4 dicas para ter mais privacidade no WhatsApp

De um simples app de mensagens via internet que substitui o SMS, o WhatsApp transformou-se, em lugares como o Brasil, na principal ferramenta de comunicação de muita gente. A popularidade trouxe de carona excessos e abusos, situações que, segundo esta reportagem da Folha, podem gerar ansiedade nos mais jovens e pressão em funcionários abordados por seus chefes fora do horário de trabalho.

Não existe fórmula mágica, mas algumas medidas podem amenizar os estragos do WhatsApp para quem o aplicativo se tornou uma fonte de problemas. Abaixo, algumas dicas para reforçar a privacidade no app e recuperar o controle no seu uso.

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Não foi (só) por causa de Bolsonaro que o WhatsApp limitou o encaminhamento de mensagens

Nesta sexta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro disse em uma live que a limitação a cinco destinatários do encaminhamento de mensagens do WhatsApp seria uma tentativa de censurá-lo. “Uma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp”, alegou, justificando que “há censura em cima disso. Temos que lutar contra isso”. Ele também reclamou da diminuição de seu alcance no Facebook.

É importante retrocedermos um pouco para evitar mal entendidos e acabarmos com o temor de Bolsonaro de que teria sido ele o responsável pela mudança nas regras do WhatsApp. Em parte, talvez sim: suspeita-se que sua campanha tenha usado e/ou se beneficiado de impulsionamentos ilegais de mensagens no WhatsApp, o que teria colaborado para a sua eleição à Presidência. (Pesa sobre o PT a mesma suspeita, obviamente com desfecho diferente.) Só que o mundo é maior que o Brasil e outras situações pretéritas tiveram mais impacto na decisão do Facebook/WhatsApp.

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Ficar bem informado sem depender de redes sociais e do WhatsApp é possível. Veja como

Alguém pergunta como se informar por outras fontes que não sejam o Facebook. No Twitter, viraliza uma mensagem de um guru da extrema-direita perguntando se você “já cancelou sua assinatura na grande mídia”. (Sem surpresa, o nome do usuário contém um sapo e o endereço da rede social Gab.) Nunca tivemos tanto acesso à informação, o que por um lado é ótimo. Por outro, a avalanche de notícias, reportagens, mensagens no WhatsApp e posts em redes sociais vem com muito entulho no meio: boatos, informações não verificadas, erros intencionais cometidos para confundir e desunir.

Soa a chover no molhado um guia que apresente alternativas de informação a quem está condicionado a consegui-la apenas via feed do Facebook, timeline do Twitter e/ou grupos do WhatsApp. Elas sempre estiveram ali e continuam a existir: jornais, revistas, publicações sérias. Só que, às vezes, é preciso dizer o óbvio. Para reforçar, relembrar.

Não é só possível informar-se sem depender das redes sociais. É preferível que nos informemos por meios que têm algo a perder com erros e imprecisões, como os jornais, e que tenham motivações minimamente claras. Por mais que o seu amigo que sabe a verdade que a Globo não mostra insista que o Diário do Zapzap é onde está a informação confiável, isso está longe de ser verdade.

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Como falar com alguém no WhatsApp sem adicionar o número

Não é raro se ver em situações em que parece que o WhatsApp é o único meio de comunicação que existe. No comércio, entre profissionais liberais e ao fazer contato com novas pessoas, o aplicativo é quase sempre invocado e já ocupa o espaço que, em outros tempos, era destinado ao velho telefone ou ao e-mail.

Só que nem sempre os contatos estabelecidos pelo WhatsApp são duradouros, ou seja, em muitos cenários, não é desejável adicionar o número das pessoas na agenda de contatos apenas para uma conversa rápida. Pense em um negócio que você esteja fechando no Mercado Livre ou OLX, por exemplo. Felizmente, existe uma maneira de fazer esse contato sem encher a sua agenda com números de estranhos.

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O que o Telegram tem que o WhatsApp não tem?

Talvez você já tenha sido intimado por um amigo ou colega a baixar o Telegram em seu smartphone. Os fãs — alguns, praticamente evangelizadores — do aplicativo russo costumam ser insistentes no trabalho de conversão de usuários do WhatsApp ao deus, digo, rival Telegram. Segundo eles, o Telegram é muito melhor que o WhatsApp. Será?

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WhatsApp excluirá backup de conversas no Android, mas não se preocupe com isso

Você já deve ter lido em algum lugar que, em smartphones Android, o WhatsApp excluirá o backup das conversas salvo no Google Drive no dia 12 de novembro. É verdade, mas isso está longe de ser motivo de preocupação exceto em casos muito específicos. (mais…)

Apps da Semana #1: Como o WhatsApp combate a desinformação sem mexer em sua criptografia

Nota do editor: toda semana, o Manual do Usuário fará um registro dos novos apps lançados dignos de atenção e das grandes atualizações dos mais populares. É uma maneira direta e fácil de saber o que acontece com os apps que você usa todo dia ou pode querer instalar em seu smartphone.


Quando o WhatsApp adotou a criptografia de ponta a ponta, é bem provável que ninguém lá dentro imaginasse que, alguns anos mais tarde, essa medida dificultaria muito o combate ao maior problema já enfrentado pelo aplicativo: o combate à disseminação de boatos e conteúdo de ódio. (mais…)

Quais dados o WhatsApp guarda dos usuários e como solicitar os seus

Por força do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) da União Europeia, diversos aplicativos e serviços tiveram que mudar políticas de privacidade e disponibilizar os dados que mantêm dos usuários acessíveis a eles. Além de subir a idade mínima dos usuários para 16 anos na Europa, o WhatsApp também liberou uma ferramenta de download de dados — e, felizmente, ela está disponível no mundo todo. (mais…)

Se a política de privacidade de um app é ruim para a União Europeia, ela é ruim para você também

No próximo dia 25, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) entra em vigor na União Europeia. Trata-se de uma nova legislação que enrijece os deveres das empresas que coletam dados pessoas. É por isso que você tem recebido um punhado de notificações e e-mails avisando de mudanças nas políticas de privacidade de apps e sites. E é pelo mesmo motivo que o Unroll.me deixará de operar na Europa, segundo o TechCrunch.

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O fim do feed de notícias

por Benedict Evans

Quando me casei, minha futura esposa e eu tínhamos certeza de que faríamos uma cerimônia pequena e tranquila — nada dessas festas gigantescas e extravagantes com centenas de pessoas! Convidaríamos apenas familiares e amigos próximos. Então, fizemos uma lista de “familiares e amigos próximos” e… constatamos por que as pessoas convidam 100 ou 200 pessoas para seus casamentos. Você conhece muito mais pessoas do que imagina. (mais…)

Como evitar que o seu WhatsApp seja clonado

O WhatsApp é um aplicativo bastante democrático. É usado pela maioria dos brasileiros, dos mais humildes até a classe política. Por isso, chama a atenção a onda de golpes que políticos estão sofrendo. A boa notícia é que é possível mitigar esse problema. (mais…)

A Via Varejo, empresa dona das marcas Casas Bahia, Extra e Pontofrio, anunciou na semana passada que está participando dos testes da versão do WhatsApp para grandes empresas, ao lado do Itaú e da KLM.

Não confundir com o WhatsApp Business, que se destina a pequenas e médias empresas. Trata-se de outra solução, que prevê uma escala de atendimento muito maior. No período de testes da Via Varejo, iniciado em 15 de dezembro último e com previsão de término para o primeiro trimestre de 2018, a empresa trabalha com 110 mil clientes. Ao lançar o novo canal de forma oficial, o número deve aumentar substancialmente.

Para lidar com todo esse volume, a empresa conta com apenas 20 funcionários humanos, auxiliados por chatbots. Essa informação chamou a minha atenção: até hoje, o WhatsApp não tinha qualquer tipo de suporte a inteligência artificial e/ou chatbots.

Por e-mail, a assessoria da Via Varejo confirmou que, sim, está usando a nova tecnologia, e que “o WhatsApp está acompanhando de perto todo esse processo e retorno dos nossos clientes e não fizeram nenhum impeditivo para o uso de chatbot”.

Não fazia sentido o uso de inteligência artificial quando o WhatsApp era apenas para comunicação entre pessoas. Na mesma medida, faz total sentido a implementação deles em empresas que lidam com milhares de requisições e clientes simultaneamente. De outra forma, a operação seria inviável.

A assessoria da Via Varejo também disse que o recurso “está sendo desenvolvido em parceria com empresas especialistas em implantação de BOT e NLP”, o que confirma algumas suspeitas levantadas pelo Mobile Time — de que haverá uma API para que terceiros integrem ferramentas à plataforma do WhatsApp e que os chatbots conseguirão ler mensagens em linguagem natural, talvez para não aumentar a complexidade das interações.

Até hoje, a presença de chatbots era um grande diferenciador do Facebook Messenger em relação ao WhatsApp. Ambos são da mesma empresa.

Uma olhada no WhatsApp Business

O WhatsApp Business está entre nós. Embora o restaurante do seu bairro ou o médico da família talvez ainda não tenham adotado a novidade, é bem provável que eles já usem o WhatsApp convencional para lembrá-lo de horários de consulta ou tomar o seu pedido de uma pizza. O Manual do Usuário deu uma olhada no WhatsApp Business e traz boas notícias: a “conversão” é bem fácil e o app em si, embora nada muito diferente, oferece algumas vantagens interessantes.

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Há muitas similaridades entre Brasil e Índia quando o assunto são hábitos em tecnologia. Um deles é a preferência pelo WhatsApp. Outra, o modo de uso do app.

Segundo o Wall Street Journal, o Google desenvolveu um algoritmo com base em inteligência artificial e um grande banco de imagens para usar no app Files Go a fim de detectar e apagar automaticamente as famosas mensagens de “bom dia”. Segundo a empresa, elas contribuem para a escassez de espaço nas memória dos celulares indianos.

Em entrevista ao jornal, Josh Woodward, gerente de produtos do Google, disse que “Tentamos desconstruir o que é o DNA de uma boa mensagem de ‘bom dia’ por meses. Deu muito trabalho para acertarmos”.

Uma pesquisa da Western Digital apontou que cerca de 33% dos smartphones em uso na Índia ficam sem espaço de memória diariamente. Nos Estados Unidos, esse percentual cai para 10%. Na Índia, smartphones com 8 GB de memória — consequentemente, muito baratos — são muito populares, o que motivou o Google a investir na criação de uma variante adaptada a hardware fraco do Android, chamada Android Go, e uma suíte de apps “Go”, mais leves e com menos recursos.

O Files Go está disponível no Brasil também. Para dicas de como lidar com a falta de memória no smartphone, dê uma lida nesta matéria.

Notícia atualizada em 5/2/2019 com um link patrocinado do EmotionCard.

Mais um trimestre se passou e, outra vez, o Facebook bateu recordes de receita. O lucro da empresa foi de US$ 3,5 bilhões, aumento de 177% em relação ao mesmo período do ano passado. Embora num ritmo menor, a base de usuários da rede continua crescendo; hoje, está em 1,86 bilhão de pessoas.

Em paralelo, nos últimos dias o Facebook anunciou diversas iniciativas em todos os seus apps para impulsionar o uso delas pelas pessoas: (mais…)