O Linux Mint 21.2 “Victoria” foi lançado no domingo (16). É uma versão de suporte estendido, até 2027. As principais novidades são suporte a gestos, aos formatos de imagens HEIF e AVIF e pequenas mudanças estéticas. Baixe aqui. Via OMG! Ubuntu (em inglês).
Neste sábado (15), o Manual do Usuário será migrado para um novo servidor, da Automattic/WordPress.com.
Faremos um esforço para que a migração aconteça da maneira mais tranquila possível. Mesmo assim, comentários e posts no Órbita publicados durante o processo poderão ser perdidos.
Quando tudo estiver finalizado, aviso por aqui mesmo. Obrigado pela compreensão!
Atualização (16/7, às 8h30): Se você estiver lendo isto, significa que a migração foi concluída com sucesso e seu acesso já está sendo feito a partir do novo servidor. Caso encontre algo quebrado, por favor, avise nos comentários ou por e-mail. Valeu!
O que aprendi com cursos do Threads lançados menos de 24 horas depois do próprio Threads
Não fazia 24 horas que o Threads estava no ar, na quinta-feira (6), quando li alguém zombando que já tinha gente vendendo curso para bombar na nova rede social da Meta/Instagram.
Incrédulo, abri o marketplace do Hotmart e pesquisei por “threads”. Não havia um, mas sim uma dúzia de cursos do tipo nos resultados, com promessas absurdas de revelar supostos segredos do Threads para os negócios, para viralizar, para vender… enfim, para se dar bem no puxadinho recém-inaugurado do Zuckerberg.
Com atraso, o Google liberou o Bard, seu chatbot de IA, no Brasil e nos países da União Europeia. Esse é o “ChatGPT do Google”.
O primeiro acesso é cheio de ressalvas, incluindo um pedido em destaque para não incluir “informações que possam identificar você ou outras pessoas” na conversa, e o pedido para não usar as respostas como orientação médica, jurídica ou financeira. Fiz um teste rápido e, surpresa: o Google Bard “recomenda conferir” o Manual do Usuário. Via Google.
O futuro do Tumblr
A Automattic quer tornar o Tumblr relevante outra vez. Para isso, a empresa anunciou um plano ambicioso — ainda que meio abstrato — para atrair criadores de conteúdo e tornar a plataforma mais fácil de usar.
Se conseguir, será a primeira reviravolta do tipo. Nenhuma plataforma decadente que já tentou um retorno — Flickr, MySpace, Fotolog — alcançou êxito.
O primeiro desafio foi fazer-se entender. Usuários acharam que parte do plano era transformar o feed cronológico em algoritmo. A direção fez uma live de perguntas e respostas para afirmar que o cronológico sempre será uma opção.
A compra do Tumblr pela Automattic em 2019, por US$ 3 milhões, foi uma bênção à plataforma. Os novos donos reverteram o banimento a pornografia dos tempos de Yahoo, medida à época tomada para adequar o Tumblr à publicidade, mas que, para muita gente, foi sua sentença de morte.
Além do trabalho, recolocar o Tumblr em forma não é barato. A sangria é de US$ 30 milhões por ano, ou dez vezes o valor que pagou pela plataforma, segundo Matt Mullenweg, CEO da Automattic.
O Tumblr é meio blog, meio rede social, com duas partes dissociadas (o painel/app e o leiaute para a web) e uma cultura própria, esquisita, caótica e difícil de penetrar. São características únicas entre as grandes plataformas sociais comerciais, o que diz muito do seu apelo restrito e dificuldades de se pagar.
Ah, eu/o Manual estou lá. Se você ainda usa o Tumblr, vamos ser amigos.
Não tenho dúvida que o zero rating foi um erro, um equívoco.
— José Félix, presidente da Claro Brasil.
O zero rating pode acabar não por pressão regulatória, mas por iniciativa das próprias operadoras. O consumo excessivo de dados de aplicativos como WhatsApp e YouTube, geralmente contemplados nessas ofertas, somado a um ensaio do setor de telecomunicações de cobrar uma divisão da fatura do tráfego com as big techs, tem feito elas reavaliarem a estratégia. Via Agência Estado.
Sintomático que, ao anunciar a xAI, sua nova empresa de inteligência artificial, Elon Musk tenha dito que o objetivo dela é “entender a realidade”. Nada mais empreendedorismo Vale do Silício do que isso: criar soluções para resolver as próprias dores. Talvez não precisasse de uma IA para isso, mas cada um joga com o que tem. Via @elonmusk@twitter.com (em inglês).
Como Threads pode ser benéfico ao Mastodon
A melhor coisa do Threads, nova rede social da Meta, ainda é uma promessa: interoperabilidade com o ActivityPub, protocolo por baixo do Mastodon e de outras redes descentralizadas.
Em seu segundo post no Threads, Adam Mosseri, executivo da Meta responsável pelo Instagram, disse que “um número de complicações” impediu a empresa de oferecer compatibilidade total no lançamento. “Mas está a caminho”. Mau começo, mas uma sinalização promissora.
O Fairphone 3, lançado em 2019, acabou de receber o Android 13 e uma extensão de dois anos de suporte em cima do prazo original, de cinco anos.
O celular de 2019 do Google, que desenvolve o Android, o Pixel 4, parou de receber atualizações em outubro de 2022. A Asus, que acabou de lançar o Zenfone 10, só promete dois anos de novas versões do Android. Se a Fairphone consegue, o que falta às outras fabricantes? Via Ars Technica (em inglês).
Após uma chuva de críticas e casos assustadores, o Discord anunciou uma ferramenta de controle parental nesta terça (11). Pais e responsáveis saberão com quem os filhos conversam e quais servidores frequentam, mas não o conteúdo da conversa — segundo a empresa, para preservar a autonomia dos menores. A ferramenta foi batizada de Central Familiar. Via Discord (em inglês).
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Surfshark VPN é uma ótima opção para navegar com privacidade e usufruir das vantagens que somente uma VPN de qualidade pode garantir. Melhor ainda: com esta promoção especial, a assinatura de dois anos sai com 82% de desconto e dois meses extras de graça.
Entre os destaques do Surfshark VPN estão a política de não guardar relatórios, o “kill switch” que te protege de exposição de dados caso a conexão com a VPN seja interrompida e +3,2 mil servidores em mais de 100 países, o que garante as melhores velocidades e latência não importa onde você estiver.
O Surfshark VPN ainda conta com recursos avançados, como MultiHop (usar dois servidores de VPN ao mesmo tempo), bloqueador de anúncios nativo e o Bypasser, que permite escolher quais apps passarão pela VPN e quais não.
Uma das características que distinguem o Surfshark VPN da concorrência é a possibilidade de usá-lo em um número ilimitado de dispositivos com apenas uma assinatura. Seus computadores, tablets e celulares conectados, não importa quantos, estarão contemplados pela assinatura do serviço.
Quanto à segurança, o Surfshark adota os melhores padrões e tecnologias de criptografia. É compatível com WireGuard, OpenVPN e IKEv2, e uma das empresas pioneiras na infraestrutura de “RAM-only”, que dispensa discos nos servidores para reduzir a quantidade de dados recuperáveis dos clientes.
Quer mais? Além da VPN, o Surfshark oferece outros serviços complementares — antivírus, alerta de brechas e falhas de segurança e pesquisa online —, e o Surfshark One: um pacote com todos os serviços que a empresa oferece por preços especiais.
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A Bending Spoons fechou os escritórios do Evernote nos EUA e Chile, demitiu funcionários desses locais e migrou toda a operação do aplicativo de anotações para a Europa. A Bending Spoons tem sede na Itália e comprou o Evernote, por uma soma não divulgada, em novembro de 2022. Em fevereiro, 129 funcionários do Evernote haviam sido demitidos. O número de demissões desta vez não foi divulgado.
O CEO da Bending Spoons, Francesco Patarnello, disse em nota que “nossos planos para o Evernote são mais ambiciosos do que nunca”, mas… né, demissões em massa seguidas não costumam inspirar muita confiança. Via Bending Spoons, SFGate (ambos em inglês).
A primeira multa aplicada pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi a uma empresa de Vila Velha (ES), a Telekall, que ofereceu listas de contatos de WhatsApp para spam eleitoral a candidatos de Ubatuba e Campinas (ambas em SP), nas eleições municipais de 2020. Íntegra do relatório de instrução (PDF). No total, R$ 14,4 mil, mais uma advertência. Via Convergência Digital.
Threads não é para política nem jornalistas, diz executivo da Meta
Notícias e política não são bem-vindas no Threads, a rede social da Meta criada para ocupar o vácuo que o Twitter está deixando.
Na tarde desta sexta (7), Adam Mosseri, head do Instagram, respondeu a uma pergunta do editor do The Verge, Alex Heath.
Heath questionou se a Meta estava preparada para receber jornais e publicações noticiosas, já que, segundo ele, esse seria um pressuposto para competir com o Twitter.
Mosseri disse que, embora notícias e política sejam inevitáveis no Threads, é algo que a Meta “não incentivará”.
