O que tem na sua mochila, Alexandre Yamada?

Foto do Alexandre Yamada.

Executivo com mais de 18 anos de experiência nas áreas de Estratégia, CRM e Inteligência Competitiva, atuou em posições estratégias em grandes empresas como PwC e Itaú-Unibanco. Graduado em Administração pela PUC-SP, tem MBA em Gestão Atuarial e Financeira pela USP, além de especializações em Produto e Inteligência de Mercado (ambas na FGV), Estratégias em Marketing pela Universidade de Chicago e pós-graduação em Liderança pela FIA/USP. Hoje, é head de CRM & Business Intelligence do Grupo Netshoes. Na fotografia, Alexandre Yamada começou em 2009 com uma câmera comprada de um amigo que ia se casar e precisava de recursos. Tem formação em renomadas instituições brasileiras (SENAC, MAM e IIF – Instituto Internacional da Fotografia) e no exterior (University de Artes de Londres). Atualmente, fotografa casamentos e editoriais de moda, além de ser o fotógrafo oficial dos eventos da empresa.

(mais…)

Post livre #61

Toda sexta, o Manual do Usuário publica um post sem conteúdo apenas para abrir os comentários. Ali, falamos sobre tudo e sobre o nada, envolvendo tecnologia ou não. Que comecem os debates!

“O homem tem um sonho acerca da máquina”

O podcast sobre Black Mirror deixou várias pontas soltas. Tentarei amarrar algumas delas através de posts aqui no Manual, começando pela origem das ações que nos afetam, tema que surgiu ali pelo meio da conversa. Quem tem o poder, ou o dever, de decidir por nós? Tirar o ser humano da equação garante justiça nas decisões mais complexas? (mais…)

O papel do Facebook na eleição de Donald Trump

Quase todas as pesquisas eleitorais apontavam a vitória da democrata Hillary Clinton na corrida pela presidência dos Estados Unidos. Assim, o triunfo do candidato republicano Donald Trump, eleito presidente nesta madrugada, foi uma surpresa. Analistas estão revendo suas previsões e muita reflexão terá que ser feita daqui em diante. Não tenho bagagem para entrar no debate político, mas creio que alguns dados sobre o papel do Facebook no pleito podem ajudar a entender o fenômeno. (mais…)

Do mobile first ao mobile native

por Benedict Evans

Uns dois anos atrás, empresas de Internet deixaram de ter uma equipe e estratégia mobile para o que batizaram de “mobile first”. Em vez de criar um produto e decidir como e se ele funcionaria nas plataformas móveis, novos projetos passaram a ser feitos para o mobile por padrão e a não necessariamente fazer o caminho de volta para o desktop. (mais…)

Post livre #60

Um post sem nada, apenas para abrir os comentários, onde conversamos durante o fim de semana sobre quaisquer assuntos. Isto é post livre. Começando… agora!

Pela primeira vez na história, um iPhone brasileiro é mais barato que seu antecessor

Já é uma tradição aqui no Manual do Usuário: todo ano, conferimos o preço do novo iPhone comparando com indicadores econômicos, dólar e quanto custavam seus antecessores. Foi assim com os iPhone 5s, iPhone 6 e iPhone 6s. Em 2016, o tom é outro: o iPhone 7 está relativamente mais barato. (mais…)

Desde que a Apple anunciou o novo MacBook Pro, um grande debate surgiu no âmago da comunidade mais fervorosa de usuários do produto. Desenvolvedores e outros profissionais que esperavam uma máquina mais poderosa e versátil se decepcionaram com o que foi apresentado. O futuro do computador profissional da Apple é menos “pro” que os disponíveis até então.

As principais queixas são em relação ao desempenho (limitado a 16 GB de RAM) e, principalmente, às portas e conexões — ou a falta delas. A versão de entrada, carente da nova Touch Bar, tem duas portas USB-C/Thunderbolt 3 e uma saída de áudio analógica (de 3,5 mm, a mesma removida do iPhone 7). As mais caras elevam o número de USB-C/Thunderbolt 3 para quatro.

Não há dúvida de que essa conexão é futuro, mas ainda não chegamos nele. Quem compra um MacBook Pro desses novos hoje, precisa necessariamente de um ou alguns adaptadores. É inevitável em qualquer período de adaptação, e nem é o ponto a se discutir. A questão é se essa investida não foi prematura. Manter uma porta USB tradicional ou o slot de cartões SD não tiraria o aspecto “forward thinking” do novo MacBook Pro e seria um facilitador de quem ainda depende deles — e é difícil imaginar alguém que já não dependa de nenhuma das conexões sacrificadas. Seria pensar no futuro sem esquecer do presente.

Não falemos da remoção do MagSafe ou do novo teclado. Soam como retrocessos.

Para fechar, dois links:

  • Um compilado de várias reações de desenvolvedores e jornalistas sobre o novo MacBook Pro. Não me lembro de uma revolta tão grande entre os usuários mais emotivos da marca.
  • Maciej Cegłowski invoca o espírito de Benjamin Button e escreve sobre o velho MacBook Pro como se ele fosse sucessor do novo. O pior? Faz sentido.

Signal, o app de bate-papo que prioriza a privacidade

Se no começo só tínhamos o limitado e instável SMS para nos comunicarmos por mensagens de texto no celular, hoje o cenário é bem diferente. Sobram opções, funcionais nos aspectos básicos e recheadas de funções extras. A dificuldade mudou de figura; agora está em eleger um app ou lidar com vários que servem a um mesmo fim. Qual escolher? Depende do que você prioriza.

Com as necessidades básicas supridas por praticamente todos os apps do tipo, podemos nos concentrar em características mais nobres — fora, obviamente, aquele grande fator determinístico, que é qual a maioria dos seus contatos usa. Mas digamos que você tenha surgido no mundo agora e se disponha a escolher um app que todos com quem você conversará usarão. Entre tantos disponíveis, qual você escolheria?

(mais…)

O que tem na sua mochila, Wellington Albertini?

Foto de Wellington Albertini.

Wellington Albertini de Souza tem 33 anos, é casado com a @brunamuIIer, cristão e faz barulho na igreja com trombone de vara e teclado. Formado em Direito e advogando em Araras e região, no interior de SP, desde 2005. É fã assumido da melhor rede, na qual pode ser encontrado pelo perfil @weto.

(mais…)

Post Livre #59

O post livre é um post sem conteúdo, publicado apenas para abrir o espaço de comentários para conversarmos sobre quaisquer assuntos. Começa agora e vai até domingo à noite. Valendo!

Gab, a rede social dos conservadores, testa os limites da liberdade de expressão

Uma rede social recém-lançada chamada Gab vem ganhando manchetes por promover a liberdade de expressão sem limites e se posicionar como um refúgio àqueles desconfortáveis com as políticas de convivência de outras redes sociais, em especial o Twitter. Manual do Usuário conseguiu acesso (no momento, apenas mediante convite) e foi conferir o que rola lá dentro. (mais…)

As novidades da Asus — incluindo Zenfone 3

por Emily Canto Nunes

A Asus anunciou nesta terça-feira (25) seis novos produtos: um rival do MacBook Air, o ZenBook 3; três modelos do Zenfone 3 — Max, 3 (sem sobrenome) e Deluxe –; e dois modelos do ZenWatch, o 2 e o 3.

Desses lançamentos, ZenBook 3 e ZenWatch 3 são, segundo o diretor de Marketing para América Latina e Índia, Marcel Campos, produtos para posicionar a marca, ou seja, dos quais não se espera um grande volume de vendas. Já com os demais, a Asus deseja competir de igual para igual com grandes nomes como Motorola, Samsung e até Apple.

Hoje (às 21h) chegam apenas os dois “sabores” de Zenfone 3 — chip Qualcomm Snapdragon 625, câmera traseira de 16 MP e frontal de 8 MP — nas cores dourado, branco e preto safira:

  • Zenfone 3 (ZE520KL) com tela HD de 5,2 polegadas, 3 GB de RAM, 32 GB e bateria de 2600 mAh por R$ 1.499;
  • Zenfone 3 (ZE552KL) com tela Full HD de 5,5 polegadas e 4 GB de RAM, 64 GB e bateria de 3000 mAh por R$ 1.799;

Na primeira quinzena de novembro, chegarão ao mercado um dos três sabores de Zenfone 3 Max, com bateria de 4100 mAh, nas cores cinza escuro, dourado e prata, e dois modelos do relógio inteligente da Asus, o ZenWatch 2 e o ZenWatch 3:

  • Zenfone 3 Max (ZC520TL) com tela HD de 5,2 polegadas, 2 GB de RAM e 16 GB, traseira de 13 MP, frontal de 5 MP e processador MediaTek MT6737M por R$ 999;
  • ZenWatch 2, (WI502Q) de 2015, com display quadrado de 1,45 polegadas e moldura de aço inoxidável por R$ 999;
  • ZenWacth 3 (WI503Q), de 2016, com display redondo de 1,39 polegadas e corpo todo de aço inoxidável por R$ 1.799;

Ainda em novembro, chegarão ao Brasil o ZenBook 3, notebook que roda Windows 10, pesa 910 gramas e tem 11,9 mm de espessura, e duas versões do Zenfone 3 Deluxe — 6 GB de RAM, tela Full HD de 5,7 polegadas, câmera traseira de 23 MP, frontal de 8 MP, bateria de 3000 mAh — nas cores prata, cinza e dourado:

  • ZenBook 3 (UX390UA) com tela Full HD de 12,5 polegadas, Intel Core i7, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento SSD por R$ 14.999;
  • Zenfone 3 Deluxe (ZS570KL) com processador Qualcomm 820 e 64 GB por R$ 3.599;
  • Zenfone 3 Deluxe (ZS570KL) com processador Qualcomm 821 e 256 GB por R$ 4.399.

Em dezembro, chegará a outra versão do Zenfone 3 Max, com tela Full HD de 5,5 polegadas, processador Qualcomm 430, 32 GB de espaço, a tal da bateria de 4.100 mAh e câmeras iguais a do Zenfone 3 (16 MP e 8 MP) em duas opções de RAM:

  • Zenfone 3 Max (ZC553KL) de 2 GB por R$ 1.199;
  • Zenfone 3 Max (ZC553KL) de 3 GB por R$ 1.299.*Preços à vista.

É importante entender como as empresas que fabricam nossos dispositivos operam porque o modelo de negócio impacta diretamente nos recursos oferecidos ou não.

Não é uma boa, por exemplo, esperar por recursos que reforcem a privacidade e limitem a publicidade direcionada no Android. O Google vive de publicidade, portanto lhe é vital a veiculação de anúncios mais segmentados e caros. (Recentemente, aliás, o Google associou os dados anônimos da DoubleClick aos das contas Google, identificando efetivamente as pessoas para fins comerciais/direcionamento de publicidade.)

A Apple, não, e isso se reflete em seus sistemas. O iOS é, talvez, o sistema mais progressista no sentido de blindar o usuário contra publicidade direcionada.

Além dos bloqueadores de anúncios liberados no iOS 9 (uso e indico o 1Blocker), o iOS 10 trouxe uma mudança importante na limitação de publicidade rastreada. Trata-se de uma opção para que desenvolvedores e redes de anúncios não consigam te isolar e, assim, enviar anúncios baseados em comportamento.

Para ativar essa opção, entre em Ajustes, depois Privacidade, role a página e toque em Publicidade e, na tela seguinte, ative o item “Limitar Publicidade Rastreada”.

Até a versão anterior do iOS, ativá-la fazia com que o sistema emitisse um “alerta” a apps que pedissem esse número identificador (conhecido por IDFA ou IFA), mais ou menos como o Do Not Track dos navegadores web. No iOS 10, a Apple refinou o comportamento da opção. Em vez do “alerta”, o sistema passou a enviar um IDFA padrão (00000000-0000-0000-0000-000000000000), impedindo formas indiretas de explorar esse identificador.

Como combater a epidemia de informações falsas ou imprecisas no Facebook?

Em grupos de WhatsApp é relativamente comum alguém publicar uma notícia falsa ou imprecisa seguida do “na dúvida, achei melhor compartilhar”. É preciso mudar esse padrão, invertê-lo. Na dúvida, não compartilhar.

(mais…)