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Se o Telegram, um dos dez aplicativos mais populares do mundo, está recebendo este tratamento [da Apple], imagine as dificuldades enfrentadas por desenvolvedores de aplicativos menores.

— Pavel Durov, CEO do Telegram.

O desabafo de Durov diz respeito a uma atualização do Telegram presa há duas semanas no processo de revisão da App Store, da Apple.

Segundo o executivo, é uma atualização que vai “revolucionar a maneira como as pessoas se expressam em aplicativos de mensagens”. É de se duvidar, mas seguimos atentos. Via @durov/Telegram (em inglês).

Novidades do WhatsApp: tempo maior para apagar mensagens, ocultar status online e mais

O WhatsApp agora permite excluir mensagens para todos até 2 dias e 12 horas depois do envio. Bom!

Além disso, Mark Zuckerberg anunciou três novidades que chegarão em breve ao aplicativo, incluindo — finalmente — a opção de ocultar o status “Online”.

As outras duas são a saída de grupos “à francesa”, sem alertar todos os membros, e a proibição de prints em fotos que só podem ser visualizadas uma vez.

O prazo maior para excluir mensagens já está valendo. As três novidades anunciadas por Zuck, ainda não — e nem se sabe quando chegarão. Via @WhatsApp/Twitter, @zuck/Facebook, WABetaInfo (todos em inglês).

Outros jeitos de assistir a vídeos do YouTube

Não sei você, mas eu evito quanto posso o site e os aplicativos oficiais do YouTube. O algoritmo acerta? Sim, mas os riscos não compensam — tanto pelo lado ruim, ou seja, recomendações de vídeos esquisitos, quanto pelo menos ruim, quando você é tragado(a) por vídeos em sequência e só se dá conta após perder um tempão com bobagens.

Lá no YouTube (👀) já dei a dica do Invidious, um front-end alternativo mais leve, privado e sem a maioria dos problemas do front-end oficial.

Hoje, dou mais duas dicas: como rodar os vídeos em aplicativos desktop e como baixá-los para consumo offline. Além de evitar as recomendações do algoritmo, esses outros jeitos de assistir aos vídeos te livram da poluição visual e lerdeza do site do YouTube, dos anúncios e até mesmo do navegador.

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Após hiato de quatro anos, saiu uma nova versão do Winamp

O Winamp 5.9 RC1 Build 9999 já pode ser baixado aqui (apenas para Windows).

É a primeira versão do player de música em quatro anos, um trabalho que envolveu “duas equipes de desenvolvimento e um hiato motivado pela pandemia”, escreveu Eddy Richman no anúncio oficial.

E… bem, apesar da demora, não espere ver muitas novidades. “Ao usuário final”, explica Eddy, “pode não parecer que há uma grande leva de mudanças, mas a maior e mais difícil parte do trabalho foi migrar o projeto inteiro do VisualStudio 2008 para o 2019 e fazê-lo compilar corretamente.”

Ele diz que, feito esse trabalho de base, “agora podemos nos concentrar mais nos recursos, seja corrigindo/trocando antigos ou adicionando novos”.

A nova versão do Winamp — ainda uma “release candidate”, ou seja, não é a versão final/estável — traz pelo menos duas melhorias mais notáveis: suporte ao Windows 11 e à reprodução de streams via https. Há, ainda, um punhado de atualizações e correções de CODECs.

Esta atualização não parece ter relação com o prometido “relançamento” do Winamp envolvendo streaming e NFTs, anunciado em 2021. Alívio para o pessoal prestes a tomar a quarta dose da vacina da covid-19 e que, por qualquer motivo, ainda ouve música por arquivos MP3 — como nos bons tempos. Via Winamp (em inglês).

Todo mundo detestou o novo app do Discord para Android

O Discord para Android passou a ser desenvolvido em React Native, um framework para desenvolver aplicativos multiplataforma criado pela Meta (sim, a do Facebook e Instagram).

Até aí, tudo bem. O problema é que os usuários detestaram a nova versão. No subreddit do Discord o carinho da torcida está intenso.

A ideia desses frameworks multiplataforma é otimizar o trabalho. Em vez de criar dois apps, um para Android, outro para iOS, com eles é possível escrever apenas um código e, com modificações mínimas, compilar aplicativos para dois ou mais sistemas.

O aplicativo do Discord para iOS já era feito em React Native. O do Android, com ferramentas nativas, usadas para criar apps somente para Android. Isso tornava o desenvolvimento do app para iOS mais ágil e gerava retrabalho — tudo o que era feito em um não podia ser reaproveitado no outro.
A adoção do React Native resolve esse problema dos engenheiros e programadores, mas cria outro para os usuários: o novo aplicativo parece bem pior.

Quando algo assim acontece, é raríssimo que a empresa volte atrás — há muito investimento de tempo e trabalho nessas transições.

No comunicado oficial, que o Discord intitulou “uma empolgante atualização para o Discord no Android”, a empresa afirma que “continuará trabalhando para tornar o app do Android o melhor que ele pode ser”. Via Discord, @sandofsky/Twitter (ambos em inglês).

AppJusto e o desafio de um delivery justo, com Rogério Nogueira

Neste Guia Prático, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa recebem Rogério Nogueira, co-fundador do AppJusto, plataforma de delivery e entregas que — como o próprio nome diz — se posiciona como uma alternativa mais justa a todos os envolvidos: restaurantes, entregadores e consumidores. Quais os diferenciais do AppJusto? E para concorrer com o iFood, como faz? Modelos de investimento coletivo, como o adotado pelo AppJusto, podem funcionar em larga escala? Ouça e descubra.

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Aplicativos “leitores” do iOS/iPadOS começam a usar link externo para evitar taxa da Apple

Print do aplicativo da Netflix para iPadOS, exibindo a mensagem: “Você está prestes a sair do aplicativo e acessar um site externo. A transação não será realizada com a Apple.”
Imagem: Netflix/Reprodução.

O aplicativo da Netflix para iOS e iPadOS passou a incluir um link externo (na web) para contratação do serviço.

Em setembro de 2021, a Apple foi obrigada pela Justiça dos Estados Unidos a permitir esse movimento dos chamados “aplicativos leitores”, aqueles que oferecem um ou mais dos seguintes tipos de conteúdo digital como principal funcionalidade: revistas, jornais, livros, áudio, música ou vídeo.

Antes disso, aplicativos leitores tinham que dividir a receita das assinaturas com a Apple, o que levava muitos deles — como o da Netflix — a simplesmente não oferecem a opção de pagamento pelo app do iOS/iPadOS.

O link externo é fornecido por uma API da Apple. Ao tocar nele, antes de chegar ao destino (um site), o iOS/iPadOS exibe uma mensagem padrão (imagem acima cortesia do MacMagazine). Via 9to5Mac (em inglês), MacMagazine.

Google e Apple continuam cobrando taxas elevadas ao liberarem sistemas de pagamentos alternativos para aplicativos

Antecipando-se ao Digital Markets Act (DMA), o Google anunciou que permitirá o uso de sistemas de pagamento alternativos a aplicativos (e só, não vale para jogos) na região da União Europeia. Nesse arranjo, os aplicativos terão que pagar uma taxa apenas três pontos percentuais abaixo da cobrada pelo Google em seu sistema de pagamento próprio.

O percentual é similar ao que a Apple descontando nos locais e circunstâncias em que tem sido obrigada a abrir a App Store para sistemas de pagamento alternativos, como para os apps de namoro na Holanda (de 30% para 27%) e para todos na Coreia do Sul (de 30% para 26%). Nesses termos, não parece uma saída vantajosa… Via Google, Apple (2) (todos em inglês).

Prime Video ganhará nova interface nas próximas semanas

Alguém na Amazon lembrou que o Prime Video existe e, nas próximas semanas, uma nova interface para o serviço de streaming da casa será liberada.

Não que fosse muito difícil, considerando a atual, mas a nova parece bem mais moderna e intuitiva. Diz a Amazon que ela foi pensada para ser “menus carregada para os nossos clientes”. Amém?

A liberação será gradual e, nesta primeira fase, alcançará o Android e dispositivos conectados na sala — smart TVs, caixinhas de streaming (Roku, Apple TV, Amazon Fire) e video games. As atualizações para iOS e web ficaram para depois. Via Amazon (em inglês).

Os melhores aplicativos de barulho de chuva e ruído branco para concentrar-se

Não tem coisa melhor que um barulhinho de chuva ou do mar para ajudar na concentração ou isolar outros barulhos incômodos. Também chamado de ruído branco, esse tipo de som neutraliza outros e pode ser útil em muitos momentos. Eu faço uso dele quase todos os dias.

Existem aplicativos e sites que oferecem ruídos brancos de alta qualidade. Após extensa pesquisa ao longo de alguns bons anos, na dica desta semana apresento um recurso nativo do iOS, dois aplicativos legais e um site decente (para usar no computador) que tocam ruído branco.

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Calibre 6.0

Calibre é um aplicativo para gerenciar e ler e-books (livros eletrônicos). O Calibre 6.0, nova grande versão, trouxe novidades significativas:

  • Suporte à indexação e pesquisa de livros inteiros. É opcional.
  • Suporte à leitura dos livros, usando o sistema “text-to-speech” nativo do sistema operacional.
  • Suporte a URLs iniciadas com calibre://.
  • Suporte à arquitetura ARM no macOS (chips M1, M2 e variantes) e no Linux. Por outro lado, o aplicativo deixa de suportar sistemas 32 bits.

O Calibre 6.0 está disponível para Linux, macOS e Windows. Via Calibre (em inglês).

Como ser lembrado(a) dos aniversários de amigos e familiares sem depender do Facebook

Até algum tempo atrás, era comum ouvir de gente com perfis no Facebook que o único motivo de continuar usando essa rede social eram os lembretes de aniversários. Se este for o seu caso, boa notícia: a dica de hoje é como ser lembrado(a) de aniversários sem depender do Facebook.

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Darktable 4.0.0

O projeto Darktable lançou uma nova grande versão (4.0.0) para celebrar seu décimo aniversário. Entre as principais mudanças, a interface foi reescrita para “melhorar o visual e a consistência”, foram feitas melhorias de desempenho e há novos recursos, como um mapeamento de cores e exposição e outros novos ajustes.

O Darktable é uma solução gratuita e de código aberto para tratamento de fotos — uma alternativa a aplicativos como o Fotos da Apple e o Lightroom, da Adobe. Via Darktable (em inglês).

Apple força Instagram a oferecer exclusão da conta direto no app

Uma atualização do aplicativo do Instagram para iOS/iPhone lançada pela Meta acrescentou uma discreta opção para excluir a conta ali, sem que o(a) usuário(a) precise abrir o navegador, como era até esta quinta (30).

A novidade não foi desmotivada, mas sim para adequar o aplicativo às regras da App Store, a loja de aplicativos da Apple. Em maio, a dona do iPhone alertou os desenvolvedores de aplicativos do prazo, até 30 de junho, para eles incluírem a opção de excluir contas dentro dos próprios apps. Via TechCrunch, Apple (ambos em inglês).