados no imaginário popular? Poucos, bem poucos.

Um dos mais fortes e recentes foi o Moto G, da Motorola. Um smartphone intermediário, com configurações modestas, mas bem competente. Seu grande trunfo não era nada do ponto de vista técnico, mas sim gerencial: a mágica logístico-financeira que a Motorola fez para cobrar R$ 600 em um aparelho que, sem muita dificuldade, estava no mesmo nível de concorrentes que custavam quase o dobro. Esse trabalho se refletiu em vendas sem precedentes e transformaram o Moto G no celular mais vendido do Brasil. (mais…)

Por algumas horas, a Xiaomi foi a terceira maior fabricante de smartphones do mundo

Mi S2, smartphone da Xiaomi.

Se o mercado de smartphones chacoalhasse literalmente a cada novidade anunciada, os sismógrafos responsáveis por medir essas oscilações teriam ficado malucos essa semana. Com a divulgação de relatórios financeiros, estudos de consumo e a fusão de duas gigantes, a topografia das fabricantes mudou — e isso pode ter reflexos a longo prazo.

A Samsung, ainda a maior fabricante de celulares do mundo, revelou aos acionistas que no intervalo de um ano seu lucro despencou 60,1%, de ₩ 10,16 trilhões para ₩ 4,06 trilhões. As vendas de smartphones caíram 8%, e se esse número já seria suficiente para acender a luz de alerta em Seul, ele fica ainda pior quando quando posto ao lado do crescimento de 25% do setor no mesmo período. As previsões apontam que este será o pior ano da empresa desde 2011. (mais…)

Do Orkut ao WhatsApp, como a música brasileira retrata os apps e redes sociais que todos usamos

Só Whats A-Pê-Pê

Desde que os primeiros batuques foram ouvidos a música tem sido usada para, entre outras coisas, exaltar as paixões humanas. Traduzimos em ritmo e poesia as maravilhas naturais do mundo, nossas musas, os grandes heróis e seus feitos; descrevemos épocas, histórias e comportamentos dos mais diversos. Muita gente não vive sem música; não seria exagero dizer que o contrário também é verdadeiro.

Se estendermos o conceito de “tecnologia” para além de bits e pastilhas de silício, o barulho (com o perdão do trocadilho) da sua participação na música é ouvido de longe. Do aprimoramento dos primeiros tambores aos sintetizadores e editores digitais de hoje, essas áreas sempre foram indissociáveis. Não há música sem a tecnologia garantindo a execução, captação e reprodução nos bastidores.

Capa do álbum Leandor & Leonardo Vol. 4, de 1990.
Leandro & Leonardo.

Eventualmente os papéis se misturam e de um suporte ou auxílio, a tecnologia passou a ser o motivo da arte, a temática da narrativa. Isso nos remete ao início do texto: cantamos sobre tudo. É algo tão óbvio que não raramente nos escapa. Quando Leandro & Leonardo cantaram pela primeira vez “Pense em mim, chore por mim, liga pra, não, não liga pra ele”, em 1990, eles colocaram no cancioneiro popular brasileiro uma tecnologia super avançada que, de tão massificada, passou despercebida: o telefone. Àquela altura, fazer ligações já era algo trivial e tal papel coadjuvante, apesar do grande avanço que essa tecnologia representou, se repetiu na letra da música.

A tecnologia de consumo, essa embarcada em smartphones, tablets e outros gadgets contemporâneos, evoluiu a passos largos nas últimas décadas. Nos anos recentes, sua popularidade teve uma guinada sem precedentes. Embora quase 1/3 da população mundial já use smartphones, ele ainda não está tão enraizado como o telefone estava na época em que Pense em mim foi composta. Esse detalhe, porém, não impediu que os compositores começassem a explorar essa nova realidade criando músicas sobre os apps e redes sociais que tanto usamos. (mais…)

[Review] G Pad 7.0 V400, o tablet mais simples (e barato) da LG

G Pad 7.0 V400 contra a luz.

Todo novo iPad que a Apple anuncia se torna objeto de desejo por quem busca um bom tablet. A Samsung tem alguns diferenciais nos seus melhores modelos: o Galaxy Note Pro é praticamente um quadro para a canetinha bacana que vem junto, e o Galaxy Tab S, uma tela deslumbrante. A LG, por sua vez, aposta em custo-benefício e disso saiu com um dos melhores do Brasil, o G Pad 8.3. A Dell lançará em breve o surpreendente tablet mais fino do mundo.

Toda fabricante se esforça para, nos tiers superiores, oferecer o melhor da tecnologia atual a seus clientes. O único problema é que isso custo caro, precisa gerar lucro e, para fechar a conta, os preços passam longe de serem baratos. Como nem todos podem dar mais de dois salários mínimos em um tablet, a alternativa são os modelos simples que cabem em orçamentos apertados — se duvidar, até pagando à vista.

O G Pad 7.0 V400, da LG, é o membro mais barato da família de tablets da fabricante sul-coreana. Ele foi lançado no final de setembro com o preço sugerido de R$ 599. Hoje, já é encontrado por bem menos. Para quem busca um tablet para atividades simples, como navegação web e leitura, importa saber se a economia na compra cobra o preço durante o uso. Estive com uma unidade nas últimas semanas a fim de responder essa pergunta. (mais…)

João da Silva Luto? A política de nomes reais do Facebook pode impedi-lo de voltar a ser João da Silva

Exemplo de revolta usando o próprio nome no Facebook.

Prática herdada do Orkut e que provavelmente se originou nos nicks do MSN Messenger, usar o nome para refletir um estado ou sentimento ainda acontece hoje, no Facebook. O problema é que ela vai de encontro a uma das políticas mais rígidas da rede, a que força o uso de nomes verdadeiros. Como conciliar esse conflito de interesses?

Uma pesquisa por “luto” ou “guarani kaiowa” no Facebook retorna vários nomes, ou seja, as pessoas ainda fazem isso. Gente que perdeu alguém querido (ou as eleições…) ou se solidarizou tanto com o grupo indígena que, para explicitar seu posicionamento aos amigos, resolveu usar o próprio nome. O problema é que o Facebook é chato nesse sentido. Ele quer que você use o seu nome verdadeiro e não dá muito espaço para homenagens do tipo ou quaisquer outros desvios. (mais…)

Rooms, o novo app do Facebook sem relação com a rede social, é todo sobre discussões no celular

Rooms é o novo app do Facebook.

O novo app do Facebook não tem nada a ver com o Facebook. Chamado Rooms e por ora exclusivo para iPhone, ele é uma releitura dos antigos fóruns nas telas pequenas dos smartphones. Isso funciona?

Primeiro, é preciso ter uma conta americana na App Store para baixar o app. A exemplo do Paper, outro app do Facebook saído do Creative Labs da empresa, o Rooms só está disponível lá e em alguns outros mercados cujo idioma nativo é o inglês. Se isso não for impeditivo a você, o download e o registro subsequentes são tranquilos. (mais…)