Em um post no blog oficial do Chrome, Tommy Li, engenheiro de software do Google, anunciou uma novidade relacionada ao plugin nativo do Flash:
Quando você estiver numa página que roda Flash, pausaremos inteligentemente conteúdo (como animações em Flash) que não são centrais na página, enquanto manteremos conteúdo central (como um vídeo) rodando, sem interrupções.
Sem muita esperança, acessei o site de ofertas do Chromecast para ver se, desta vez, a promoção valia aqui. É a segunda vez que o Google libera um aluguel grátis em sua loja de filmes para quem tem o dispositivo (ou o Nexus Player); na primeira nós, brasileiros, ficamos de fora. Mas agora, não! Veja como resgatar. (mais…)
O leitor Fred colocou o vídeo acima no nosso último post livre. É uma ideia genial, mas que ao mesmo tempo revela o quanto somos rastreados na web. (mais…)
O Google prometeu para ontem a atualização do Google Fotos, e ela já está disponível (iOS, Android). Baixei no Android, acessei pelo navegador e, no geral, gostei muito do que vi.
A fim de evitar qualquer confusão, é importante entender que o app em si é uma atualização do Fotos que já vinha no Android1. Antes, ele era um visualizador bem chinfrim; na nova versão, é um poderoso sistema de backup e organização. (mais…)
A apresentação de abertura da edição 2015 da Google I/O, a conferência anual do Google para desenvolvedores, repetiu a regra: demorou um bocado. Menos tempo que ano passado, e ainda que não tenha sido o caso, a sensação é de que mais coisas foram anunciadas.
Não farei um resumo como fiz em 2014. Em vez disso, colocarei aqui as coisas que mais me chamaram a atenção. Vamos lá? (mais…)
Dia desses joguei no Twitter a seguinte pergunta: alguém aí tem problemas com consumo excessivo de RAM com o Chrome? Recebi uma enxurrada de respostas positivas e algumas generalizantes, do tipo “e quem não tem?” Pois bem, eu não tenho. Aparentemente sou uma rara exceção, então resolvi fazer uma viagem introspectiva a fim de descobrir o que me leva a ter uma relação tão harmoniosa com o navegador do Google.
Isto não é um guia de como forçar o navegador a economizar na RAM. Ele é sedento por memória e está tudo (mais ou menos) bem. É como eu digo há anos: memória foi feita para ser usada. Se temos computadores mais rápidos hoje, em parte é porque a memória principal deles está mais rápida e disponível em maiores quantidades. E como não se trata de um bem finito, deixe o Chrome, o Windows, o que quer que você estiver rodando se esbaldarem. Se a situação ficar insustentável, por ser uma memória volátil basta desligar e religar o computador e ela será zerada. Problema completamente resolvido. (mais…)
O Android 5.0 é a maior atualização da história do sistema. Ela traz gráficos mais leves, cores chapadas e animações fluídas — o Material Design é tão gostoso que quase dá vontade de morder. Mas há mais do que visual nesse novo Android sabor pirulito. Passei alguns minutos com um Nexus 5 recém-atualizado e conto, com palavras, fotos e vídeo, o que achei.
A viabilidade do modelo de negócios dos serviços de streaming de música voltou a ser o centro das atenções essa semana. Culpa de Taylor Swift, que removeu todo o seu acervo do Spotify e boicotou o novo álbum, 1989, de todos os serviços do tipo. Ganância, mal entendido ou a cantora tem razão nas críticas que vem fazendo?
Não foi a primeira vez que Swift se posicionou contrariamente à ideia de ouvir quanta música quiser pagando menos de dez dólares por mês. No começo do ano ela escreveu um editorial no Wall Street Journal dizendo acreditar que o apoio dos fãs (e a venda de álbuns completos) é o que sustenta artistas como ela. Talvez, pelo menos no seu caso, seja verdade: só na semana de lançamento, 1989 vendeu 1,2 milhão de cópias, número estratosférico para os padrões atuais. Para colocar isso em perspectiva, Random Access Memory do Daft Punk vendeu 339 mil cópias em seus primeiros sete dias e PRISM, da Kary Perry, 286 mil cópias no mesmo período. Ambos foram os mais vendidos no ranking da Billboard em suas respectivas semanas de lançamento. (mais…)
Se você usa algum aplicativo próprio do Google talvez já tenha percebido que ele está de cara nova. Ou algum app de terceiro. Há algo diferente no ar, ou melhor, na palma da sua mão… Isso, amigos, amigo, é o Material Design em ação.
A nova linguagem visual do Google foi apresentada na conferência Google I/O desse ano. O Material Design é uma evolução do design de cartões, típico do Google Now e que se espalhou a outras áreas, mas agora com foco em profundidade e movimento, e amparado por cores chapadas.
Falando em sistema, é bom se acostumar ao Material Design: sua influência dentro do Google é tão grande que tudo está sendo feito dessa forma. Android 5.0, Android Wear, web apps e até aplicativos para outras plataformas, como o iOS, têm formas, cores e movimentos padronizados. O ideal do Google é manter a familiaridade dos seus produtos independentemente de onde eles sejam usados.
Como imagens falam mais que palavras, selecionamos alguns vídeos para demonstrar o que é, na prática, o Material Design. (mais…)
O Google tem um novo front-end para o Gmail. Chamado Inbox, é um aplicativo para iPhone, Android e Chrome feito pela mesma equipe responsável pelo Gmail. Ele repensa a interface do e-mail, acrescenta e modifica funções típicas do meio e terceiriza o gerenciamento e a descoberta de conteúdo a algoritmos similares aos do Google Now.
O app é bonito. Ele já adota a Material Design, linguagem visual que dá o tom do Android 5.0 e aos poucos se espalha nos domínios do Google. Infelizmente pode demorar para você ver toda essa beleza em movimento em seu próprio e-mail. O Inbox está sendo distribuído por convites, então é preciso esperar a benevolência da empresa (ou de um amigo que já entrou) para usufruir da novidade. Ele só funciona com o Gmail, ou seja, se você estava esperando um cliente agnóstico ou mesmo algo que funcionasse com o Google Apps, esqueça. (mais…)
Encontrei algumas fotos do Nexus 5 perdidas numa daquelas pastas temporárias na área de trabalho que, pelo tempo que estão ali, dá quase para dizer que viraram pastas fixas. E aí pensei: escrever sobre ele? Sim ou não? Só algumas palavras, talvez… Ah, por que não?
Os smartphones da linha Nexus têm uma gênese diferente da dos demais. Eles são fabricados por empresas tradicionais da telefonia móvel, como Samsung e LG, mas são vendidos como aparelhos do Google. Diferentemente do que rola com um Galaxy S5 ou G3, as fabricantes não mexem no Android; é a experiência pura e isso, por si só, destaca essa linha. Pela lógica parece que não, mas aqui, menos é mais, e ter o Android sem penduricalhos, aplicativos extras e personalizações duvidosas é um grande plus, diria até que é o principal motivo para se comprar um Nexus. (mais…)
Agora, automaticamente, identificaremos se o usuário tem uma conexão sem fio lenta e, quando for o caso, entregaremos a versão leve da página de resultados. Com menos bytes, você recebe a sua resposta de forma mais rápida — e mais barata!
Pela imagem comparativa (acima), o que o Google faz é remover os resultados dinâmicos que exibem fotos, mapas e outros elementos gráficos e, portanto, mais pesados. Repare que até o logo do Google e o botão de pesquisa são convertidos para texto. Isso lembra bastante o Facebook Zero, versão gratuita e sem imagens da rede social para acesso via smartphones.
A novidade é exclusiva do Brasil por ora. O Google não detalha quais critérios leva em conta para determinar uma conexão lenta (só velocidade? Qual? Latência também? Tecnologia da conexão? 3G? EDGE?), mas é um bom paliativo para agilizar pesquisas quando o sinal da operadora está fraco ou, pior, a franquia do pré-pago estourou. O ideal, claro, seria termos conexões capazes de lidar com a página tradicional — que nem é tão pesada assim…
O fim chega para todos, amigo. Hoje é a vez do Orkut, a primeira rede social do Google e de muitos de nós, brasileiros, dar adeus ao ciberespaço.
Criado em janeiro de 2004 pelo engenheiro turco Orkut Büyükkökten, não demorou muito para a rede ser invadida por brasileiros. Qual o motivo? Até hoje não se sabe muito bem o porquê. Certo mesmo é que apesar da ostracismo em que afundou nos últimos anos, primeiro eclipsado pelo Facebook, depois rejeitado pelo próprio pai, o Google, o Orkut ficará para sempre marcado na história digital do Brasil.
Hoje, muita gente compra smartphone para usar WhatsApp; em 2004, o Orkut teve o mesmo efeito no comércio de computadores. Ele foi a iniciação de muita gente à Internet e daquele jeito meio desengonçado, politicamente incorreto e cheio de tretas e piadas internas, ganhou os nossos corações e navegadores.
Esses notebook que rodam Chrome OS, como já vimos duasvezes, são bem limitadas. De que maneira, então, o pesadão Photoshop rodará neles? Com o poder da nuvem. O Projeto Photoshop Streaming oferecerá aos donos de Chromebooks e usuários de Windows que usam o Chrome a possibilidade de rodar o editor de imagens via streaming.
Na prática, é como se o Chromebook/Chrome fosse um terminal burro. Todo o processamento, armazenamento e até a própria instalação do Photoshop ocorrerá em servidores remotos. Localmente, apenas a interface e os comandos serão executados. Por limitações atuais, o Photoshop Streaming não terá funções que rodam em cima da GPU, não salvará arquivos localmente (tudo ficará no Google Drive), nem conversará com periféricos, incluindo impressoras.
As vantagens, por outro lado, são ter um Photoshop, ou melhor, o Photoshop de verdade sempre atualizado, sem ocupar espaço na memória do equipamento e que roda mesmo no fraquíssimo hardware tipicamente encontrado em Chromebooks. De outra forma, ou seja, instalado e consumindo recursos locais, esse aplicativo seria inviável. Para o Google, a oferta do Photoshop eleva o moral do seu Chrome OS, ainda encarado com desconfiança por usuários e imprensa pela sua restrição a apps que rodam na web.
Na primeira fase o Photoshop Streaming será restrito a usuários selecionados que pagam a Creative Cloud, são estudantes e residem nos EUA. Para o futuro, a Adobe promete expandir o programa, além de trazer outros apps da Creative Cloud à modalidade por streaming.
Quem tem um Chromebook encontra editores de imagens relativamente simples na Chrome Web Store, como o Pixlr e o Sumo Paint. Nada que se compare ao poder do Photoshop, porém.