Regra básica para quem trabalha o dia todo com um computador: faça intervalos regulares, no máximo a cada 50 minutos. É bom para os olhos, para a coluna e para o cérebro. Problema: como controlar isso. Um app para macOS, extremamente simples, mas que tem funcionado bem como nenhum outro antes dele havia funcionado, é a melhor solução que encontrei até agora. (mais…)
Uma velha piada entre aqueles que lidam com computadores diz que esses surgiram para resolver problemas que não existiam antes. Não é o caso, obviamente, mas às vezes a piada se faz verdadeira. E ela vale não só para bits, mas para a vida também, a feita de átomos. Quando dedicamos mais tempo ao fluxo de trabalho do que ao trabalho em si, testemunhamos a sua manifestação; algo fundamental provavelmente está quebrado. Com a produtividade, essa sensação tem ficado mais intensa. (mais…)
Todo mundo tem alguma dica, truque, lifehack que, quando descoberto e depois de incorporado com sucesso na rotina, deixou a vida melhor ou mais fácil. Sem qualquer pretensão de ser um guia definitivo ou qualquer coisa completa, pedi aos assinantes e colaboradores do Manual do Usuário para que compartilhassem cada um uma dica relacionada à tecnologia. Como ela está muito presente em nossas vidas, achei preciso (ainda que pretensioso) chamar essa coleção de valiosos ensinamentos de dicas para uma vida melhor.
Foram 23 submissões. Algumas se repetiram — o que, por si só, já diz algo sobre elas —, outras me deixaram fascinado pela simplicidade e ao mesmo tempo eficiência, e, embora o espaço aqui seja virtualmente infinito, forcei-me a fazer uma triagem a fim de limitar a lista para não deixá-la cansativa. Conto com a compreensão de quem participou mas não entrou no post e agradeço profundamente o interesse e a disponibilidade!
Ah, e os comentários estão aí para expandirem a lista, então use o espaço à vontade. (mais…)
E se você pudesse acompanhar seus sites e blogs preferidos de perto, sabendo em tempo real sobre novos conteúdos publicados, sem filtros, intermediários, nada do tipo? E se eu lhe dissesse que o Facebook não é a única, nem mesmo a melhor forma de seguir suas publicações favoritas? E o melhor: que essa alternativa é gratuita, baseada num padrão livre e amplamente disponível. Interessou-se?
Leitores regulares do Manual do Usuário já devem conhecê-la, mas mesmo entre nós é uma tecnologia cada vez mais esquecida. Qual?
No começo do 2013 o Dropbox comprou o Mailbox, um cliente de e-mail para dispositivos móveis com foco no gerenciamento de mensagens por gestos. Na época, ele também chamou a atenção pela gigantesca “fila de espera” para ser baixado. Ontem, o Dropbox avisou que o Mailbox será descontinuado no próximo dia 26 de fevereiro. (mais…)
O Word é um dos programas mais fascinantes já criados. Num belo texto publicado ano passado, o jornalista Paul Ford o colocou (o Office, na verdade) ao lado de outros grandes, como Photoshop e Unix, no rol dos cânones do software. Apesar disso, eu não o uso. Não é a qualidade do Word que está em questão aqui, mas sim a sua aplicação. Ele faz coisas muito legais, só não é lá muito bom para o meu tipo de escrita.
Mesmo reconhecendo suas virtudes, não costumo usar o Word com tanta frequência. A saída quase perfeita que ele tem no papel não se repete na web. O texto copiado do Word e colado num editor online costuma vir carregado de código desnecessários. As ferramentas de formatação, tão poderosas para compor documentos elaborados para impressão, beiram a insignificância quando o fim é publicação online. Isso se faz com CSS, não no conteúdo.
No fim, acabo quase sempre escrevendo diretamente no editor do WordPress, o CMS que uso no Manual do Usuário. Não é o ideal, mas funciona bem. E, ao longo dos anos, ele evoluiu um tanto: tem salvamento automático, corretor ortográfico, é totalmente WYSIWYG, inclusive com a formatação do próprio tema e, recentemente, até passou a lidar melhor com texto importado do Word, removendo aqueles códigos inúteis já mencionados. (mais…)
“Produtividade” é algo que todos buscamos. Executar mais tarefas com mais facilidade – quem pode não querer isso? Na busca pela otimização quase sempre recorremos a incrementos: se eu passar a fazer isso, produzirei mais; se comprar esse equipamento, trabalharei com mais conforto. Mas e se o contrário se apresentar como um caminho? E se, para produzir melhor, você precise produzir menos?
Uma coisa que nunca entendi é a ideia de madrugar em cima de um projeto. Ou estudando. Entendo a glamourização do ato, como quando Tim Cook escreveu no Twitter ter dormido um pouco mais que o habitual para um grande dia, até as… 4h30 da manhã. De fato, dormir pouco faz com que pareçamos mais importantes e reforça a ideia de trabalho duro, mas não é sinônimo de produzir melhor. Com frequência, troca-se qualidade por quantidade, o que não é interessante em muitas áreas.
Quando minhas pálpebras ganham vida própria, o foco passa a se perder com facilidade e para continuar é preciso recorrer a líquidos baseados em cafeína, algo está errado. Eu estou no lugar errado. Deveria estar em uma cama, não trabalhando. (mais…)
Quando você chega ao trabalho na segunda-feira vindo do descanso do fim de semana, qual a sua atitude em relação às demandas e compromissos profissionais? Entusiasmada e revigorada, ou resmungona?
A forma como encaramos o primeiro dia útil da semana remete àquela história do copo meio cheio ou meio vazio. O retorno ao trabalho pode ser um revigorante recomeço após dois dias de descanso, ou munição para reclamações matinais incessantes. A ciência e a praxe suportam ambas as situações. (mais…)
Sabe aquele velho ditado, “tudo que é demais, faz mal”? Aplica-se a smartphones também. Vejo amigos e conhecidos que, por excesso de zelo, acabam piorando a situação dos seus aparelhos ou vivendo de efeito placebo, graças a práticas que em algum ponto do passado podem até ter feito sentido, mas que hoje são inúteis ou até prejudiciais.
Caso em tela: Bluetooth. É raro vê-lo ativo por aí, ainda que mantê-lo desativado não aumente signifativamente a duração da bateria do smartphone. O mesmo se aplica a GPS, Wi-Fi, NFC etc.
Se você não consegue passar um dia longe da tomada, é pouco provável que desativar esses recursos vá mudar tal cenário. O fato de estarem ativos não significa que estão consumindo quantidades obscenas de recursos; o que gasta bateria, mesmo, é o uso que os apps fazem deles. No Android (e no futuro iOS 8), existe uma área nas configurações que “dedura” os apps gastões. Esses devem ser combatidos. Se achar que a bateria está esvaziando mais rápido que o normal, uma olhada ali pode revelar surpresas e solucionar o problema. (mais…)
Em fábricas e escritórios não é exatamente raro nos depararmos com trabalhadores que, além do uniforme e acessórios necessários para o desempenho de suas funções, contam com um adereço extra: fones de ouvido. A música, companheira de festas, romances, do dia a dia, também se faz presente no ambiente de trabalho. Mas até que ponto ela é útil, e quando começa a atrapalhar?
Na Quartz, Adam Pasick escreveu um texto intitulado “O guia completo para ouvir música no trabalho”. Amparado por estudos científicos, em especial este de 1972, as conclusões a que ele chegou variam de acordo com a função desempenhada. Músicas agitadas, por exemplo, podem dar um impulso em produtividade àqueles que cumprem jornadas mais mecânicas, realizando tarefas repetitivas que, embora demandem foco, não pedem muito da nossa capacidade cognitiva.
Já em atividades contrárias, ou seja, aquelas que exigem mais cérebro do que músculos, músicas agitadas ou com letras atrapalham. Ao ouvir uma música, qualquer que seja, ela demanda parte da cota finita de atenção de que nosso cérebro dispõe:
“Não se engane: ouvir música significa que você está em modo multitarefa. Quaisquer recursos cognitivos usados pelo seu cérebro — para entender uma letra, processar emoções desencadeadas por uma música ou lembrar onde você estava quando a ouviu pela primeira vez — ficarão indisponíveis para ajudá-lo no trabalho.”
Para alguns, como eu, o ideal é deixar todo o cérebro a postos para o que estiver fazendo. Dou o meu melhor no silêncio, e isso vale para além das músicas — os sons ambiente também devem ser preferencialmente mínimos. O mesmo se aplica a leituras, e quanto mais complexo o assunto, mais o silêncio é bem-vindo.
Infelizmente, nem sempre o silêncio proporciona a animação para uma tarefa que exija muito da minha capacidade cognitiva. É aí que entram as sugestões da Quartz: atentando a alguns detalhes, é possível obter os benefícios musicais dos trabalhadores “braçais” em atividades mais… digamos… paradas.
Na hora de montar sua playlist para essa finalidade, as principais dicas são:
Ouça apenas músicas instrumentais. O cérebro tem áreas dedicadas para várias funções e, na hora de escrever ou pensar em palavras (ler, inclusive), o ideal é concentrar todos os recursos que temos para esse fim na atividade em curso. Músicas com letras, nesse contexto, apenas atrapalham. Exceção à regra: letras em idiomas que você não conhece são permitidas.
Prefira músicas que tenham um ritmo bem marcado e constante. Nosso cérebro está sempre tentando adivinhar o que vem a seguir. Ao ouvir uma música muito elaborada, com mudanças brutas, picos intervalados e arranjos diversos, parte da nossa concentração, ainda que inconscientemente, se dedica à tentativa de “decifrá-la”.
Os melhores gêneros, segundo aquele post, são jazz, música clássica, e minimalista. Trilhas sonoras de filmes e jogos também são, em geral, recomendadas. Ao final, há uma playlist com indicações do autor. Se quiser arriscar, ela está no Rdio e Spotify.
Sai a música, entram os barulhos. Mudam os resultados?
Minha qualidade de vida melhorou significativamente quando descobri o ruído branco. No contexto em que o abordo aqui, refiro-me a barulhos do ambiente capazes de anular outros indesejados.
Na física, engenharia e matemática o termo tem significado diverso, mais complexo, como muitos comentaristas apontam nesta matéria da Scientific American. O uso dele, aqui, diverge do científico, mas para fins didáticos se aplica. Pense, pois, no barulho da TV fora do ar, ou no que o ventilador faz quando ler “ruído branco” nesta matéria.
Por ter o sono leve, barulhos externos, como vizinhos conversando, música no bar da esquina e outros atrapalham meu sono. Ao ligar o ventilador contra a parede, o barulho das pás se sobrepõe aos demais e sua constância rapidamente é assimilada pelos meus ouvidos. Resultado: uma noite bem dormida.
O mesmo benefício se aplica ao trabalho? Aqui o terreno se torna mais acidentado. Existem estudos que suportam os dois lados, mas analisando-os melhor, como fez o pessoal deste tópico no StackExchange, as conclusões mais uma vez variam. Resumindo:
“O ruído branco melhora o desempenho na medida em que mascara ruídos que geram agitação ou que tiram o foco da tarefa em curso sem causar agitação por si mesmo. Falando de forma prática, se você estiver em um ambiente silencioso, o ruído branco provavelmente não terá um efeito positivo na sua concentração. Se estiver em um lugar mais ou menos ruidoso, ele provavelmente terá um efeito positivo. Entretanto, em um ambiente muito barulhento ele não terá efeito algum ou, se sim, um negativo.”
(A resposta mais votada do tópico mencionado acima traz diversas referências científicas embasando a conclusão do autor.)
Novamente me usando de exemplo, comigo o ruído branco para produção nunca funcionou bem. O silêncio é preferível e, quando tenho tarefas menos cognitivas, como lançar gastos no controle financeiro ou lavar a louça, geralmente coloco uma música qualquer para tocar.
O que eu testei e, em certa medida, gostei, foi de “simuladores” de sons ambiente. O Coffitivity é um app/site que reproduz o burburinho típico de locais como cafeterias e bibliotecas de universidade. Os criadores defendem a ideia com um estudo científico recente que diz provar que esses ruídos, dentro de níveis aceitáveis, dão um impulso na concentração. A parte do “dentro de níveis aceitáveis” tem um papel importante aí — em torno de 70 decibéis.
Ok, já sabemos que barulheira não ajuda, mas por que o outro extremo, o silêncio, é ruim? Em entrevista ao New York Times, o professor assistente Ravi Mehta, da Universidade de Illinois, que liderou o estudo que embasa o Coffitivity, explica que o silêncio absoluto leva a níveis altos de concentração, e que isso atrapalha o pensamento abstrato:
“É por isso que quando você está muito focado em um problema e não consegue resolvê-lo, deixa-o de lado por algum tempo e, quando volta, encontra a solução. [O ruído moderado] ajuda a pensar fora da caixa.”
Ele também faz uma ressalva: o barulhinho de fundo ajuda principalmente em tarefas criativas. Outras que demandam concentração absoluta, como a revisão de textos ou trabalhos envolvendo números, são melhores executadas no silêncio.
O que for melhor para você
São muitas variáveis a serem consideradas na hora de escolher a companhia auditiva para o trabalho: o tipo de função desempenhada, algumas predisposições pessoais, o humor do momento. Talvez fosse o caso de experimentar e ver o que te faz melhor, mas é difícil mensurar os resultados objetivamente. Neste paper de 1989, por exemplo, foi constatado que às vezes a gente se engana e aprecia a música no trabalho mesmo quando ela diminui a produtividade.
Uma mistura, em consonância com a variação de humor e natureza do trabalho, aponta para uma boa saída. Identificar os momentos onde um tipo de música ou barulho afeta positivamente nosso ânimo é o tipo de conhecimento que, mesmo sem perceber, pode acabar nos ajudando a trabalhar melhor. O problema é que, mesmo querendo, é bem difícil perceber quando e que tipo de som nos é benéfico. Argumentos pró e contra todo tipo de música existem aos montes (vários aí em cima, inclusive).
Como você usa a música, ou não, para fazer seu trabalho melhor?
Não é fácil, para qualquer empresa, mudar seu modelo de negócios. Para uma enorme, com centenas de produtos, milhares de funcionários e anos de estrada como a Microsoft, menos ainda. Apesar de toda a dificuldade, o pessoal de Redmond parece convicto de que o futuro está nos dispositivos e serviços e, pouco a pouco, começa a refletir essa mentalidade nas suas ofertas.
A última? O OneNote. Para quem nunca se deu ao trabalho de abri-lo, é um aplicativo para tomar notas similar ao Evernote. Ele é organizado na forma de cadernos, com “pastas” dentro e dá uma liberdade bem grande ao usuário, que pode escrever, desenhar e colar objetos em qualquer parte da tela, organizando a informação da maneira que preferir.
OneNote: onde você quiser, de graça
Além de ser um dos aplicativos mais novos da suíte Office, o OneNote costuma servir de cobaia para experiências da Microsoft. Ele foi o primeiro desses apps a ser lançado em sistemas móveis concorrentes (iOS e Android no começo de 2012) e o pioneiro e, até o momento, único a ter uma versão moderna no Windows 8 (março de 2013). Agora a Microsoft experimenta novamente com o OneNote ao torná-lo o primeiro pedaço do Office totalmente gratuito.
Lançamento da versão para OS X, gratuita e distribuída via Mac App Store. Com ela, o OneNote passa a ser acessível de oito maneiras diferentes: app para Windows, app moderno para Windows 8, Windows Phone, OS X, iPad, iPhone, Android e web.
Distribuição gratuita e independente do Office na versão Windows. O OneNote agora é gratuito, sem anúncios e com (quase) todos os recursos — só ficam de fora alguns de cunho corporativo, como integração com Outlook e SharePoint, e histórico de versões, que seguem atrelados ao Office 365.
Novas formas de salvar conteúdo. O OneNote Clipper é um bookmarklet que envia páginas web para um caderno do OneNote e funciona com os quatro principais navegadores. O Office Lens (apenas para Windows Phone) fotografa, ajusta e manda para os cadernos do serviço imagens de textos “físicos”. É bem maluco, e parece funcionar bem. Por fim, agora dá para mandar conteúdo ao OneNote via email, via me@onenote.com.
Pouca gente está disposta, em 2014, a pagar por software — o boom de apps freemium é prova disso. Modelos gratuitos suportados por benefícios extras (e pagos) e o de assinatura têm barreiras menores de entrada, atraem mais usuários. O que você prefere: pagar mais de R$ 1.000 em uma licença do Office ou R$ 21 por mês para ter o Office 365, sempre atualizado, podendo cancelá-lo quando for conveniente? Pois é.
Forças externas, personificadas por analistas e investidores, reforçam o coro dos usuários e pressionam a Microsoft em direção a essa tendência. Na índia, duas fabricantes locais firmaram um acordo que lhes garantiu o licenciamento gratuito do Windows Phone. O Office 365, lançado ano passado, é o Office por assinatura: atualizado constantemente, com recursos que vão além dos apps da suíte.
O próximo passo é o OneNote. Ele faz (ou fazia?) parte do Office, o que à primeira vista pode dar a sensação de que essa estratégia é suicida. Afinal, só no último trimestre fiscal a Divisão de Negócios, onde o Office está alocado, faturou US$ 7,2 bilhões, quase 10% de todo o faturamento da Microsoft no período. Sendo o Office uma das franquias mais lucrativas, por que ceder e distribuir um pedaço atraente dele gratuitamente? Pelo ganho indireto e a longo prazo.
Imagem: Microsoft/Reprodução.
A ideia da Microsoft é continuar lucrando em cima de clientes corporativos, que já formam o grosso dos usuários do Office mesmo e que continuarão pagando para ter o OneNote. A gratuidade atinge os usuários domésticos. É nesse público, que nunca pagou pelo Office ou não tem lá muito interesse nele, que esse esforço se concentra.
Com as novidades, que podem ser resumidas em presença total e gratuita nas principais plataformas atuais e extensibilidade, o OneNote diminui a distância que tem para o Evernote como ferramenta de “terceirização do cérebro” e deixa concorrentes menos robustos, como Google Keep e Simplenote (da Automattic) para trás. Ele sempre foi um bom produto; agora, ficou ainda melhor.
O Evernote, com uma base de 75 milhões de usuários e a ambição de chegar a um bilhão deles, recebeu críticas pesadas não faz muito tempo pela inconsistência e perda de dados — pecados capitais para um app do seu gênero. O timing desse anúncio foi muito bom, coisa rara em se tratando de Microsoft.
A oportunidade para o OneNote está aí. Capturar esse público, apresentar-se a outro que não o conhece e nem ao Evernote e, com o uso maciço, retê-los nos domínios da Microsoft e levá-los a outros produtos da casa. Ele deve fazer o papel, como alguém comentou, de “droga de entrada”. Se o usuário gostar, se sentirá mais compelido a partir para coisas mais pesadas como uma assinatura do Office 365, ou a expansão paga do espaço de armazenamento do OneDrive. Para a Microsoft, a nova Microsoft de dispositivos e serviços, tudo isso se traduz em novas fontes de faturamento e, o mais importante, entrando do jeito que ela quer, ou seja, via serviços.