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O que me chamou a atenção no evento da Apple — novos iMac, iPad Pro, Apple TV 4K e AirTags

A Apple anunciou um punhado de novos produtos nesta terça (20), vários deles já esperados graças à máquina de rumores que existe em torno da empresa. Vimos as AirTags, o único produto realmente novo, e atualizações do iMac, iPad Pro e Apple TV 4K. Alguns destaques no calor do momento, ou o que me chamou a atenção:

  • O chip M1 se espalhou pela linha de produtos: está no reformulado iMac e (surpresa!) no iPad Pro.
  • O iMac chega em sete cores. A versão prata/sem cor foi pouco citada e esteve ausente em várias fotos e tomadas dos vídeos de divulgação.
  • O iMac perdeu muitas portas. A versão de entrada só tem duas USB-C 4/Thunderbolt e a conexão Ethernet na fonte é opcional. (Isso não foi citado no evento, que focou na intermediária, que traz duas USB-C 3 extras.) É a “macbookização” dos desktops da Apple.
  • O iMac traz “a melhor webcam que já colocamos em um Mac”, segundo a Apple. Convenhamos, não era muito difícil.
  • Touch ID no teclado, que a exemplo dos outros acessórios, também ficou multicolorido.
  • O iPad Pro de 12,9 polegadas vem com a aguardada tela de Mini-LED. Isso, sim, é um avanço interessante.
  • O Apple TV 4K agora usa o chip A12 e ganhou um controle remoto reformulado, que traz de volta a clickwheel (sem vidro que quebra fácil) e joga o botão da Siri para a lateral, igual nos celulares.
  • Tudo muito dentro do esperado e, ainda assim, muito bacana, mas estamos falando de objetos para poucos, pois caríssimos. Uma AirTag, acessório para “localizar” objetos perdidos, custa R$ 369. O iPad Pro começa em R$ 10,8 mil. O iMac, perto dos R$ 20 mil. Veja os preços.

18 comentários

  1. Eu quero demais esse iMac. Eu quero muito esse iMac. Eu não vou conseguir comprar esse iMac. ?

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    1. Achei bem simpático, mas parece que o pessoal não curtiu muito. Pessoal no caso, comentário do Reddit haha

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      1. Eu curti o design, apesar de não ser o público alvo de um iMac e ter zero interesse nele.

        Só me incomodou essa fobia de portas da Apple. Num MacBook, que é feito pra ser algo portátil e leve, até dá pra fazer certa ginástica mental pra defender. Mas pra que tirar as portas e perder alguns mm e mg em um desktop que vai ficar fixo numa mesa?

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        1. Só me incomodou essa fobia de portas da Apple. Num MacBook, que é feito pra ser algo portátil e leve, até dá pra fazer certa ginástica mental pra defender. Mas pra que tirar as portas e perder alguns mm e mg em um desktop que vai ficar fixo numa mesa?

          É institucional mesmo a fobia, a história do primeiro iMac teve isso. A lógica padrão é colocar o máximo de portas possível, para não perder compatibilidade e consequentemente vendas.

          Jobs voltou e não queria adicionar coisa legada no iMac, tirou porta serial, paralela e principalmente o disquete. Preferiu apostar na USB. Foi bem arriscado, era o primeiro produto dele e a Apple era uma empresa quase irrelevante na época.

          Deu muito certo na época e facilitou o caminho posterior, algumas (muitas?) vezes exageram e precisam voltar atrás. Mas para eles é vantajoso puxar esses movimentos, AirPods que o diga.

          A ideia desse iMac parece ser bem algo para usuário casual, até pelas cores, acho que nem vai ser o caos que foi nos MacBooks.

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        2. Complementando o Arruda, imagino que a Apple queira que pessoas que precisam de mais portas comprem um hub. O mercado Apple (creio que no US /Europa) é voltado a usuários comuns, mesmo com o preço nas alturas. Não é que nem o mercado BRBR, que mesmo um equipamento básico da Apple é um preço de um Celta 2009 .

          E ainda a Apple tem sorte (ou azar) de no BR tem um mercado de usados aqui, dado que é notório o quanto de iPhones 5/6 e superiores ainda giram por aí.

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      2. Se fosse pra seguir a vontade do Reddit, o iMac seria um monitor 5k 240hz com um gabinete com lateral de vidro cheio de leds RGB e watercooler e teclado mecânico e mouse. Tudo ligado com belísimos cabos.

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    2. Uma vez eu ganhei um Apple iMac de primeira geração, só que não consegui faze-lo funcionar. Pensei até em fazer um mod, mas deixei quieto e acabei vendendo barato (só compensou o preço de eu levar para quem comprou…)

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  2. Além da Apple, existe algo que impeça rodar um Mac OS ou virtualizar outros sistemas operacionais nesse iPad pro?

    Imagino as possibilidades e portabilidade de um dispositivo desse tamanho e com o grande poder de processamento do m1.

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    1. Já é possível no MacOS ARM, acredito que seria trivial tecnicamente portar para o iPad OS, mas certamente a Apple não quer deixar brechas para pessoas instalarem apps de fora da App Store…ainda mais agora com processo sobre eles.

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    2. Eu gosto muito do macOS, mais que do iPadOS, mas… sei lá, não acho que ele seria muita vantagem no corpo do iPad. A interface não é otimizada para toques, os botões são pequenos (para dedos) e tal. Com iPad e Macs cada vez mais parecidos (os Mac com chip M1 rodam apps do iPadOS!!), o sistema operacional deve ser o único diferenciador mesmo das duas linhas.

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    3. Acho que é questão de tempo até alguém conseguir instalar o macOS nesse iPad Pro.

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  3. O que me chamou a atenção no evento da Apple? Os preços.

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    1. Mas os preços chamarem a atenção já é de praxe na Apple.

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    2. Eu sempre fico pensando “puxa como seria bom ter um produto Apple, só pra saber se é essas maravilhas todas” mas o preço me afasta com força.

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  4. A fonte externa do iMac foi algo… estranho. Eles não colocaram a fonte dentro da carcaça porque? Não é possível que fosse adicionar mais do que uns milímetros de grossura. E esse cabo de energia / internet proprietário também: mais um cabo padrão perdido.

    Dá pra entender que o sistema é todo voltado pra produtividade (que a Apple especifica, não qualquer produtividade), mas chega a ser cômico a parte de falarem do Apple Arcade no computador como se fosse uma grande coisa.

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    1. Uma fonte de energia é um dos principais itens que mais pode ser problemático em um pc.

      Uma fonte interna geraria um custo a mais de manutenção, além da dificuldade: sabemos que a maioria dos equipamentos hoje fabricados não usam nem mais parafusos ou são encaixados com travas plásticas, mas sim colados.

      E pelo visto, a fonte é uma padrão USB-C (ou Thunderbolt), o que facilita na hora da troca por um novo em caso de queima. Conte isso como ponto positivo.

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    2. Cara, eu vejo como um ponto positivo. Uma fonte de calor a menos dentro da máquina.
      E o cabo ethernet não é um cabo ethernet comum? A única diferença é que, ao invés de estar ligado diretamente no computador ele vai estar ligado num outro acessório que liga no computador.

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  5. O que nunca surpreende na Apple são os valores cobrados aqui no Brasil. Mesmo sabendo do “custo Brasil” e o dólar nas alturas.
    Em 22/05/2017 comprei meu primeiro e talvez único Mac mini até o momento. Instalei um SSD de 480GB e está voando. Para o que uso, por enquanto está bom.
    Já para um upgrade no laptop provavelmente será um notebook com linux. Tenho testado algumas distribuições e sinceramente estou curtindo.
    Para substituir meu Samsung Galaxy Tab S3, o meu tão sonhado iPad Air 4 256GB, que está por apenas R$ 8.699 na loja da Apple fica cada dia mais diante… o.O

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