Agora sim: o HBO Max tem data de estreia e preços para o Brasil. O serviço chega ao país em 29 de junho custando R$ 19,97 (1 tela “mobile”) ou R$ 28 (3 telas simultâneas, até 5 perfis) por mês. É possível fazer assinaturas trimestrais ou anuais, com descontos de até 30%, e em qualquer caso haverá um período de 7 dias de degustação.

O acervo tem títulos da HBO, Warner Bros, Max Originals, DC e Cartoon Network; traz lançamentos da Warner Bros com uma janela de 35 dias para o cinema; e jogos da Champions League ao vivo. Haverá atrações locais também. Via HBO Max.

Toda quinta, na newsletter do Manual (cadastre-se gratuitamente), indico leituras longas/de fôlego (artigos, reportagens, ensaios) publicadas em outros sites.

Seria o máximo se esse trabalho fosse colaborativo, feito com a sua ajuda.

Indique nos comentários uma leitura longa da última semana, relacionada aos temas que costumam aparecer aqui no site, que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.

Um “problema” de aplicativos do tipo que você configura e esquece é que, numa dessas, novidades acabam passando batidas. Tomei um susto ao abrir o 1Blocker no iOS, um dos favoritos da casa, e deparar-me com uma interface reformulada e um novo recurso de firewall.

A novidade apareceu no final de abril, no 1Blocker 4. Ao ativar o firewall, o aplicativo passa a bloquear mais de 9,2 mil rastreadores em aplicativos, e o faz localmente, sem contatar servidores externos. É um passo empolgante para o 1Blocker, que antes disso só agia dentro do Safari/navegador web, e que o equipara a outras soluções do mercado como o AdGuard — no iOS, pelo menos.

O firewall do 1Blocker está disponível sem custo adicional aos usuários premium — assinantes ou quem comprou a licença vitalícia do app. Via 1Blocker (em inglês).

Acompanhe esta linha do tempo:

  • 5 de abril de 2000. Uma pessoa reportou um problema nos menus de contexto do Firefox para o então MacOS: eles não usavam menus nativos do sistema, o que gerava inconsistências visuais e vetores para o surgimento de outras falhas — uma comparação entre os menus de contexto no Firefox e no Safari. Houve algum debate, mas o assunto morreu.
  • 4 de dezembro de 2020. Markus Stange escreveu: “Comecei a dar uma olhada nisto” seguido de um texto enorme detalhando o bug, o que reiniciou as discussões.
  • 27 de abril de 2021. Markus anuncia que a correção do problema foi incorporada ao Firefox Nightly, a versão de testes mais experimental do navegador, e deverá estar na versão 89 estável, que deve sair logo.

É isso: uma falha de 21 anos, anterior ao próprio macOS, foi corrigida no Firefox do macOS. Via Bugzilla (em inglês).

O Banco Central (BC) anunciou que estuda a criação de uma moeda digital para o Brasil. Diferentemente do bitcoin e outras do tipo, ela seria emitida pelo próprio BC, teria paridade com o real (ou seja, não se valorizaria livremente) e seu uso seria mediado pelos bancos.

Fabio Araujo, que coordena esse trabalho, disse que se trata de um “novo mecanismo de provisão de liquidez”, mas estou tendo alguma dificuldade para entender o que essa moeda digital traria de novidade prática à mesa. Para muita gente, o real já é, de certa forma, digitalizado, não? Via Valor Investe.

A System76, fabricante norte-americana de computadores lindões com Linux e responsável pelo Pop!_OS, agora envia para o Brasil. Duro que é em dólar. E o frete não deve ser barato. E ainda tem os impostos. Esta talvez seja a pior hora para dar esta notícia, mas, de qualquer forma, uma boa notícia. Via @system76_com/Instagram (em inglês), @pinguinsmoveis/Telegram.

A Anatel enviou um ofício a grandes varejistas brasileiros que operam marketplaces pedindo a eles adotem medidas preventivas e repressivas contra a venda de produtos de telecomunicações não homologados. Via TeleTime.

Em março de 2019, o Manual do Usuário denunciou youtubers brasileiros que indicavam celulares não homologados a troco de comissões das lojas. A maioria das lojas era de fora, mas a Amazon aparecia nas descrições de vídeos. Questionei à Amazon se a empresa estava ciente da comercialização de produtos irregulares por lojistas do seu marketplace. A resposta foi: “As vendas desses dispositivos na Amazon.com.br são feitas pelo sistema de marketplace. Para questões mais específicas, sugerimos contatar diretamente o(s) vendedor(es) do produto.”

Um vídeo de 2017 do Ronaldo Lemos, editado e tirado de contexto, está circulando em grupos de WhatsApp como argumento contra a urna eletrônica brasileira. Em uma coluna, Ronaldo pede para que parem de usá-lo e explica que “essa tentativa de propaganda com a minha fala é enganosa e absurda”. Fala-se muito dos perigos de deepfakes, mas um simples Movie Maker nas mãos de alguém mal intencionado já é capaz de causar muitos estragos. Via Folha de S.Paulo (com paywall).

A versão final do Sublime Text 4 (macOS, Ubuntu e Windows) foi lançada. Trata-se de um editor de texto/código com foco em velocidade — e, de fato, fiquei surpreso com sua agilidade em comparação ao Atom, que costumo usar para fuçar no código do Manual do Usuário. As maiores novidades são a nova interface, suporte ao Apple M1 e Linux ARM64, uso da GPU para renderizar a interface e alguns novos recursos de manipulação de código. Via Sublime Text (em inglês).

Esta versão do Sublime Text traz uma mudança importante em seu licenciamento. Agora, a aquisição do aplicativo dá direito a uma janela de três anos de atualizações, sejam elas pequenas ou grandes (tipo um “Sublime Text 5”). Após esse período, o usuário perde direito às atualizações, mas mantém a última versão por tempo indeterminado. Segundo a empresa, esses termos permitem a ela “entregar atualizações mais frequentes e empolgantes assim que elas estiverem prontas”, dispensando-os de terem que esperar uma grande versão para entregá-las.

A licença do Sublime Text 4 custa US$ 80 (por tempo limitado; preço normal é US$ 99), mas, até onde sei, é possível usá-la gratuitamente em troca prompts periódicos para comprar a licença — como o WinRAR.

O Twitter atualizou sua API v2. Agora, apps de terceiros podem mostrar quem curtiu tuítes e a lista de bloqueados, recursos removidos em 2018. Com isso, apps como Tweetbot poderão voltar a mostrar curtidas. Via Twitter (em inglês).

Quase um mês depois de uma lavagem de roupa suja em público que arranhou a sua imagem e custou-lhe 1/3 da força de trabalho, as coisas parecem estar calmas no Basecamp. Em seu blog, David Heinemeier Hansson relata que na semana mais caótica eles perderam assinantes do serviço de e-mail Hey, mas ganharam novos no Basecamp, e que depois disso as coisas voltaram à normalidade e começaram a contratar novos funcionários para os cargos vagos. Via @dhh/Hey World (em inglês).

Como conseguir um emprego na área de tecnologia

por Manual do Usuário

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Logo do Revelo UP.

Em maio, a Revelo ganhou as páginas do Manual do Usuário para falar do Revelo UP, seu programa de financiamento de cursos na área de tecnologia. Estamos próximos do fim da campanha, uma boa hora para revisitar os principais pontos do programa a fim de ajudá-lo(a) a dar um up na carreira.

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Achados e perdidos #17

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

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