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Ubuntu 21.04 resolve um grande transtorno: arrastar e soltar ícones na área de trabalho

A Canonical liberou nesta quinta (22) o Ubuntu 21.04. A nova versão da distro Linux traz poucas mudanças. As principais são a adoção do servidor gráfico Wayland como padrão e uma nova extensão do Gnome Shell que permite arrastar e soltar ícones na área de trabalho — por padrão, o Gnome não permite ícones na área de trabalho. O download é gratuito. Via OMG! Ubuntu (em inglês).

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12 comentários

  1. Refletindo sobre uma das “grandes novidades” da nova versão: arrastar e soltar ícones na área de trabalho. Sei que não foi a intenção, mas muitos podem pensar nisso como um desmerecimento em relação ao lançamento.

    Não acho nem justo comparar um Ubuntu ou qualquer distribuição Linux com um MacOS ou mesmo Windows.

    Utilizei o Linux ocasionalmente desde a época do Conectiva (sim, estou ficando velho), e é incrível ver a evolução das distros mais populares. Não é algo trivial manter um sistema operacional que pode ser instalado em uma infinidade de dispositivos.

    Aqui em casa mesmo, troquei o Windows pelo Ubuntu em um laptop de 7 anos de uso e ele está com a performance muito boa.

    Resumindo, basta ter as expectativas alinhadas e não fazer comparações injustas que a sua experiência com Linux pode ser muito positiva.

      1. Nenhuma vantagem.
        O debian é cheio de bugs.
        Por isso quase todas as distros se baseiam no ubuntu e não diretamente no debian, pois o ubuntu faz um rio de correções.

        1. Eu tenho muita curiosidade em usar o Debian. Vendo de fora (nunca usei), parece como se fosse uma folha em branco: uma distro Linux sem muita coisa em cima, para você configurar do jeito que achar melhor. É muito difícil partir do Debian recém-instalado para algo usável?

          1. O que eu acho que mais se encaixa em ser uma “folha em branco” é o Arch Linux, mas nunca o usei muito.

            Na minha experiência, as únicas diferenças consideráveis que notei entre o Debian e o Ubuntu é que o Debian só traz pacotes de código aberto e a maioria dos pacotes está em versões bem mais antigas do que as do Ubuntu. Acho que a ideia do Debian é fornecer um sistema totalmente de código aberto e que seja bem estável. O Ubuntu não se importa muito em disponibilizar software proprietário. Apesar, disso o Pop!_OS me parece ser mais amigável e “pronto para uso”.

            Atualmente, tenho usado o Fedora e para mim a experiência tem sido muito mais fluida e com menos bugs do que a com o Ubuntu. Além disso, o Fedora traz um GNOME Shell “puro”; não gosto muito das customizações que o Ubuntu fez no GNOME. Mas aí já é questão de gosto mesmo, hehehe.

          2. “É muito difícil partir do Debian recém-instalado para algo usável?”
            Pode ser que sim e pode ser que não, dependendo do seu nível no linux.
            Eu já tive dificuldade com o debian, hoje nem tanto. Só com drivers antigos de hardwares novos que ainda batia cabeça (esse é um dos problemas do debian).
            Mas é tudo mais fácil no ubuntu e derivados.
            De qualquer forma, recomendo vc testar e ver com os próprios olhos.
            Ao adentrar nesse mundo linux, talvez vc passe pela famigerada “distro hopping”. E isso é normal até certo ponto.

          3. Instalei o Debian com o Gnome 3 em uma máquina virtual. Achei parecido com o macOS, mas já me enrolei no terminal — tentei usar o apt-get, mas quando fui fazer o sudo o sistema disse que meu usuário não estava no “arquivo sudoers” (?).

          4. Neste caso, Rodrigo, é necessário instalar o “sudo” e habilitar seu usuário para ter os super poderes do “root”. Existem zilhões de maneiras, segue abaixo a mais simples:

            1) estando como root no terminal digite: “apt install sudo” sem aspas

            2) após instalado, faça com o que seu usuário seja habilitado no grupo sudoers digitando: echo “seunomedeusuario ALL=(ALL:ALL) ALL” >> /etc/sudoers (neste caso use as aspas duplas)

            3) reinicie e sistema e ao retornar poderá usar o sudo normalmente.

            Existem algumas maneiras de instalar o Debian e que facilitam deixar o usuário comum com super poderes. Sempre instalo usando a opção “expert”, a qual permite além de instalar e deixar o sistema mais “redondo”, optar também pelo sudo.

            Por fim, o Debian é fantástico! Um baita sistema. Não é por acaso que ele sirva de base para inúmeras outras distribuições. O que talvez incomode os usuários, em especial os mais hard, é o fato de a versão estável do sistema sempre usar pacotes mais antigos, não que isso seja ruim, pelo contrário, é esse o diferencial do sistema. A possibilidade de crashes é bem menor do que sistemas que usam pacotes mais novos. A equipe de desenvolvedores do Debian prezam muito por esta estabilidade. Para os que não gostam de versões mais antigas, da pra usar a versão “testing” e a “unstable”. A primeira é bastante estável e serve por exemplo como base do Ubuntu e seus derivados. Já a segunda é mais utilizada por aqueles que não se preocupam em viver na corda bamba.

          5. Eu não diria que é difícil. A questão é o tempo que tu em pra dedicar a isso.
            Já usei o Debian para fins de Desktop mas acho que justamente o fato de ele ser preterido a outras opções como Ubuntu, etc é em relação a essa parte que já bem “pronta” como coisas que podem ser consideradas triviais como a parte do comando sudo que você colocou.
            Mas, digamos que, depois de tudo alinhado, o Debian é bem estável.

            Uma coisa que acho interessante (porque para mim é algo completamente irrelevante) é a importância que as pessoas atribuem ao uso da área de trabalho.

            Eu gosto dela limpa. Sem ícones nem nada. Ao interromper meu fluxo de trabalho minimizo todas janelas e gosto de ver justamente a imagem da área de trabalho sem “poluições”, para o “manejo” emprego as pastas e espaços próprios do gerenciador de arquivos.

      2. Pois é, pensei o mesmo. Uso Debian, Ubuntu, Fedora e agora o Pop OS. Em alguns aspectos, os que derivam do Debian apresentam grandes diferenciais mas não deixam de ser Debian. Acho essa discussão de essa distro é melhor que a outra, além de infantil é desnecessária, afinal, tudo é Linux. É essa diversidade que faz uma grande diferença. Tá chato isso.

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