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Post livre #265

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

85 comentários

    1. Eu tenho pra mim que ele sempre larga uma ameaça dessas quando a coisa engrossa pro lado dele. Nesse caso, depois do fiasco na cúpula do clima, ele saiu com essa manchete e, ao mesmo tempo, “aprovou” um orçamento que mata a pesquisa brasileira de vez, cancela o censo de 2020/21 e retira alguns bilhões da pasta de meio-ambiente.

      Nós (brasileiros não-malucos que, de direita ou esquerda, não compactuamos com a narrativa irreal a histérica dele) acabamos sempre reagindo ao que ele fala e nunca agindo – propondo – nada fora do campo de “repudiar” as ações dele. E quando falo “nós” incluo a classe política progressista e a direita que usa talher junto. Bolsonaro manda e desmanda no país, como uma criança mimada que some com a bola quando não é escolhido pro time. E a gente assiste isso e repreende ele.

        1. Tem um belo texto da época do Trump que circulava no 4chan que comparava o Harry Potter com os liberais dos EUA (lá os liberais são a esquerda). O principal ponto do texto era exatamente que a esquerda não consegue pensar fora dos moldes do estado de direito, ao passo que a direita atropela esse estado sempre. Trump fez tudo o que quis, enquanto a esquerda americana esperava um tropeço legal dele pra poder abrir um processo de o que derrubasse.

          Aqui é exatamente o mesmo: Bolsonaro faz o que quer, passa o que quer, mata quem quer e, mesmo assim, a esquerda espera uma tropeço legal dele pra poder abrir um processo de impeachment.

          É bom lembrar que o Bolsonaro é bastante popular ainda. Mesmo que ele tenha perdido algum apoio entre as pessoas mais “ao centro”, os seus apoiadores ainda são um número considerável.

    2. Isso é uma nuvem de fumaça para, no mínimo, duas situações, a CPI e a cúpula do clima. Sempre que tem alguma situação séria, ele manda uma dessas para desviar o foco.
      Temos ainda outras questões desse ano envolvendo o Genocida Mentiroso e familícia, que é o gasto de final de ano, a mansão do Genocida filho, lavagem de dinheiro e tráfico de influencia usando o Genocida caçula, isso só que eu me lembre esse ano.

      O normal teria sido um impeachment, no ano passado ainda, ele já fez mais do que o suficiente.

      1. Cá entre nós: o maior problema não está só no salnorabo. Está no Congresso mesmo.

        Boa parte do chamado “centrão” é feito por políticos do “toma-lá-dá-cá” – geralmente compram votos ou geram “currais eleitorais” em suas bases de origem, onde antes eles eram deputados estaduais, prefeitos ou vereadores (ou seguiram a carreira como “escadinha” – vereador, prefeito, deputado estadual, depois federal e/ou senador).

        Salnorabo é meio desta linha – e ele vem deste centrão, apesar da postura dele. Ele sabe onde está se metendo e se não tem impeachtment até hoje, das duas uma: ou o centrão sabe o que pode acontecer com eles também (pois não duvido de que o salnorabo vire um “homem-bomba” da política brasileira e ao ser impichado, o mesmo revele muitos podres de todas as alçadas de poder) ou no final o centrão não tá nem aí pois ano que vem é ano eleitoral e eles sabem que é só ir lá com o dinheiro desviado das emendas, comprar por R$ 100,00 cada voto (ou até menos) e continuar a vidinha de político, mesmo sendo xingado. Afinal, no carro blindado, eles não vão poder escutar o povão xingando eles ou tacando pedra.

        1. O problema é o Bolsonaro sim. Um “centrão” controlado não faz isso o que está fazendo. Temer/Bolsonaro a prática da política liberal de reformas – reforma trabalhista, reforma da previdência e agora a reforma tributária; sem falar na PEC do teto de gastos – que foi pensada para ser executada em 3 anos, no máximo (porque não ganha eleição e gera uma “carga social” muito grande no médio prazo). Essas reformas geraram e vão gerar (aliadas com privatizações de serviços essenciais) um buraco no serviço público e no acesso das pessoas de baixa renda. Isso não é “criado” pelo centrão, ou até é, mas quem coloca o plano de votação na câmara é o executivo (ministros como o Paulo Guedes, por exemplo) e quem articular é o executivo.

          Outra coisa, o apagão do serviço estatal brasileiro é um projeto executado pela ala liberal do governo desde o governo Temer e que se aprofundou agora (novamente, são atos do poder executivo). Orçamento que prevê cortes sistemáticos de verbas em saúde, pesquisa e educação são obras do Bolsonaro + Paulo Guedes; problemas de desmatamento com grileiros, queimadas, matança de indígenas e tráfico de animais e plantas são obra do executivo também (no caso, do Ricardo Sales, com aval do Bolsonaro e do Paulo Guedes, claro).

          É claro que o legislativo tem sua parcela grande de culpa, principalmente nas bancadas temáticas (boi, bala e bíblia), mas como diz o próprio presidente Bolsonaro: ele que tem a caneta.

          E o Bolsonaro não toma impeachment porque não tem pressão social (nas ruas) e isso não gera votos na câmara. Bom lembrar que o PSL tem uma bancada grande o NOVO e o PSDB são extremamente fiéis ao Bolsonaro. Via de regra, teriam votos apenas da centro-esquerda + esquerda (PT, PCdoB, PSB, PSOL e alguns do PDT). A bancada evangélica é grande e unida ao redor dele pela causa de costumes, por exemplo. O agronegócio, com a “boiada” passando, nunca esteve tão bem. As empresas de armas estão vendendo muito mais e de modo muito mais fácil. E o setor militar ganhou muitas vantagens (seja a GM, PM ou FA).

          Então, o Bolsonaro não cai porque ele está fazendo exatamente o que ele deve fazer (pra quem colocou ele lá). A agenda FIESP segue, mesmo em meio à uma pandemia. As FA ganharam muito em 2 anos de governo, o setor de desmatamento e soja tá de vento em popa e as igrejas nunca estiveram com tanto poder e fiéis.

          Quem tem dinheiro tá feliz com ele.

          1. novamente:

            o maior problema não está SÓ no salnorabo. SÓ NELE. E você já descreveu.

            A pressão social não se deu pois o que teve de compra de voto nos últimos tempos, além da tolerância esperada por gearheads, caminhoneiros, abusadores no poder e etc… também domina.

            Fora obviamente a questão tanto da “lavagem cerebral” feita desde 2013 (a famigerada “jornada de junho”) quanto da falta da esquerda em ter educado bem politicamente a população quando teve a possibilidade.

            Salnorabo precisa cair. DEVE CAIR. Mas estamos com a mesma sintonia de opinião: para cair, tudo ao redor deveria cair junto, mas não cai pois um depende do outro para cair.
            (Eu amo este cartum, diga-se de passagem)
            http://www.willtirando.com.br/dilema-do-ainda-nao-prisioneiro/

  1. Vocês não acham que já passou da hora da indústria adotar *mesmo* o padrão USB-C?
    Longe de mim defender a Apple, mas a cada novo produto deles saem as mesmas reclamações sobre a falta de portas, por mais que o USB-C contemple todas as conectividades possíveis (tem alguma que não?). O primeiro PC com USB-C (o próprio Macbook) foi lançado em 2015, há quase 6 anos. Foi tempo suficiente para o restante das fabricantes de PCs e periféricos se organizarem e mudarem os padrões também. Mas ninguém se mexeu, todos os PCs continuam saindo com portas normais. É quase ridículo termos essa tecnologia mais rápida e versátil há anos e não usarmos completamente.

    1. Mas não tá indo bem? Não é incomum notebooks e PCs virem com ao menos 1 porta C.
      Além do mais ainda há muito periférico com USB tradicional e essas portas serão vitais nos próximos anos.
      USB-C tá indo… Sei que até a Mercedez Benz já adota por padrão em seus veículos.
      Eu penso que ela deveria ser mais usada em gadgets, mas não sei quais os custos de licenciamento.

  2. cara o jogo o crusader kings 2 no steam que ficou de graça para sempre, fui jogar tentei jogar com tutorial no yt e guias, tentei aprender apenas jogando, mas é complexo com muita informação que lhe sobrecarrega e lhe afasta qnd vc é novato começando no ck2. é horrível.

    estou pensando obter crusader kings 3, disseram que melhoraram mta coisas, ficou mais fácil para novatos só que mta gente falaram que falta conteúdo no ck3 (talvez sejam os dlcs ¬¬ a empresa sempre vende dlcs aos montes.)

  3. Cabify encerrará operações no Brasil
    Curioso, nem lembrava mais deles.

    1. nem conhecia só conheço 99 e uber (aliás usava para nos transportar em algum lugar qnd era preciso mas após ler os artigos sobre apps que maltratam os empregados de uber e 99 parei de usar porém para ser honesto só uso uber eats mas uso raramente qnd não tenho tempo para fazer lanche ou quero lanche tentarei pagar com gorjeta para o entregador se for possível.

    2. Eu devo ter sido uma das poucas clientes no Brasil, então; costumava usar muito nas minhas viagens ao Rio de Janeiro e São Paulo junto com a EasyTaxi. Fico triste com a saída, era um serviço do qual gostava bastante.

      1. Eu usava bastante em Porto Alegre porque, normalmente, os carros eram bem melhores. O preço, ao menos aqui, era coisa R$2 a mais, no máximo. Como eu usava raramente, mesmo antes da pandemia, valia muito a pena.

        Mas eu enxergo muito o motivo da saída. Em Gravataí, RM de POA onde a minha família ainda mora, nunca teve Cabify por exemplo.

        1. Que estranho. Gravataí é grudada em POA.
          Se bem que a gente do interior tem uma noção diferente de distância. Pra mim longe começa nos 150km. Hehe

          1. E é bem colada – ainda que tenha Cachoeirinha no meio das duas cidades – mas você não conseguiria pegar um Cabify em Gravataí. Era possível pegar um motorista no sentido POA -> GTI, mas não o oposto. Aliás, não sei se além das grandes (POA, Caxias, Pelotas e Santa Maria) a Cabify operava em alguma outra cidade. Na RM de POA não operava (Alvorada, Gravataí, Viamão, Cachoeirinha, Canoas; e esticando, Sapucaia, Esteio, Campo Bom, Taquara, Rolante e Novo Hamburgo) em nenhuma cidade, pelo que eu me lembre, ao passo que tanto a Uber como a 99 atuam desde sempre.

    3. Meu irmão trabalhou por um tempo sob este aplicativo. Aparentemente remunerava melhor que o Uber e de quebra tinha alguma segurança também.

  4. Oi! Depois de muitos anos, talvez décadas, usarei novamente um teclado padrão US deixando o ABNT2. Estou com muitas dores ao digitar e tive q apelar a um ergonômico q não “contempla” o nosso lindo idioma. Tem uma forma fácil de usar esses teclados com padrão US?

    1. Penso muito em comprar um teclado mais ergonômico pra mim e a ausência do ABNT me deixa um pouco com o pé atrás também…

      1. pois é… acho q vale o o gasto. eu sentia muitas dores no pulso usando mouses normais. qdo passei pro ergonômico as dores sumiram quase q totalmente. só sinto dores se ficar muitas horas trabalhando e tendo q clicar muitas vezes repetidamente em curtos intervalos de tempo, coisa q raramente acontece.

        qto ao teclado, a falta do abnt2, pra mim, vai ser sentida… espero me acostumar, mas acho q valerá o esforço, pq as dores atrapalham muito. e como escrevo bastante… tem sido bem chato. vou tentar um logitech ERGO K860. ele é bem diferentão… veremos se me adapto a ele e ao padrão US.

        1. Eu sou bem cético quanto a essas tecnologias “ergonômicas” de digitar e apontar (mouses), até porque o ergonômico mesmo é não digitar ou sentar na frente de um PC. O corpo humano não evoluiu para digitar, escrever etc. E não vai mais, já que a evolução biológica do ser humano parou no tempo, com o advento da evolução cultural.

          Hoje as limitações biológicas não ensejam mais a morte do menos adaptado, favorecendo a perpetuação daquele que consegue digitar melhor em qualquer teclado, enfim, to viajando.

          Não quero afirmar que sua compra é inútil, muito menos a sua busca por um teclado melhor, até porque esses materiais ergonômicos fazem parte dessa evolução cultural, que é a de suprir as limitações da humanidade com equipamentos que nos permitam ir além de nossas limitações.

          Até acho que o mais importante é trabalhar menos e fazer pausas. Infelizmente sei que essa não é a realidade de 99% das pessoas.

          1. A indústria tira proveito (cobrando mais caro do que deveria, inclusive) mesmo, de um modo geral, desse lado mais marketing que produtos ergonômicos têm, mas, pelo menos no mouse que uso, que é ergonômico, ele funciona. Sentia muitas dores no pulso e tentei várias opções antes de finalmente poder trabalhar sem uma ortese o dia todo. Hoje ela só é necessária se a carga de trabalho for muito grande. E, claro, não é o ideal ficar trabalhando muito e ferrando o corpo com isso. Mas eu gosto de escrever e é para o meu projeto pessoal, então não considero trabalho. É também é algo que envolve ativismo e todo o sacrifício pessoal que fizer nesse aspecto ainda será insuficiente na causa que escolhi.

        2. Vou responder por aqui porque deu o limite de replies.

          Por curiosidade, qual o seu mouse? Felizmente ainda não tenho nenhum problema em questão, mas é bom ter referências.

          E, como comentei, infelizmente se dar ao luxo de trabalhar menos é para poucos, comentei apenas como questão ideal, num mundo utópico. Mas não é nossa realidade.

          O que me deixa cético quanto a isso é justamente o que você citou, acaba virando uma industria e, no fim, quantos equipamentos ergonômicos são de fato ergonômicos? Aí fica até difícil pro consumidor saber o que de fato funciona, antes de gastar uns cascalhos no equipamento.

          1. Eu acho que o maior problema não é nem ser uma indústria – tudo vira indústria + marketing dentro do capitalismo – e sim o preço proibitivo desses equipamentos. Na pandemia a minha mãe, com 62 anos, se viu obrigada a trabalhar de casa. Isso exigiu dela uma série de gastos (que o governo obviamente não ajudou em nada) como teclado e mouse pro notebook dela, um suporte e um iluminador pro celular (para as chamadas com alunos), uma cadeira melhor e uma mesa mais ampla. Nenhum desses equipamentos é possível de ser comprado com o salário de uma professora da rede pública do RS.

            Um teclado ergonômico? R$1000, por baixo. Um mouse vertical? R$700.

            Parece que assim como a privacidade, pobres não tem direito a ergonomia. As vezes eu fico pensando se não era mais fácil simplesmente morrer aos 35 anos sem ter que passar a vida toda penando numa sociedade dessas … mas divago.

          2. O Paulo já deu a real aqui embaixo, mas estava pensando justamente nisso e reforço o q ele diz. Se não fosse o auxílio da firma, não teria tanta grana assim disponível pra comprar um teclado de 700 reias. O preço é alto demais e deriva, em parte, disso: de ser um produto ergonômico, portanto, fora do ordinário e justificável um preço mais alto já q é para poucos, qdo deveria ser justamente o oposto. Mas é a nossa realidade infeliz de acreditar q aquilo q é bom é exclusivo, limitado etc.. O resto q lute.

            O mouse q eu uso é um Mx Master 2s. Eu usava um da Microsoft antes, o sculpt, e ele tinha um formato diferente tb, mas com materiais ruins q o fizeram desgastar rápido. Ambas empresas, MS e Logitech, parecem ter uma pesquisa séria na área e conseguem entregar produtos q me parece ergonômicos, mas ambas cobram caro. O primeiro mouse da MS q tive foi importado, não vendia aqui, o sculpt tb demorou muito pra chegar e tive q importá-lo tb.

            Como uso computadores praticamente dos os dias desde 1996… seria difícil sair ileso, daí as dores aparece quase q de imediato qdo uso um mouse comum. E agora o teclado. Enqto estou respondendo esse seu comentário, com uma resposta que nem é muito longa, já estou sentindo algumas dores…

            Uma colega de trabalho, mais jovem, pediu dicas pra mim de mouse e e eu recomentei o M720 Triathlon. Ela usou e me disse q achou confortável e q não sente mais dores… Ela não tinha comentado q sentia dores, mas é isso… esses aparelhos “normais” não são feitos pro uso intenso q a gente faz deles, não. Todos vão, em alguma medida e em algum momento, passar algum perrengue pela falta de ergonomia das coisas.

            O touchpad do notebook, por exemplo, eu não consigo usar por muito tempo que já me causa dores.

            Ainda bem que o facebook está avançando com aqueles projetos com aparelhos que leem a nossa mente. Assim esse problema da ergonomia vai acabar – junto com o da privacidade, q deixando de existir, deixará de ser um problema tb.

    2. É só… usá-lo. Comece decorando os atalhos diferentes, usados para acentuação, e apenas use-o. Com o tempo, você pega o jeito. Eu uso teclado com layout US há seis anos, sem susto. A adaptação foi bem rápida, aliás.

      1. vou até calçar um nike qdo eu for tirar o teclado da caixa!

    3. Creio que existe (ou você pode fazer) adesivos para identificar os atalhos no teclado, com isso “transformando” o layout US-Int em ABNT / ABNT 2

      1. Fiz isso uma vez com um teclado Microsoft, excelente, mas cuja serigrafia das teclas já havia sumido há muito tempo. Depois que tive o trabalho de fazer e cortar etiquetas é que descobri que existem esses adesivos prontos.

        1. Cara, o nome daquela cartela com uma renca de letras que a gente transferia uma a uma em algo era “decalque”, né?

          Tava pensando se ainda existe isso.

          1. Era sim! Já usei muito aquilo em painel de projeto de eletrônica quando eu era criança. Tinha as letras e números e tinha uma versão para placa de circuito impresso, com ilhas e trilhas.

            Mas, pelo que me lembro, era só em preto…

          2. haha! fazia uns trabalhos de escola usando decalque. bons tempos.
            e aquelas réguas com letras do alfabeto já pronta tb. tudo antes dos pcs e as impressoras ficarem acessíveis.

          3. Achei aqui!

            No Brasil ainda fazem e na verdade a marca de produtos que falamos se chama “LetraFácil” – https://www.letraset.com.br/ (Faz até o circuito eletrônico como citado. E tem branco também!!! E tem para teclado também!!!

            No exterior, o nome é Letraset (ou DECAdry ) Achei a wikipedia tanto a href=”https://en.wikipedia.org/wiki/Letraset”>da fabricante quanto do produto em si. (Nós chamamos de decalque, mas pode ser chamado de transfer à seco.)

      2. quando digito não preciso olhar para o teclado, então acho que não vai ser um problema. a questão vai ser o costume mesmo com o formato escolhido (a ana deu as referências possíveis). só não consigo ditar como todos os dedos. mas acho que agora terei que tentar mais isso. tb não sei se os adesivos resistiram ao desgaste… pior q gosto bastante desse teclado que eu tenho aqui, apesar dele ter um perfil alto e ser meio durão. mas gosto mais dos teclados de membrana, de perfil baixo e o mais silenciosos possíveis. esse q eu tenho aqui, além de tudo, me obriga a fazer muita força pra digitar…

    4. Dois layouts de teclado que eu recomendo e já usei:
      * English (US, international, with dead keys)
      * English (US, international, with AltGr keys)
      Um modelo que já me recomendaram mas nunca tive tempo de testar:
      *EurKey https://eurkey.steffen.bruentjen.eu/layout.html

      O que muda?
      * Você faz os caracteres especiais que precisa com outra combinação de teclas.
      * Dead key significa tecla que aguarda o acionamento de outra tecla para encerrar a operaçãoo. No primeiro layout que citei, ‘ e ” viram dead keys para acentos (você precisa acionar ‘ + letra e logo em seguida para produzir é), enquanto no segundo layout, ‘ e ” são aspas simples e duplas no acionamento a não ser que você pressione também o AltGr. ç é produzido com AltGr + , e assim em diante.

      1. Errata, o segundo layout se chama English (international, with AltGr dead keys) no Fedora. O nome é semelhante no Windows. Não sei como é no macOS.

        1. Acabei de descobrir que isso tem nome pra isso =D

          O meu “magic” keyboard não é ABNT2 e eu sempre usei essa configuração. Na época dos seres antigos (1999) eu usava um teclado da MS que era ergonômico e também não era ABNt2. Tenho ampla experiência nisso hahaha

        2. No Mac OS, é o teclado “US – International” mesmo, tem o “Brazilian – Pro” que não percebi diferença…mas funciona nesse esquema de dead keys.

          No Linux, eu uso “English (US, international, with dead keys)”, mas ao menos no Pop_OS! eu preciso usar um arquivo .XCompose para ” ‘ + c” vira cedilha e não um c com acento agudo.

          Desse jeito, fica igual nos três sistemas para mim.

      2. opa! vou tentar essas possibilidades, assim vejo com qual me adapto melhor. esse formato EurKey parece bem interessante. obrigado pelas dicas :)

  5. Perdão em fazer dois comentários quase seguidos, mas eu tava me devendo em fazer este aqui de recomendação.

    Tenho uma amiga chamada Cristiana, que fez um romance / fantasia chamado “Nerlian” (Admito que não li). Acompanho o trabalho dela (em fotos) de vez em quando e vi que ela começou a fazer um fantoche bem bacana baseado em um dos personagens de seu romance. E o resultado do trabalho que ela fez divulgou hoje. E meu, é sensacional como ficou. Gostaria de convidar vocês para conferir os trabalhos dela.

    * Aviso que os links vão respectivamente para a Amazon (não referenciado ao MdU, pois não sei como fazer isso) e Instagram.

  6. Lendo a newsletter do Manual, percebi que o Ghedin comenta que desligar o Bluetooth do celular para economizar bateria é bobagem. Ele até linkou uma matéria, bem interessante, aqui do Manual sobre isso.

    Então venho aqui perguntar: vocês deixam bluetooth, wi-fi, GPS, 4G/3G sempre ligados?

    Eu costumo deixar somente o GPS sempre ligado, o restante só deixo ativado quando estou realmente usando aquela funcionalidade. Confesso que faço isso por uma (falsa?) impressão que faz diferença no consumo de bateria.

    Qual opinião de vocês sobre esse assunto?

    1. Se não fosse o fato que acabo sempre com celulares usados e com bateria de carga não muito alta (em média 2000 mAh), eu deixaria o GPS sempre ligado pois “medo de bandido roubar” (já ajudou uma vez a recuperar um tablet).

      Fora isso, costumo desligar tudo que não uso (Bluetooth, eventualmente wi-fi quando me lembro de fazer isso, ou dados móveis quando em casa), diminuo o brilho até onde consigo enxergar bem, deixo tema escuro, tela de fundo escura e vou tentando usar de forma que não consuma toda a bateria durante o “horário comercial” (hoje tirei da tomada umas 9h30, a carga chegou a 3% às 18h30).

      É meio que uma ginástica para isso. E a ideia era tentar comprar um celular com bateria maior (Moto E4 tinha 4000 mAh.), mas bem, perdi de vista quando venderam…

      1. Pois é, meu caso é parecido com o teu. Meu celular tinha 3010 mAh originalmente, mas atualmente tá com uns 2500 ou menos.

        Como minha situação financeira não permite comprar um celular com bateria maior, tô pensando em trocar a bateria comprando uma no Aliexpress.

    2. Acredito que isso fosse um problema nos telefones mais antigos, onde não existia um gerenciamento eficiente dessas antenas. As próprias baterias dos telefones já permitem carga em qualquer tempo, acredito que também pra que o usuário utilize o aparelho sempre com todas as funcionalidades disponíveis ligadas.
      A sugestão é: sempre que possível, deixe os dispositivos com bateria cheia.

    3. Deixo tudo ligado. Quando lembro de desligar a localização eu desligo, mas geralmente uso e acabo deixando ligado.
      E nunca fiz o teste de duração de bateria.

    4. Seis anos (!) depois, sigo deixando tudo ligado. Não tem diferença alguma no consumo da bateria e as situações convenientes em que ter esses recursos agiliza as coisas, como ao abrir um app que depende da geolocalização ou ligar a caixinha Bluetooth, só aumentaram desde então.

    5. Eu tinha um Moto X 1, de 2013, até julho de 2017, quando comprei um Moto Z2 Play até abril de 2019 quando troquei por um Iphone 8, todos eles peguei 0km. No Moto X e no Moto Z2 eu não deixava o Bluetooth habilitado por padrão, mas o Wifi, 3G/4G etc. sim. Com o Iphone 8 deixo tudo habilitado. Como o Moto Z2 play tinha uma bateria maior, claro que ele durava mais. Mas a bateria do MOto X e do Iphone são de capacidades semelhantes, e não sinto diferenças perceptíveis no desempenho por causa do bluetooth. No fim mesmo que faça alguma diferença, seria pouca, não compensando quando você quisesse usar algo que dependesse da funcionalidade e precisaria ligar, às vezes tendo que fazer alguns procedimentos a mais.

    6. Costumo deixar tudo ligado. A vantagem em poder só usar é muito maior.
      Tenho um S9 e ele ainda tem outras funções que funcionam com a TV e deixo ligado também.
      O Wi-Fi existe uma configuração que ele liga e desliga quando encontra/sai do alcance de redes conhecidas. Você nem precisa se preocupar com ele e quando vai numa rede nova iria nas configurações e liga se estiver desligado. E algo que ajuda muito.

  7. O copiador das redes sociais que se chama Mark Zuckerberg copiou descaradamente o Google no Facebook.

    1. Explica melhor que boiei agora. O Facebook gerou um buscador tão eficientequanto o Google?

      1. Vou tentar explicar: não tem aquela animação no nome Google? Então agora o Facebook tem isso também no nome dele e vi isso acontecer no app não sei como está em outros lugares

        1. Ah, o “Doodle”.

          Mas isso até o Baidu já copiou deles. E antes disso havia sites que mexiam no logo em homenagem a algo. Mas o Google, obviamente, aprimorou isso.

      2. Essa conversa me fez lembrar algo que eu li um tempo atrás, que o Facebook era um tipo de deep web porque tudo que era publicado ali se perdia, vc não conseguia encontrar uma informação se não tivesse o link da página dentro do fb. Faz tempo que não uso Facebook, então aproveito o espaço para perguntar se lá continua assim ou está melhor… (e licença por me intrometer na conversa)

        1. Aqui é aberto, não esquenta com licenças.

          Não é que “facebook é uma deep web”. O ponto da indexação é como comunidades e o próprio algorítmo tratam os dados.

          O único uso que tenho para o Facebook hoje é o marketplace e uma ou outra comunidade que acompanho as informações. Raramente busco algo dentro do próprio facebook, mas noto que a busca não dá “resultados óbvios” como o google. tem que garimpar para achar as vezes o que precisa.

  8. Eu quero assinar o plano pago do Tutanota, porém só aceita em Euros, e não tenho cartão de crédito internacional. Como proceder?

    1. Acho que quem lida com este tipo de coisa – tipo o James Pond por exemplo – pode explicar melhor.

      Mas chuto que o interessante seria fazer uma conta em algum sistema que permita conversão de valores (por um preço bom).

      Aí você abastece este sistema de conversão com o valor que você quer e paga por ele. Que eu me lembre acho que o PayPal e MoneyWise/TransferWise permitem isso.

    2. @Lee há muito anos existem os cartões pré-pagos internacionais para quem não possui renda suficiente ou não tem como comprovar. Algumas opções para pesquisar:
      * Acessocard
      * Pagseguro
      * Recargapay
      * Mercadopago
      * Ebanx Go (cartão virtual )
      * Paypal (cartão virtual)

      Se você pode comprovar renda também pode tentar cartões internacionais convencionais que pedem renda a partir de R$ 800,00 (Ourocard Internacional do Banco do Brasil) ou um pouco mais.
      São sujeitos a analise, mas não custa tentar. Por exemplo, tem o do banco Inter e até o do Nubank que é meio chato para conseguir.

      Boa sorte!

      1. Eu já vinha analisando esses cartões pré pagos há um tempo. Acho interessante a proposta, vou pesquisar melhor o caso. Obrigado :)

  9. Aviso para quem compra em lojinhas no varejo: muita coisa encareceu no atacado, por isso nem adianta reclamar.

    Itens de atacado que estavam $ 1, hoje estão 2 ( e obviamente, dobra no varejo).

    Acabei de vir da região do Brás e 25 de março (quase lotados) e pegar umas coisas na região.

  10. E aí ghedin, como está o bruxismo?
    O meu foi resolvendo a medida que tratei a minha ansiedade.

    1. A placa miorrelaxante, de silicone, amenizou bem as dores no maxilar. Ela não é tão boa como a de acrílico, mas enquanto não puder ir à dentista, quebra o galho.

      Não dá para eu dizer que estou relaxado nesses últimos anos, mas já estive bem mais e mesmo assim rangia os dentes ao dormir. Não sei se o meu caso é de ansiedade, sabe? Seria ótimo dispensar essas placas, acho um saco ter que colocá-la antes de dormir e levar a caixinha para todo lugar, mas… fazer o quê?

      1. Se você sente que tem ansiedade, procure um psicólogo. Melhor coisa.

      2. Meu bruxismo noturno diminuiu bastante depois de fazer cirurgia para corrigir o desvio de septo que eu tinha.

  11. Vcs já viram essa hype minimalista que assola a internet?
    Vc encontra: carro minimalista, celular minimalista (que na verdade é um vídeo mostrando um smartphone com poucos apps), refeição minimalista, feira minimalista, roupa minimalista.
    * Em relação ao carro minimalista, alguns vendem o mesmo e compram uma bicicleta (que sempre aparece ao fundo no vídeo).
    * O Iphone SE virou o queridinho dos minimalistas. Então fico me perguntando: todos nós éramos minimalistas e não sabíamos?
    * Todos esses minimalistas usam o Notion para se “organizar”.

    Fui pesquisar a fundo a situação e descobri que a maioria dos que se dizem minimalistas não passam de essencialistas.

    Gostaria de saber a opinião de vcs sobre tudo isso e se vcs tentam adotar alguma dessas coisas em suas vidas.

      1. Ghedin, acabei de ler e gostei muito do post.
        Vc já tinha percebido mais coisas a respeito de como estão colocando o minimalismo em prática.
        Prefiro não citar nomes, mas depois que escrevi o primeiro comentário, encontrei o canal de um brasileiro “minimalista” que se enquadra em quase todas essas criticas/observações.

    1. Há uns anos atrás, me vi na eterna busca pela produtividade em apps e técnicas. Parecia um vício. Sentia sempre aquela sensação gostosa de novidade que aos poucos morria e o ciclo continuava.

      Já faz um tempo que acompanho “the minimalists” e sinto que recentemente começaram a mudar a visão (ou eu mesmo alterei e agora percebo isso, freud explica) em direção à autopercepção.
      Publicaram um texto esses dias chamado “Changing Your Life Won’t Change Your Life” em que criticam essa onda de mudança de hábitos como melhoramento pessoal; não adianta “mudar” por fora se não mudar por dentro. Este trecho explica de forma bonita o texto inteiro.

      “Once you are sufficiently exasperated by the status quo,
      once the suffering associated with not changing is intolerable,
      once the cost of your current state is no longer acceptable,
      you will experience a quantum shift in understanding,
      and change will be simple.”

    2. Durante a pandêmia e com o fim de um negócio (restaurante) minha esposa passou a cozinha bastante em casa e prega a “cozinha minimalista”. Pra gente não mudou muito mais coisa, mas a idéia dela e apresentar a outras pessoas que dá pra comer bem sem precisar encher a cozinha de trecos e coisa e coisa e tal. Nos nos consideramos minimalistas porque estamos meio quebrados mesmo com o fim do negócio dela :D. Temos um só carro, as crianças (quando estavam presencial) estudavam relativamente perto de casa, durante a pandemia nos livramos de muita coisa que não usavamos e tentamos consertar tudo que ainda possa ter uso (Estou aprendendo eletrônica consertando os brinquedos das crianças). Enfim, acho que nos consideramos um minimalismo mais prático do que filosófico, hehehehe

    3. Concordo demais com o Ghedin, é irônico como isso virou exatamente o que prega contra: um mercado de produtos em tons pastéis ou cinzas e esses canais com pegada de coach.

      Não consigo ver substância para tanta produção de conteúdo. Acredito que no espaço das artes/arquitetura/design seja um movimento relevante, mas essa “filosofia” que está sendo vendida, me parece muito raso. Vou admitir que gosto dessa estética sim, mas até desktop sem ícones ser melhor para minha vida…

    4. Cara, são ridículos. Eu já me prestei para ver alguns vídeos e sofri de vergonha alheia. O negócio virou um negócio, literalmente. Eu não consigo entender um curso para minimalismo. Se quer um curso, olha para o teu cachorro. Está ali um grande exemplo de ser minimalista.

    5. Com o perdão da expressão, acho uma bosta. Não tem muito o que comentar, além de dizer que o texto que o Ghedin postou em seu blog é basicamente o que penso. Na verdade o minimalismo surge como um movimento artístico/estético, aí um bando de desocupados pegou isso e transformou em uma seita/estilo de vida.

      Quer ser minimalista vai ser morador de rua, cazzo.

    6. Realmente a parte de design/artes do minimalismo, gosto bastante.
      Vida minimalista, como muitos pregam hoje, a mim também parece como somente mais um produto.
      Vejo pessoas pregando “alimentação minimalista”, comprando só alimento de má qualidade no mercado, tendo renda pra comprar melhores alimentos.
      Como citaram, o minimalismo elite, de iPhone, MacBook e 50 peças de roupa (que somadas custam muito mais de US$10.000) é pra poucos.

      A concepção básica, como citou o Ghedin, tbm me parece interessante. Vc não precisa de muito de tudo pra ser feliz, não tem q trocar toda hora de celular, computador (e atualmente até de relacionamento) pra ser feliz, você pode realizar manutenção nos seus equipamentos e deve avaliar bem suas compras.

      Mas isso é meio q ideia básica de vida mais consciente.

      Conheço algumas pessoas que são “minimalistas de verdade”: até pouco tempo se perguntassem, elas sequer sabiam o que é isso. Essas pessoas costumam usar roupas básicas sem se preocupar se são as da moda ou da marca famosa de 300R$. Compram um celular bom e usam “até acabar”, não fica caçando novos lançamentos (nem novas soluções, pra resolver problemas q elas não tem).
      Um desses amigos é o exemplo de “alimentação minimalista” raiz. 70% da sua alimentação vem da feira, com o que tem na época, come carne, frango, carne de porco e ovo. Ai vc pergunta qual carne, ele fala “é carne ué?!”
      A “preocupação dele” é uma casa confortável, fácil de limpar (sem enfeites excessivos), uma cadeira confortável pra gente conversar umas horas e possibilidade pra viajar sempre q possível.

      Acho bem interessante pq esse jeito de agir e de viver é genuíno, o acompanhar desde jovem.

      O que me espanta é em plena pandemia e com tantos problemas econômicos, um tantão de pessoas gastando 20 mil reais pra trocar sua decoração pra coisas minimalistas pra economizar dinheiro. Aí um tantão de gente passando fome, mas não doa nada pra quem precisa :/

  12. Nesta semana finalmente me livrei do Google Calendar. Estou usando Evolution (para Linux), que tem uma ótima integração Gnome Shell. Estou fazendo backups locais para evitar que eu perca meus futuros compromissos caso o computador dê algum problema. Enfim, para isso tive que abrir mão da sincronização da agenda com o celular, mas por enquanto isso não está fazendo falta.

    1. Não lhe ocorre usar outro serviço em nuvem, para ter a sincronia? Eu uso o Fastmail, e ele sincroniza com os apps de e-mail, calendário e contatos — na real, nunca nem vejo a interface do Fastmail mesmo.

      1. Olá! O que contei acima foi a única das coisas que testei que funcionou para que eu possa ver e fazer backup dos meus compromissos a partir da barra superior do Gnome Shell, sem usar a sincronização do Google. Vou tentar descobrir se é possível usar o Fastmail ou o Tutanota para fazer isso. Enfim, obrigado pela dica!

    2. Acho que o Google Calendar é um dos serviços do Google mais fáceis de largar. Hoje uso o aplicativo de calendário do Simple Apps que eu vi aqui no Manual, mas como não marco muitos eventos, nem sinto falta da sincronização.

    3. eu invejo, sou “obrigado” a utilizar a suíte do google por conta do trabalho, mas tentei minimizar ao máximo. Não uso os apps no celular (prefiro nem ver email no celular, pra falar a verdade) e no desktop uso o thunderbird tanto quanto o possível. Para sincronização de eventos entre o celular e o que está por obrigação no google eu uso o davx5. Para a sincronização de email e compromissos pessoais eu uso o Thunderbird com o calendário da minha instância de nextcloud. Funciona bem.

    4. Ah, eu adoro o Google Calendar.
      Porém meus usos para ele são quase de lazer: anotar o calendário de jogos do meu time de futebol e dos times de vôlei e basquete da cidade, que sempre acompanho, e minha agenda de aniversários. Os compromissos profissionais anoto mais numa agenda de papel. (No pré-2020, anotava voos e hospedagem em viagensd e férias por ali também, uma vez que se integrava com o booking e com os sites das aéreas.)

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