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O bom e o ruim no legado de Jony Ive no design da Apple

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Quantos executivos de grandes empresas você conhece (no sentido de pelo menos saber o nome)? Tenho a impressão de que, com poucas exceções, esses profissionais acabam conhecidos apenas daqueles que acompanham mercados muito de perto. No da tecnologia de consumo, dá para contar nos dedos os que conseguiram romperam as conferências com analistas e investidores e as páginas dos jornais de negócios e alcançaram o imaginário popular: Bill Gates e Steve Jobs, cofundadores e por muito tempo CEOs da Microsoft e da Apple, e Mark Zuckerberg, o infame cofundador e CEO do Facebook. (Todos retratados em filmes; coincidência?)

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Post livre #180

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Napster e o legado (legalizado) da “pirataria”

Em 2019, o Napster, serviço pioneiro de compartilhamento peer-to-peer (P2P) de músicas “piratas”, completa 20 anos. Há duas décadas, milhões de pessoas com acesso à internet vivenciaram uma das mais empolgantes experiências no que concerne ao consumo da música: o download gratuito de quaisquer canções na rede. Para além da gratuidade, quem realizava os downloads estava livre para adquirir apenas as músicas que lhe interessava — desprendendo-se, muitas vezes, de faixas desconhecidas que compunham o álbum de um artista — e contava com a comodidade de obtê-las em casa, sem ter que se deslocar fisicamente até uma loja de CDs.

Mais do que facilitar a vida daqueles que tinham acesso a computadores e à internet ao final da década de 1990, o Napster localizou a música no campo digital, introduzindo (de modo mais categórico) sensos de justiça sobre o consumo ou mesmo inspirando o formato de negócio que muitos anos depois seria adotado por empresas como o Spotify. É sobre tais legados que este texto trata.

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Sobre a moedinha do Facebook

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As aparições públicas robóticas, sempre com um semblante desprovido de emoções, fala monótona e piadas constrangedoramente ruins, colocaram Mark Zuckerberg sob a suspeita de ter algum grau de psicopatia. Isso explicaria, por exemplo, alguém pressionado por sucessivos escândalos de privacidade e deslizes éticos anunciar uma moeda global como se: 1) precisássemos; 2) alguém tivesse lhe pedido; e 3) o Facebook fosse a melhor empresa para empreender ambicioso plano neste momento.

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Post livre #179

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