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Em tablets, Android “puro” ainda é desvantagem

Tablet Galaxy Tab S2.

Demorou um pouco, mas o Google finalmente lançou seu novo tablet, o Pixel C, nos Estados Unidos. Ele foi anunciado junto aos smartphones Nexus 5X e Nexus 6P, porém teve uma gestação mais demorada. Finalmente saiu, ontem, por US$ 499. Para muitos, um tablet com Android puro é uma compra certa. Para mim, não. Quando a tela é grande, o Android sem retoques da fabricante é uma causa perdida. (mais…)

Quantas pessoas realmente se importam com os serviços do Google?

Google Now informa sobre voo.

por Benedict Evans

Imagine que você tem um emprego sólido num escritório, sem contato com clientes, em uma cidade provinciana em algum lugar da Europa ou dos Estados Unidos. Você mora em um subúrbio e trabalha num prédio de escritórios, e faz o trajeto diário num carro. Em uma semana típica você encontra os amigos, vai a um bar, pub ou restaurante local, faz compras num shopping ou online e às vezes vai ao centro da cidade. Então: (mais…)

O mobile não é uma plataforma neutra

3D Touch no Instagram do iPhone 6s.

por Benedict Evans

Por uma década ou duas, para a maioria das pessoas “a Internet” significava um navegador web, um mouse e um teclado. Havia algumas coisas complementares como mensageiros instantâneos, Spotify, Skype ou Steam (ou, para alguns, e-mail), mas para a maioria das pessoas e para quase todas as atividades, a web era a Internet. A web era a plataforma, não o sistema operacional — muito mais serviços foram criados para a web do que para o Windows ou o Mac OS. (mais…)

Como a competição entre navegadores ajuda a manter a web aberta e livre

Outdoor do Chrome no Reino Unido.

O recém-lançado Chrome 46 (!) veio com novidades, correções, tudo que lhe é de praxe, mas trouxe também uma remoção na versão para desktops (Windows, Mac e Linux): o “Ok Google” universal para invocar a pesquisa não existe mais. O Chrome 47 também virá com outro recurso a menos, a central de notificações. Por que isso está acontecendo? (mais…)

Do que o Google precisa no mobile?

Google no Nexus 5.

por Benedict Evans

Eu costumo ver o Google como um grande motor de aprendizado de máquina que vem acumulando dados há quinze anos. Tudo que o Google faz está relacionado ao alcance desse motor — alcance para coletar ainda mais dados e alcance para levá-los à superfície. A busca na web é só uma expressão disso, assim como os anúncios, o Gmail e o Maps — eles estão todos construídos sobre aquele motor fundamental. (mais…)

Extensão DirectLinks remove redirecionamentos de links do Google e Facebook

Uma das poucas chateações que tenho com o buscador do Google é a impossibilidade de copiar links “puros” dos resultados. O Google usa um JavaScript de redirecionamento, então é ele, e não o link de fato, que acaba copiado para a área de transferência. Se não entendeu nada, veja este vídeo. O Facebook também faz isso.

Além de dificultar a cópia do link, as duas empresas usam esse “pedágio” para registrar todos os nossos cliques, ou seja, é mais um artifício para conhecerem e assimilarem nossos hábitos de navegação.

A extensão DirectLinks remove esse JavaScript. A original é para Safari, mas fizeram uma versão para Chrome que funciona tão bem quanto.

Só que há um porém: ela surte efeito apenas no google.com; no google.com.br, não. Felizmente o código-fonte está disponível no GitHub, então não deve ser muito difícil alterar esse detalhe. Alguém se habilita?

Atualização (8/9, 10h30): O leitor Vinicius Kunst indicou a extensão GSanitizer, que faz a mesma coisa e funciona nas versões localizadas do Google, como google.com.br. Baixe-a aqui.

Via Daring Fireball.

O que eu perco (e ganho) trocando o Google pelo DuckDuckGo

Outdoor do DuckDuckGo.

O Google ainda é, de longe, o buscador mais usado no mundo. No Brasil, sua fatia do mercado passa dos 90%, e não é por acaso: é um serviço bom, que costuma entregar o que o usuário procura numa frequência bem satisfatória. Apesar disso, o Google não é o único e, por uma série de razões, resolvi experimentar o DuckDuckGo por uns tempos. (mais…)

Não, o Google não vai usar suas fotos salvas no Google Fotos para fazer propaganda

O novo Google Fotos é fantástico, mas suas fotos estarão seguras lá? O que diz os termos de uso da empresa?

Alguns sites (Loop Insight, The Register) alertam: leia os termos de uso antes de entregar suas fotos ao Google. Ambos citam um trecho que, segundo a interpretação dos seus autores, concedem poderes ao Google para, basicamente, se apropriar das imagens enviadas e usá-las da maneira que quiser, inclusive em propagandas do serviço. (mais…)

O que você prefere: privacidade ou comodidade?

Smartphones são incríveis e atingiram a maturidade faz algum tempo. Tanto que começamos a ver, em termos práticos, o surgimento de uma segunda fase, uma tentativa de Apple e Google de dar mais destaque a iOS e Android como fim em vez de servirem apenas de palco para apps de terceiros. Em meio a essa disputa, a privacidade do usuário desponta como um fator de diferenciação. (mais…)

Google Banca vende revistas por R$ 0,99 cada

Além do aluguel de filme grátis para quem tem Chromecast, o Google, em parceria com algumas das maiores editoras do Brasil, derrubou para R$ 0,99 o preço de várias revistas no Google Play Banca.

A promoção está no ar desde o início de junho e vale até o dia 15. Entre as editoras participantes estão a Abril, Globo, Escala e Alto Astral (infelizmente não tem o especial Guia da Selfie, nem o Guia da Netflix). Estão disponíveis títulos como Veja, Época, Carta Capital, Superinteressante, Galileu, GQ, Exame, VIP e algumas de culinária e celebridades. É uma seleção bem eclética, e o preço está bem abaixo do comumente cobrando — entre R$ 8 e 15, dependendo da revista.

As revistas podem ser lidas pelo navegador mesmo, ou usando apps — tem para Android e iOS.

O futuro do Google depende de apps indexados e coisas como Now on Tap

Serviços na nuvem, ferramentas corporativas e invenções malucas (do Google Glass ao Project Loon) são quase startups autônomas dentro do Google se tomarmos o faturamento por referência. O que rende na empresa e paga o salário de todo mundo no fim do mês ainda são os anúncios contextuais, puxados em muito pela busca e a capacidade inigualável do Google em entender o que você está procurando na Internet.

Quando “Internet” era quase sinônimo de web (não confunda), antes da ascensão dos smartphones, o trabalho dos motores do Google era mais fácil. A natureza aberta da web permitiu a criação de robôs capazes de varrê-la e indexá-la. Com apps a história é diferente e, para se manter na liderança, o Google vem tentando saber mais sobre quais apps você tem no seu celular e como os usa. (mais…)

Chrome bloqueará conteúdo Flash supérfluo automaticamente

Em um post no blog oficial do Chrome, Tommy Li, engenheiro de software do Google, anunciou uma novidade relacionada ao plugin nativo do Flash:

Quando você estiver numa página que roda Flash, pausaremos inteligentemente conteúdo (como animações em Flash) que não são centrais na página, enquanto manteremos conteúdo central (como um vídeo) rodando, sem interrupções.

(mais…)

Tem um Chromecast? Parabéns, você ganhou um aluguel de filme no Google Play

Sem muita esperança, acessei o site de ofertas do Chromecast para ver se, desta vez, a promoção valia aqui. É a segunda vez que o Google libera um aluguel grátis em sua loja de filmes para quem tem o dispositivo (ou o Nexus Player); na primeira nós, brasileiros, ficamos de fora. Mas agora, não! Veja como resgatar. (mais…)