10 minutos com o Android 5.0

O Android 5.0 é a maior atualização da história do sistema. Ela traz gráficos mais leves, cores chapadas e animações fluídas — o Material Design é tão gostoso que quase dá vontade de morder. Mas há mais do que visual nesse novo Android sabor pirulito. Passei alguns minutos com um Nexus 5 recém-atualizado e conto, com palavras, fotos e vídeo, o que achei.

https://www.youtube.com/watch?v=Q-7xuXq0SLw
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Como acompanhar os melhores links que seus amigos postam no Twitter

por J. P. Neto

O Twitter é incrível. Tudo o que está acontecendo está lá. Seus amigos, que usam o serviço, comentam diversas coisas e acabam mandando um punhado de links sobre os assuntos do momento. São muitos links de muitos amigos, o suficiente para se afogar neles. Como filtrar o que importa para ler depois? Com a ajuda de alguns apps — inclusive o do próprio Twitter! (mais…)

A internet nunca foi tão bonita como neste vídeo psicodélico

por J. P. Neto

A internet começou como uma rede do governo dos EUA e acabou se tornando o habitat natural de lolcats, GIFs animados, textões do Facebook, blogs como o Manual do Usuário e todo esse monte de informação que consumimos diariamente. Ela é algo que ninguém toca, que poucos veem, embora ocupe cada vez mais espaço físico no mundo. E que não para de crescer. Como podemos deixar ela ainda mais interessante no futuro?

Essa é a pergunta do Onward Internet, um projeto do estúdio Buck que junta as melhores ideias sobre o futuro da rede. E para promover o projeto, nada melhor que um vídeo lindão, todo animado e com muitas informações concentradas em pouco mais de um minuto — afinal, quem aguenta vídeos longos no YouTube, né? [Via Pristina] (mais…)

Promoções da Black Friday de lojas e marcas no Instagram são falsas

Com a proximidade da Black Friday, estão surgindo no Instagram supostos perfis de marcas e lojas do varejo prometendo brindes irresistíveis para quem segui-los, tirar um print screen do perfil da marca (?) e publicá-lo no seu próprio.

Não faça isso, são “promoções” falsas.

Apple, Netshoes e Saraiva no Instagram? Falso.
Clique para ampliar.

Note que além da forma de participação pra lá de esquisita, os perfis trazem erros estranhos. A Apple nunca escreveu “iPhone 6’s” (porque é errado), e não creio que a Saraiva prometeria “R$400,000”, seja lá que valor for esse. E seria estranho a Netshoes escrever seu nome em letra minúscula, usar ponto para separar as casas decimais dos centavos, errar “blackfrday” e escrever “so” em vez de “só”. Esses perfis são uma espécie de spam revigorado — até os erros grotescos dos antigos e-mails permanecem.

O que os criadores desses perfis, que não são as marcas que alegam ser, querem, é obter grandes bases de seguidores rapidamente para vender esses perfis em seguida. Obviamente, os prêmios prometidos são apenas fachada.

Só entre quem eu sigo já vi “prints” de supostos perfis da Netshoes (10 mil seguidores no momento), Apple (43 mil) e Saraiva (2700). Tudo balela. Na dúvida, acesse o site oficial da loja ou empresa e veja se o perfil está listado lá. A Saraiva, por exemplo, atua em seis redes sociais, mas o Instagram não está entre elas. A Netshoes tem perfil, mas esse, oficial, não promete prêmios nem pede coisas malucas aos seguidores. E a Apple… não, né? Perfis relacionados à Apple nesse esquema, aliás, já existem aos montes.

Compartilhe este post nos perfis dos seus amigos que porventura publicarem uma dessas “promoções” no Instagram. Para facilitar, copie e cole este link encurtado: j.mp/bfigfalsa

Qual o smartphone e o tablet mais popular do Brasil na web? Moto G e iPad 2

Um estudo recém-publicado pela ScientiaMobile apontou o Moto G como o smartphone mais popular do Brasil, seguido pelo Lumia 520 e, em terceiro lugar, o iPhone 4S. Entre os tablets, as cinco primeiras posições são ocupadas por modelos do iPad. Algo errado?

O questionamento é válido porque, a julgar pelos números de vendas de tablets no país, é pouco provável que a Apple esteja tão no topo assim. Juntas, segundo levantamento da Folha, DL, Lenoxx e Samsung, que fabricam tablets quase que exclusivamente com Android, detêm 55% das vendas no mercado nacional.

A ascensão do iPad no relatório da ScientiaMobile e algumas outras estranhezas (a maioria relacionada à Apple) decorrem da metologia usada. As conclusões se baseiam em uma amostra de 2,5 bilhões requisições a sites, coletadas e analisadas pelo WURFL.io, uma solução para detecção de dispositivos e adequação de conteúdo às peculiaridades de cada formato. (mais…)

Como usar o melhor do Facebook em seu smartphone sem recorrer ao app principal

No final do ano passado o Facebook anunciou uma mudança na estratégia para dispositivos móveis. Em vez de concentrar todos as suas funções em um app, como vinha fazendo até então, a empresa passaria a desmembrar algumas mais importantes em apps independentes.

Isso realmente aconteceu e com o lançamento do Groups, hoje é possível usufruir dos bons serviços que o Facebook oferece sem depender do app principal. Além de jogar contra a sua produtividade com o Feed de notícias, esse app é bastante exigente no consumo de recursos e, não raro, a fonte de instabilidades e outras anomalias do smartphone — tanto que, recentemente, uma atualização prometendo diminuir em 50% a incidência de travamentos do app foi recebida com entusiasmo pelos usuários.

Os apps abaixo fazem mais do que dispensar o principal do Facebook. Eles são mais ágeis, livres de anúncios e, não raro, mais acessíveis. Tome por exemplo o Groups: em vez de navegar por três, até quatro níveis para encontrar um grupo específico no app principal do Facebook, aqui todos os grupos estão disponíveis de cara, a um toque de distância. (mais…)

O tablet N1 é o retorno da marca Nokia ao mercado doméstico — pelas mãos da Foxconn

N1, o primeiro dispositivo para consumidores domésticos da nova Nokia.
Foto: Nokia.

Faz apenas seis meses que a venda da divisão de dispositivos da Nokia à Microsoft foi finalizada e poucos dias desde que a empresa de Satya Nadella derrubou a marca “Nokia” em prol da “Lumia” com o smartphone de entrada Lumia 535. Pouco tempo, mas o suficiente para a Nokia, ou o que restou dela na Finlândia, anunciar o N1, um tablet Android que parece bem bacana.

O anúncio foi precedido de um teaser mostrando uma caixa que, na foto, parecia muito um set-top box nos moldes do Apple TV. Não era. Aquela é a caixa do N1, um tablet Android avançado que será fabricado e vendido pela Foxconn. (mais…)

A arte das continuações de grandes filmes que nunca existiram

por J. P. Neto

Estúdios de cinema investem cada vez mais em sequências de sucesso do passado. Na semana passada, por exemplo, tivemos a estréia de Debi e Lóide 2, vinte anos depois do original. É um tipo de projeto mais seguro aos grandes estúdios, já que franquias consolidadas costumam ter um retorno financeiro mais garantido.

Infelizmente, existem filmes incríveis que ou não deram dinheiro, ou que acabaram se perdendo entre diversos projetos de seus criadores. Em ambos os casos, são histórias que dificilmente ganharão uma sequência. Por conta disso, alguns artistas criaram imagens e títulos fascinantes para filmes que não devem sair do papel. Além das imagens que selecionamos, abaixo, você pode ver e comprar elas e outras no site oficial ou, caso passe por Los Angeles até o dia 23, conferir in loco a exposição SEQUEL: Artists Imagine Movie Sequels That Were Never Made. (mais…)

O novo data center do Facebook foi construído no meio do gelo europeu

por J. P. Neto

Caso você nunca tenha visto um servidor de perto, saiba que eles esquentam bastante. Por isso, em empresas normais, essas instalações costumam ficar em salas muito bem refrigeradas. Só que o Facebook não é uma empresa normal: a rede social é o segundo site mais acessado da internet, perdendo apenas para o onipresente Google. Como resfriar tantos servidores assim? Construindo um gigantesco data center eficiente num refrigerador natural, ou seja próximo ao círculo ártico.

O novo data center do Facebook é uma obra de engenharia pensada para otimizar a forma como algo assim deve ser. O projeto saiu da iniciativa Open Compute Project, criada pela própria rede social para repensar esse tipo de prédio — e que é disponibilizada gratuitamente para todos. Dessa forma, mais empresas podem seguir os passos do OCP e criar data centers mais práticos.

O OCP propõem que as instalações e paredes sejam feitas em outros locais e cheguem no data center só para serem instaladas. Já os servidores chegam em caixas compactas, desmontados, mas com simples passos de montagem. Assim nasceu o Rapid Deployment Data Center (RDDC), nome desse processo para criar e montar um data center de maneira bem rápida como se fosse LEGO.

A área escolhida, com pouco mais de dois hectares, fica no norte da Suécia, na cidade de Luleå. Além do frio (a temperatura é negativa na maior parte do ano), o país tem uma das melhores distribuições de energia do mundo. Isso é bem importante para quem precisa garantir que suas fotos não se percam por aí, afinal eles recebem sete petabytes de imagens por mês! Claro, se a distribuição falhar, o prédio ainda conta com 14 geradores de reserva.

Confira algumas fotos do lugar:

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Sala dos servidores

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Curtir feito de gelo.

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Quem salvará a indústria da música?

A viabilidade do modelo de negócios dos serviços de streaming de música voltou a ser o centro das atenções essa semana. Culpa de Taylor Swift, que removeu todo o seu acervo do Spotify e boicotou o novo álbum, 1989, de todos os serviços do tipo. Ganância, mal entendido ou a cantora tem razão nas críticas que vem fazendo?

Não foi a primeira vez que Swift se posicionou contrariamente à ideia de ouvir quanta música quiser pagando menos de dez dólares por mês. No começo do ano ela escreveu um editorial no Wall Street Journal dizendo acreditar que o apoio dos fãs (e a venda de álbuns completos) é o que sustenta artistas como ela. Talvez, pelo menos no seu caso, seja verdade: só na semana de lançamento, 1989 vendeu 1,2 milhão de cópias, número estratosférico para os padrões atuais. Para colocar isso em perspectiva, Random Access Memory do Daft Punk vendeu 339 mil cópias em seus primeiros sete dias e PRISM, da Kary Perry, 286 mil cópias no mesmo período. Ambos foram  os mais vendidos no ranking da Billboard em suas respectivas semanas de lançamento. (mais…)

6 vídeos para entender (e contemplar) o Material Design, a nova linguagem visual do Google

por J. P. Neto

Se você usa algum aplicativo próprio do Google talvez já tenha percebido que ele está de cara nova. Ou algum app de terceiro. Há algo diferente no ar, ou melhor, na palma da sua mão… Isso, amigos, amigo, é o Material Design em ação.

A nova linguagem visual do Google foi apresentada na conferência Google I/O desse ano. O Material Design é uma evolução do design de cartões, típico do Google Now e que se espalhou a outras áreas, mas agora com foco em profundidade e movimento, e amparado por cores chapadas.

Falando em sistema, é bom se acostumar ao Material Design: sua influência dentro do Google é tão grande que tudo está sendo feito dessa forma. Android 5.0, Android Wear, web apps e até aplicativos para outras plataformas, como o iOS, têm formas, cores e movimentos padronizados. O ideal do Google é manter a familiaridade dos seus produtos independentemente de onde eles sejam usados.

Como imagens falam mais que palavras, selecionamos alguns vídeos para demonstrar o que é, na prática, o Material Design. (mais…)

5 relógios (não tão) inteligentes, mas lindos e com baterias duradouras

por J. P. Neto

Os relógios inteligentes, ou smartwatches, são a nova menina dos olhos para as grandes empresas de tecnologia. Infelizmente eles ainda precisam melhorar em pontos-chave como autonomia e, em muitos casos, design. Embora não sejam tão inteligentes, uma leva alternativa de relógios que não são tão “smart”, mas mais bonitos e capazes de fazer algumas coisas a mais do que o despertador daquele seu clássico Casio de R$ 20 sem pedir recarga todo dia, já está aí. Eles são mais acessórios de beleza do que relógios, mas passam longe de serem só corpinhos bonitos. Conheça-os: (mais…)

O espaço em Interestelar é lindo

por J. P. Neto

Eis que passamos pelo final de semana de abertura do filme de Christopher Nolan (trilogia Cavaleiro das Trevas, A Origem), Interestelar. A ficção científica espacial do último bat-diretor, que muitos já comparam com o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço de Stanley Kubrick, não foi o filme mais assistido nos EUA, mas merece ser visto na telona.

Valeria a pena só pelos 40 minutos de filme rodados em IMAX (Nolan é ótimo com essas câmeras gigantes), só que o filme ainda tem ótimas cenas no espaço, com o devido respeito à falta de som no vácuo. Além de contar com um elenco cheio de estrelas (risos) e uma trilha sonora incrível composta por Hans Zimmer. (mais…)

Por que o iPhone 6 custa tão caro no Brasil?

Me vê dois, por favor.
O iPhone 6 brasileiro começa em R$ 3.199.

Sabe aqueles assuntos sazonais que aparecem na mídia? Cobertura do Carnaval, atrasados dando de cara com portões fechados no ENEM, gente indo às lojas trocar presentes dia 26 de dezembro… Você pegou a ideia. Acho que já é seguro colocarmos uma nova aí: os preços absurdos do iPhone no Brasil.

Ano passado, no lançamento do iPhone 5s, escrevi:

O lançamento oficial dos novos iPhones no Brasil será na sexta-feira, mas os preços do iPhone 5s e 5c já foram revelados. Prepare-se: eles são assustadoramente caros.

Pois bem, prepare-se para se assustar novamente. A pré-venda dos iPhone 6 e iPhone 6 Plus começou à meia-noite e quem quiser um dos novos smartphones da Apple pagando preço cheio não conseguirá um sem deixar no mínimo R$ 3.200 na loja. A crescente dos preços do iPhone ao longo dos anos/versões é interessante:

Preços de lançamento dos últimos quatro iPhones.
Preços das versões entrada (16 GB) na data do lançamento.

O aumento no preço do iPhone 6 de entrada em relação ao modelo similar de 2013 (iPhone 5s) foi de 14,2%. Nesse mesmo período o dólar subiu 12,7% (de R$ 2,28 para R$ 2,57) e a inflação, de acordo com o IPCA, 6,14%.

Eu não sou economista (alguém?), mas embora talvez esses números todos expliquem objetivamente o motivo do aumento, é difícil encarar quatro anos de aumentos sucessivos. Mais ainda porque nos EUA o preço continua o mesmo: US$ 649. E nem é preciso ir lá fora para encontrar essa estratégia. A segunda geração do Moto X e do Moto G mantiveram os preços do ano passado no Brasil.

Para a maioria que encara fila ou faz reserva para o dia do lançamento, é uma grana que não deve fazer diferença no fim do mês. O problema é quando colocamos o iPhone 6 nos seu lugar: é um smartphone. Tem toda uma expertise e experiência única no mercado, para mim é o melhor à venda, mas ainda assim: é só um smartphone. Esse valor é surreal, tanto quanto o PlayStation 4 de R$ 4 mil que todo mundo reclamou e fez brincadeira no começo do ano.

Quando a Apple anunciou os novos modelos, brinquei que apostava em uma edição do iPhone 6 Plus por mais de R$ 5 mil:

https://twitter.com/ghedin/status/509396098436182017

Se considerarmos o parcelamento em 24 vezes (!) que a Apple faz, o modelo de 128 GB sai por R$ 5.014. Era brincadeira, gente!

Que preço surreal
Juros de 1,9% ao mês.

Não consigo entender, só…. sentir. Mas se você, leitor abastado do Manual do Usuário, está em outra vibe e já com o cartão na mão para comprar o novo iPhone, peço pelo menos que compre deste link, no Submarino (ou da Americanas). A comissão deve ser gorda e, olha… não compra um iPhone, mas paga uns meses de hospedagem do blog :-)

WhatsApp agora notifica mensagens lidas com o tique duplo azul

Uma das coisas mais chatas e angustiantes do Facebook Messenger agora está presente no WhatsApp: a notificação de mensagem lida. Ela é indicada pelo tique duplo azul, e ainda não está disponível a todos os usuários.

Alguns que já contam com a novidade estranharam e foram à Internet tentar entender. Infelizmente, é isso mesmo, como já diz a documentação de ajuda do WhatsApp(mais…)