O WhatsApp para Windows agora é um aplicativo nativo, o que, segundo a Meta/WhatsApp, proporciona uma “nova experiência para computador” porque aplicativos nativos são “mais confiáveis e mais rápidos” e “projetados e otimizados para o sistema operacional do seu computador”.

Obrigado WhatsApp por nos deixar anos usando um aplicativo (baseado em Electron) não confiável e lento 👍

Baixe o novo WhatsApp na lojinha de apps do Windows. Alguém aí já testou? Via WhatsApp.

Mais de 90 pesquisadores brasileiros assinaram uma carta endereça ao candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em defesa da soberania digital. A carta critica a dependência do Brasil de soluções prontas estrangeiras fornecidas pela Big Tech e oferece uma lista de sugestões para reverter esse cenário. Via The Intercept Brasil.

O Google liberou a versão final do Android 13 para celulares Pixel elegíveis nesta segunda (15), um pouco cedo que o habitual.

O comunicado oficial lista 13 novidades, muitas delas reconhecíveis por quem usa iPhone, como permissão seletiva no acesso a fotos por aplicativos, pedido dos apps para exibirem notificações e eventos de “Continuidade” envolvendo o Chrome OS, como receber e responder mensagens de texto e copiar e colar coisas entre o celular e um tablet/Chromebook.

Celulares de outras marcas podem levar alguns meses para serem atualizados — até outro dia ainda tinha aparelho recebendo o Android 12, lançado há quase um ano. Via Google (em inglês).

⭐️ Nesta operadora você ajuda a definir a experiência do cliente

por Manual do Usuário

* Este é um post patrocinado. Leia o nosso compromisso ético.

Imagem com fundo rosa e um iPhone à esquerda com o aplicativo da Nomo aberto. À direita, o título “Faça parte da construção de uma nova operadora”.

Quase todo mundo tem uma história de terror com operadoras de telefonia móvel. A Nomo, lançada em novembro de 2021, chega ao mercado com uma proposta simples e diferente: oferecer um serviço que funcione e tratar o cliente com dignidade.

A Nomo é uma MNVO (operadora virtual) que usa a infraestrutura da Vivo. O aplicativo foi finalizado há pouco e agora, com a casa arrumada, ela quer a ajuda dos leitores do Manual do Usuário para moldar e aperfeiçoar o serviço.

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por Shūmiàn 书面

Quem acompanha as edições da Shūmiàn já está careca de saber das regulamentações no setor de tecnologia na China, especialmente afetando as gigantes. Por exemplo, em 2021, os robotáxis chegaram a Shenzhen para serem testados. Desde 1º de agosto, veículos autônomos privados ou comerciais podem circular em certas vias da cidade — como contamos aqui, testes vinham acontecendo desde o ano passado. A regulação sobre o uso dos veículos é um passo importante para assegurar o bom funcionamento da tecnologia, especialmente no caso de acidentes.

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A Andreessen Horowitz (a16z), uma das empresas de capital de risco mais badaladas do Vale do Silício, assinou o seu maior cheque da história, de US$ 350 milhões, e deu para Adam Neumann levantar sua nova startup, a Flow, que promete revolucionar o mercado de aluguéis residenciais.

Caso não tenha ligado o nome à pessoa, Neumann é o infame fundador da WeWork, o megalomaníaco que consumiu bilhões de dólares investidos pelo SoftBank para “revolucionar o mercado de aluguéis corporativos” e foi escorraçado após causar um prejuízo de US$ 8,9 bilhões — ou de US$ 18,9 bilhões, se considerar a injeção extra de US$ 10 bilhões feita para salvar o negócio.

Em maio, Neumann havia levantado US$ 70 milhões de alguns investidores, a a16z entre eles, para a Flowcarbon, “uma plataforma de comércio de créditos de carbono baseada em blockchain”. Em julho, o negócio foi “suspenso por tempo indeterminado”.

Marc Andreessen, um dos cofundadores da a16z, tem um assento no conselho da Meta, é um dos grandes entusiastas da web3 e de startups baseadas em criptoativos e gosta de postar tiradas no Twitter que ecoam entre extremistas, tipo Elon Musk.

No início da pandemia, Andreessen publicou um popular ensaio clamando que os Estados Unidos deveriam voltar a construir coisas, incluindo prédios residenciais, mas se opôs enfaticamente contra um plano municipal para aumentar as zonas residenciais no entorno da sua casa porque isso desvalorizaria as propriedades do local.

Nem alguém muito criativo costuraria uma trama tão surreal e repleta de hipocrisia quanto a desses dois sujeitos. Via a16z, ForbesFortune, BusinessCloud (todos em inglês).

A Fernanda Lizardo à atenção um fenômeno curioso na Shopee: pessoas comprando uma capinha de R$ 62 para o Galaxy Z Flip 3, um dos celulares dobráveis da Samsung, achando que se trata do celular em si.

O preço sugerido do Galaxy Z Flip 3 é R$ 7 mil. Segundo o Zoom, o menor preço dele no varejo nos últimos seis meses foi R$ 3,9 mil.

Alguns comentários de compradores “enganados” pela capinha da Shopee:

Comprei achado que era um celular. Quando chegueu era uma capa

Eu pensei que era um celular mais não!!! Venho só acapa nosssa!!!! Agora vou fazer oque isso? Só com a capa?

Não gostei demorou pra chegar e me ferrei pensei que estava comprando um celular e erra só a capa

Kkkk vacilei pensando ser celular Kkkk mais.enfim dão lindas

Não gostei, no anúncio não esplica que é uma capa, me senti enganada.comprei achando que era um celular.

O título do anúncio é “Ultra-thin Skin Feel Hard Phone Cover For Samsung Galaxy ZFlip3 Z Flip 3 Flip3 5G Protect Cases ZFilp 3 Bumper Back Shell” e a primeira foto tem um aviso, também em inglês, reforçando que é só uma capa.

Uma estranheza o título do anúncio estar em inglês. Mesmo os das lojas chinesas costumam aparecer em português, (mal) traduzidos automaticamente.

A capa parece, pelas fotos, bem discreta, o que pode ter contribuído para a confusão dos consumidores. Mas… né, o que se compra com R$ 62 hoje? Seguramente, não um celular — nem mesmo os básicos da Nokia ou Multilaser, digo, Multi. Chato isso. Via @FernandaLizardo/Twitter.

Governo Federal nega acesso a peças de campanhas milionárias durante período eleitoral

por Bruno Fonseca

O Ministério das Comunicações está barrando o acesso a dados públicos e usando o período eleitoral como justificativa. Através da Lei de Acesso à Informação (LAI), a Agência Pública requisitou o acesso às peças produzidas nas campanhas “Governo Honesto, Trabalhador e Fraterno”. No início de agosto, revelamos que o governo pagou quase R$ 90 milhões neste ano para agências de publicidade realizarem as três campanhas.

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A tal atualização do Telegram que iria “revolucionar a maneira como as pessoas se expressam em aplicativos de mensagens” saiu e… bem, acho que Pavel Durov exagerou desta vez: a tal “revolução” são pacotes de emojis animados disponíveis apenas para usuários pagantes.

O enrosco com a Apple se deu porque o Telegram animou os emojis da empresa, que compõem a fonte Apple Color Emoji e são protegidos por direitos autorais, ou seja, o fez sem autorização. Via Telegram, @durov/Telegram (em inglês).

Em sua newsletter dominical, Mark Gurman, da Bloomberg, afirmou que a Apple está prestes a aumentar de modo considerável a quantidade de anúncios que veicula em suas propriedades.

Hoje, a depender da região onde alguém esteja, a Apple exibe anúncios na App Store e nos aplicativos Bolsa e News (esse último não foi lançado no Brasil). Gurman especula que no futuro próximo veremos anúncios no Mapas, Livros e Podcasts, além de planos mais baratos do Apple TV+ sustentados por anúncios, como Netflix, Warner Bros. (HBO Max) e Disney fazem ou estão prestes a fazer.

Para embasar essa hipótese, Gurman cita mudanças no alto escalão da Apple envolvido com publicidade e falas de executivos. Todd Teresi, vice-presidente da área de publicidade da Apple, disse que o negócio já rende US$ 4 bilhões à Apple e que a empresa quer transformá-lo em algo de “dois dígitos”.

Há dois desdobramentos dessa história.

Primeiro, é um contrassenso com a proposta de valor da Apple, que se vende como uma alternativa mais premium e cobra (bastante) por isso. Até hoje, essa proposta não inclui tantos anúncios quanto as ofertas do rival Google, uma empresa cujo modelo de negócio é quase que totalmente baseado em anúncios.

Segundo, pega mal à luz da Transparência no Rastreamento em Apps (ATT, na sigla em inglês), recurso lançado no iOS 14.5 que obriga aplicativos a terem a anuência do usuário para rastreá-lo em outros aplicativos.

Empresa como Meta e Snap atribuem parcialmente ao ATT a queda de faturamento de seus negócios baseados em publicidade invasiva. Até aí, tudo bem. Agora, quando a Apple supre o vácuo deixado por essas empresas, vácuo criado pela Apple graças a regras que não aplica a si mesma, a coisa toda fica estranha. Via Bloomberg (em inglês).

Terreninho básico na periferia do metaverso e outros links legais

Todo sábado, um amontoado de links curiosos e/ou interessantes. Leia as edições anteriores.

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O novo Instagram das antigas

Foi um tanto irônico que o Instagram, rede social da Meta, tenha pisado no freio do processo de “tiktokzação” após um protesto de duas das irmãs Kardashian na própria rede, Kylie Jenner e Kim.

O clamor para que o Instagram volte a ser o que era, uma rede “para ver fotos fofas dos nossos amigos”, contrasta com os impérios que elas construíram no Instagram. Naquele Instagram não haveria espaço para influenciadores com +300 milhões de seguidores.

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Grandes empresas, como Santander, Itaú e Via (das bandeiras Casas Bahia e Ponto), têm pedido a quebra do sigilo de geolocalização de ex-funcionários na Justiça do Trabalho em processos envolvendo horas extras.

Os pedidos são endereçados a empresas de telefonia, como a Telefônica (Vivo), e plataformas digitais, como o Google. (As duas são citadas na reportagem do Jota; a Vivo entregou, o Google entra com liminares para não ter que entregar.)

Embora os tribunais (segunda instância) estejam em sua maioria indeferindo os pedidos das empresas, levantamento do Jota mostra que o tema não está pacificado entre os juízes de primeira instância, com muitos autorizando a quebra do sigilo.

Especialistas contrários à prática ouvidos pela reportagem afirmam que ela é exagerada, que faz com que o funcionário crie provas contra si mesmo e que, no fundo, trata-se de uma violação à Constituição, que garante a privacidade das comunicações telegráficas, de dados e telefônicas, salvo nas hipóteses de investigação criminal ou instrução processual penal — o que não é o caso. Via Jota.

Se o Telegram, um dos dez aplicativos mais populares do mundo, está recebendo este tratamento [da Apple], imagine as dificuldades enfrentadas por desenvolvedores de aplicativos menores.

— Pavel Durov, CEO do Telegram.

O desabafo de Durov diz respeito a uma atualização do Telegram presa há duas semanas no processo de revisão da App Store, da Apple.

Segundo o executivo, é uma atualização que vai “revolucionar a maneira como as pessoas se expressam em aplicativos de mensagens”. É de se duvidar, mas seguimos atentos. Via @durov/Telegram (em inglês).

Post livre #329

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