Venha me ouvir no 6º StartUp Meeting, em Maringá-PR

Banner de divulgação do evento.

O pessoal do Startup Maringá, iniciativa local para fomentar o empreendedorismo na cidade, organiza encontros periódicos com gente que entende e está envolvida com o assunto. Por algum motivo que desconheço, me chamaram para o de hoje :-)

Brincadeira à parte, serei um dos palestrantes, ao lado de Danilo Cardoso e Fernanda Gama, do 6º StartUp Meeting. O sistema é simples e direto: cada um de nós terá 20 minutos para falar de carreira, dos projetos que estamos tocando e dar dicas de empreendedorismo. Depois, rola uma sessão de perguntas e respostas e, por fim, ficamos livres para conversar sobre qualquer coisa — com cerveja a preço de custo.

Na minha apresentação falarei sobre como comecei a escrever sobre tecnologia, os erros e acertos que cometi até agora, as diferenças entre tocar o próprio negócio e ser funcionário remoto e, claro, sobre o Manual do Usuário.

Se estiver por aqui, apareça! O evento é gratuito e começa às 19h, ali no bacaníssimo Espaço Office (Alameda Luís Moreira Carvalho, 137, esquina com a Rua Vereador Basílio Sautchuk).

Inbox, o novo app de e-mail do Google, leva o poder do Google Now ao Gmail

Novo app dos criadores do Gmail.

O Google tem um novo front-end para o Gmail. Chamado Inbox, é um aplicativo para iPhone, Android e Chrome feito pela mesma equipe responsável pelo Gmail. Ele repensa a interface do e-mail, acrescenta e modifica funções típicas do meio e terceiriza o gerenciamento e a descoberta de conteúdo a algoritmos similares aos do Google Now.

O app é bonito. Ele já adota a Material Design, linguagem visual que dá o tom do Android 5.0 e aos poucos se espalha nos domínios do Google. Infelizmente pode demorar para você ver toda essa beleza em movimento em seu próprio e-mail. O Inbox está sendo distribuído por convites, então é preciso esperar a benevolência da empresa (ou de um amigo que já entrou) para usufruir da novidade. Ele só funciona com o Gmail, ou seja, se você estava esperando um cliente agnóstico ou mesmo algo que funcionasse com o Google Apps, esqueça. (mais…)

Com vendas abaixo do esperado, iPad será campo para experimentos em 2015

A divulgação dos números da Apple referentes ao último trimestre fiscal de 2014 reforçaram algumas constantes de longa data. O iPhone segue vendendo como pãozinho quente. Foram 39 milhões de unidades, um recorde para o período. A Apple lucrou bastante também, como sempre. Só nesses três meses, embolsou mais US$ 8,5 bilhões. E o iPad, a despeito dos primeiros trimestres de crescimento incessante, segue a tendência de queda inaugurada esse ano.

A Apple vendeu 12,3 milhões de tablets, número menor que o esperado (13,1 milhões) e 13% abaixo do que foi vendido no mesmo período de 2013 (14,1 milhões). É o terceiro trimestre consecutivo em que as vendas de iPad se retraíram na comparação direta com o ano anterior e não bastasse isso, a lucratividade desse segmento também tem caído sistematicamente. (mais…)

O melhor sistema para organizar, recuperar e preservar fotos digitais

Fotos impressas em uma caixa.

Existem algumas ações em que o digital não supera o analógico. Ver fotos, por exemplo: o ritual de tirar um álbum da estante e folhear páginas de fotos antigas, precariamente organizadas e nem sempre bem catalogadas, para muita gente é uma experiência que nem computadores, nem tablets conseguem igualar. Se nesse aspecto sensorial as fotos geradas por bits não superam as impressas em papel, há outros em que elas ganham. É desses que quero falar.

Faz dez anos que tiro fotos digitais e, salvo um ou outro acidente, ainda tenho praticamente todas comigo, a salvo. Expliquei aqui, mais ou menos, como as organizo, mas recapitulo para não te dar o trabalho de sair desta página: as fotos são arquivadas em pastas (ano) e subpastas (data – evento), às vezes recebem algum tratamento via Windows Galeria de Fotos, e… bem, e só.

É um sistema simplório, tanto quanto organizar fotos de papel em álbuns esparsos. Não é de hoje que quero incrementá-lo e, antes de colocar a mão na massa, resolvi pensar nos principais pontos desse trabalho, fazer um bom planejamento para extrair o que o digital oferece de melhor.

O que priorizar na organização? Como fazê-la da maneira mais rápida, fácil e permanente? Como blindar esse trabalho contra o futuro (leia-se software descontinuado, mudanças de sistema e outras mudanças técnicas)? Após alguma reflexão e pesquisa, cheguei às conclusões que, agora, compartilho com você. (mais…)

Com este aplicativo, a Prefeitura de Curitiba quer criar um “SAC 2.0” automatizado da cidade

Montagem do mapa de Curitiba com o ícone do Colab.

Referência no Facebook, a Prefeitura de Curitiba faz um trabalho bastante legal. Misturando bom humor, originalidade, produção constante e atenção aos fãs, a página consegue engajar os moradores da capital paranaense em diversas causas, expôr a cidade em outros cantos do Brasil e brincar com as tradições e a cultura do curitibano. O departamento de mídias sociais, alocado na própria prefeitura, virou modelo de comunicação entre governo e população.

No último Multicom, a semana do curso de Comunicação e Multimeios da UEM, em Maringá, Marcel Bely, da equipe de mídias sociais da Prefeitura de Curitiba, falou das brigas que teve que comprar para estabelecer esse tom mais despojado, menos sisudo na comunicação de uma prefeitura, as estratégias que usa para criar conteúdo que ecoa entre os fãs da página e, na sessão de perguntas e respostas, citou um app, um tal de Colab, que para ele é uma peça fundamental na relação com o povo. Fiquei interessado e fui pesquisar melhor o que é o Colab. (mais…)

[Review] Zenfone 5, a estreia em grande estilo da Asus no Brasil

O primeiro smartphone da Asus no Brasil.

O Zenfone 5 oficializa a entrada dos smartphones da Asus no mercado brasileiro. E a estreia é em um dos segmentos mais acirrados dos últimos meses, o dos intermediários, repleto de aparelhos similares e com valores que rondam os R$ 600.

Tomar a liderança de um certo smartphone aí não é das tarefas mais fáceis, mas a Asus, com uma campanha de lançamento grandiosa e muita confiança em seu taco, acha que é possível. Nas últimas semanas estive com uma unidade do Zenfone 5 e agora, com o produto já nas lojas, conto a você o que achei dele. (mais…)

De quem (e qual) é a culpa do último vazamento de fotos do Snapchat?

Alguns dias atrás um grupo de ~hackers anunciou ter em seu poder milhares de fotos obtidas através do Snapchat. São 13 GB de arquivos, mais de 100 mil (ou 200 mil, dependendo da fonte) imagens. Ou seja, é bastante coisa, e para piorar existe a suspeita de que haja muitas fotos pornográficas de menores de idade nesse bolo. A cobertura do caso pela imprensa tem seguido a linha “vazamento no Snapchat”. Mas será que a culpa é do serviço mesmo?

Não estou duvidando da existência desse material, ainda que essa desconfiança tenha sido levantada. De qualquer maneira, para o que quero discutir isso não vem ao caso. O que coloco em discussão é a atribuição de culpa ao Snapchat. (E sim, antecipando eventuais questionamentos, eu uso e gosto bastante do app.) Porque, ao que tudo indica, não houve invasão aos servidores do serviço, os apps oficiais não foram comprometidos e nenhuma brecha foi reportada. Dentro da “experiência” oficial, o app garantiu a segurança que promete e através da qual, em grande parte, se sustenta. (mais…)

Hoje é segunda-feira, mas está tudo bem

Someecard sobre reclamações de segunda-feira.

Quando você chega ao trabalho na segunda-feira vindo do descanso do fim de semana, qual a sua atitude em relação às demandas e compromissos profissionais? Entusiasmada e revigorada, ou resmungona?

A forma como encaramos o primeiro dia útil da semana remete àquela história do copo meio cheio ou meio vazio. O retorno ao trabalho pode ser um revigorante recomeço após dois dias de descanso, ou munição para reclamações matinais incessantes. A ciência e a praxe suportam ambas as situações. (mais…)

O Nexus 5 é o Cruzeiro do brasileirão: um campeão discreto

Detalhe da câmera do Nexus 5.

Encontrei algumas fotos do Nexus 5 perdidas numa daquelas pastas temporárias na área de trabalho que, pelo tempo que estão ali, dá quase para dizer que viraram pastas fixas. E aí pensei: escrever sobre ele? Sim ou não? Só algumas palavras, talvez… Ah, por que não?

Os smartphones da linha Nexus têm uma gênese diferente da dos demais. Eles são fabricados por empresas tradicionais da telefonia móvel, como Samsung e LG, mas são vendidos como aparelhos do Google. Diferentemente do que rola com um Galaxy S5 ou G3, as fabricantes não mexem no Android; é a experiência pura e isso, por si só, destaca essa linha. Pela lógica parece que não, mas aqui, menos é mais, e ter o Android sem penduricalhos, aplicativos extras e personalizações duvidosas é um grande plus, diria até que é o principal motivo para se comprar um Nexus. (mais…)

O Cinese quer mudar o processo de aprendizagem através do crowdlearning

Camila responde perguntas no meio da plateia.

Está acontecendo em Maringá (PR) o IV Multicom, a semana do curso de Comunicação e Multimeios da UEM. Entre os convidados para falar à comunidade acadêmica estava Camila Haddad, co-fundadora do Cinese. Após sua palestra sobre economia colaborativa, ontem (8/10), conversei rapidamente com ela sobre seus projetos e ideias a respeito de como pessoas como eu, ela e você podem mudar os cenários econômico, de ensino e participativo das cidades.

Livrando-se das amarras do ensino tradicional

O Cinese é uma plataforma de crowdlearning, uma espécie de fusão entre colaboração e aprendizagem. Criado pela Camila, formada em Administração pela FGV e mestra em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pelo University College London, na Inglaterra, e sua irmã, a advogada “em crise com o mundo dos diplomas” Anna Haddad, o site de apenas dois anos já tem números dos quais se orgulhar: mais de oito mil usuários, mais de 600 encontros realizados, alguns projetos paralelos bem bacanas e muita gente inspirada pelo caminho. (mais…)

Adoção do iOS 8 é mais lenta, mas não é isso que preocupa

Ícones do iOS 8.
Foto: Microsiervos/Flickr.

Uma das maiores vantagens do iOS para quem desenvolve aplicativos é a consistência da base de usuários. Em termos mais simples, quem usa iPhone, iPad ou iPod touch tem o hábito de atualizar esses dispositivos, facilitando o trabalho de quem cria apps. A uniformidade permite a esses profissionais explorarem o potencial de novas APIs e recursos rapidamente e dispensam o suporte prolongado a versões legadas.

A adoção das novas versões do iOS sempre foi muito rápida. Com o iOS 8, a história está um pouco diferente. Levantei a porcentagem da base atualizada do iOS 6, 7 e 8, duas semanas depois de cada lançamento (daqui, daqui e daqui): (mais…)

Primeiras impressões do novo Moto G (2014)

Um ano depois de ser lançado e cair no gosto do público, o renovado Moto G chegou para mim hoje. Poucas mudanças à primeira vista, mas estou curioso para usá-lo por mais tempo a fim de ver se o seu reinado entre os intermediários continua.

Detalhe da câmera.

Gostei: Embora maior, a ergonomia do novo Moto G continua muito boa. Era um dos pontos altos do original e, aparentemente, se manteve nessa atualização. Além da boa empunhadura, o design é bonito e discreto, e agora há TV digital, slot para microSD e alto-falantes estéreo. Essa versão vem também com uma capinha extra, verde/azul, na caixa.

Não gostei: No visual, a única parte esquisita são os frisos cinza na frente. Eles são fechados, não opacos e se destacam de uma forma meio errada. Embora a empunhadura continue boa, de cara a preferência pela tela menor de antes, que eu tinha comigo antes de ter o novo Moto G na mão, se confirmou. Era melhor antes.

Deste detalhe do novo Moto G eu não gostei.

O que mais? As configurações internas do novo Moto G, como SoC e memória, continuam iguais, bem como outros detalhes (fones de ouvido, carregador de parede e até a antena, a mesma do Moto E).

Você tem alguma dúvida sobre o novo modelo? Pergunte aí nos comentários. Tentarei responder todas e, também, fazer um comparativo com o modelo da geração passada.

Primeiras impressões do G Pad 7.0 V400

Depois do surpreendente G Pad 8.3, a LG aumentou a família com três modelos. As configurações são idênticas, a única mudança substancial é no tamanho da tela, que vai de 7 a 10,1 polegadas. Estou com o menor da turma, o G Pad 7.0 V400, para testar e abaixo comento as primeiras impressões ao abrir a caixa.

Tela IPS do G Pad 7.0 V400.

Gostei: Tablets de 7 polegadas são pequenos, leves, fáceis de transportar e manejar. O G Pad 7.0 não foge a essa regra, pois. Ele já vem com a personalização do Android atualizada, a mesma do G3, e isso é muito bom. Apesar da resolução não arrancar suspiros, pelo tamanho da tela ela parece suficiente para renderizar texto e ícones sem que eles fiquem borrados. Tem duas câmeras (!), uma atrás e outra frontal.

Não gostei: Já que é um negócio pequeno, poderia ser um pouco mais leve e fino. A textura da parte de trás não é muito agradável. Tenho um pouco de receio se essa configuração, composta por um Snapdragon 400 e 1 GB de RAM, dará conta de sessões mais intensas.

Perfil do G Pad 7.0.

O que mais? Ele tem slot para cartão microSD e não sei se é do pacote, ou se alguém esqueceu, mas esta unidade veio com um de 4 GB espetado. E ela é preta; a LG vende o G Pad 7.0 em quatro cores (além dessa, em branco, vermelho e azul). Queria uma diferente </3

Você já sabe: nos próximos dias, testes e mais testes e, ao final, um review. Se tiver alguma dúvida, deixe-a nos comentários e tentarei responder, aqui mesmo ou na análise.

Oi lança SIM card triplo corte no Brasil

Nano, Micro ou Mini SIM, você escolhe.
Foto: Oi.

A Oi lançou no Brasil o primeiro SIM card, o popular chip de celular triplo corte. O mesmo chip pode ser um nano SIM, micro SIM ou mini SIM, o que o torna compatível com todos os smartphones vendidos no país.

O mais curioso é que o chip atua também como um adaptador e a Oi garante o uso dele em qualquer aparelho. Eu já tive um problema sério com um adaptador e a recomendação geral é de evitá-los. Mas e nesse caso, em que há o endosso da própria operadora? Se o adaptador entalar na bandeja do SIM card e danificar os circuitos, a Oi cobre o prejuízo?

O chip triplo corte vale para o Oi Galera, o plano “jovem” da operadora. Ele cobra R$ 0,99 e oferece Internet (10 Mb; depois disso, diminuir a velocidade), 530 mensagens de texto (30 para qualquer operadora), 60 minutos de ligações para outros clientes Oi, acesso aos pontos de Wi-Fi e o Toca Aí, um serviço de streaming de música. O chip é gratuito na adesão plano e, em caso de substituto (“chip resgate”), custa R$ 10 e por ora está restrita a São Paulo e Rio de Janeiro.