Detalha na câmera principal do Moto E.

[Review] Novo Moto E: Um ótimo smartphone, mas para quem?


3/4/15 às 16h16

O Moto E, caçula da família Moto, foi lançado no início de 2014 como uma alternativa mais em conta do sucesso de vendas da Motorola, o Moto G. “Mais em conta,” porém não tão barata; na época, o modelo saía por R$ 529 e trazia de carona vários comprometimentos — cadê a câmera frontal!?

A segunda geração do Moto E chega com 4G e especificações surpreendentes (incluindo a câmera frontal), mas agora o smartphone de entrada da fabricante está ainda mais caro. Para quem é o Moto E de 2015?

Hardware atualizado — demais?

Costas do Moto E.

É impossível olhar o Moto E, de qual ângulo for, e confundi-lo com um smartphone de outra marca. Também é complicado, pelas dimensões e a nova “band” colorida que contorna o aparelho, achar que se trata de um Moto G, ou Moto E antigo. A Motorola conseguiu casar padrão com individualidade, feito difícil num mercado tão saturado e uniforme como o dos smartphones.

Em relação ao modelo anterior, o novo Moto E está um tiquinho mais pesado e alguns milímetros mais largo e mais comprido — a espessura, de 12,3 mm, é rigorosamente a mesma. Algumas marcas registradas, como o friso prateado na frente que oculta e protege as saídas de som, a curvatura das costas e o logo côncavo no meio, seguem firmes ali. É inegavelmente um Motorola contemporâneo e, embora mais grosso que os irmãos maiores, é confortável de segurar e cai bem no bolso da calça.

As três bands do Moto E.

 

Moto E com a band desmontada.

A única diferença, e das grandes, é a já citada band. Trata-se de uma moldura de plástico que contorna o Moto E e esconde as entradas dos chips, do cartão microSD (até 32 GB) e uma curiosa “língua” de plástico que contém o selo da Anatel e demais informações que, em outros aparelhos, costumam vir grafadas no corpo. A unidade que a Motorola enviou veio com três bands: branca, verde e roxa. Embora, nesse esquema, a parte de trás do smartphone jamais mude de cor, a band é discreta, porém grande o bastante para marcar visualmente.

As bands são uma solução esperta, mas inconstantes. Nos meus testes, a padrão branca foi difícil de tirar. Já a roxa, que usei na maior parte do período que passei com o Moto E, parecia folgada. Era possível senti-la solta na parte inferior, não a ponto de cair ou desmontar, mas no mínimo de passar uma sensação de fragilidade. Talvez eu tenha dado azar, talvez seja uma falha de projeto. Fica o registro, pelo menos.

Nesse intervalo de quase um ano entre gerações, a tela do Moto E cresceu um pouco — passou de 4,3 para 4,5 polegadas. Infelizmente, a resolução não acompanhou o aumento físico; ela segue com 960×540 pixels. Já era pouco na iteração passada, logicamente continua deixando a desejar na nova. Não que seja algo horrível, mas pixels ficam evidentes e letras miúdas podem tornar a leitura difícil. A tecnologia de painel adotada é a IPS, com cores mais neutras. Os ângulos de visão não são perfeitos, o brilho é apenas ok, mas no geral é uma tela boa pelo que se paga.

Close na tela em tamanho natural.

Por dentro, a história do novo Moto E se divide em duas. Estão à venda, no Brasil, dois modelos com 4G e especificações superiores, e um 3G com basicamente o mesmo SoC da primeira versão (veja a tabela no final do post). Ignoremos essa última. Os novos Moto E com 4G (e dual SIM!) vêm com um Snapdragon 410, SoC com processador Cortex-A53 quad-core rodando a 1,2 GHz.

Por ser um projeto mais recente da Qualcomm, ele é mais rápido e lida melhor com algumas situações, como a criptografia em tempo real do Android 5.0 (que, por sinal, vem desativada aqui). Testes sintéticos mostram uma diferença grande entre os dois SoCs usados no Moto E de 2015.

Na realidade, esse SoC é, em tese, mais rápido que o Snapdragon 400 que equipa as duas gerações do Moto G. Como todos esses têm 1 GB de RAM, seria natural concluir que o novo Moto E é o mais rápido deles. Talvez seja, afinal não tive um Moto G à disposição para comparar ao Moto E durante os testes, mas puxando da memória os períodos que passei recentemente com o de segunda geração, a impressão é de que o Moto E engasga mais, sofre recorrentemente para redesenhar a tela inicial após voltar de um app mais pesado, demonstra mais fadiga depois de uma sessão intensa alternando entre apps. Parece mais lento, no geral.

Moto E na mão.

Há relatos de que o Android 5.0 saiu um tanto cru, com problemas de gerenciamento de memória e alguns bugs básicos. Um monte de gente que já atualizou Moto G e Moto X para essa versão tem reclamado de quedas no desempenho. Será o caso, também, do Moto E? Difícil dizer até que Google e Motorola liberem novas versões do sistema corrigindo esses supostos problemas. Por ora, mesmo superior no papel e nas tabelas de benchmark, a sensação é de que o Moto E fica aquém do Moto G. E… bem, é de se considerar outros aspectos também, além do desempenho. A tela do Moto G, por exemplo, é muito melhor. A ergonomia, idem. E a câmera também.

Uma qualidade indiscutível do novo Moto E é sua bateria. Ela é enorme, com 2390 mAh. Em um conjunto modesto (SoC econômico, tela de baixa resolução), explica-se sua longa autonomia. Na maior parte dos dias de uso comum, cheguei às 18h com mais de metade da carga. Aquele cenário mais que bom, de dois dias sem recorrer à tomada, é possível. Há sacrifícios para se chegar a esses números, mas pelo menos eles são justificados em algum ponto positivo.

Câmeras, enfim, mas ambas ruins

A câmera do novo Moto E é melhor que a do primeiro. Ok, não é mérito algum — a do ano passado tinha foco fixo e um sensor medíocre, provavelmente existia apenas porque lançar um smartphone em 2014 sem câmera seria complicado. A do novo ganhou foco ajustável e subiu um degrauzinho na escala de mediocridade. Ainda é bem ruim, não se engane, mas já serve para alguma coisa além de ocupar espaço.

As cores ficaram estranhas e as luzes estouraram.
f/2,2, ISO 80, 1/709s. Redimensionada para 730×411. Cores instáveis e luzes estouradas.
Mesmo à luz do dia a câmera do Moto E não funciona.
F/2,2, ISO 80, 1/117s. Redimensionada para 730×411. Bom nível de detalhes, mas cores estranhas.
Letreiros fotografados com o Moto E.
f/2,2, ISO 200, 1/30s. Crop de 100%. Ruído e brancos que estouram.
Tartaruga de brinquedo com iluminação artificial.
f/2,2, ISO 1250, 1/15s. Redimensionada para 730×411. O foco agora é variável, o que permite fotos mais aproximadas.
À noite, a situação é triste.
f/2,2, ISO 1250, 1/15s. Redimensionada para 730×411. Sem comentários.

Apesar desse avanço, o novo Moto E segue carregando uma câmera inútil. A diferença é que agora ela está na frente. Ter uma câmera frontal é melhor que nada (caso do antigo Moto E), mas não muito mais que isso. Fotos feitas com ela carecem de detalhes, de definição, de qualquer coisa positiva. Confira algumas fotos — e note que, mesmo redimensionadas, a qualidade é sofrível:

Selfie com a câmera frontal do Moto E.
A (falta de) qualidade da câmera frontal.

O Android puro

Moto E com Lollipop.

Uma das marcas registradas da linha Moto é o Android puro, livre de modificações que em toda a história do sistema em smartphones aparecem, em menor ou maior grau, nos sabores comercializados por diversas fabricantes. A ideia é que o software extra facilite a vida do usuário e aumente o valor agregado do hardware; na prática, porém, quase sempre essa investida resultou em apps inúteis, modificações visuais de gosto duvidoso e perda de desempenho.

Ao focar no “menos é mais,” a Motorola ocupou um posto vazio no ecossistema Android: o da fabricante que adere ao Android sem modificações. Antes dela, só a linha Nexus, de apelo e alcance restritos. A aposta deu certo e não é raro donos de Moto X/G/E ressaltarem a agilidade e intuitividade do Android nesses aparelhos como um ponto bastante positivo.

O novo Moto E mantém a tradição. Ele é, também, o primeiro smartphone da Motorola a sair de fábrica com o Android 5.0, possivelmente a maior evolução, em todos os sentidos, que o sistema do Google já passou. Tão grande que, aparentemente, como já dito algumas arestas ainda precisam ser aparadas. O desempenho não condiz com os números da tabela de especificações das variantes 4G do novo Moto E.

Fora isso, há pequeno acréscimos da Motorola à experiência, via gestos e apps contextuais. Basicamente, quase tudo o que já se viu nos Moto G e X. Aliás, dois recursos espertos herdadas do Moto X, indisponíveis até no Moto G, entraram no Moto E. Um é a abertura da câmera com o gesto de maçaneta. Funciona tão bem quanto no modelo superior, só que… bom, você sabe, a velocidade na abertura da câmera no Moto E é bem mais lenta. Bônus: repita o movimento com a câmera já aberta para alternar entre a principal e a frontal.

Notificações direto na tela, com o smartphone desligado.

O outro é o Moto Tela, antigas Notificações ativas. Ao mexer no smartphone, a tela acende mostrando ícones de notificações. Tocando num deles aparece uma pré-visualização e as opções de ir direto ao app correspondente, ou desbloquear o smartphone sem pressionar qualquer botão físico. Sem alguns dos muitos sensores do Moto X, no Moto E a sensibilidade é menor, ou seja, é preciso mexer efetivamente nele para a tela acender, e o intervalo de folga entre essas interações é maior. Outra desvantagem é que, por usar um painel IPS, é impossível ligar apenas os pixels correspondentes às informações exibidas na tela — uma das vantagens do AMOLED. Especialmente no escuro, dá para ver bem que toda a tela se acende. Não é o ideal, mas o mecanismo continua tão útil quanto no Moto X.

Fica a esperança de que o Android 5.1, que já começou a ser distribuído nos Nexus, resolva os problemas de desempenho. Não há garantias aqui; pode ser que o comportamento atual seja esse mesmo, não decorrente de problemas e paciência. Mas é uma pena ver tanto potencial não ser aproveitado.

Vale a pena?

Sinal de TV digital no Moto E.

O posicionamento do Moto E é bem estranho, afinal estamos falando de um modelo de entrada que custa R$ 729. Só que esse é o modelo topo da linha. O mais em conta sai por R$ 569, mas não vale a pena — o processador é antigo e lento. Entre as duas está a versão intermediária, que custa R$ 30 a menos que a melhor e, em troca do desconto, não tem TV digital. Por ser a do padrão 1seg, de baixíssima resolução, pode ser uma economia válida.

Ali pertinho, no quintal da Motorola mesmo, o Moto G desponta como uma alternativa tentadora. A versão mais barata, com metade de memória interna (8 GB), suporte a dois SIM cards apenas 3G e sem TV, custa R$ 749 — apenas R$ 20 a mais, o que torna pertinente o questionamento sobre qual vale mais a pena.

Para mim, o Moto G leva a melhor pelo conjunto da obra. Tela, câmera, som (estéreo, frontal) e desempenho (pelo menos o percebido) são melhores. O Moto E topo de linha só se justifica caso 4G seja importante e o dinheiro para a aquisição do smartphone esteja curto — o Moto G 4G custa R$ 200 a mais. Note que esse cenário é bastante improvável; quem pode bancar um plano 4G muito provavelmente consegue comprar coisa melhor que um Moto E.

A tabela abaixo facilita a visualização desse meio-campo embolado da Motorola:

Todos os Moto E e Moto G de segunda geração, comparados em tabela.
Clique para ampliar.

Daqui a alguns meses, quando os preços do Moto E caírem nas promoções do varejo, esse cenário talvez mude. Hoje, trata-se de um modelo de entrada bom demais, mas ao mesmo tempo péssimo pelo custo-benefício. Ao cobrar o que acha que ele custa, a Motorola restringiu bastante o público que porventura se interessaria pelo novo Moto E.

Compre o novo Moto E.

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32 comentários

  1. Então… Quanto ao desempenho, ele utiliza o mesmo processador do novo Galaxy Win 2. Mas o galaxy vem com Kitkat e ainda assim, no review do Paulo Higa ele desabona o desempenho. Começo a achar que esses núcleos Cortex novos deste processador são uma furada…

  2. Licença, povo… Off Topic: Alguém com um Moto X 2014? Quer testar o Lollipop 5.1 para o aparelho? Ok… mega.co.nz/#F!zcRHlZLb!CC2bcIB… faça o download, coloque na raiz e mande procurar atualizações. Simples assim!

  3. Do jeito que as coisas vão, a Motorola vai ter que lançar um outro modelo de entrada. Esse Moto E, mesmo o mais basicão, não custa o valor de um smartphone de entrada. Para isso ele deveria custar seus R$ 299-350.

    Nesse ramo quem está realmente dando uma lavada é a Microsoft com os Lumias 435 e 530.

  4. O Moto E1 tinha uma câmera depravada der ruim, e vejo que continua ruim… :(
    Como já falaram, só será interessante em promoções…
    Enquanto isso temos o Lumia 435 que é um monstrinho de celular e bem barato :)

  5. Pra mim o Lolipop é mais pesado que o Kit Kat. Eu tenho um Nexus 7 com Lolipop 5.1 e ele não chega a engasgar, mas rodava mais suave quando estava com o Kit Kat 4.4.

    Também tenho um Moto G 2014 que rodava mais suave com o Kit Kat. Com o 5.0.2 ele fica ligeiramente mais lento pra abrir alguns apps ou pra voltar pra tela inicial. Inclusive, pra um smart intermediário, ele é um pouco mais lento que meu antigo smart (um WP de entrada).

    1. Faço minhas (as) suas palavras. Tive um Lumia 520 muito mais fluido que o Moto G (XT1069) da atualidade. Mesmo com Kitkat, já não era uma “manteiga” e com Lollipop, piorou. O triste é a gente adquirir levando em conta tantos elogios em reviews (Moto G dava a impressão, por análises, de que entregava desempenho similar – e satisfação de dono de – ao iPhone custando 5 vezes menos) e se deparar com um produto que tem desempenho inferior que um concorrente de entrada com 512MB de ram.

      1. Sim, também comprei o Moto G justamente pelas reviews. O meu antigo celular era um Lumia 520 também. Eu gosto muito do WP, mas o eterno problema dele (a falta de apps oficiais e as que têm são desatualizadas) me fizeram trocar de SO.

    2. Curioso, para mim foi exatamente o contrário, pois senti que meu Moto G 2014 ficou mais rápido, sem uns engasgos chatos que tinha ao sair de apps mais pesados (que ainda ocorrem no meu tablet LG G Pad 7.0 que tem o mesmo hardware mas que ainda usa o KitKat)

      1. Estou procurando algum tutorial na net pra fazer o downgrade pro kitkat, tanto no tablet, quanto no celular. Não está insuportável o uso, mas está me incomodando bastante.

        Queria que no meu tivesse ficado bom como no seu :(

  6. É o mesmo processador do Galaxy Prime Duos… provavelmente algum bug do processador essa lentidão

    1. Sim! E o mais curioso é que nem o Android desse Moto E, nem o Galaxy Gran Prime rodam em 64 bits. Segundo a Motorola (explicação ao Ars Technica), a opção pelo Android 5.0 32 bits se deu para amenizar eventuais bugs e pela variante 32 bits ser mais leve, o que condiz com o SoC relativamente fraco. Parece que não foi suficiente…

  7. O que vc relata em termo de desempenho ruim, existe no Moto G 2ª geração com 5.0.2 (talvez até mais). O Android Lollipop foi feito e lançado “nas coxas”.

  8. O Moto E é lançado entre uma geração e outra dos Motos G e X, então pelo que eu entendi, só faz sentido comparar esses preços e especificações com a próxima geração do G e do X.

      1. A comparação com a linha atual é necessária e justa. Ele foi lançado, no mínimo, meio ano antes da próxima do Moto G e na visão de comprador o que importa é o agora, não o que “está por ser lançado no fim do ano”.

  9. Assim, comparar o Snapdragon 200 do modelo 3G novo com o velho é um pouquinho de covardia.
    O velho é dual, o novo é quad, em números deve dobrar o desempenho, deve ter desempenho de CPU similar aos Moto G, que usam cores idênticos.
    A GPU sim, é pior, mas considerando a tela com menos pixels, tá ok.

    Eu concordo realmente que o preço do novo E é estranho, mas parte da culpa a gente sabe que é da alta do dólar. Em breve outros aparelhos e os lançamentos devem subir.

    1. ” parte da culpa a gente sabe que é da alta do dólar” diz isso pro Lumia 730, o aparelho tem snapdragon 400, câmeras melhores e é facilmente encontrado nesse preço do MOTO E com snapdragon 200.

      1. não seja a ser uma justificativa, mas o 730 foi lançado ano passado, antes do aumento astronômico do dolar….

      2. acredito que o Moto E é mais “vendável” que o 730 – as pessoas ainda não aderiram ao Windows Phone.

        é a lógica do mercado. se tem quem pague x, porque devemos vender a x-1?

    2. Eu comprei esse novo Moto E DTV através de importação, me saiu por volta de R$ 280. Esta dentro do preço que chamo de salvável para um smartphone. Únicas coisas ruins nele eram realmente a câmera que é bem capenga e o android que vem carregado mesmo sendo puro, mas nada que umas roons customizadas não resolveram, coisa que fiz ainda no primeiro dia de aquisição do produto. Tem muita coisa sendo trabalhada em cima dele no forum do XDG <3

    3. Talvez não tenha dado mesmo para diminuir o preço, mas tem um detalhe importante aí: o Moto G já subiu de preço desde que foi lançado. Não seria o caso de fazer um projeto mais simples, mais pé no chão para o Moto E a fim de distanciá-lo do irmão maior?

  10. Este novo moto E deveria apenas vir com uma câmera frontal de dois megapixels, o processador poderia continuar dual core, 8 ou 16 gb de memória e todo o resto continuaria igual a primeira versão. Assim o preço poderia continuar baixo.

    Na minha opinião este é o primeiro erro da Motorola desde a série de acertos que começou com o Razr d1 e d3.

    1. Satya VC por aqui? Como vai o Elop? Não fica elogiando a concorrência não, pega mal tio.
      PS. Vai na festa de 40 anos da empresa?