Se existisse um gerador de apresentações de iPhone baseado nas anteriores, ele provavelmente cuspiria algo muito similar ao que a Apple fez nesta terça-feira (14), na apresentação do iPhone 13 e mais um punhado de quinquilharias. Mas para nós, brasileiros, o comercialzão da Apple teve algo de diferente este ano: soubemos, no mesmo dia, os preços locais dos produtos, detalhe que a empresa costumava soltar meses depois. (Quanto às datas de lançamento, só deus sabe.)
Desde 2013, o Manual do Usuário analisa a evolução do preço do iPhone à luz da sempre dura — às vezes mais que a média, como agora — realidade brasileira. Em 2021, não faríamos diferente, mesmo com o iPhone do ano se tornando, versão após versão, produto (ainda) mais distante da realidade de… bem, da maioria. Se em algum momento esse levantamento teve um caráter de serviço, hoje o faço quase que por esporte, tipo os acalorados debates do que alguém faria com o prêmio da Mega-Sena. (Comprar um iPhone, talvez?) Claro, numa dessas, de repente isto ainda pode ser útil a algum(a) leitor(a) mais abastado(a). (Se for o seu caso, apoie o Manual!)
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