Dicas

Dicas tecnológicas para viver melhor

Ben John e sua avó, que viralizou com pesquisa no Google cheia de agradecimentos -- ao Google.

Todo mundo tem alguma dica, truque, lifehack que, quando descoberto e depois de incorporado com sucesso na rotina, deixou a vida melhor ou mais fácil. Sem qualquer pretensão de ser um guia definitivo ou qualquer coisa completa, pedi aos assinantes e colaboradores do Manual do Usuário para que compartilhassem cada um uma dica relacionada à tecnologia. Como ela está muito presente em nossas vidas, achei preciso (ainda que pretensioso) chamar essa coleção de valiosos ensinamentos de dicas para uma vida melhor.

Foram 23 submissões. Algumas se repetiram — o que, por si só, já diz algo sobre elas —, outras me deixaram fascinado pela simplicidade e ao mesmo tempo eficiência, e, embora o espaço aqui seja virtualmente infinito, forcei-me a fazer uma triagem a fim de limitar a lista para não deixá-la cansativa. Conto com a compreensão de quem participou mas não entrou no post e agradeço profundamente o interesse e a disponibilidade!

Ah, e os comentários estão aí para expandirem a lista, então use o espaço à vontade.

Tenha o gadget certo, do tamanho certo

O completo ecossistema do Kindle.

Parece contraintuitivo fragmentar dispositivos que têm como principal característica a convergência — caso do smartphone — mas, passada a euforia, ficam evidentes as vantagens de produtos focados, de gadgets que fazem uma coisa só. Desses, nenhum foi mais mencionado que o Kindle.

Entre os relatos, o do Wallyson Rodrigo conta como o e-reader da Amazon permitiu a ele retomar o hábito da leitura perdido desde que passou a ter a agenda lotada graças ao trabalho e à faculdade:

Hoje [com o Kindle] eu posso relembrar das minhas tardes na adolescência dentro do metrô, no intervalo do almoço e quando tem aula vaga na faculdade. Consigo afirmar com toda certeza que as melhores horas do meu dia são com esse gadget.

O Gabriel Arruda destacou a influência que o tamanho das telas com as quais ele lida tem em sua produtividade:

Passei muito tempo usando apenas notebook para trabalhar, sem ligar um monitor externo. Depois de comprar um monitor, me arrependi de não ter feito isso antes: a minha produtividade aumentou mais que com qualquer upgrade de hardware — é ótimo poder colocar documentos/códigos/planilhas lado a lado. Fora a vantagem prática, o ritual de conectar o notebook ao monitor e sentar na cadeira me faz entrar no “modo trabalho”.

No smartphone, fiz o caminho contrário e voltei para a apertada tela de 4 polegadas do iPhone SE. Como esperado, ficar muito tempo mexendo nele é incômodo comparado às telas maiores. Mas quem disse que eu fazia algo de útil no smartphone? Para quem usa apenas para ouvir músicas, tirar fotos, se localizar na cidade e acompanhar redes sociais, isso acaba sendo bom: faço o que preciso com facilidade, pelo tamanho, e uso menos para ficar em redes sociais.

E o Daniel Berton descobriu que trocar um smartphone por dois lhe permite se desligar do trabalho com mais facilidade:

Uma dica besta que eu dou, uma que me ajudou bastante, foi aprender a não misturar smartphone de trabalho e pessoal. Antigamente eu tinha no mesmo aparelho os dois chips, um do trabalho e o outro pessoal. Tive vários problemas de contatos se misturando, de ligar com o chip errado para um contato etc. Hoje eu ando com dois celulares e não me importo muito com o volume que faz no bolso. Vale a pena!

Faça uma boa reflexão sobre seus apps

Ícones diferentes no Android do Vibe K5.

Não instalamos mais tantos apps como antigamente, mas alguns parecem naturalizados. Estão ali, usamos eles sem pensar muito. Uma reflexão mais aprofundada pode revelar o que estamos perdendo (ou deixando de ganhar) por mero comodismo.

O Augusto Anteghini Oazi conta como a remoção de jogos e a instalação de apps mais… digamos, instrutivos melhorou seu dia a dia:

O que eu fiz foi deletar todos os jogos do meu smartphone. Antes eu tinha Angry Birds, Candy Crush, Subway Surfers e todos os outros joguinhos viciantes do tipo, mas percebi que perdia muito tempo com eles: jogava durante a aula, antes de dormir, quando estava no ônibus, em qualquer tempinho que eu tinha sobrando. No lugar dos jogos, baixei o app do Kindle, do Medium e também achei alguns podcasts legais pra ouvir (tem um que chama Guia Prático, baixa aí que até que é bonzinho). Nem preciso dizer que passei a ler mais livros e a aprender coisas muito mais interessantes do que com os jogos. Além disso, parei de me estressar por perder alguma fase no Candy Crush e não ter mais vida pra tentar de novo.

Você pode, inclusive, sem muito prejuízo, desinstalar um punhado de apps que figuram entre os mais baixados das lojas — eu não uso Snapchat nem tenho o app do Facebook instalado no smartphone (minha bateria agradece também).

O Rafael Pereira de Oliveira também deu essa dica e outra tão importante quanto:

Outro exemplo foi a decisão de colocar o Pocket na tela inicial do smartphone. Assim, quando estou com tempo, eu abro o aplicativo e vou lendo os textos que eu realmente escolhi, ao invés de ficar passeando por infinitos posts e manchetes de notícias. O que muitas pessoas não percebem é que o simples fato de escolher com cuidado quais aplicativos ficam instalados, e também quais ficam na tela inicial do seu aparelho, tem um grande impacto na sua vida.

Essa última parte é muito verdadeira. E, no iPhone, principalmente, tem um desdobramento interessante em usabilidade.

Vejo muita gente que não preenche a tela inicial com apps, deixando a parte inferior vazia. Isso me soa muito sem sentido porque justamente aquela área é a mais fácil de acessar com uma mão só, ou seja, ela não só deveria estar preenchida, como ter os apps mais acessados pelo usuário. (No meu, costumo deixar Feedly, Pocket, Day One, Notas, Pocket Expense, uma pasta com apps de redes sociais/bate-papo e outra com apps de streaming.)

Telas iniciais do iOS toda preenchida e outra pela metade.
Aquele espaço vazio é o mais fácil de tocar com o dedão. Por que deixá-lo vazio, então?

A Apple faz o (des)favor de soltar o iOS cheio de apps nativos que pouca gente usa; então, se você não tem apps suficientes para encher uma tela, use o da Bolsa ou Bússola para ocupar espaço no topo e empurrar os apps mais usados para baixo.

Apps específicos para fins específicos

O que foi por um bom tempo o mantra da Apple, “tem um app para isso”, provou-se verdadeiro neste desafio: várias sugestões dizem respeito ao uso de um app específico para determinado fim.

Guilherme Teixeira, que vez ou outra revisa os textos publicados aqui no Manual (este, inclusive), sugere um de diário:

Sempre gostei de escrever. Nem sempre no sentido prático, que é o de contribuir para engrandecimento da literatura brasileira ou de ter pessoas lendo meu blog, eu gosto de simplesmente construir estruturas textuais. Não que essa minha despretensão não carregue em si própria uma megalomania literária reprimida; eu quero “coser para fora”, parafraseando a Clarice Lispector, porém, por enquanto, sigo mesmo é a dica do Liev Tolstói: “Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia”.

Bom, a minha aldeia é a minha vida e eu tenho um diário eletrônico que se chama Journey, um app que já apareceu aqui no Manual do Usuário. E, sabe por que você deveria ter um também? O momento em que você se senta confortavelmente para escrever sobre o dia que está terminando é a hora em que você tem a oportunidade de validar, revisitar, aceitar e atestar o que te aconteceu; é a hora em que você traz para o mundo físico — pois, por mais digital que seja o Journey, ele é menos imaginário do que a memória — os eventos que você considera dignos de serem relembrados.

Em sua dica, o Guilherme sugere como alternativa ao pessoal do iPhone o Day One (tem para macOS também). Eu uso e recomendo — inclusive a dica; escrevo diário há 13 anos e é realmente enriquecedor.

Já o Alberto Brandão indica o Optimism:

Desde que li a chamada para o desafio só consigo pensar no Optimism, um app — uso a versão desktop também — que permite monitorar inúmeros elementos da saúde mental.

O que faz este aplicativo tão interessante é a possibilidade de correlacionar gatilhos, como o café, qualidade do sono, horas dormidas, leitura, meditação, com nossos níveis de humor, disposição e outros inúmeras variáveis psicológicas. As possibilidades oferecidas pelo aplicativo são enormes, já que podemos personalizar todos os campos, adicionando exatamente o que queremos acompanhar.

Venho utilizando o app faz um bom tempo, o que me ajudou a reduzir a quantidade de café que estou consumindo, trabalhar para dormir mais cedo e por mais tempo, mensurar os reais benefícios da meditação na minha vida e vários outros testes para modificar hábitos e ter uma vida mais saudável.

O Reinaldo Santos usa o Llama para automatizar seu smartphone Android e ganhar alguns momentos de tranquilidade que, somados, fazem a diferença:

Sempre achei que os smartphones não são tão espertos o quanto eu gostaria. Estou ganhando um precioso tempo usando um aplicativo de automatização de tarefas (existem vários por aí). Eu adotei o app Llama do Android, pois ele habilita o Wi-Fi quando chego em casa e desabilita quando estou na rua, abre meu aplicativo favorito de podcast ao ligar o bluetooth, deixa meu Android em silêncio à noite e em reuniões, me lembra de algo que anotei na agenda, entre outras tarefas, sem eu tocar no smartphone.

É curioso que, embora num ritmo mais lento, os sistemas móveis fiquem cada vez mais espertos nesse sentido que o Llama propõe. No caso do iOS, ele também é capaz de identificar mudanças ambientais: quando coloco os fones, o app de podcasts é aberto; quando entro no carro, assim que o iPhone se conecta no som via Bluetooth um atalho para o Spotify surge na tela de bloqueio. E tanto iOS quanto Android têm modos do tipo “não perturbe” programáveis.

Já que toquei no assunto, compartilho aqui a minha dica: o modo “não perturbe” não serve apenas para dormir. É para a vida. O maior destruidor de concentração é o barulho de notificação. Ele também é um grande vilão de conversas pessoais e tem impregnado em si um senso de urgência que raramente se justifica — mas, mesmo assim, continuamos a atender qualquer notificação tão logo ela apita.

O que eu faço, e recomendo, é manter o modo “não perturbe” ligado ao longo do dia. Eventualmente dou uma olhada para ver as notificações, e só.

Há casos e situações em que a notificação é importante e precisa ser respondida de pronto, mas você é grandinho e responsável o suficiente para saber distingui-las, certo?

O Leon Cavalcanti, que traduz as matérias originais em inglês que são republicadas no Manual, alcança o mesmo fim por outro meio:

Tecnologia é muito bom e facilita a vida, mas às vezes precisamos nos desconectar para concentrar, seja nos estudos ou no trabalho. Nesses momentos, gosto de desativar todas as notificações e, se possível, deixar todos os eletrônicos longe de mim. Vou até para outro cômodo para não deixar a curiosidade bater. Quando preciso deles para trabalhar/estudar, eu procuro ativar algum som branco (como sons de chuva ou alguma música calma e sem palavras). É incrível como esta música já me deixa em clima de esquecer as distrações e produzir!

Som ou ruído branco é realmente bom!

Print do Plant Nanny, app que incentiva o usuário a beber água.Outra dica do Leon, que o Bruno Huppes também indicou, é um app para… beber água:

De conhecimento geral da nação, beber água é imprescindível, e, sabendo que essa falta poderia ser prejudicial num futuro próximo, resolvi mudar. Tendo noção da minha incapacidade de mudar minha rotina sem um empurrão de alguém, fui atrás de algo na Play Store que me forçasse a beber a quantidade de água necessária e lá achei o aplicativo que revolucionou minha vida, Plant Nanny (Android, iOS, Windows).

Um joguinho com uma plantinha no qual eu preciso apenas beber água para não matá-la, e ainda upando depois de tantos litros tomados. Me ganhou. Durante meio ano eu enchi meu jardim de plantas virtuais e consegui mudar minha rotina. Ao custo de triplicar minhas idas ao banheiro, fiquei mais saudável e até perdi peso.

Para o Leon, “esse novo hábito melhorou não apenas minha pele, mas também minha garganta, que frequentemente ficava seca e doendo.” Beba água!

Documentos sempre à mão

A dica do João Paulo Bernardes da Silva ganhou o desafio dos assinantes (obrigado, Augusto Campos e Emily, pela ajuda na escolha!). É tão simples e ao mesmo tempo genial que, como toda ideia simples e genial, fez eu me sentir meio patético ao lê-la, por não ter pensado nisso antes:

Eu escaneei todos os meus documentos pessoais e coloquei numa pasta no Dropbox. Principalmente aqueles que ficam guardados numa caixa, como Certidão de Nascimento, Histórico Escolar, Titulo de Eleitor. É muito útil, sempre que preciso de alguma cópia, é só imprimir.

Pelo Twitter, o Gabriel Arruda “turbinou” a dica: para quem usa o Evernote, um incentivo extra para subir os documentos nesse serviço é contar com o OCR, que converte fotos em texto digital e permite pesquisar pelo conteúdo das imagens.

Vídeos acelerados

Menu para alterar a velocidade de reprodução do vídeo no YouTube.

O Adriano Ribeiro trouxe uma dica para otimizar o tempo:

Algo bem simples que mudou minha forma de estudar e que eu só descobri recentemente: assistir palestras e vídeoaulas com velocidade acelerada. Principalmente quando o assunto é mais técnico e para gravações ao vivo, o ritmo da aula costuma ser mais lento. Acelerando o vídeo em 1,5x ou 2x, você consegue assistir gastando 25% e 50% menos de tempo.

A maioria dos vídeos no YouTube permite aumentar a velocidade, basta clicar no ícone da engrenagem (“Detalhes”).

Apps de podcast também costumam ter esse recurso (debatemos o tema no Disqus). É válido, mas com restrições. Alguns vídeos e podcasts têm na forma parte ou mesmo todo o seu apelo. Acelerá-los é, posto de outra forma, deteriorar a intenção do autor. Achei legal o Adriano ter feito essa ressalva, dizendo que só assiste a palestras e vídeoaulas assim — afinal, quando se procura um tutorial no YouTube que ensine a sobrepor imagens no editor de vídeos, a forma pouco importa, o que se espera é o resultado.

Buscando soluções no passado

Fecho o post com as dicas do Fabio Montarroios, nosso ávido leitor responsável pelas críticas literárias publicadas no Manual desde o começo do ano. Além de boas, há nas dicas que ele mandou uma outra, implícita, que muito me agrada: a de que a solução nem sempre está no novo. Repare que são soluções que demandam tecnologia para serem produzidas, mas que não estampam manchetes em sites da área nem arrancam suspiros de quem se liga em gadgets. Ainda assim, úteis:

Três coisas essenciais, de uns tempos pra cá, mudaram bastante a minha rotina e a minha relação com o mundo. Não são novidades, nem de longe. Mesmo gostando muito das possibilidades que o futuro reserva — me arrisco bancando o futurólogo vez ou outra, até –, é no passado que me escoro pra fazer a minha lista de objetos com os quais tenho me relacionado bem. Não sei se em vida verei os novos adventos (robôs inteligentes, realidade virtual, cidades sustentáveis, políticos honestos etc.), mas talvez possa vivenciá-los um pouquinho antes de partir totalmente. De todo modo, três tecnologias, inventadas ou que ganharam forma no século XIX, tornam o viver mais prático, eficiente e com sentido.

O primeiro deles é a bicicleta: há não muito tempo troquei a minha aro 26 por uma dobrável aro 20. É uma mudança e tanto. E ela é uma sensação, já que posso carregá-la por aí quando dobrada. Não há um único dia em que não me perguntem se ela é pesada, se ela é legal e estável e, às vezes, quanto custou a danada. Fico intrigado com essa curiosidade, porque, convenhamos, não se trata de uma novidade… A bicicleta muda totalmente a relação com a cidade e, sempre que posso, adio minha entrada no Metrô pra pedalar um pouco pelas ciclovias e fujo dos ônibus (e do custo de pegá-los) pedalando até em casa. Faz bem pra saúde (quando não te atropelam) e ela se paga. Que baita invento!

Junto disso vem uma outra troca: o guarda-chuva pela capa de chuva. Isso muda radicalmente a disposição de enfrentar um dia chuvoso. Vira quase uma aventura! Não esperava, mas, para minha surpresa, o raincoat foi inventado no século XIX por um senhor chamado Charles… Macintosh. Achei curioso o cara se chamar justamente Macintosh e ele vir parar, meio sem querer, numa citação em um site sobre tecnologia e seus usos. Bom, livrar-se do guarda-chuva também muda a relação com a cidade, claro, porque fica um pouco mais fácil desbravá-la mesmo em meio a uma chuva daquelas. Com tecidos mais modernos, essa roupa especial fica cada vez mais leve, respirável e bonita. Recomendo fortemente!

E, antes disso tudo, veio uma troca que, pra mim, foi extremamente eficiente, porque reduziu custos e o tempo de produção: a máquina fotográfica analógica pela digital. A fotografia, outra tecnologia do século XIX, muda totalmente a sua relação com o mundo. Registrar algo, que para os outros pode não ter sentido algum, é algo muito precioso. Com o tempo, o manejo do equipamento fica mais natural e o olhar mais atento àquilo que se quer apreender num espaço de tempo de um átimo. Tiro mais fotos que antes, evidentemente, já que os filmes eram limitados e revelar as fotos era uma tarefa complicada, mas tê-las quase que imediatamente é um alívio. Sou muito grato a essa invenção (e a como ela se conformou: portátil, acessível e barata) por permitir me expressar numa outra linguagem que não a natural. Ficar sem fotografar, de uns tempos pra cá, tem me deixado um tanto angustiado…

Todas essas extensões, a bicicleta, a capa e a máquina, para alguns já nos fariam verdadeiros ciborgues, mas, mesmo sem ser tão radical, creio que seria impossível, agora, viver sem elas.

Agora é com você: que dica você daria se lhe pedissem (como estou pedindo!) apenas uma, a que mais melhorou a sua rotina? Antecipadamente, agradeço a contribuição!

Foto do topo: Ben Jones e sua avó, provavelmente a pessoa mais educada com o Google do mundo.
Revisão por Guilherme Teixeira.

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101 comentários

    1. tem uns sinistros que acho interessante, mas sempre são caros.. sempre vejo um razer (não me lembro o modelo) bem simples junto de um mousepad que parece bom em promo, é bem elogiado.

        1. no momento é sim, mas esse dai tem botões até demais, óbvio que depois de um tempo se deva até achar um uso para tantos, mas para mim só uns botões do lado já é um adicional suficiente, pelo que vejo e tal.

          1. Esse eu comprei mais pq ele tem menos borracha. Descobri q tenho alergia na ponta dos dedos e como não posso ficar testando se o material de outra empresa vai ser um problema ou não, optei por esses que me pareceu ser o que menos tem borracha na estrutura. Pior que o q eu usava tinha ótima ergonomia… Não dei muita sorte com esse mousse da Microsoft, o ergonomic sculpt. Tinha comprado um pelo ebay qdo ainda não vendia no Brasil e além de ter sido irregularmente taxado pela receita ele deu problema em pouco tempo e não deram garantia por ele ter sido comprado fora. E eu o comprei justamente porque tenho LER.

  1. Vendo essas dicas fez voltar a época de novidades “de baixo do meu nariz” kkkkkk
    Enfim, que recomendo para Chrome é Push to Kindle (converte paginas da web e manda pro Kindle facilmente – só ter e-mail Kindle) Video Speed Controler (acelera os videos melhor e mais fácil que o nativo do Youtube) Save Image to Downloads (o nome já diz).
    Já pra PC é o Clover que deixa a janelas das pastas em abas.
    Já pra Android é GReader e o Podcast O2.

    Llama e Journey está deixando as coisas mais interessantes aqui no celular.

  2. Eu desliguei o LED de notificação do meu smartphone e, desde então, tenho me sentido o Senhor do meu Destino. Pode ser algo meio drástico, mas prefiro ligar a tela de tempos em tempos para saber se há algo novo do que ter algo me “controlando”, me chamando para ver o que há de novo naquela telinha. A tecnologia atual nos deixou reativos, e isso está acabando com o poder de foco dos nossos cérebros.

    1. Desliguei o som é deixei a luz só para poucos por conta do trabalho. E deixei só o celular com as notificações. No tablet desliguei total.

  3. Outro hack pra vida, otimizar a luz dos ambientes. Não sei se é só comigo, mas sofro muito quando um ambiente tem apenas uma luz dura pra ilumina-lo. Prefiro sempre ambientes com luzes difusas e indiretas. Além de enxergar melhor (uso óculos), me sinto mais confortável.

  4. Esqueci de mandar a minha dica, mas fica por aqui: desligar o salvamento automático de arquivos no seu navegador. Pelo menos para mim é bem útil, eu baixo muitos arquivos por dia, até eu mudar essa configuração minha pasta de transferência ficava com 150/200 arquivos todos espalhados e desorganizados. Depois que desliguei sempre salvo o arquivos no lugar certo e se ele é temporário é apagado no fim da semana da pasta de transferências.

  5. Excelente texto! Minha dica de lifehack no iOS é usar como player alternativo ao YouTube o Protube. Ele permite assistir os vídeos em velocidade acelerada no iPhone e em segundo plano ou com tela apagada. Isso faz muita diferença! No iPad Air 2 ainda tem a função de Picture in Picture (fica uma janelinha sobreposta com o vídeo).

  6. Perguntinha: Alguém sabe se existe e recomenda algum plugin, programa ou sei la qu te permite acelerar vídeos como no Youtube, so que usando o media player classic? Sinto bastante falta disso quando assisto vídeo aula, e a opçao disponível no software deixa a fala totalmente zoada.

    No mais, excelente texto, como de costume! Já mandei pra guardar no meu kindle :)

      1. muitíssimo obrigada! com os codecs do k lite, ficou melhor que o MPC, coisa que não imaginei ser possível, euheueheuhe! valeu mesmo!

  7. Adquiri recentemente um Kindle em uma promoção monstro da Amazon, e digo: Estou adorando poder ler meus livros em qualquer lugar, quando dá e sem ter que levar 10 kg de bagagem extra (Sim! 10 kg de livro, pensando em ter títulos como Game Of Thrones, Lord Of The Ring etc..)

  8. Sempre perdia o sono quando pegava o smartphone para acertar o alarme do celular.
    Não tenho horário definido para acordar, mas não quero acordar muito cedo, nem muito tarde. Apenas configuro para despertar após 7:30h de sono.

    Para automatizar isso, deixei uma tag NFC ao lado da cama. Geralmente termino o dia com leitura na cama. Então quando estou com muito sono, prestes a dormir, encosto celular na TAG:
    – Alarme daqui 7:30h
    – Modo silencioso
    – wifi off

    O melhor é que se por algum motivo perder o sono, basta encostar o smartphone que ele sobrepõe as configurações.

      1. Tentei usar iftt para algumas coisas relacionadas a geolocalização e não rolou… Agora a tal NFC preciso ver como funciona.

      2. Se rolasse autenticação em duas etapas com o NFC aí sim pra mim seria ótimo, pq todo dia no escritório é aquela sequência de liberação de vários serviços.

  9. A se pensar: a ideia “campeã” é boa, mas é segura?

    Pensemos um pouco: a manutenção de uma cópia digital dos documentos ajuda, mas manter “na nuvem” tem seus riscos. A perda do celular ou a invasão do sistema onde está os dados pode acabar deixando a cópia digital exposta para uso por outros.

    1. eu mantinha os documentos no tresorit e criptografados. dava um trabalhinho extra, mas achava mais seguro q deixá-los assim.

      1. dá pois muitos lugares só exigem os dados básicos e nem prestam atenção nos detalhes. Conheci pessoas que sujaram o nome por causa de um número que pode ou ter sido pego aleatório ou utilizado com algum motivo.

        Uma cópia de documento serve perfeitamente para comprar algo em uma loja por exemplo. Ou pedir segunda via deste documento, ou até servir de base para um documento falso bem feito.

    2. Eu estava com uma grande resistência em gravar documentos pessoais na nuvem, mudei de ideia após criptografar os arquivos localmente antes de fazer o upload. Se roubarem os arquivos, vão ter que quebrar a criptografia.

      1. Mesmo criptografia tem seus riscos. O que penso é que se tem algo exposto, protegido ou não, o risco deste algo ser usado para algo maléfico é enorme.

        1. Compartilho a preocupação com dados desprotegidos salvos na nuvem, mas se mesmo criptografados rola esse receio, acho que fica meio complicado usar qualquer coisa. Afinal, risco existe em todo lugar, até em casa — quando fui assaltado, não sei por qual motivo, o ladrão levou meu RG; encontrei ele pouco depois, do outro lado da cidade, graças a alguém que o achou na rua e entrou em contato.

          Nesse sentido, aliás, a essa altura a nuvem deve ser mais segura do que guardar cópias em, sei lá… um computador compartilhado que se tenha em casa. Há poucas falhas e vazamentos no histórico de soluções mainstream como Dropbox e Google Drive.

          1. Entendo, mas penso em duas vertentes:

            – Se tem algo próximo a exposto, é um risco. Se você não expõe, não é.
            – A melhor segurança é feita por você mesma, só que se expõe a partir do momento o que faz com ela, já é um risco.

            Guardar cópias para mim em casa, seria em um lugar à parte, off line. Um DVD/CD, pen drive, em um cofre, tem um risco até menor. No próprio computador, claro, há riscos. O ruim é que eu falar isso já cai na segunda vertente que eu falei – estou me expondo a falar onde deixo minhas informações seguras.

            Falo para amigos e clientes: “Se tem algo que não quer exposto, seja um documento, uma gravação, uma foto “de nudes” ou qualquer outra coisa, guarde este algo de forma a não ficar anexo a um computador. E que este algo não tenha alcance de estranhos.”

            Acho estranho ter que fazer uma cópia de documento criptografada, pensando que em qualquer lugar bastaria descriptografar em um computador ou rede alheia.

            De qualquer forma, não estou exatamente desmerecendo a opção vencedora – já pensei nisso também. Mas sim só questionando a questão de segurança para deixar claro que só o fato de “ter uma cópia online” sem proteção ou mencionar sua forma de ter uma segurança de suas informações é um risco.

        2. Precisa ter muita falta do que fazer para invadir um serviço de nuvem com autenticação de 2 passos, roubar arquivos meus criptografados, quebrar uma senha de quase 20 caracteres para, enfim, ter por exemplo uma cópia do meu CPF, informação essa que as pessoas falam no comércio ao solicitar nota fiscal paulista (no caso de SP capital).

          1. Cara, não é falta do que fazer. Infelizmente há pessoas que fazem disso uma “profissão”. :

  10. “Escanear os documentos e colocar numa pasta do Dropbox”. Caraca, como eu nunca pensei nisso??? Guardo todas as minhas contas lá desde 2013 e nem me passou pela cabeça fazer isso ..

    1. Não é tão absurdo a partir do momento que você vê que tem problemas para se lembrar que precisa tomar água. Tou ao ponto de usar um app deste… :

  11. Minha dica é um app que ajuda o nosso sono enquanto usamos o computador.

    O app f.lux ( https://justgetflux.com/ ) bloqueia os raios de luz azul que são transmitidos pela tela do computador e substituem por raios vermelhos gerando uma sensação de bem estar e impedindo que fiquemos sempre alerta por conta da tela brilhante do computador.

    Para quem não sabe, os raios azuis emitidos pela maioria das telas de LED e LCD são responsáveis por inibir a produção de melatonina, um hormônio que auxilia no sono, aí já viu, ficar usando o celular ou o computador de noite altera o nosso ciclo circadiano e gera muitas vezes insônia.

    A melhor solução seria desligar os aparelhos eletrônicos duas horas antes de dormir, mas para quem gosta de ler, estudar ou trabalhar à noite na tela do PC, o f.lux é uma ótima solução. Estou usando e recomendo bastante. Ele altera a luz da tela conforme o sol nasce ou se põe, colocando uma tela brilhante durante o dia e reduzindo a luz azul durante a noite. Fiquei tão feliz com o resultado que tive que compartilhar aqui kkkk.

    Obs.: Para celular android, o app Twilight faz a mesma coisa. Para Iphone, a partir do 5S tem a opção nas próprias configurações de selecionar o night vision.

    1. Uso o f.lux a uns meses e percebi diferença no tempo que levava antes e que levo atualmente para dormir.
      Esses dias usando meu notebook no quarto à noite com a luz apagada ousei desativa-lo, o azul do display me obrigou a fechar os olhos na hora.

  12. Uso um trigger do IFTTT para mandar livros e textos para o kindle. Eu jogo o arquivo em uma pasta do dropbox e ele manda direto pro kindle. É bem prático e eu nem perco tempo com isso.

    Deletei o app do Facebook do celular. Além de economizar dados, deixar tudo mais rápido, não recebo notificações (não me servem de nada) e não perco muito tempo lá. Mantive o Messenger pois muita gente conversa apenas por lá.

    Eu também uso o Youtube alterando a velocidade do video, porém de forma inversa. Muitas vezes vou tirar uma música na guitarra/baixo e, como não tenho muita capacidade técnica, deixo o video mais devagar. Facilita bastante.

      1. Eu até tenho instalado em casa, mas como costumo fazer mais isso no trabalho, o dropbox tem me servido melhor. Tinha até esquecido dessa extensão haha.

  13. Ótimo Artigo.
    Minhas singelas contribuições:

    Desligar a porcentagem da bateria – no começo é estranho, mas quando acostuma e aprende a controlar vc percebe a liberdade que é isso. Outra dica (além de deixar o Cel carregando a noite toda) pra bateria é manter um carregador no estabilizador do PC ou Notebook, aí sempre q tiver usando coloca o Cel ali pertinho pra carregar, hora de banho e almoço, coloca o Cel pra carregar.Depois q acostuma-se a essa fácil rotina percebe q não vira mais refém daquilo de pouca bateria.

    Outra dica (que eu não sigo, meu trabalho não exige isso) seria determinar horários pra ver e responder as notificações – tipo de 2 ou 3 em 3 horas.Seriam mais produtivos e,acreditem, se sobrevive. ?

    1. exato! o aparelho q usava antes não tinha porcentagem e fica sossegado. esse tem e fico pirando q ela vai se esvaindo (mais rápido, diga-se). preciso desligar isso. tenho o hábito de sempre carregar como vc diz, mas o problema é qdo se está na rua…

      1. então, mas aí quem vai sair/trabalhar na rua ou não tem carregador por perto, tem que planejar carregar antes ou limitar um pouco o uso ou ter uma bateria portátil à mão…não adianta…as pessoas tem que entender que elas que tem que se adaptar à bateria do smartphone, não ele nas suas rotinhas

          1. hehehe…mas será que bateria sem limites seria realmente bom? já não somos muito antenados atualmente com essas baterias ruins? às vezes é até melhor pra gente não ter um gadget que dure o tempo todo, assim podemos nos desligar dele um pouco e fazer outras coisas ( às vezes bem mais importantes) ?

          2. Desligar é preciso, mas não me encaixo nesse perfil louco de pessoas q não se desconectam. Eu mal uso o face e dou uma espiada rápida no Twitter apenas. Mas gostei da dica do cara q usa dois celulares. Assim fica tudo separado. A bateria solar pode fazer bem pro seu bolso tb. Certamente é outro item q vai entrar na minha lista de coisas q mudam a relação com o mundo.

          3. não sei se estou certo, mas powerbanks solares não tem tanta eficiência e demoram para carregar.

            Comprei para um parente tempos atrás um carregador portátil na região da 25 de março por 35 reais. Tem lanterninha e indicador digital de carga. Durou duas cargas e meia, testando em um iPhone 5 e um LG L4 Tri.

            Só falho em não ter comprado um para mim :)

          4. não bem no camelô, mas no fornecedor dele. Em relação a custo-benefício, sendo que o camelô revende um recarregador por volta de 100 reais, deu lucro.

          5. tem uns barato loco por aí. de pendurar na mochila enqto se caminha ou de deixar no sol, mas q aguentam o tranco. tem um bom, q estou sem a referência agora, e estou esperando meu salvo conduto da justiça federal pra poder comprar um da gringa. ele permite carregar o notebook tb e isso muito me interessa. mas tem q ser bom, senão é perigoso.

          6. Eu tinha uma mochila com carregador solar, que na época paguei 70 reais mais ou menos. O carregador não funcionava tão bem… :

  14. Minha recomendação é simples: a troca do app do Facebook para o Facebook lite.

    Eu estava cansado do app do facebook, pois comia demais minha franquia de dados e a bateria (e não era pouco, eu ficava realmente puto pq consumia de forma absurda), fora que comecei a perceber uma certa lentidão depois de usar o app (tenho um Moto X 2014)

    Lembro de ter lido algo do @ghedin:disqus que tinha desistido do app, aí fiz o mesmo e desinstalei do meu smartphone. Só que aí comecei a ter problemas pois a galera me marcava em coisas, convidava pra eventos e perdia até aniversários (não tenho costume de usar o facebook no computador). Nas conversas de bar ficava boiando.

    Aí instalei o Facebook lite. Ele é uma porcaria na usabilidade em relação ao app oficial (me desencorajando a usar o tempo todo, o que considero algo bom), mas ele me mantem informado nas marcações, eventos e aniversários, quase nunca ta na lista de consumo da franquia e nem aparece na da bateria.

      1. É uma opção também, mas creio que o lite seja ainda pior que a versão web, o que me desencoraja a usar (como citei, pra mim é um ponto positivo)

          1. não consigo por este método (Chrome em Android 4.2 – LG L4 Tri). Só conseguia se usasse um navegador estilo “wap”, como o Opera Mini.

  15. Gabriel Arruda… uso dois monitores há muitos e muitos anos e é simplesmente impossível trabalhar sem eles agora. Tentei usar apenas o monitor do notebook, mas a produtividade cai assombrosamente. Além, claro, de ter um monitor com resolução bem melhor q a da tela do note. Como a maioria dos projetos com os quais trabalho demandam uso combinado de vários programas, não tem como ser num monitor só. Mas ter dois monitores às vezes me faz entrar no modo “distraído”,

  16. Pelos relatos aqui e em outros posts, estou muito inclinado a comprar um kindle… Infelizmente perdi a promo do básico por R$ 159, apesar de achar q seria mais feliz com um paperwhite… O q acham? O básico segura o tranco?

    1. Depende, quais as condições que pretende ler? Pois se pretende ler no escuro (tipo antes de dormir, daí apaga as luzes para não incomodar a patroa) compra um paperwhite, se não, vai de básico.

      1. a luz pode ser útil, mas é essencial. não curto ler no escuro, pelo menos a experiência com tablet é sofrível nesse sentido. prefiro ler com luz ambiente mesmo.

    2. Nunca cheguei perto de um paperwhite. Me fiz essa mesma pergunta mas peguei o kindle básico de uma amiga e gostei do resultado. O tamanho da página é como o de um livro de bolso, e foi a escolha que fiz, também em uma promoção (paguei R$ 169).

      Algo que preciso melhorar é na ansiedade pois, tendo muitos livros dentro dele, previso de disciplina pra não ficar pulando de livro em livro, pois antes quando ia a uma viagem ou algo assim, levava um livro de papel e só tinha ele para ler. Agora, tem o que quiser, e corro o risco de ficar como no netflix: ficar meia hora escolhendo algo para assistir/ler e no fim não escolher nada.

      EDIT: Minha intenção sempre foi ler nas mesmas condições de que um livro normal, ou seja, com luz externa, por isso a iluminação do paperwhite não me atraía, só a resolução maior que poderia ser um diferencial.

      1. acho q o lance da resolução tende a ser um baite atrativo, como disse o Ghedin. Eu tenho um certo apreço pela tipografia e tal… Vou esperar uma promoção, mas acho q vou aposentar meu tablet como leitor de livros e deixar apenas ao kindle essa tarefa.

    3. Lendo por aqui meio que tirou minha duvida se vale a pena ou não uashusahas

      Proxima aquisição sera ele ;D

    4. Segura sim, mas o Paperwhite é melhor. E nem tanto pela luz, mas mais pela resolução, que é maior. (Depois que se acostuma com telas de alta densidade, é dureza ler qualquer coisa com serrilhados…)

      Ah, e a luz é um negócio curioso. Ler no escuro, mesmo com luz, não é lá um negócio muito confortável, de modo que o uso mais recorrente da do Paperwhite, pelo menos no curto período em que o utilizei, era em ambientes iluminados. A luz permite ajustar o brilho da tela dependendo do quão iluminado está o ambiente, o que ajuda o contraste e no conforto.

      É que a diferença de preço é grande, mas se fosse menor, ou se achar o Paperwhite numa boa promoção, compensa.

      1. Vou esperar uma promoção ou vou dar uma de mala e pedir um de graça, já q comprei uns 15 mil livros com eles já…

    5. Apesar de um grande fã de livros impressos, migrei meu hábito de ler no papel para ler na tela em 2014, quando comprei meu Kindle (basicão). Isso mudou muito minha vida, sem sobra de dúvidas.

      Antes, pra mim, a leitura era algo relacionado à horas vagas, e basicamente lia de sábado e domingo. Desde que comprei, passei a ler muito mais, e o hábito da leitura começa a ser encaixado em horários que eu não tinha o hábito anteriormente. Exemplos: dentro de taxi/uber, consultas, metrô, esperando cliente para a reunião, salas de espera, aeroportos, aquele tempinho inútil antes do filme começar no cinema, enfim, todas as horas “vagas” viram horas úteis pra ler.

      Ao meu ver, o Kindle não substitui apenas duas coisas: o charme de ter uma estante em casa cheia de livros e o lance de fazer anotações, em compensação de resto ele melhorou em tudo minha vida de leitor.

      Abs

        1. Sim, de fato, e eu inclusive utilizo bastante o recurso de destacar texto, mas nisso ainda perde pro livro físico. Pra ver o quanto que a experiência de leitura do Kindle é ótima, os pontos negativos são bem subjetivos. Abs

    6. Já utilizei as duas versões.
      A paperwhite (com luz) me deu uma experiência muito melhor.
      Moro em uma residência que não possui iluminação eficiente para leitura no quarto: não era fraca, era irritantemente desagradável ter que ficar deitado com a luz diretamente no rosto.
      Outro fator positivo é uma imersão maior, já que toda iluminação do quarto está apagada.

      Ah, se você não costuma ler na cama, antes de dormir… Desconsidere essas dicas.

  17. Algo bem trivial que me fez ler mais artigos longos na internet foi a extensão para enviar websites ao Kindle para o navegador. Não gosto de ler no computador e acabava abandonando textos maiores, mas assim que adquiri um Kindle já busquei a maneira mais fácil e sem tantos passos para fazer isso.

    1. Menino eu fazia isso direto logo que adquiri meu Kindle, na verdade meu uso principal para ele era esse. Ler matérias por ele e não no PC. Acontece que depois ia só acumulando e comecei a ler tudo apertando no “Preview and Send” e em seguida abandonando totalmente o hábito por causa do Modo de Leitura do Edge, que permite o fundo todo escuro.

      Dói admitir, mas o meu Kindle Paperwhite primeira geração é o elefante branco entre meus gadgets Y_Y.

  18. Comentários sobre o tópicos dos leitores:

    Também tenho um kindle, acho ótimo para economizar espaço, levo minha biblioteca para todo canto, só tenho que ler mais, rs.

    Também não tenho jogos no meu celular, apenas o peak, que ajuda em algumas área do cérebro e o duolingo, que não uso faz um tempinho…tenho que voltar a estudar!

    Também tenho o diário, porém não escrevo muito, também é o Journey, peguei a dica no Papo de homem.

    E para a água eu criei um hábito, por exemplo, li que beber água antes de almoçar reduz o apetite, então antes de sair para o almoço eu bebo um copo d’água.

    Bebo 1 antes de sair de casa, 1 quando chego no trabalho, e pego 1 para levar para a mesa, 1 durante a manhã, 1 antes de almoçar, 1 depois do almoço e mais 1 durante a tarde, 1 antes de sair para o curso, 1 durante o curso, 1 quando chego em casa, 1 antes de dormir, faço sempre isso, e acabo bebendo mais de 2 litros durante o dia, o que quebra é o final de semana, pois não trabalho e nem tenho curso, logo, esqueço de beber.

    A dica de ter sempre os documentos eu peguei com a Bia, a garota sem fio e é realmente uma mão na roda.

  19. O melhorou muito minha vida foi o Telegram. A comunicaçao por ele é muito melhor já que ele é multiplataforma e independente do celular. Acabou tbm servindo como ponte entre todos dispositivos, mandar um link, video ou arquivo de um lugar para outro ficou muito mais simples. Já a zoeira foi pra outro nivel com os gifs e stickers. E tem bot pra tudo que vc imaginar e de todas formas possiveis. acaba sendo mais prático que um app pra cada coisas. Hoje uso bem menos o whatsapp e nao passo mais raiva com coisas simples do dia a dia.

    1. Também curto o Telegram, pena que ele cobra dados, diferente da operadora que uso, que não cobra o whatsapp.

      Há um tempo atrás, vi um cara o fazendo de nuvem pessoal, criava um grupo, e depois removia a pessoa e ficava só ele, daí ele mandava links, fotos e vídeos para lá, e ficava acessível em qualquer lugar, achei muito interessante.

      1. é bem preocupante o rumo das operadoras com essa seletividade na cobrança de dados… anda suadavel para o mercado

  20. Antes de tudo, estou na dúvida do que comprar para facilitar meu transporte, um skate ou uma bike dobrável, o que acham?

    Ah, eu gosto muito de assinar feed de canal do youtube, todos os que curto jogo no feedly, desse jeito: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2013/08/como-encontrar-o-feed-rss-de-canais-do-youtube.html

    Acho ótimo para economizar tempo vendo se os canais lançaram vídeos novos.

    Também sou adepto de velocidade 2x em podcast, não consigo mas escutar em velocidade normal, acho muito lento, fora que há um tempo atrás tinha mais de 100 podcasts pendentes, hoje tenho pouco mais de 30 usando essa técnica.

    1. Hum… eu não ando de skate, então a minha resposta é bem tendenciosa… As vantagens do skate me parecem ser a sua portabilidade (é fácil prender na mochila e não pesa) e o q parece ser algo extremamente agradável de vivenciar numa rua plana de asfalto liso… Acho q para por aí, pq a bike, apesar de muito mais pesada, permite vc carregar coisas, circular mais por ruas e trechos q com o skate seria inviável e, creio, permite percorrer distâncias maiores. Como transporte eu iria de bike dobrável e como lazer (se soubesse andar) iria de skate. Teria os dois, no fim das contas, mas pra usos diferentes.

      1. Entendi, estou pendendo mais para a bike mesmo.

        Fabio, dei uma procurada na americanas e vi várias, a mais barata está em torno de R$: 1.000,00, vale a pena a mais baratinha ou é bom investir mais e pegar uma realmente boa?

        1. se vc for usar bastante, vai numa mais cara, pq não vai deixar vc na mão e vai aguentar a buraqueira. recomendo DAHON, TERN ou DURBAN. há outras boas tb, mas essas são as q li mais sobre e pesquisei mais. optei por uma TERN, pq já vinha com bagageiro, q é bem prático, mas quase fui de DAHON, q é mais conhecida. Comprei uma Durban para a esposa, q não pedala muito, e ela não me pareceu ruim não: saiu por 999 numa loja do interior de sp q vendia online, mas ela é um pouco mais cara q isso. Dahon e Tern são mais caras, infelizmente.

    2. O skate, como diz o Montarrios, tem suas limitações. Uma bicicleta permite explorar melhor um lugar, além de te dar mais velocidade também.

  21. Que baita texto!
    A minha dica para o dia-a-dia é uma para aumentar a produtividade.
    Se você e que nem eu e costuma perder a atenção nas coisas por qualquer motivo, tenta implementar o método pomodoro para colocar uma ordem nas atividades. Geralmente uso quando vou estudar. Ele funciona quase como um compromisso consigo mesmo: sessões de 25 minutos de atividade e 5 de descanso. Depois de alguns ciclos, a pausa é maior. Pode parecer besteira, mas ajuda muito ter em mente essa “folga” para ir ao banheiro, beber um café ou dar uma passada na timeline.

    1. Ia perguntar justamente qual app você usa! Como é esse lance do bot no Telegram?

      Comecei a tentar a técnica Pomodoro aqui, mas aumentei o tempo para 35 minutos (para o que eu faço, 25 parece pouco; quando estou engrenando chega o horário e aí preciso parar). Não pesquisei muito, mas gostei muito do Tide (iOS); estou testando ele.

      1. tenta o “30/30” depois de varios testes, foi o que mais me agradou.

        Completinho, personalizavel e etc.

    2. Tenho utilizado o app “30/30” nesse quesito. Mesma logica, porem você pode alterar o tempo das tarefas. Ele é bem completinho e da pra fazer varias categorias e etc.

      No meu caso, faço 50 min direto e 10 min de “relaxamento”, ver sites de noticias, dar uma lida em algum texto, ir ao banheiro, pegar um cafe, twitter e etc. desafogar o cérebro do foco que estava.

      Comecei essa semana e ja senti uma baita diferença. O “padrao” do pomodoro dos 25 min, nao rolou comigo uahsauhsauhas (pelo menos com trabalho), nunca fiz com estudos.

      1. “Tenho utilizado o app “30/30″ nesse quesito. Mesma logica, porem você pode alterar o tempo das tarefas.”

        O Pomodoro também é customizável.

      2. O problema do Pomodoro (ao menos para estudos) é que você entra no fluxo depois de um tempo e quer passar dos 25′ do Pomodoro. Com o tempo eu percebi que meu aproveitamento com o Pomodoro é maior do que sem ele, como colocar 35′ de estudos com 7′ de descanso ou 50′ de estudos com 10′ de descanso. Lógico, cada um é que cada um, mas tenta fazer esse texto e analisa os resultados.

    3. Talvez até escreva um texto um dia, mas consegui fazer o meu mestrado “de boas” trabalhando por causa disso: sempre que chegava em casa cedo do trabalho, fazia uma série de 4 Pomodoros. Mas na real, não conseguia fazer intervalo de 5 minutos só, sempre fazia muito mais que isso.

      1. Legal Gabriel. Também uso para estudar, tenho trabalhado com 6 pomodoros/dia mas nem todo dia consigo. Uma coisa que aprendi é anotar os pomodoros MANUALMENTE pois parece que valoriza mais o esforço.

        Depois até passo pro computador ;-)

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