/ano um
Hoje o Manual do Usuário completa um ano! É dia de comemoração, claro, mas também de colocar algumas coisas em perspectiva e refletir sobre o que já passou e, principalmente, o que vem a seguir. (mais…)
Hoje o Manual do Usuário completa um ano! É dia de comemoração, claro, mas também de colocar algumas coisas em perspectiva e refletir sobre o que já passou e, principalmente, o que vem a seguir. (mais…)

Amanhã à noite gravaremos mais uma edição do Guia Prático, o podcast (agora) quinzenal do blog. Será uma gravação especial, sobre e no dia do aniversário de um ano do Manual do Usuário. Nem eu imaginava que chegaríamos tão longe… Enfim, papo para amanhã.
Hoje, quero a sua ajuda. O programa será dividido em duas partes: primeiro, uma pequena retrospectiva e, depois, uma (grande, espero!) sessão de perguntas e respostas. É nessa hora que você entra, leitor/ouvinte. (mais…)
Alguns dias atrás um grupo de ~hackers anunciou ter em seu poder milhares de fotos obtidas através do Snapchat. São 13 GB de arquivos, mais de 100 mil (ou 200 mil, dependendo da fonte) imagens. Ou seja, é bastante coisa, e para piorar existe a suspeita de que haja muitas fotos pornográficas de menores de idade nesse bolo. A cobertura do caso pela imprensa tem seguido a linha “vazamento no Snapchat”. Mas será que a culpa é do serviço mesmo?
Não estou duvidando da existência desse material, ainda que essa desconfiança tenha sido levantada. De qualquer maneira, para o que quero discutir isso não vem ao caso. O que coloco em discussão é a atribuição de culpa ao Snapchat. (E sim, antecipando eventuais questionamentos, eu uso e gosto bastante do app.) Porque, ao que tudo indica, não houve invasão aos servidores do serviço, os apps oficiais não foram comprometidos e nenhuma brecha foi reportada. Dentro da “experiência” oficial, o app garantiu a segurança que promete e através da qual, em grande parte, se sustenta. (mais…)
Quando você chega ao trabalho na segunda-feira vindo do descanso do fim de semana, qual a sua atitude em relação às demandas e compromissos profissionais? Entusiasmada e revigorada, ou resmungona?
A forma como encaramos o primeiro dia útil da semana remete àquela história do copo meio cheio ou meio vazio. O retorno ao trabalho pode ser um revigorante recomeço após dois dias de descanso, ou munição para reclamações matinais incessantes. A ciência e a praxe suportam ambas as situações. (mais…)
Encontrei algumas fotos do Nexus 5 perdidas numa daquelas pastas temporárias na área de trabalho que, pelo tempo que estão ali, dá quase para dizer que viraram pastas fixas. E aí pensei: escrever sobre ele? Sim ou não? Só algumas palavras, talvez… Ah, por que não?
Os smartphones da linha Nexus têm uma gênese diferente da dos demais. Eles são fabricados por empresas tradicionais da telefonia móvel, como Samsung e LG, mas são vendidos como aparelhos do Google. Diferentemente do que rola com um Galaxy S5 ou G3, as fabricantes não mexem no Android; é a experiência pura e isso, por si só, destaca essa linha. Pela lógica parece que não, mas aqui, menos é mais, e ter o Android sem penduricalhos, aplicativos extras e personalizações duvidosas é um grande plus, diria até que é o principal motivo para se comprar um Nexus. (mais…)
Está acontecendo em Maringá (PR) o IV Multicom, a semana do curso de Comunicação e Multimeios da UEM. Entre os convidados para falar à comunidade acadêmica estava Camila Haddad, co-fundadora do Cinese. Após sua palestra sobre economia colaborativa, ontem (8/10), conversei rapidamente com ela sobre seus projetos e ideias a respeito de como pessoas como eu, ela e você podem mudar os cenários econômico, de ensino e participativo das cidades.
O Cinese é uma plataforma de crowdlearning, uma espécie de fusão entre colaboração e aprendizagem. Criado pela Camila, formada em Administração pela FGV e mestra em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pelo University College London, na Inglaterra, e sua irmã, a advogada “em crise com o mundo dos diplomas” Anna Haddad, o site de apenas dois anos já tem números dos quais se orgulhar: mais de oito mil usuários, mais de 600 encontros realizados, alguns projetos paralelos bem bacanas e muita gente inspirada pelo caminho. (mais…)

Uma das maiores vantagens do iOS para quem desenvolve aplicativos é a consistência da base de usuários. Em termos mais simples, quem usa iPhone, iPad ou iPod touch tem o hábito de atualizar esses dispositivos, facilitando o trabalho de quem cria apps. A uniformidade permite a esses profissionais explorarem o potencial de novas APIs e recursos rapidamente e dispensam o suporte prolongado a versões legadas.
A adoção das novas versões do iOS sempre foi muito rápida. Com o iOS 8, a história está um pouco diferente. Levantei a porcentagem da base atualizada do iOS 6, 7 e 8, duas semanas depois de cada lançamento (daqui, daqui e daqui): (mais…)
Um ano depois de ser lançado e cair no gosto do público, o renovado Moto G chegou para mim hoje. Poucas mudanças à primeira vista, mas estou curioso para usá-lo por mais tempo a fim de ver se o seu reinado entre os intermediários continua.

Gostei: Embora maior, a ergonomia do novo Moto G continua muito boa. Era um dos pontos altos do original e, aparentemente, se manteve nessa atualização. Além da boa empunhadura, o design é bonito e discreto, e agora há TV digital, slot para microSD e alto-falantes estéreo. Essa versão vem também com uma capinha extra, verde/azul, na caixa.
Não gostei: No visual, a única parte esquisita são os frisos cinza na frente. Eles são fechados, não opacos e se destacam de uma forma meio errada. Embora a empunhadura continue boa, de cara a preferência pela tela menor de antes, que eu tinha comigo antes de ter o novo Moto G na mão, se confirmou. Era melhor antes.

O que mais? As configurações internas do novo Moto G, como SoC e memória, continuam iguais, bem como outros detalhes (fones de ouvido, carregador de parede e até a antena, a mesma do Moto E).
Você tem alguma dúvida sobre o novo modelo? Pergunte aí nos comentários. Tentarei responder todas e, também, fazer um comparativo com o modelo da geração passada.
Depois do surpreendente G Pad 8.3, a LG aumentou a família com três modelos. As configurações são idênticas, a única mudança substancial é no tamanho da tela, que vai de 7 a 10,1 polegadas. Estou com o menor da turma, o G Pad 7.0 V400, para testar e abaixo comento as primeiras impressões ao abrir a caixa.

Gostei: Tablets de 7 polegadas são pequenos, leves, fáceis de transportar e manejar. O G Pad 7.0 não foge a essa regra, pois. Ele já vem com a personalização do Android atualizada, a mesma do G3, e isso é muito bom. Apesar da resolução não arrancar suspiros, pelo tamanho da tela ela parece suficiente para renderizar texto e ícones sem que eles fiquem borrados. Tem duas câmeras (!), uma atrás e outra frontal.
Não gostei: Já que é um negócio pequeno, poderia ser um pouco mais leve e fino. A textura da parte de trás não é muito agradável. Tenho um pouco de receio se essa configuração, composta por um Snapdragon 400 e 1 GB de RAM, dará conta de sessões mais intensas.

O que mais? Ele tem slot para cartão microSD e não sei se é do pacote, ou se alguém esqueceu, mas esta unidade veio com um de 4 GB espetado. E ela é preta; a LG vende o G Pad 7.0 em quatro cores (além dessa, em branco, vermelho e azul). Queria uma diferente </3
Você já sabe: nos próximos dias, testes e mais testes e, ao final, um review. Se tiver alguma dúvida, deixe-a nos comentários e tentarei responder, aqui mesmo ou na análise.

Uma vez por ano a Adobe realiza a Adobe Max, uma conferência onde apresenta novidades dos seus produtos. A edição 2014 está rolando em Los Angeles e, ontem, foram mostrados novos recursos que borram a linha que separa tecnologia de feitiçaria. Parece exagero? Confira o vídeo: (mais…)

A Oi lançou no Brasil o primeiro SIM card, o popular chip de celular triplo corte. O mesmo chip pode ser um nano SIM, micro SIM ou mini SIM, o que o torna compatível com todos os smartphones vendidos no país.
O mais curioso é que o chip atua também como um adaptador e a Oi garante o uso dele em qualquer aparelho. Eu já tive um problema sério com um adaptador e a recomendação geral é de evitá-los. Mas e nesse caso, em que há o endosso da própria operadora? Se o adaptador entalar na bandeja do SIM card e danificar os circuitos, a Oi cobre o prejuízo?
O chip triplo corte vale para o Oi Galera, o plano “jovem” da operadora. Ele cobra R$ 0,99 e oferece Internet (10 Mb; depois disso, diminuir a velocidade), 530 mensagens de texto (30 para qualquer operadora), 60 minutos de ligações para outros clientes Oi, acesso aos pontos de Wi-Fi e o Toca Aí, um serviço de streaming de música. O chip é gratuito na adesão plano e, em caso de substituto (“chip resgate”), custa R$ 10 e por ora está restrita a São Paulo e Rio de Janeiro.
Felipe Ventura, no Gizmodo:
Em Maringá (PR), o vice-prefeito disse que a biometria é um “vexame nacional“. E o presidente do TRE-RJ, desembargador Bernardo Garcez, comentou que as urnas biométricas “foram uma solução para um problema inexistente”. Nós precisamos mesmo da biometria nas urnas?
Não presenciei isso, já que voto em Paranavaí e lá ainda é à moda antiga. Em plena capacidade a biometria deve ser mais rápida, mas desse jeito, com tanta demora e, o que é mais grave, falhas grotescas de software e procedimentos, talvez fosse o caso de reconsiderar o uso da tecnologia ou restringi-la a poucas cidades-testes até que ela seja aprimorada.

Você provavelmente já viu alguma instalação do Chrome com barras de ferramentas esquisitas ou que tem como página inicial um buscador obscuro. Esses desvios comportamentais são culpa de plugins que se infiltram no navegador através de instaladores “patrocinados” e outras táticas questionáveis.
Não chega a ser difícil limpar essa sujeira do Chrome na unha, mas ao usuário leigo, que nem sabe como contaminou seu navegador, é um desafio intransponível. Por isso a Ferramenta de Remoção de Software recém-lançada pelo Google é importante: com dois cliques, ela verifica e limpa o Chrome desses complementos que degradam a experiência.
Por ora só funciona com Windows e, por padrão, ela envia informações da limpeza ao Google a fim de melhorar a própria ferramenta (se não quiser, basta desmarcar a caixa de diálogo referente à função). Ah, e só atente ao final do processo: mesmo não encontrando nada suspeito, a ferramenta pergunta se você deseja redefinir o Chrome, apagando todas as suas informações como histórico, senhas salvas e outras da instalação local. Se está tudo bem, não tem motivo para fazer isso, certo?
A HP anunciou que se dividirá em duas. Uma parte, a Hewlett-Packard Enterprise, focará em serviços, software e tecnologia de infraestrutura. A outra, HP Inc, ficará com sistemas pessoais (pense em PCs) e impressoras.
Em lucratividade, a divisão foi isonômica. A Enterprise lucra bastante com servidores, armazenamento, rede e software para empresas, mas tem margens curtas na prestação de serviços. Já a HP Inc sofre para lucrar com computadores, mas tem nas impressoras, especialmente as voltadas a clientes corporativos, uma grande fonte de renda. (Via Gizmodo.)
Antes de ser demitido, em 2011, o ex-CEO da HP, Leo Apotheker, tinha essa divisão em seus planos imediatos. O conselho não gostou da ideia e o substituiu por Meg Whitman, que continuará como CEO da HP Enterprise e chairman da HP Inc. Dion Weisler será o CEO dessa. A justificativa de Whitman para essa mudança de posicionamento ocorreu graças aos investimentos feitos em inovação e da nova equipe de liderança dos últimos anos.

Esse é apenas mais um capítulo da reconfiguração das grandes fabricantes de PCs. Recapitulando:
A divisão, que segundo a HP não acarretará no pagamento de impostos pelos acionistas, deve ser completada até o final do ano fiscal de 2015 da HP, que termina no dia 31 de outubro de 2015.
Uma das maiores mentiras que a Internet criou é a confirmação de leitura e acordo dos termos de uso de sites e serviços online. Quase sempre é uma leitura longa e enfadonha, recheada de juridiquês, e que quase ninguém lê de fato.
Apesar do descaso, esse texto contém informações importantes. É ali que a empresa que oferece o serviço diz o que pode e o que não pode fazer com seus dados, como a venda deles a terceiros, e as garantias prometidas.
Para facilitar a nossa vida, o Terms of Service; Didn’t Read esmiúça termos de serviço e compila os destaques em uma listinha muito mais palatável, com um tom coloquial e indicadores do que é bom e do que não é. Cada site analisado ainda ganha uma nota, que vai de “E” (pior) a “A”, indicando os que têm as melhores propostas — leia-se as mais transparentes e que respeitam a privacidade do usuário.
O mais legal é que existe um plugin para navegadores que “traduz” os termos que já constam no sistema em tempo real, assim que você entra em um deles. Há versões para Chrome, Firefox, Safari e Opera, e uma para Internet Explorer já foi prometida.