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LibreOffice chega à Mac App Store por R$ 49,90

A Document Foundation, responsável pelo LibreOffice, lançou a versão Community da suite de aplicativos na Mac App Store como um aplicativo pago. No Brasil, sai por R$ 49,90.

A fundação explica, no comunicado, que o lançamento é uma maneira de apoiar “usuários finais que queiram obter todos os seus softwares de desktop do canal de vendas proprietário da Apple”, e que o valor levantado ali será investido no desenvolvimento do projeto.

Usuários do macOS que quiserem baixar o LibreOffice gratuitamente podem baixá-lo pelo canal tradicional, direto do site oficial.

Esse expediente não é novo. Vários aplicativos de código aberto gratuitos para macOS são cobrados quando distribuídos pela Mac App Store. Além do LibreOffice, conheço outros dois que fazem o mesmo: Maccy (R$ 54,90 via Apple) e GrandPerspective (R$ 16,90 via Apple).

Quase sempre, a cobrança de aplicativos gratuitos na Mac App Store é uma forma de financiar o desenvolvimento. Se o intuito da compra for ajudar os projetos, porém, é mais jogo doar diretamente a eles — pela loja da Apple, a empresa dona do macOS retém com 30% do valor total pago. Via Document Foundation (em inglês).

Como acompanhar perfis no Twitter sem ter que criar uma conta no Twitter

Mesmo quem não tem conta no Twitter às vezes precisa ou gostaria de acompanhar perfis públicos lá. E embora o Twitter esteja dificultando cada vez mais essa prática, exigindo login até para mostrar perfis públicos, ainda existem algumas alternativas para fazer isso sem ter que baixar o aplicativo oficial e criar uma conta no Twitter.

Atualização (30/6/2023): Uma atualização do Twitter passou a bloquear acessos a perfis e posts da rede sem login. Com isso, todas as dicas abaixo ficam inutilizadas.

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Canva ganha clone do Google Docs, publicador de sites e mais

O Canva reuniu todas as suas ferramentas em uma “Visual Worksuite” e parece disposto a rivalizar com o Google Docs e serviços de criação de sites como Squarespace e Wix.

As novidades foram anunciadas na Canva Create, a primeira conferência global organizada pela empresa. Tem o Canva Docs, que é… bem, uma espécie de Google Docs com apelo mais visual, e o Canva Websites, que converte elementos diversos — documentos, apresentações, até PDFs — em sites simples e responsivos.

Os sites e outras áreas do Canva ganharam estatísticas de acesso, e há um novo plano e muita ênfase no trabalho colaborativo. Parece que a proposta é resolver todas as dores de comunicação de uma empresa pequena, o que talvez funcione?

De todos esses serviços “faça você mesmo” voltados a pequenos negócios, não imaginava que o Canva fosse fazer esse movimento. (Outros, como o Zoom, que está se posicionando para brigar com Microsoft Teams e Slack, sim.) Via Canva (em inglês).

Safari 16 para macOS

O macOS Ventura só chega em outubro (data ainda não especificada), mas o Safari 16 já está entre nós, compatível com as versões 11 (Big Sur) e 12 (Monterey). O iOS 16, lançado nesta segunda (12), também já conta com a última versão do navegador da Apple.

Para atualizar o Safari, siga o caminho de atualizações do sistema, ou seja, entre em Preferências e depois em Atualização de software. O Safari 16 já deverá estar disponível.

A maioria das novidades, como de praxe, é destinada a desenvolvedores web. Das perceptíveis ao usuário final, temos suporte a chaves-senha, ao formato de imagem *.avif e a pagamentos recorrentes no Apple Pay. A lista completa pode ser lida no link ao lado. Via Apple, WebKit (ambos em inglês).

Como criptografar arquivos e diretórios em qualquer nuvem — Dropbox, Google Drive, iCloud, OneDrive etc.

A maioria dos serviços comerciais de nuvem, como Dropbox, Google Drive, OneDrive e iCloud, só criptografa os arquivos e diretórios/pastas em trânsito. Isso significa que seus arquivos podem ser vistos por pessoas que tenham acesso aos servidores e manipulados por sistemas automatizados.

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Telegram expropria nomes de usuários de canais inativos ou vazios

O Telegram retomou o controle de nomes de usuários ligados a canais inativos ou vazios há pelo menos um ano. O aplicativo disponibilizará novamente esses nomes em breve, desta vez sob novas regras:

  • 99% desses nomes serão disponibilizados novamente ao público, desta vez com limitações geográficas e algorítmicas, a fim de evitar abusos; e
  • 1% será leiloado — nomes curtos e valiosos, que Durov já havia sugerido que poderiam ser vendidos e convertidos em NFTs.

Um dado curioso que ajuda a entender tal cuidado: 70% de todos os nomes de usuários reservados no Telegram eram de propriedade de “cybersquatters” iranianos.

No post/anúncio, Durov disse que não duvida que os acumuladores de nomes de usuários do Telegram ficarão decepcionados, mas que “esta mudança beneficiará a maioria dos nossos usuários”. É isso aí, camarada Durov!

O canal do CEO do Telegram continua sem receber emojis de reações desde a chuva de “não curti” do penúltimo post, quando ele ventilou a ideia de transformar nomes de usuários com poucos caracteres em NFTs. Aí não, né? Via @durov/Telegram (em inglês).

Como otimizar imagens para gerar arquivos menores e mais fáceis de compartilhar

Um dos segredos do WhatsApp para parecer ágil é redimensionar e otimizar imagens antes do envio. Arquivos menores levam menos tempo para serem transferidos. Ótimo, mas como fazer isso em outros ambientes digitais?

Existe um punhado de algoritmos que otimizam imagens. Eles removem partes que, embora sejam relevantes em alguns contextos, para imagens corriqueiras podem ser dispensadas, como meta dados e partes “brutas” (de alta qualidade) nas imagens em si.

Na dica desta semana, mostrarei três métodos para otimizar imagens. Use um deles antes de compartilhar imagens por e-mail, em outros aplicativos de mensagens, publicar em sites… enfim, onde quiser.

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HalloApp: o segundo ato de um ex-executivo arrependido do WhatsApp

Foto de cima de um palco, com dois homens sentados no centro — o à direita da imagem é Neeraj. Ao fundo, uma tela enorme, amarela, com uma simulação de “rasgo” expondo um fundo vermelho e o título (em inglês) “Do WhatsApp ao HalloApp: Uma jornada”.

Em maio, um post no Twitter de Neeraj Arora viralizou. No fio, ele contou como foi engambelado por Mark Zuckerberg em 2014, quando o então Facebook comprou o WhatsApp por US$22 bilhões. Neeraj era diretor de negócios do aplicativo de mensagens e esteve diretamente envolvido na venda para o Facebook.

O desenrolar daquela história é conhecido a essa altura: Zuckerberg violou alguns dos compromissos que assumiu em 2014 com os fundadores do WhatsApp, como o de não cruzar dados dos usuários do Facebook com os de outras propriedades, e os fundadores acabaram saindo da empresa enquanto o WhatsApp continuou crescendo até se consolidar como um dos principais motores de comunicação da humanidade.

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Curiosidades do Shazam, um aplicativo de 20 anos

Semana passada o Shazam completou 20 anos. Se você fizer as contas, o serviço que reconhece músicas e que hoje pertence à Apple precede os celulares modernos — o iPhone, “marco inicial” dessa fase, foi lançado há 15 anos.

Para celebrar a data, a Apple publicou um punhado de dados interessantes do Shazam, incluindo o seu formato original:

Agosto de 2002: O Shazam é lançado como um serviço de mensagens de texto (SMS) baseado no Reino Unido. Na época, os usuários podiam identificar músicas ligando para “2580” em seus celulares e segurando-os enquanto uma música tocava. Depois eles recebiam uma mensagem SMS dizendo o título e o(a) intérprete da canção.

Relacionado: uma entrevista da Folha de S.Paulo com Chris Barton, fundador do Shazam, que diz que não ficou rico com o aplicativo e agora está trabalhando em um sistema anti-afogamentos para piscinas. Via Apple (em inglês).

Como excluir mensagens automaticamente após um período no WhatsApp e no Signal

Aplicativos de mensagens há muito deixaram de ser meios de comunicação com pessoas conhecidas. Hoje, falamos com fornecedores, restaurantes, encanador, eletricista… pelo WhatsApp. (Em breve, espero, também pelo Signal.)

Essas mensagens muitas vezes são pontuais e não precisam ficar guardadas eternamente no seu celular, ocupando espaço e aparecendo nas pesquisas do histórico de conversas.

Felizmente, é possível configurar WhatsApp e Signal para que tratem toda nova conversa como temporária, ou seja, do tipo que se auto-exclui após um período determinado.

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LibreOffice 7.4

O LibreOffice 7.4, lançado nesta quinta (18), traz melhorias pontuais nos três principais aplicativos da suíte, como suporte a imagens no formato WebP, opções de hifenização no Writer e extensão do limite de colunas para 16.384 no Calc. Aqui tem as notas da versão.

Nas melhorias e correções gerais, o foco da Document Foundation continua sendo a compatibilidade com arquivos do Microsoft Office. Segundo a fundação:

Os arquivos da Microsoft ainda são baseados no formato proprietário descontinuado pela ISO em 2008, e não no padrão ISO aprovado, de modo que eles escondem uma grande quantidade de complexidade artificial. Isso gera problemas com o LibreOffice, que adota um formato verdadeiramente padronizado (o OpenDocument).

Baixe aqui o LibreOffice 7.4 para Linux, macOS e Windows. Via Document Foundation (em inglês).

WhatsApp ganha novo aplicativo nativo para Windows

O WhatsApp para Windows agora é um aplicativo nativo, o que, segundo a Meta/WhatsApp, proporciona uma “nova experiência para computador” porque aplicativos nativos são “mais confiáveis e mais rápidos” e “projetados e otimizados para o sistema operacional do seu computador”.

Obrigado WhatsApp por nos deixar anos usando um aplicativo (baseado em Electron) não confiável e lento 👍

Baixe o novo WhatsApp na lojinha de apps do Windows. Alguém aí já testou? Via WhatsApp.

A “revolução” do Telegram são… emojis animados

A tal atualização do Telegram que iria “revolucionar a maneira como as pessoas se expressam em aplicativos de mensagens” saiu e… bem, acho que Pavel Durov exagerou desta vez: a tal “revolução” são pacotes de emojis animados disponíveis apenas para usuários pagantes.

O enrosco com a Apple se deu porque o Telegram animou os emojis da empresa, que compõem a fonte Apple Color Emoji e são protegidos por direitos autorais, ou seja, o fez sem autorização. Via Telegram, @durov/Telegram (em inglês).