Post livre #6
Vocês sabem.
(Aos que não: “Post livre” é um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários aos leitores do Manual do Usuário. Inicie um assunto, qualquer um, ou entre nas discussões dos outros. Este post fica aberto até domingo.)
Vocês sabem.
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Os mais observadores repararam que uma atualização recente do Snapchat, para Android e iPhone, trouxe emojis ao lado dos nomes de alguns contatos. O que eles significam?
Antes, o app exibia uma lista de “melhores amigos” na lista de contatos. Um toque em qualquer um relevava o Top 3 daquela pessoa. Era uma crítica recorrente — como um app que preza a comunicação privada expunha os usuários de tal forma? A mecânica incongruente felizmente foi abandonada em prol de uma mais reservada, baseada em emojis, os populares emoticons japoneses disponíveis nos sistemas móveis.
Talvez o único problema desta novidade tenha sido a comunicação. O Snapchat só explicou do que tratam os novos emojis em seu canal no Discover, a parte do app com histórias de parceiros editoriais. Nem no blog oficial consta qualquer informação a respeito disso. Para quem, como eu, só abriu o Discover no lançamento, ver emojis ao lado de alguns nomes dos meus amigos gerou confusão e dúvidas. Felizmente, o Manual do Usuário está aqui para explicar! (mais…)
O digital nos trouxe algumas vantagens claras. É mais barato, por exemplo, distribuir conteúdo assim do que por meio físico. E esse conteúdo é reproduzível com fidelidade total a um custo muito baixo — o de um Ctrl+C, Ctrl+V. Vez ou outra, porém, o mercado nos brinda com situações difíceis de compreender à luz dessas informações.
Um caso típico é o do e-book mais caro que o livro físico: (mais…)
No primeiro texto desta série, expliquei o conceito de aprendizado de máquina que tem se tornado cada vez mais presente em nosso dia a dia. Diferente de outros tipos de software, esse tem uma característica de independência: nem sempre sabemos o que está ocorrendo e nem mesmo se ele está fazendo certo ou errado. Tal comportamento pode ter origem em muitos problemas… (mais…)
Há duas semanas pedi aos leitores do Manual do Usuário que respondessem a um pequeno questionário. Eram 13 perguntas sobre você, leitor, e sua opinião acerca do blog. Foram 556 envios que me ajudarão a entender melhor o que abordar por aqui. Antes disso, porém, compartilho uns pedacinhos dessa massa de dados. (mais…)
Marco Gomes, premiado como O Melhor Profissional de Tecnologias de Marketing do Mundo pela World Technology Network, é o fundador da boo-box, apontada como uma das 5 empresas de publicidade mais inovadoras do mundo pelas revistas Fast Company e Forbes, e co-fundador do Mova Mais, o programa de benefícios para quem faz exercícios físicos. O profissional estudou Marketing Estratégico na Universidade de Stanford, Califórnia, e já palestrou na ONU em Nova York.
O Moto E, caçula da família Moto, foi lançado no início de 2014 como uma alternativa mais em conta do sucesso de vendas da Motorola, o Moto G. “Mais em conta,” porém não tão barata; na época, o modelo saía por R$ 529 e trazia de carona vários comprometimentos — cadê a câmera frontal!?
A segunda geração do Moto E chega com 4G e especificações surpreendentes (incluindo a câmera frontal), mas agora o smartphone de entrada da fabricante está ainda mais caro. Para quem é o Moto E de 2015? (mais…)
Lembra quando o Youpix disse que “os [blogueiros] mais inteligentes migraram rapidamente para o vídeo”? Eu me senti meio otário quando li aquilo. Até tenho alguns vídeos no canal do Manual do Usuário no YouTube, mas é um negócio complementar. Eu ainda estou escrevendo. Sou quase um ascensorista da mídia digital, um cara antiquado que ficou no passado e hoje vê, da sarjeta da indiferença e da pindaíba, vlogueiros que falam com milhões de fãs e ganham muito dinheiro.
Quando me levantei e enxaguei o rosto depois de ficar uns dias deitado, chorando em posição fetal no canto do meu apê, decidi dar a volta por cima. É vídeo o que os ingeligentões estão fazendo? Então eu vou fazer também. E um monte. Um por dia. Um DAILY VLOG, se é que me entendem!!
Todos os dias você verá aqui (ou no YouTube) os bastidores do Manual do Usuário. Como o site é feito? O que eu faço, exatamente? Como se dão a escolha de pautas, a apuração delas, a pesquisa de apoio, a produção do conteúdo…? Enfim, não adianta eu tentar explicar. Palavras escritas não bastam. DÊ O MALDITO PLAY AÍ!
Talvez no futuro eu pare de escrever e só faça vídeos. E aí vai ter vídeo de eu fazendo o almoço, comprando miojo no mercado e indo no pilates. Acho que vai ser legal demais, mas e você, o que pensa disso tudo?
A capa deste primeiro vídeo foi feita pelo grande Arthur Chavoni. Valeu!
Designers parecem acreditar que no futuro nos apaixonaremos por robôs e que devemos compartilhar nossas frequências cardíacas, impressões digitais e outros dados biométricos enquanto humanos ainda têm chance. Por que outro motivo eles continuam criando apps bizarros para mandar dados corporais inexplicáveis? Seguindo a tendência recente de apps para Android e iOS que encorajam casais a compartilharem suas digitais, agora os designers do Apple Watch querem que usemos as batidas do coração de quem amamos em nossos pulsos.
As tecnologias mais frustrantes e mal resolvidas empurram para cima da gente rituais e costumes em vez de permitir que os usuários brinquem por conta própria e experimentem. Em nenhum outro lugar isso é mais evidente que na escória das lojas de apps móveis, com apps como “Love Finger Scan” ou “Fingerprint LOVE.” O app Couple tem até um negócio chamado ThumbKiss™ para quem tem fetiche por cristas epidérmicas. (mais…)
“Produtividade” é algo que todos buscamos. Executar mais tarefas com mais facilidade – quem pode não querer isso? Na busca pela otimização quase sempre recorremos a incrementos: se eu passar a fazer isso, produzirei mais; se comprar esse equipamento, trabalharei com mais conforto. Mas e se o contrário se apresentar como um caminho? E se, para produzir melhor, você precise produzir menos?
Uma coisa que nunca entendi é a ideia de madrugar em cima de um projeto. Ou estudando. Entendo a glamourização do ato, como quando Tim Cook escreveu no Twitter ter dormido um pouco mais que o habitual para um grande dia, até as… 4h30 da manhã. De fato, dormir pouco faz com que pareçamos mais importantes e reforça a ideia de trabalho duro, mas não é sinônimo de produzir melhor. Com frequência, troca-se qualidade por quantidade, o que não é interessante em muitas áreas.
Quando minhas pálpebras ganham vida própria, o foco passa a se perder com facilidade e para continuar é preciso recorrer a líquidos baseados em cafeína, algo está errado. Eu estou no lugar errado. Deveria estar em uma cama, não trabalhando. (mais…)
A música é onipresente em nosso cotidiano e é difícil imaginar que nem sempre foi assim. Raramente paramos para pensar em como os ouvintes usufruíam da música no passado e como a inovação tecnológica moldou nossas expectativas e hábitos de audição. No século XIX, ouvir música (tocada profissionalmente) exigia que o ouvinte visitasse um espaço dedicado, como uma igreja ou uma sala de concertos, num horário específico.
Obviamente, o caráter de evento implicava que o ouvinte não tinha influência alguma no programa e nos artistas que se apresentavam, nos horários do concerto ou seu local. Mais que isso, não havia alternativa para compartilhar a experiência de ouvir música com uma plateia, nem a opção de ouvir repetidamente a execução de uma mesma canção. Embora ainda hoje apreciemos shows, concertos, a maior parte da nossa experiência enquanto ouvintes não tem relação com apresentações ao vivo. (mais…)
Desate a gravata, tire os sapatos e puxe uma cadeira: o post livre está no ar. E com novidades: agora ele fica aberto até domingo!
Para quem nunca viu: este post não tem nada, é só uma desculpa para abrir um espaço nos comentários para conversarmos. Comece um assunto qualquer, interaja nos comentários dos outros leitores e vamos que vamos.
Pesquisas como esta abaixo têm duas finalidades: ajudar-me a conhecê-lo melhor e ter um feedback mais preciso do que estou fazendo aqui, no site. Tire uns minutinhos a fim de responder essas 13 questões sobre você e o Manual do Usuário; sei que é meio chato, mas é bem importante também:
Atualização (2/4, às 13h10): Obrigado a todos que responderam — foram mais de 550 respostas! Em breve trarei os consolidados das perguntas objetivas e alguns dos comentários mais curiosos e frequentes.
No final de 2013, quando o Instagram foi lançado para Windows Phone, escrevi aqui sobre o que pensava ser o próximo desafio da Microsoft em sua plataforma móvel: tornar-se atraente para novos apps, esses que surgem do nada e depois de um tempo geralmente somem. Como o Kiwi.
Eu estava errado.
Afinal, não basta ter os apps populares em seu sistema, é preciso que eles sejam atualizados com regularidade e acompanhem as versões para Android e iOS. O que, como qualquer dono de um Windows Phone sabe, é algo longe da realidade nesse sistema.
O próprio Instagram serve de exemplo: ainda rotulado como BETA, domingo a última atualização dele no Windows Phone completou um ano. Faz 368 dias que o Instagram para Windows Phone não é atualizado.
Não é por falta de dinheiro ou, ainda, de gente para cuidar disso. O Instagram é do Facebook, e o Facebook tem muita grana e muitos profissionais competentes na folha de pagamento. Outro indicativo de que não são limitações técnicas ou financeiras que explicam esse descaso é a atividade frenética vista nas outras versões do app, para Android e iOS. Nesse pouco mais de um ano, o Instagram:
Assim fica difícil.
Atualização (31/8/2015): Já são 17 meses sem uma atualização sequer. O que era questão de tempo finalmente aconteceu, o cliente oficial do Instagram para Windows Phone está quebrado. Não funciona, não carrega o feed de fotos. Parabéns a todos os envolvidos.
Todos nos achamos únicos, mesmo cientes de que essa é uma contradição em termos. Como não dá para abrir a cabeça de alguém e constatar que, hey, somos mesmo mais parecidos do que aparentamos, vivesse com essa frágil constatação. E isso vai além de gostos, atitudes e ações pensadas. Na verdade, o que nos aproxima e nos nivela como seres humanos é mais o subconsciente, aquelas coisas que não têm uma explicação convincente. É isso o que nos conecta. Se duvida, dê uma lida no livro Você Não é Tão Esperto Quanto Pensa, de David McRaney. (mais…)