Post livre #179

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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120 comentários

  1. na semana passada o Chutando a escada recebeu o Celso Rocha Barros. Ele falou um pouco do seu saudoso blog Na prática a teoria é outra. Para quem, como eu, sente falta do cenário de blogs de uns dez anos atrás vale escutar pela curiosidade dos bastidores. O clima de conversa entre blogs que acontecia nesse período foi parcialmente transposto para a “podosfera”, mas sinto que algo se perdeu.

  2. Pessoal, quero comprar uma TV 32 polegadas, daquelas smart.. Tô entre a LG e a Sony. Elogiam muito o sistema da LG, o webOS, que dizem ser bem fluído. A Sony é elogiada no geral.. Alguém teria algo a acrescentar?
    Valeu!

    1. não gostei do OS da Sony, poucos aplicativos, já o da LG achei bem bom.

  3. Minha irmã está abrindo uma lanchonete…., o bagulho vai começar enorme.
    Aí orçei o equipamento de informática, mas ela achou caro comprar um computador ‘básico’ da Pichau (me ofereci até mesmo pra montar o PC)
    Agora vai acabar usando um Pentium 4, 2GB de RAM como servidor/caixa….
    Eu já vi esse tipo de situação centenas de vezes. Quando é pra fazer decoração e outras coisas o pessoal esbanja dinheiro, mas quando é pra comprar uma ferramenta de trabalho diária são muito sovinas.
    Daqui uns dias têm que instalar o roteador…., quero só ver as gambiarras….

      1. Justamente esse que vai ser o PC principal. Hahhaja
        Eu tinha cotado um ryzen 3 com 8gb de ram e até me candidatei pra montar…., Mas preferem gastar em plantas de plástico….

        1. Chegou a pesquisar ou mesmo cogitar uma solução mobile? Tem maquininhas que se integram com sistemas móveis, como a Cielo LIO e a iZettle. Eu realmente não sei se isso só funciona com negócios muito pequenos, mas… (Perguntando só de curiosidade mesmo.)

          1. Sim!
            A parte de sistema já está encaminhada. Vai ter até comanda virtual.
            Realmente não vai dar certo usar esse PC velho. Vou fazer ela comprar pelo menos um kit básico pra montar um bom PC.

            Quando inaugurar eu mando umas fotos aqui.

        2. Quando falo “PC principal”, digo que ele faça funções além do PDV básico.

          Vejo soluções de PDV que vão de boa em um Pentium.

          Em último caso, sempre recomendo o pessoal comprar um i5 usado de leilão

      1. Sacou que é um PC usado?? P4 e 2GB de DDR2!
        Mas caí na razão e vou insistir pra ela comprar pelo menos mobo, memoria, processador e fonte.

        1. Prefiro sugerir que ela compre um PC usado, mas um i5 ou ao menos um Atom Quad Core (os Atom Quad Core são usados em PCs tipo Bematech).

          Fala pra ela que tem na faixa de 800 contos, e com garantia de 3 meses.

          (Ou compra um usado no Facebook, muitas vezes sabendo consertar, é só fazer o reparo que falta)

    1. eu faria justamente o contrário: gastaria uma boa grana na parte de infra (mas eu sei o qto ela é importante) e economizaria o máximo na decoração.

        1. Aprendi com isso que tem lugar que é bonitinho, mas a comida é um horror.

          Hoje como baseado pela dupla cheiro + preço.

  4. Pessoal, vocês viram o caso do Matthew Miller? Tá bem contado no podcast que ele faz (http://www.mobiletechroundup.com/category/podcast/) e nesse post (https://www.zdnet.com/article/sim-swap-horror-story-ive-lost-decades-of-data-and-google-wont-lift-a-finger/).
    Basicamente foi o seguinte: conseguiram convencer a operadora de telefonia (T-Mobile) a migrar o número dele para outro chip (sim card). Com isso, acessaram a conta Google dele já que o código de verificação de duas etapas estava vinculado ao número (era enviado um SMS). A partir daí foram acessando outros serviços dele, incluindo conta bancária (compraram bitcoins) e twitter.
    A pergunta que fica: se ele tivesse habilitado a verificação em duas etapas em um app tipo Authy isso poderia ter sido evitado?
    Tenho outra dúvida: como que fica se você estiver viajando no exterior e perde seu smartphone: como acessar seus e-mails? Você até pode lembrar a sua senha, mas e o código em duas etapas.
    (segunda vez que escrevo esse comentário, dá primeira vez cliquei em publicar e sumiu)

    1. Sabe o pior? Alguns serviços meio que só te dão opção de receber o código por SMS ou usar códigos reserva. Eu sempre prefiro o código gerado pelo app. Minha conta do Google só tem a opção de código de app habilitada. Não uso SMS nem mesmo o pedido de autorização enviada para dispositivos de confiança.

      1. Sério? To no site do Google agora para ver como desabilito o envio por SMS e deixo só no Authy.

        Vi que lá tem uns códigos de backup. Vou começar a levar um deles na doleira quando for viajar. Aí se eu perder o smartphone ainda assim consigo acessar minha conta.

          1. Mesmo por esse link não é fácil cancelar a autenticação pelo celular e manter somente os códigos de backup…

        1. Boa Fernando (to respondendo por aqui porque o sistema de comentários não me deixa te mandar pela última mensagem que você me enviou). Deixei o meu assim também.
          Outra coisa que vou tentar é diminuir o tempo para bloqueio do smartphone para o menor possível, assim caso me roubem talvez dê tempo de impedir o acesso aos dados.

          1. Eu deixo como imediatamente:

            https://www.dropbox.com/s/wed5agkwrqqj59d/1.jpg

            Outra coisa que faço é bloquear as opções de rede e segurança, isso de possibilita bloquear ou localizar o seu aparelho com mais agilidade

            https://www.dropbox.com/s/v2qy3secwhwshjz/2.jpg

            Outra coisa que deixo são os comandos remotos e a opção de enviar a última localização ativa

            https://www.dropbox.com/s/357vtp9luuaf15d/3.jpg

            Só não deixo a opção de resetar o aparelho porque tenho primos mais novos e curiosos. E tento evitar que eles resetem meu celular por curiosidade rs

        2. boa essa dica dos códigos de backup. não pretendo adquirir um smarphone depois que o meu Quantum Go morrer.
          Alias, faz uns meses que, por falta de creditos, perdi meu número principal que tive durante muitos anos. Não me fez falta até o momento.
          Agora com esses codigos offline do Google fico mais seguro. É o unico serviço pelo qual tenho algum apego.

          1. Mas pelo que vi, esses códigos só servem como forma secundária. A verificação padrão tem que ser por SMS (forma insegura) ou por algum aplicativo como o Authy ou equivalente. Sem um smartphone, resta a verificação por SMS (ou token físico, se o serviço admitir)…

      2. Extato! Quem dera a maioria tivesse os códigos reserva. Pelo menos era um meio de impedir fisicamente o invasor.

        SIM Swap é um dos poucos tipos de ataque digital que me dá medo de verdade. O potencial destrutivo dele na vida do indivíduo é gigantesco, e tudo isso por conta da incompetência das operadoras em melhorar seus processos internos de segurança.

  5. Recentemente comprei um IEM, In Ear Monitor, nome fresco de audiófilo/músico para pra fone de ouvido. Depois de ver um review e saber que o bicho, um KZ ZSN, custava barato não resisti. Amigos, é incrível a qualidade que se consegue obter hoje com um fone de menos de 20 dólares.

    1. que absurdo! e agora como o pessoal vai justificar o gasto com equipamento 10x mais caro!?

      *poxa, fone interessante mesmo. de noite vou pesquisar mais a respeito.

    2. Eu tava hoje mesmo penando que queria um fone legal e barato. Nem sou exigente, mas queria um fone com um sonzinho legal.

      Valeu pela dica!

  6. Viram isso? É um artigo investigativo do Wall Street Journal denunciando a quantidade enorme de negócios falsos no Google Maps. O texto começa com o caso de uma mulher que ficou com o portão da garagem presa e resolve ligar pra um serviço de reparos que ela já havia usado antes e foi pegar o número no Google Maps. Ligou e chamou. Chegou um cara numa van sem identificação dizendo ser da empresa que ela ligou. Ele fez o serviço (mal e porcamente) e cobrou um absurdo. Ela se recusou a pagar. No final descobriu que o cara roubou o nome de um negócio legítimo e colocou o próprio telefone pra lucrar. O texto trás vários exemplos e me deixou chocado. Não fazia ideia de que era possível.
    (Wall Street Journal – em inglês – tempo de leitura: 15 minutos)
    https://www.wsj.com/articles/google-maps-littered-with-fake-business-listings-harming-consumers-and-competitors-11561042283?shareToken=stf36c9ebf181345f6b6af7084e214a6dc

    1. Quando eu tive empresa eu coloquei no Google Maps e a única coisa que eles pediram pra mim foi pra confirmar a minha identidade. Nada mais. Então, se nada mudou, é bem possível que uma pessoa mal intencionada simplesmente roube a identidade de um estabelecimento comercial de maneira bem simples.

      No Facebook parece ter disso também. Já liguei umas 3x pra telentrega de comida onde o telefone que estava na página não era o do lugar que eu queria (mesmo que todo o resto fosse). Deve ter algum meio de clonar/pegar algumas páginas por lá também.

      1. Pra mim eles enviaram uma carta com um código que tive que incluir. Mas se o caso é uma empresa que atende os clientes por telefone e não fisicamente recebendo os clientes, rola fácil fraudar. Eu não sei o endereço da empresa que conserta minha máquina de lavar, mas sei o nome o que poderia fazer vítima de algo do tipo.

  7. Até que ponto uma marca ou hype valem a pena?

    Tenho aqui em casa 2 agendas pequenas:
    – Uma estilo Moleskine da Pombo Lediberg, com aproximadamente 3 ou 4 anos;
    – Uma vermelha da Stiff encontrada na padaria mais próxima da sua casa com aproximadamente 5 anos ou mais.

    Fotos: https://send.firefox.com/download/3994dc1ba67fb0ba/#dd36dFoAZC0wtHsdLn3liQ

    A Moleskine está descascando, soltando pedacinhos de plástico e onde quer que eu use ela os pedacinhos vermelhos de plástico ficam espalhados. A da Stiff, em contrapartida, está intacta e no máximo com algum amassado na parte da dobra.

    A questão é: uma tem hype e custa umas 10x mais que a outra, porém no quesito durabilidade ela sai perdendo. Até que ponto este hype é válido? Gostaria de expandir o pensamento para outros segmentos: Apple x Android, MacOS x Windows x Linux, Logitech x Multilaser, etc etc…

    1. O hype/a marca é uma garantia maior em relação a um produto desconhecido, mas não é absoluta. Marcas mais conhecidas têm mais clientes e esse volume ajuda a evidenciar eventuais problemas mais rapidamente, o que as libera para cobrarem mais por oferecerem o “certo”. Marcas entrantes ou menores não têm esse trunfo, por isso uma das maneiras (mas não a única) que elas têm de competir é cobrando menos.

      Escolher um produto apenas pela marca é loucura, mas também acho que ignorá-la completamente seja negligente. Sempre que vejo algum produto novo dos que consumo regularmente no mercado, por exemplo, se a apresentação é legal e o preço não destoa muito, acabo dando uma chance de experimentar. (Reconheço que isso é muito mais fácil com bens perecíveis.)

    2. Acho que precisa levar em consideração também qual teu orçamento e o quanto esse produto vai te beneficiar.
      Eu poderia comprar um multiteste fluke de R$300, mas pro meu uso tão básico e esporádico ele seria um desperdício. Então vou apelar pra um de 20 dólares do Aliexpress.

    3. Na maioria das vezes o hype da marca é completamente injustificado. Produtos bons são caros, via de regra; mas produtos caros nem sempre são bons. Moleskine é uma marca que tinha ótimos cadernos antigamente, quando era menos hypada, e hoje tem diversos problemas (a costura, que deveria ser famosa, vive caindo).

      Em SO desktop não existe hype fora dos dois nichos menos – macOS e Linux – porque a proporção de usuários do Windows é muito grande (a não ser que você faça como o MacMagazine e considere iPads como computadores). O Linux, usualmente, se dá muito melhor com desenvolvimento (subir um servidor no Mac é um martírio se você não quer usar Docker) e o macOS se dá muito melhor com edição de vídeos (fotos, por exemplo, não tem muita diferença).

      Android/iOS se você comprar um telefone Android na mesma faixa de preço de um iPhone você vai ter, basicamente, a mesma experiência de fluidez e uso. Eu gosto mais do iOS particularmente, mas não dá pra dizer que um é melhor do que outro. Em tablets não existe competição.

      Para marcas de periféricos eu uso Razer (da linha barata) ou Logitech. Por sorte consegui comprar um mouse Logitech antes da marca se tornar conhecida pelos gamers. O hype, nas duas, não é válido. Eu compro porque elas tem uma garantia melhor no Brasil e eu não quero comprar um teclado mecânico chinês que, caso dê problemas, eu terei de consertar em casa.

      E coloque as fotos no IMGUR ou outro local, o Send tem que baixar as fotos =P

      1. @Paulo qual tablet você recomenda para comprar futuramente? É para minha sobrinha de 9 anos. Quando começo a procurar fico perdido se compro um Ipad ou algum com Android em que tenha um bom espaço e seja rápido/fluido.

        1. Se me permite, vai de Samsung básico. Marcas mais baratas são problemáticas em um todo.

        2. O que o Ligeiro disse: Samsung básico é bom, tendo 2GB de RAM tem uma boa usabilidade. Acho que o preço deles deve estar bem abaixo dos R$1000, se duvidar, menos de R$700.

          iPad só usado pra conseguir um com um preço que seja coerente. A segunda geração do mini, de sete polegadas, tem um CxB muito bom.

  8. depois de ver a ótima série ‘chernobyl’ (q pegou muito do livro ‘vozes de tchernobil’ sem os devidos créditos), passei pra terceira temporada de ‘true detective’ e a achei excelente. q atores! parece q a segunda foi fraca, então pulei, pq as histórias são independentes. alguém mais viu? ou chegou ver a segunda? a primeira eu acho q todos viram, pq fez muito sucesso.

    1. Preferi mais a terceira que a primeira em relação ao enredo geral. Aguardando uma s04

      1. Acho o argumento da primeira bem melhor trabalhado por mesclar uma série de elementos fantásticos – como as referências ao Rei de Amarelo, Carcossa e ao gótico clássico americano – com elementos reais da cultura do sul dos EUA (que tem uma literatura bastante rica e, por algum motivo que me foge, bastante inexplorada). O roteiro de ambas é de uma série policialesca dos anos 80, pega bem o espírito dos filmes de investigação mais antigos – alguns momentos da primeira temporada me soam como Death Wish, o livre e não filme.

        A atuação da primeira é melhor em alguns pontos, claro, mas a terceira temporada é a mais focada na atuação em si. O que talvez dê essa ideia de roteiro/enredo melhor.

  9. aproveitando o assunto fotografia, comecei a ler nesse feriado o livro “Para entender uma fotografia”, de john berger. recomendo apesar de ter iniciado hj e não poder garantir q ele continuará bom. são ensaios e há muitos outros livros sobre o tema (ghedin, inclusive, escreveu sobre o assunto recentemente e eu tb tive a chance de escrever sobre o assunto aqui há algum tempo) me parece essencial entender a fotografia nos dias de hj mais do q em qualquer outro momento da história. elas estão aí de modo tão intenso q ela certamente supera a força e a pujança q o texto já tiveram. os textos continuam importantes, claro, mas parece q as imagens estão mediando cada vez mais nossas relações e, por isso, entendê-la vale tanto a pena qto outros aspectos da vida q envolvem comunicação. cada vez mais as fotos servem para comunicar algo ao invés de serem só registros e isso muda o ato de fotografar…

    1. Legal. estava procurando algo diferente para ler e essa parece uma boa recomendação. O que mais você recomenda para ler sobre fotografia?

      1. ‘sobre fotografia’, da susan sontag.
        ‘a natureza das fotografias’, stephen shore.
        há outros, mais são mais para quem quer aprofundar. se vc tiver interesse, me avise q deixo listado depois.
        dois sites: revistazum.com.br e magnumphotos.com

        mas uma coisa é essencial: os livros de fotografia. eu passei um bocado de tempo vendo as fotos dos grandes mestres em bibliotecas e livros q comprava qdo era mais jovem e estudava fotografia. agora os livros de fotos ficaram muito caros e eles são, sinceramente, uns trabalhões pra se ter. eu vendi todos os q tinha comigo. não me recordo se fiquei com algum ou não… sugiro fortemente vc ir ao instituto moreira salles, da av. paulista, e passar um tempo na biblioteca de lá qdo puder. é uma biblioteca apenas de fotografia, então tem MUITA coisa boa. além das exposições de fotografia q ficam em cartaz, claro, valem muito a visita. se conseguir um tempo veja a do sergio larrain.

        1. Muito obrigado pelas dicas! Eu já fui na exposição do Sérgio Larrain, mas nunca parei na biblioteca deles para dar uma olhada.

          Acho que já tem bastante coisa para eu começar, qualquer coisa peço depois mais dicas.

        2. A biblioteca é aberta ao publico?!
          perdi essa chance quando fui então

    2. respondendo aqui

      gosto muito do prédio, gosto do pequeno mirante também
      achei um espaço bem agradável de se estar

      fui na época da expo do millor fernandes

      e realmente n parece mto bem sinalizado, tanto que de inicio eu fiquei em dúvida para onde ir, mas os seguranças me ajudaram

    1. Vindo do Facebook parece que muita gente ira aderir, mas vendo a atual situação, tenho minhas duvidas do quanto isso dará certo.

    2. vão barrar. os governos mundiais já estão incomodados com a força q algo assim pode ter. as empresas querem ter uma moeda própria, pq as barreiras nacionais, com a internet, claro, são um baita empecilho para as pessoas consumirem mais livremente (uma compra internacional na américa do sul é infernal: eu não consigo, por exemplo, comprar um simples livro da argentina, méxico, chile como consigo na amazon americana e isso é uma loucura q as nações criam umas paras outras). eu até seria favorável se isso facilitasse de fato a vida dos pobres (tipo como os microcréditos na índia ou experiência similares q aparecem até no brasil como os cubo cards etc), mas pelos associados dessa empreitada, vemos q a ambição do facebook é até maior q a do google.

      1. Porque você não consegue comprar livros na América Latina? Teoricamente deveria ser bem mais fácil do que comprar livros na Europa ou EUA. Eu comprei muitos quando estava na UFRGS e tinha cadeiras de literatura sulamericana, o que eu não achava no centro de Porto Alegre normalmente eu achava nos sites de sebos daqui ou do Uruguai.

        1. olha, agora não estou totalmente lembrado. mas tentei comprar do méxico, chile e argentina e ninguém quis vender pq não valia a pena (para os vendedores). eu me dispus a pagar os impostos e tal… mas preferiram não vender. tentei no mercado livre e contato direto. foi bem frustrante… posso ter dado azar, então.

          1. Livro não tem tributação no Brasil desde 2004. O frete pode ser caro, dependendo da distância (é bom lembrar que Montevidéu é mais perto de POA do que SP, por exemplo). Já comprei também do Reino Unido e EUA, sem problemas.

            Via ML eu nunca tentei =/

    3. Jamais iremos ter uma moeda desse tipo. Isso é um delírio transcapitalista (no caso das empresas) e um delírio libertário (no caso dos jovens adultos que fazem intercâmbio em Londres).

      As nações com uma moeda desse tipo perderiam soberania, capacidade de investimento e controle sobre a sua própria economia. É exatamente por isso, por exemplo, que nos anos 90 o FHC combateu a dolarização da economia brasileira e lançou a URV antes do REAL (essa moeda intermediária, criada como ancoragem inicial da moeda vindoura serviu pra testar uma série de mecanismos de compensação estatal para programas sociais que viriam a seguir). Quem era, pelo menos, criança em idade escolar aí por 1993 se lembra que muitas lojas vendiam/compravam em dólar, algumas com cotação própria (que era fixada na porta do estabelecimento) e isso acabou quando veio a URV.

      Um exemplo prático é alavancagem de crédito para programas como o PAC ou o MCMV, sem controle sobre a moeda é impossível ao governo criar programas sociais desse tipo, por exemplo, uma vez que ele não controlar a emissão ou quantidade de moeda em circulação.

      Um país sem uma moeda é, basicamente, uma colônia.

      ~~

      Ainda assim, o Ghedin disse que a Libra vai ser lastreada por uma cesta de moedas nacionais. O que é bom (pra moeda) porque evitar a especulação como fim da mesma (como ocorreu com o BTC e outras), mas ainda falta dizerem onde a moeda vai ser ancorada, como se dará uma provável conversão (se ela é ancorada no Dólar, por exemplo, ela varia de acordo com o Dólar etc).

      Eu ainda chuto que servirá como um programa de milhagem ou de pontos. Você vai acumular pontos usando a sua conta do Facebook no pagamento. Esses pontos vão ser em Libras e você vai poder gastá-las nas lojas/empresas conveniadas. Pode ser que tenha até uma devolução de valores simbólicos, como faz o AME, por exemplo.

      1. É o que comentei também. No final, a Libra vai ser mais um ponto de milhagem do que uma moeda em si.

        Há o fato que tem gente que usa ponto de milhagem quase como moeda, mas no final tudo é baseado na moeda local.

  10. Vocês já viram esse fone de ouvido brasileiro, o Kuba DISCO: https://kuba.audio/disco/

    Achei interessante, mas achei curioso esse tipo de produto, será que temos muito brasileiros “audiófilos” para esse fone?

    1. eu vi e achei interessante, mas achei mais interessante o canal do cara q faz os fones e q dá dicas de fones. não q eu fique comprando fones, mas me interesso muito pelas formas de ouvir áudio com um pouco mais de qualidade.

      não creio q tenha público não… nicho total.

      1. Eu acompanho o canal dele, mó legal. O último (e ótimo) fone que comprei foi por um review de lá

    2. Não sabia que era do MTHe nem que ele tinha ido ao sharktank. Achei interessante o fato de ter peças de reposição disponíveis. Isso foi muito bem vindo.

      “Um alto-falante revestido de titânio, com ímã de neodímio, utilizado em sofisticados fones europeus é o coração do Kuba Disco”

      Até onde sei, todo fone de ouvido é assim excetuando os eletrostáticos.

      “Tudo no Kuba Disco foi pensado para melhorar o seu dia. Por isso, todos os fones acompanham uma Holyfancy Holy_micro, para que transportá-lo também seja uma experiência.”

      Eu já tirei muito sarro disso daqui.

      1. Esse texto padrão de experiência é o jeito que eles acharam de traduzir o gourmet dos food-trucks para produtos de “inovadores” de startups.

        1. Acho que um texto desse não acrescenta em nada e só chama o público de tonto. Não acredito que o MTH (não sei o nome dele) realmente acredite que haja qualquer coisa digna de nota ao se transporta um fone numa case de nome esquisito.

      2. carregar os fones é uma arte para poucos. é como os ‘surfistas’ carregando pranchas: há uma arte nisso tb. talvez até mais importante q ouvir a música (ou pegar ondas) é carregar o fone com classe e depois vesti-lo com ainda mais classe! quem carrega o fone de qualquer jeito não gosta de música ‘de verdade’, ou seja, é um mau ouvinte ou até mesmo um não-ouvinte. lastimável esse deboche com essa coisa tão crucial q é o ‘carregar o fone de ouvido por aí’!

  11. A Andressa (que trouxe alguns assuntos aqui pro MdU) jogou no twitter dela um link sobre uma estimativa de “perdas” com a pirataria nos Estados Unidos, e tais estimativas ainda faltaria a questão do streaming/IPTV/quebra de sinal. Veio a mente a questão que emissoras de TV em alguns países geralmente ganham a partir de uma taxa cobrada de diferentes formas.

    No Brasil, não existe esta taxa. No entanto, as emissoras abertas ganham por publicidade, e as pagas em um misto de publicidade e ganhos por assinatura.

    Sim, a TV Aberta no Brasil é 90% conteúdo “inútil” a nós. Mas paremos para pensar: e se fôssemos obrigados a pagar uma “taxa de conteúdo”?

    Não sei quem aí é paulista ou não sei como é a Vivo fora de São Paulo, mas aqui eles cobram uns R$ 40,00 forçado de taxa de “conteúdo”.

  12. só vim ver em quanto tava o movimento. abraços e parabéns pelo trabalho.

  13. Podemos falar um pouco sobre câmeras fotográficas mirrorless? Estou com uma inquietação acesse respeito. Vai decolar, vale a pena, adquirir uma já fullfrane? Tenho uma dslr média!

    1. Aparentemente, todas as fabricantes já estão focando nelas no lugar das DSLR, então acho que já engrenou.

      Eu só tiro fotos por hobby, então não conta muito, mas se fosse investir hoje iria de Fujifilm porque as APS-C são menores e mais acessíveis. Pelo que tenho visto, para quem quer uma fullframe, a Sony tem sido “hours concours” nas mirrolers em termos de custo/benefício.

      1. O que acho impeditivo é justamente os preços! E ainda tem a questão das lentes. Eu que tenho Nikon (na verdade tenho duas) e quatro lentes. Nenhuma delas, contudo, são as mais caras e claras. Meu desejo era ter uma 24-70 – 2.8, mas com o dinheiro investido numa lente assim, compro um equipamento completo quase.

        1. Bom, se a questão é a lente, acho que faz sentido comprar uma lente Nikon mesmo e depois usar algum adaptador caso você migre para mirrorless no futuro. Pesquisando rapidamente, parece que eles funcionam bem até: https://www.dpreview.com/news/1245225588/video-testing-all-the-nikon-f-to-sony-e-mount-af-adapters-on-the-market

          Uma alternativa é ir para Fujifilm mesmo, o “kit-lens” dela é uma 18-55 com abertura 2.8-4 bem elogiada… mas ai o corpo é pelo menos 5K. Acho que sai tão caro (ou mais) que essa lente da Nikon por uma lente provavelmente pior, então não muda muito.

          Lente fixa não seria uma boa para você? São bem mais em conta e mais rápidas.

        2. Vai de sigma. Eu ainda não tenho uma. A mais clara q eu tenho é uma 1.4 de 50mm. Tenho a 1.8 de 50mm Tb, mas aposentei essa. A sigma tem lentes aparentemente muito boas e com preços muito melhores. As próximas q comprar serão dessa marca.

    2. já vi algumas coisas a respeito em relação a qualidade da imagem e pessoas q usam as duas intensamente não notam diferença. me parece mais uma novidade pra vender para pessoas q já têm equipamento…
      comprei uma câmera normal e não pensei em nenhum momento em investir mais nisso só pela novidade.
      me interesso mais pelas variedades de lentes. e, nesse caso, podem ter lentes bem boas saindo para essas câmeras mirroless. aí se essas lentes te interessarem pode valer a penas investir num outro equipamento…
      fora isso, não vejo lá muita vantagem q justifique esse hype todo.

      1. Nao tem como gostar de fotografia e não se preocupar com as lentes. Concordo que do ponto de vista de qualidade final não deve ser muito diferente, entretanto, há a questão da leveza das câmeras mirrorless, de um lado, e o consumo exagerado de bateria de outro.

      2. São apenas as mesmas câmeras DSLR sem o espelho na frente, as vantagens é ser um pouco menor (o que nem faz tanta diferença, já que as lentes novas são enormes).

        Acho que só vale pensar se você já quer trocar a câmera, senão é jogar dinheiro fora para pouca vantagem.

  14. Saudade do Na mochila.
    Fico pensando se não existiria uma versão alternativa, algo como “What’s in my Pocket” já que o Na Mochila dá um pouco de trabalho e talvez por isso poucas pessoas enviem.
    Ou então algo como Gadgets Favoritos sei lá.
    Só sei que sinto falta e todo dia entro no MDU pra saber se saiu alguma coisa nova.

    1. Acho que são três tópicos no MdU que são deste estilo:

      – “Mostre sua Mochila”
      – “Mostre seu ambiente de trabalho”
      – “Como eu trabalho” (o novo)

      Uma coisa que acabei de pensar: em cada Post Livre, quem quiser colaborar com mochila ou algo similar, trás a ideia pro Ghedin avaliar e aí se aprovada, estende no tópico que for criado.

      1. Eu sou a favor de um EDC, justamente por dar menos trabalho que uma mochila.

        E a mesa de trabalho pode dar “trabalho” pra alguns também. Pegando meu caso, trabalho com muita coisa confidencial na empresa, e pode pegar muito mal se algum superior meu me ver tirando foto dela. Se bobear, preciso pedir permissão até pro pessoal de Compliance pra enviar!

        E sobre o “Como eu Trabalho”, uma opinião sincera: só é interessante pra criador de conteúdo participar. Pra maioria daqui, cujo trampo se resume a passar o dia no escritório editando planilha, não tem nada tããão interessante assim pra mostrar. Por isso bato de novo na tecla do EDC. É mais acessível pra muito mais gente, e acredito que rolariam muitas surpresas, ao contrário do esperado combo celular + carteira.

        1. Sou maluco nos edcs. Assisto de todo canto. Adoraria ver essa ideia aqui.

  15. bem será que os concorrentes do YouTube vão tomar no lugar dele após os problemas que rolam,rolando com YouTube. mas será que o YouTube será um osso duro de largar?

    1. O YouTube ja faz parte da cultura da web e mudar cultura é o que existe de mais difícil na tecnologia.
      Mas hoje esse substituto precisa primeiramente respeitar a privacidade de todos.
      Segundo: ser justo e fácil para os criadores de conteúdo.
      Terceiro: acabar com o “dê seu joinha”.

      Esse serviço ainda não existe.

    2. Alguns canais enormes do YouTube se juntaram em uma plataforma paga, a Nebula. Custa US$ 5/mês (ou US$ 50/ano). Nada que vá abalar a hegemonia do YouTube, mas é um modelo alternativo e possivelmente viável.

      Agora, plataforma aberta, onde qualquer um pode enviar vídeos, é bem mais difícil. Até existem, como Dailymotion e Vimeo, mas é bastante difícil que qualquer uma delas tome o lugar do YouTube a curto ou médio prazo.

    3. Muito dificil….
      Além dos fatores que os colegas já citaram também há a qualidade das interfaces.
      Por mais que critiquem a interface do youtube os concorrentes são muito piores. Aquele player do facebook então, é horrendo!

      1. Pois é o youtube e os Fatores são difíceis mas não são impossíveis, mas veremos que vai rolar por aí.

  16. Tenho que admitir que estou mal acostumado dentro da questão de “consumir” tecnologia.

    Boa parte do que vejo, leio ou uso geralmente são “free(grátis)” em algum aspecto. Podemos dizer que estou em uma “zona cinza”.

    Claro que há situações onde é impossível não pagar por algo. Já assinei Netflix uma vez. E quando tenho um PC, uso a licença que vem com a máquina.

    Hoje me deparo muito com paywalls e “freemium” (quando o conteúdo tem uma profusão de anúncios incomodando e um anúncio secundário falando que há a opção de consumir sem estes, apenas pagando a mensalidade). Muitas vezes deixo pra lá o paywall, enquanto que no freemium vou levando como dá.

    Parei de usar bloqueadores de anúncios (exceto quando sei que o site só é navegável com ele), apenas recorrendo ao bloqueador nativo do navegador (Firefox no caso).

    É interessante ver como essa questão do consumo online tem todas estas nuances. Com isso também obviamente gerando ônus e bônus.

    1. Só pago por algo quando conheço quem faz e sei que a pessoa tem uma ética e um esmero com o que faz que justifique o preço. A informação não deveria ser mercadoria. Você ter um site com paywall E anúncios é o cúmulo. Por isso mesmo, só navego com Adblocker ligado, se o site não funciona, paciência. O mesmo serve pra paywall, se eu consigo burlar com o burlesco ou outline, eu leio, senão procuro outra fonte. Não é o paywall que me faz pagar/comprar um serviço.

      Já assinei a Netflix e deixei de pagar porque considero o preço muito alto pelo que eles estão entregando – cada vez mais “originals”. Não assino nada de streaming de música por questões de crença pessoal (só o próprio fato de ter que usar MP3, sem mídia física dessa música, já me deixa nervoso).

      Já tive GatoNet porque o preço que as operadoras cobravam antes era abusivo demais – hoje é pagável quando se usa o triple-play – e até hoje jamais assinei o PFC, sempre vi em transmissões piratas. Pagar R$120 a mais pelo PPV dos jogos do meu clube ou R$79 pelo streaming é caro demais. Sigo na pirataria.

      Não tenho pudor nenhum em piratear tudo o que eu posso e usar sempre adblock. Acho o modelo de anúncios preguiçoso demais e, mais do que tudo, invasivo demais.

      Outro ponto que vamos chegar em breve vai ser o de piratear podcasts. A maioria está flertando com um sistema de conteúdo pago – ou até programas inteiros como o Gugacast já faz – ou mesmo de conteúdo exclusivo.

      Windows, Office e jogos da Bethesda e da EA eu pirateio sem dó. R$249 por um jogo digital é o fim da picada.

      1. Eu tenho um pudor na questão de pirataria porque penso que no caso, como falei, entramos na “zona cinza”.

        Sei que nestes casos, o ideal é uma discussão sobre como pagar o justo por um conteúdo – nessas o trabalho por exemplo da Andressa Solio é um bom exemplo de como investigar e achar onde e o porquê da “vazão de conteúdo”, nisso assim tendo base curada para poder falar “olha, pode ser cobrado um valor justo se fosse assim”.

        Windows hoje prefiro sugerir as pessoas que paguem por causa que assim justifica o uso do antivírus nativo. Por um bom tempo trabalhei no duo Win “Cinza” + Antivírus gratuito.

        Os antivírus gratuitos ficaram pesados e com atitudes estranhas. Então mudei minha prática. Tem a licença da máquina? Procuro usa-la. Infelizmente não tenho paciência para aprender a lidar com alguma distro Linux, mas sinto que tá na hora de começar a recomendar a quem eu conheço.

        Penso que informação não é mercadoria, mas quem produz merece remuneração justa. No entanto, ao mesmo tempo sei que soa hipócrita, dado que não tenho condições de pagar. Dilemas. Dilemas.

        1. gasto todo mês algum dindim com a industria do entretenimento/informação, pois coleciono cultura pop (gibis, dvds, livros etc) e algumas coisas não se acha normalmente na web com a qualidade necessária.

          a parte mais trabalhosa é verificar se o preço compensa o conteúdo. por exemplo, para dvds meu preço máximo seria de 20 reais.

          quando existe link pirata, raramente compensa, salvo exceções: belas edições de colecionador ou promoções excelentes de itens com grande apelo emocional

          meu kindle aposentou quase toda necessidade de comprar livros físicos e ainda há livro “gratuitos” no Le Livros. Então só vale a pena livros com muitas figuras ou sem versão eletrônica.

          netflix pago 10 reais por mês pois “racho” com familiares

          por outro lado, prefiro não gastar dinheiro com tudo isso e investir em ações, FII etc. Economizar é uma segunda fonte de renda.

          1. Na época que eu tava um pouco melhor de grana, consegui ao menos fechar uma coleção completa de mangá. Hoje nem isso.

            Geralmente só conseguiria comprar algo na faixa de 2-5 reais. Até eu tinha a mania de comprar livros e revistas em uma maquininha “pague o quanto quiser”, com uma nota de 2 contos. Ou passar em sebos.

            Tem coisas sobre pirataria que até queria contar por aqui, mas acho que seria meio porre.

        2. A ideia de remuneração por informação é uma ideia recente e advinda essencialmente da nossa sociedade capitalista que vê tudo como mercadoria.

          O fluxo livre de informações – como deveria ser, inclusive, com código fonte – é o que determina o quão livre é uma sociedade. Existem meios de comunicação que defendem que a ascensão da extrema-direita no mundo é, em alguma parte, culpa do modelo de mídia paga (Paywall) que se disseminou pelo mundo jornalístico e tolheu o acesso de diversas pessoas às notícias verdadeiras, ao passo que as notícias falsas eram completamente livres para serem compartilhadas.

          Alguns argumentarão que sempre tivemos uma barreira na informação (fosse a compra de um rádio ou TV ou mesmo de um jornal). Discordo, primeiro porque os dois sistemas iniciais de disseminação de informação ainda seguem na ativa, só que sem audiência suficiente fora dos programas religiosos. Segundo que antigamente sempre era possível ler um jornal no barbeiro, padaria ou mesmo no bar. Sempre tinham diversos jornais para os clientes lerem (e muitos liam), sem falar que, ao menos aqui em POA, era comum as pessoas deixarem o jornal no banco do trem ou do ônibus depois de lerem. Terceiro, ainda que isso seja verdades, a internet hoje é o meio principal para se consumir informação primária e, esse consumo através de fontes falsas, já enviesa a posterior leitura do jornal televisivo que trás os fatos.

          Sobre o Windows, sempre usei o pirata e nunca tive problemas. Parece-me mais válido piratear o Windows (porque o preço é absurdo) e comprar um AV do que pagar pelo Windows por conta do Defender.

          De qualquer modo, a ideia de lucros das empresas e o quanto elas perdem vem e de um desejo de manutenção de ganhos/vendas e não necessariamente da realidade. A minha ideia principal sobre o assunto eu escrevi muitos anos atrás (quando o Leandro Demori ainda era editor do Medium Brasil): https://medium.com/brasil/todos-somos-piratas-bdbb2827fba8

          1. Existem formas de comprar licenças baratas do windows (desde que não exatamente cinzas escuras como subcompra de licença cliente-servidor, por exemplo, mas sim licenças OEM ou licenças de loja que ficaram a mais, ou sites que tenham boa reputação geral e não sejam questionaveis), então tentaria por este caminho.

            Não gosto de comprar antivírus porque não confio. Já peguei clientes que pagaram por antivírus ou pacote de segurança e mesmo assim pegaram vírus. Então aprendi que um sistema bem atualizado + prevenção de uso de risco (como clicar sem prestar atenção ou acessar site de pirataria de filmes sem saber onde baixa o negócio) ajudam a evitar problemas muito mais do que um antivírus pago que come recursos da máquina. Muitos que conheço ainda tem um Pentium D + 2 GB de RAM. Usar um antivírus secundário é pedir clemência. Configurações do roteador bem feitos e direcionamentos de rede bem estabelecidos (apesar de eu ainda não entender de conceitos de firewall como se deve) também são ótimas vacinas.

            Quanto a questão da pirataria, entendo seu lado e concordo com o texto do Demori, mas como em uma das respostas ao Demori, entendo que via de fato, se é lei, teoricamente deveríamos seguir ou lutar pela sua desativação. Na prática, como humanos, temos problemas em relacionamentos políticos e por isso perdemos forças quando falamos em mudar leis e conceitos sociais / morais.

        3. Porra Ligeiro, o texto não é do Demori é meu hahahaha ele só publicou no Medium Brasil que ainda existia na época =P

          Lei é uma coisa complicada.

          ~~

          AV é uma coisa que eu não uso faz muito tempo, mas, um AV não garante nada contra ameaças novas ou que não foram atualizada no seu banco de dados. A heurística deles é bem precária (a ponto de entender como vírus um arquivo normal de jogo que tenta escrever numa pasta do Windows), então, manter o sistema e o AV atualizado é o mínimo.

          E sim(!) um sistema atualizado e uma capacidade de discernimento na hora de andar pela internet é o que realmente deixa um computador seguro. O resto é indústria e ganância.

      2. Paulo pelo incrível que parece foi a Steam que mudou meu conceito com relação a crackear jogos no PC. Eu particularmente prefiro adicionar a lista de desejo na Steam e esperar alguma boa promoção que eles avisam por e-mail.

        Muito raro, com exceção do DMC 5 que comprei por um pouco mais de 100 reais, eu pagar mais do que 100 reais num jogo para PC. Prefiro ficar sem mesmo, até porque não tenho um PC gamer e muitos jogos já tenho que mudar para LOW nos gráficos rsrs

        1. Eu tenho os meus jogos numa lista da Steam e só compro quando baixam bastante (normalmente menos de R$30). Mas tem jogos, de certas produtoras como EA, Bethesda e Capcom que raramente baixam de preço, tem uma DRM canalha como a Denuvo e ainda cobram milhares de reais por expansões que corrigem falhas dos jogos “vanilla” deles. Esses eu pirateio a rodo e sem dó.

    1. 1 Mississippi, 2 Mississippi…

      Cara, prefiro ver empresas fazendo este tipo de coisa do que qualquer um no YouTube. Sério.

      Demonstra que a empresa quer que as pessoas tenham a iniciativa de resolver o problema do que ficar levando para alguma empresa de suporte pagar uma taxa (as vezes abusiva) para uma coisa que é simples.

      1. Não, sério.

        Não consigo achar “engraçado”, apesar de entender o porque de rirem.

        É um erro de design não ter um botão de reset ou algo assim e no final ter que fazer um ritual para resetar o aparelho.

        Mas cá entre nós, muito melhor a própria empresa fazer este aviso.

        1. Eu ainda nem to aceitando o fato de lampadas terem firmware…

          1. Males da tecnologia.

            Antigamente a gente tinha que saber que fio era o certo para corrigir o defeito.

    2. Olhei umas três vezes para confirmar se era um canal oficial da GE ou apenas zueira, dado o absurdo hahahah

    3. achei q era uma zoeria muito bem feita e arrumadinha, mas não é q é pra valer!?
      poxa… deve ter uma justificativa pra isso, mas parece q os caras estão empenhados em piorar a vida dos clientes, contrariando todo o passado da GE.

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