Perfis comerciais que usam o WhatsApp Business agora podem oferecer o recurso de carrinho de compras, direto no app. (Veja em vídeo.) Com isso, o WhatsApp verticaliza um uso muito comum e que, até então, era suprido por terceiros, como o Goomer, que entrevistei para esta matéria. O WhatsApp/Facebook tem a faca e o queijo na mão, ou seja, um público enorme, já acostumado a fazer compras pelo WhatsApp informalmente. Só falta o óleo da engrenagem: seu sistema de pagamento próprio, que continua empacado no Brasil após ter sido barrado pelo Banco Central. Via WhatsApp.

O WhatsApp baniu 1.004 contas que estavam fazendo envio em massa nas eleições municipais a partir de denúncias feitas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou 31% das contas válidas denunciadas. Segundo a empresa, 63% das contas banidas já haviam sido excluídas automaticamente. Via TSE.

Xícaras de café, bichos e orações

por Laura Castanho

Há cerca de três anos, Walter Vitti, de Mogi das Cruzes (SP), começou a receber mensagens de dois amigos pela manhã. Eles não se conheciam, mas tinham o hábito — assim como Walter — de acordar muito cedo, entre as cinco e seis horas.

Walter, 60, criou gosto pelas imagens de bom dia que recebia dos amigos e criou um esquema para respondê-las: “Eu sempre esperava um me mandar, pegava a mensagem e mandava para o outro”, explica. Assim, ele jamais repetiria a mesma mensagem e acumularia, organicamente, um arquivo de imagens que poderia servi-lo no futuro.

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O WhatsApp agora permite que conversas individuais e em grupos sejam temporárias: após sete dias, elas somem automaticamente. O recurso é bem mais simples que as implementações de outros apps (Signal, Telegram), e talvez seja uma boa, para evitar confusão. Existem várias exceções à exclusão automática, como encaminhamentos a outras conversas e arquivos de mídia salvos na memória, então é uma boa ler a breve documentação oficial. Via WhatsApp.

A nova tela de opções detalhadas de armazenamento do WhatsApp condiz com o papel protagonista que o app tem na vida de muita gente. Ela traz filtros para apagar arquivos grandes e muito compartilhados, e uma representação visual do tanto de espaço que as conversas e anexos ocupam na memória do celular. Fica nas opções, dentro de Uso de dados e armazenamento. Via @WhatsApp/Twitter.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp divulgaram os primeiros resultados da parceria feita para combater a desinformação no app nas eleições municipais. Entre 27 de setembro e 26 de outubro, o WhatsApp recebeu 1.037 denúncias no canal criado para este fim. Descartadas as duplicadas e com erros, sobraram 720 denúncias válidas; desse universo, 256 contas de WhatsApp foram banidas — 80% delas, segundo o WhatsApp, foram proativas, ou seja, feitas automaticamente pelos sistemas de prevenção de abusos da plataforma. Via TSE.

Já está aparecendo aqui no lugar da opção de um ano, que sumiu. Sempre fascinante quando liberam um recurso que escancara o quanto seu produto pode ser indesejado e/ou inconveniente. Via @WhatsApp/Twitter.

O Facebook anunciou três novidades para o WhatsApp Business, a versão para empresas que querem fazer negócios dentro da plataforma: 1) Compras sem sair do app; 2) Serviços de hospedagem do próprio Facebook, o que permitirá que as empresas tenham vários terminais com acesso à mesma conta do Business; e 3) Passará a cobrar por alguns serviços das empresas que usam o Business (alguns tipos de mensagens já são cobrados; isso será expandido).

São mudanças que transformam o WhatsApp Business em uma solução completa, verticalizada e escalável de comércio online. (Neste vídeo promocional dá para ver toda a jornada do cliente, incluindo o checkout.)

Também chama a atenção, e esta talvez seja a grande história enterrada neste anúncio, que as conversas com empresas que terceirizam a operação da API do WhatsApp Business não são criptografadas de ponta a ponta. Não sei se isso é novidade; pessoalmente, não sabia. E em breve, quando o próprio Facebook estiver disponível como um desses operadores terceirizados, “as empresas [que adotarem os serviços do Facebook] poderão usar as conversas para fins de marketing, o que inclui fazer publicidade no Facebook”.

As novidades estarão disponíveis nos próximos meses. Via WhatsApp, TechCrunch.

Aquele golpe da clonagem do WhatsApp mudou. Se antes os criminosos se apropriavam do número do celular da vítima para se passarem por ela e extorquir terceiros, agora nem isso: eles estão simplesmente criando novas contas no WhatsApp se passando pela vítima e, com o apoio de bancos de dados pessoais, entram em contato com pessoas próximas a ela com a desculpa de que “trocou de número” para pedir transferências de dinheiro.

A mudança de estratégia tem outra vantagem ao criminoso, que é não alertar a vítima. No esquema antigo, quando o número do celular passava do seu celular ao do criminoso, telefone e internet móvel deixavam de funcionar no celular original. No novo (que, semanticamente, está mais próximo de uma “clonagem”), a vítima não fica sabendo até ser tarde demais, afinal seu número não é usado no golpe.

O novo esquema já foi alvo de duas operações da Polícia Civil de Goiás, em setembro e outubro. A Kaspersky, que deu o alerta, orienta: “Caso você receba alguma mensagem, sempre desconfie. Entre em contato com a pessoa que está pedindo dinheiro por telefone (ligação). Além de confirmar a autentificada da mensagem, você ainda alerta a pessoa sobre o golpe”.

Todas as 23 figurinhas de WhatsApp do TSE contra um fundo branco.

A espera chegou ao fim: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) finalmente liberou as figurinhas de WhatsApp para as eleições municipais de 2020. Baixe-as aqui. Via TSE.

É possível uma corrida eleitoral limpa na internet (incluindo o WhatsApp)?

A propaganda eleitoral em 2020 começou no último dia 27 de setembro. Neste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou parcerias com as plataformas digitais e aplicará novas regras na tentativa de combater um dos grandes desafios contemporâneos: a desinformação potencializada pela internet.

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O manual de eleição digital para o fascista moderno chegar ao poder

por Guilherme Felitti


Ouviu o Tecnocracia e veio aqui em busca dos links citados?


Poucas semanas antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2018, um dos candidatos, Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), anunciou que havia registrado seu plano de governo em uma blockchain, a tecnologia por trás do bitcoin. No site da campanha, já fora do ar, mas ainda disponível na Wayback Machine, o comunicado oficial explicava que o registro na blockchain era uma forma de garantir que as propostas, “constantemente modificadas para a manipulação de eleitores”, chegariam a eles na íntegra. Eleitores em dúvida sobre as “teorias criadas pela rede de desinformação do candidato opositor” poderiam, em tese, conferir se era mentira ou não.

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Pagamentos pelo WhatsApp: O que esperar?

De surpresa, o Facebook escolheu o Brasil para lançar seu sistema de carteira digital dentro do WhatsApp na última segunda-feira (15). Por ser o aplicativo mais popular do país, usado por praticamente todas as pessoas que têm um celular, é natural que a notícia tenha causado comoção. Se à primeira vista pode parecer que será mais um passeio do Facebook na dominação de um segmento de mercado, uma olhada mais atenta revela sinais de que, desta vez, talvez não será tão fácil assim.

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Na guerra fria entre restaurantes e iFood, o WhatsApp come pelas beiradas

Em 1955, o mineiro Juscelino Kubitschek foi eleito presidente do Brasil. Seu governo (1956–1961) foi marcado por um slogan, “cinquenta anos em cinco”, que acelerou a industrialização do país e tirou do papel Brasília, a nova capital federal encravada no Planalto Central.

O programa desenvolvimentista de JK tem sido lembrado nos últimos meses como alusão ao processo de digitalização, igualmente célere, a que muitos pequenos negócios tiveram que se submeter para não quebrarem no enfrentamento da pandemia de COVID-19. Quando o coronavírus transformou a proximidade física em uma ameaça à vida, a importância da internet para os negócios cresceu enormemente, antecipando um movimento que muitos acreditavam que seria gradual e ainda levaria alguns anos para se consolidar.

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Quarentena do coronavírus será prova de fogo para grupos de WhatsApp

Após os estragos causados pelo impeachment de Dilma Rousseff (2016) e as últimas eleições presidenciais (2018), grupos de WhatsApp do Brasil inteiro estão prestes a passar por mais uma prova de fogo: a quarentena provocada pelo SARS-CoV-2, o novo coronavírus. É como se nós, sobreviventes ainda se recuperando dos estragos de duas grandes guerras (de informação), estivéssemos prestes a enfrentar um poderoso furacão. Mas, apesar do tempo fechado, alguns raios de Sol despontam no horizonte.

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