O que significam os emojis na lista de amigos do Snapchat?

Os mais observadores repararam que uma atualização recente do Snapchat, para Android e iPhone, trouxe emojis ao lado dos nomes de alguns contatos. O que eles significam?

Antes, o app exibia uma lista de “melhores amigos” na lista de contatos. Um toque em qualquer um relevava o Top 3 daquela pessoa. Era uma crítica recorrente — como um app que preza a comunicação privada expunha os usuários de tal forma? A mecânica incongruente felizmente foi abandonada em prol de uma mais reservada, baseada em emojis, os populares emoticons japoneses disponíveis nos sistemas móveis.

Talvez o único problema desta novidade tenha sido a comunicação. O Snapchat só explicou do que tratam os novos emojis em seu canal no Discover, a parte do app com histórias de parceiros editoriais. Nem no blog oficial consta qualquer informação a respeito disso. Para quem, como eu, só abriu o Discover no lançamento, ver emojis ao lado de alguns nomes dos meus amigos gerou confusão e dúvidas. Felizmente, o Manual do Usuário está aqui para explicar! (mais…)

O melhor lifehack para a sua produtividade? Dormir

“Produtividade” é algo que todos buscamos. Executar mais tarefas com mais facilidade – quem pode não querer isso? Na busca pela otimização quase sempre recorremos a incrementos: se eu passar a fazer isso, produzirei mais; se comprar esse equipamento, trabalharei com mais conforto. Mas e se o contrário se apresentar como um caminho? E se, para produzir melhor, você precise produzir menos?

Uma coisa que nunca entendi é a ideia de madrugar em cima de um projeto. Ou estudando. Entendo a glamourização do ato, como quando Tim Cook escreveu no Twitter ter dormido um pouco mais que o habitual para um grande dia, até as… 4h30 da manhã. De fato, dormir pouco faz com que pareçamos mais importantes e reforça a ideia de trabalho duro, mas não é sinônimo de produzir melhor. Com frequência, troca-se qualidade por quantidade, o que não é interessante em muitas áreas.

Quando minhas pálpebras ganham vida própria, o foco passa a se perder com facilidade e para continuar é preciso recorrer a líquidos baseados em cafeína, algo está errado. Eu estou no lugar errado. Deveria estar em uma cama, não trabalhando. (mais…)

O novo app Kiwi quer convidar seus amigos do Facebook. Não faça isso

Este é mais um post que será útil por uma semana e, depois, cairá no esquecimento junto com o app que aborda — foi assim com o MomentCam, Secret, Rooms e alguns outros. Desta vez o app em questão se chama Kiwi e está disponível para Android e iPhone.

Você talvez até já tenha recebido um convite no Facebook, de algum contato seu, para usar o Kiwi. Não se trata de uma variante saudável/natural de Candy Crush; o Kiwi é um app nos moldes do Ask.fm e Spring.me, ou seja, um lugar para fazer perguntas anônimas (ou não) e respondê-las.

A página oficial do app no Facebook começou a operar ontem, mas ele já está ganhando tração por conta da controversa mecânica de convites quase automáticos. O processo de cadastro é um campo minado nesse sentido. Logo depois de liberar o acesso do Kiwi aos seus dados no Facebook a fim de registrar-se, com a desculpa de que “é mais divertido com seus amigos” o Kiwi dá uma forçada nesse sentido. A primeira tela é esta:

Primeira tela de convites do Facebook no app Kiwi.

A interface é confusa. Não há um botão claro (em vermelho, um “X”, qualquer coisa do tipo) para pular essa etapa. O correto, pois, é o tique do canto superior direito. Um toque ali o leva à tela seguinte sem convidar ninguém, uma atitude que ajuda na construção da paz mundial e na manutenção de amizades.

Mas calma, ainda não acabou. Depois da tela acima, o Kiwi joga uma janela modal na tua cara com o mesmo pedido, apenas exibido de uma forma mais dramática:

Segunda tentativa de convidar todos os seus amigos do Facebook.

Que cara insistente! Aqui, pelo menos, a interação é óbvia, basta tocar em “Não” e você, enfim, chegará à tela principal do app.

O Kiwi parece ser bem simples, mas tem um visual legal. Talvez pegue, talvez não. Em qualquer dos casos, apenas não seja aquele que convida todo mundo para coisas esquisitas no Facebook.

Dr. Bactéria ensina como limpar a tela do seu celular

Nota do editor: Este artigo foi publicado muito antes da crise do coronavírus SARS-CoV-2, que se alastrou pelo mundo no começo de 2020 causando a doença COVID-19. As dicas abaixo são válidas para prevenir a contaminação do novo coronavírus pelo manejo de celulares e tablets. Estudos preliminares indicam que o SARS-CoV-2 pode sobreviver por dias no vidro usado nas telas desses aparelhos. E lembre-se: a medida mais importante nesse sentido é lavar sempre as mãos com água e sabão.

Eu já tinha terminado de conferir as novidades da LG e estava rodando os estandes da linha branca no enorme showroom montado pela fabricante. Entre as máquinas de lavar roupa e os aparelhos de ar condicionado, estava um senhor de jaleco falando animadamente com uma jornalista. Hey, é o Dr. Bactéria! (mais…)

Como assistir ao evento da Apple pelo Windows ou Android

Atualização (10/3): O evento abaixo já foi. Neste post reuni todos os anúncios feitos pela Apple de uma maneira bem simples e direta. Neste outro, listei quatro alternativas reais com Windows ao novo MacBook anunciado.

Assim que a Apple liberar o vídeo da apresentação, atualizarei o post com ele.


A Apple transmitirá o evento de daqui a pouco ao vivo, por streaming. Legal! Mas o link funcionará apenas no Safari do iOS e OS X, e na Apple TV. Quem usa Windows ou Android ficará de fora. Ou quase isso.

Para assistir à transmissão usando outros sistemas não-Apple, você precisa:

  • Instalar o VLC.
  • Abrir o app, entrar no menu Mídia e, em seguida, clicar em Abrir Fluxo de Rede.
  • No único campo disponível, cole o endereço abaixo e aperte o botão Reproduzir:

http://p.events-delivery.apple.com.edgesuite.net/1503ohibasdvoihbasfdv/m3u8/atv_mvp.m3u8

Este endereço é o que a Apple TV usa para estabelecer e transmitir o streaming. Ele não funcionará até o início do evento, então não adianta muito fazer esses passos por ora.

O evento da Apple começa às 14h (horário de Brasília).

via 9to5Mac.

Como fazer as pazes com o Chrome e sua gula por memória

Dia desses joguei no Twitter a seguinte pergunta: alguém aí tem problemas com consumo excessivo de RAM com o Chrome? Recebi uma enxurrada de respostas positivas e algumas generalizantes, do tipo “e quem não tem?” Pois bem, eu não tenho. Aparentemente sou uma rara exceção, então resolvi fazer uma viagem introspectiva a fim de descobrir o que me leva a ter uma relação tão harmoniosa com o navegador do Google.

Isto não é um guia de como forçar o navegador a economizar na RAM. Ele é sedento por memória e está tudo (mais ou menos) bem. É como eu digo há anos: memória foi feita para ser usada. Se temos computadores mais rápidos hoje, em parte é porque a memória principal deles está mais rápida e disponível em maiores quantidades. E como não se trata de um bem finito, deixe o Chrome, o Windows, o que quer que você estiver rodando se esbaldarem. Se a situação ficar insustentável, por ser uma memória volátil basta desligar e religar o computador e ela será zerada. Problema completamente resolvido. (mais…)

Veja (e cancele) todas as páginas que você já curtiu no Facebook

Quando você se cadastrou no Facebook? Se faz algum tempo, digamos… alguns anos, é bem provável que tenha acumulado muitos likes, diversas curtidas em páginas dos mais variados tipos. O sistema incentiva isso e, no fim, é uma forma fácil de construir a sua persona online — “veja a banda descolada que eu curto!”, “esse filme é mesmo muito bom” ou “eu uso esta marca”.

O problema com o curtir do Facebook é que ele não é transitório, diferentemente de nós, seres humanos. O que faz a minha cabeça hoje pode, daqui a algum tempo, não ter o mesmo peso. Em casos mais extremos, sequer figurar na lista das coisas que eu gosto ou de que já gostei e não tenho vergonha de declarar. Num momento estamos dando o máximo para expormos o nosso melhor lado a amigos, colegas e desconhecidos na Internet; rapidamente e sem aviso, mal sabemos que figura esse amontoado de curtidas virou — ainda que, dizem, o Facebook seja capaz de conhecer melhor a nossa personalidade do que outras pessoas. (mais…)

O que é esta estrela na barra de notificações do Android 5.0? Entenda o Modo Prioridade

Entre as muitas novidades do Android 5.0, uma das que mais me interessam é o Modo Prioridade. Trata-se de uma opção que, ativada, restringe aplicativos e pessoas que fazem o smartphone apitar. É como o Não Perturbe do iOS 6, mas mais flexível — e, por isso, complexo.

(mais…)

Como usar o WhatsApp no computador

Alguns padrões que emergem entre os usuários são difíceis de entender. Um deles, para mim, é o uso do WhatsApp como ferramenta de trabalho, principalmente em tarefas que exigem um PC como escrita ou produção de vídeos, ou para gerenciar grupos na faculdade. Quando me vejo na situação, ter que alternar entre o teclado físico do computador e o celular apenas para conversar com alguém da equipe acaba sendo algo extremamente contraproducente. O problema é que quase sempre sou voto vencido na sugestão de uma alternativa.

E não é que elas faltem. A abordagem como a do Telegram e do Slack, com aplicativos móveis e web/desktop, existe e é melhor nesse cenário. Afinal, tenho a comodidade do teclado físico do mesmo dispositivo onde desempenho o trabalho e, de quebra, a companhia do app móvel quando não estou na minha estação. Mas vai convencer o povo. É difícil :-) (mais…)

Como acompanhar os melhores links que seus amigos postam no Twitter

por J. P. Neto

O Twitter é incrível. Tudo o que está acontecendo está lá. Seus amigos, que usam o serviço, comentam diversas coisas e acabam mandando um punhado de links sobre os assuntos do momento. São muitos links de muitos amigos, o suficiente para se afogar neles. Como filtrar o que importa para ler depois? Com a ajuda de alguns apps — inclusive o do próprio Twitter! (mais…)

Como usar o melhor do Facebook em seu smartphone sem recorrer ao app principal

No final do ano passado o Facebook anunciou uma mudança na estratégia para dispositivos móveis. Em vez de concentrar todos as suas funções em um app, como vinha fazendo até então, a empresa passaria a desmembrar algumas mais importantes em apps independentes.

Isso realmente aconteceu e com o lançamento do Groups, hoje é possível usufruir dos bons serviços que o Facebook oferece sem depender do app principal. Além de jogar contra a sua produtividade com o Feed de notícias, esse app é bastante exigente no consumo de recursos e, não raro, a fonte de instabilidades e outras anomalias do smartphone — tanto que, recentemente, uma atualização prometendo diminuir em 50% a incidência de travamentos do app foi recebida com entusiasmo pelos usuários.

Os apps abaixo fazem mais do que dispensar o principal do Facebook. Eles são mais ágeis, livres de anúncios e, não raro, mais acessíveis. Tome por exemplo o Groups: em vez de navegar por três, até quatro níveis para encontrar um grupo específico no app principal do Facebook, aqui todos os grupos estão disponíveis de cara, a um toque de distância. (mais…)

João da Silva Luto? A política de nomes reais do Facebook pode impedi-lo de voltar a ser João da Silva

Exemplo de revolta usando o próprio nome no Facebook.

Prática herdada do Orkut e que provavelmente se originou nos nicks do MSN Messenger, usar o nome para refletir um estado ou sentimento ainda acontece hoje, no Facebook. O problema é que ela vai de encontro a uma das políticas mais rígidas da rede, a que força o uso de nomes verdadeiros. Como conciliar esse conflito de interesses?

Uma pesquisa por “luto” ou “guarani kaiowa” no Facebook retorna vários nomes, ou seja, as pessoas ainda fazem isso. Gente que perdeu alguém querido (ou as eleições…) ou se solidarizou tanto com o grupo indígena que, para explicitar seu posicionamento aos amigos, resolveu usar o próprio nome. O problema é que o Facebook é chato nesse sentido. Ele quer que você use o seu nome verdadeiro e não dá muito espaço para homenagens do tipo ou quaisquer outros desvios. (mais…)

O melhor sistema para organizar, recuperar e preservar fotos digitais

Existem algumas ações em que o digital não supera o analógico. Ver fotos, por exemplo: o ritual de tirar um álbum da estante e folhear páginas de fotos antigas, precariamente organizadas e nem sempre bem catalogadas, para muita gente é uma experiência que nem computadores, nem tablets conseguem igualar. Se nesse aspecto sensorial as fotos geradas por bits não superam as impressas em papel, há outros em que elas ganham. É desses que quero falar.

Faz dez anos que tiro fotos digitais e, salvo um ou outro acidente, ainda tenho praticamente todas comigo, a salvo. Expliquei aqui, mais ou menos, como as organizo, mas recapitulo para não te dar o trabalho de sair desta página: as fotos são arquivadas em pastas (ano) e subpastas (data – evento), às vezes recebem algum tratamento via Windows Galeria de Fotos, e… bem, e só.

É um sistema simplório, tanto quanto organizar fotos de papel em álbuns esparsos. Não é de hoje que quero incrementá-lo e, antes de colocar a mão na massa, resolvi pensar nos principais pontos desse trabalho, fazer um bom planejamento para extrair o que o digital oferece de melhor.

O que priorizar na organização? Como fazê-la da maneira mais rápida, fácil e permanente? Como blindar esse trabalho contra o futuro (leia-se software descontinuado, mudanças de sistema e outras mudanças técnicas)? Após alguma reflexão e pesquisa, cheguei às conclusões que, agora, compartilho com você. (mais…)

Google lança ferramenta gratuita para limpar o Chrome de barras e buscadores estranhos

Ferramenta de Remoção de Software do Google.

Você provavelmente já viu alguma instalação do Chrome com barras de ferramentas esquisitas ou que tem como página inicial um buscador obscuro. Esses desvios comportamentais são culpa de plugins que se infiltram no navegador através de instaladores “patrocinados” e outras táticas questionáveis.

Não chega a ser difícil limpar essa sujeira do Chrome na unha, mas ao usuário leigo, que nem sabe como contaminou seu navegador, é um desafio intransponível. Por isso a Ferramenta de Remoção de Software recém-lançada pelo Google é importante: com dois cliques, ela verifica e limpa o Chrome desses complementos que degradam a experiência.

Por ora só funciona com Windows e, por padrão, ela envia informações da limpeza ao Google a fim de melhorar a própria ferramenta (se não quiser, basta desmarcar a caixa de diálogo referente à função). Ah, e só atente ao final do processo: mesmo não encontrando nada suspeito, a ferramenta pergunta se você deseja redefinir o Chrome, apagando todas as suas informações como histórico, senhas salvas e outras da instalação local. Se está tudo bem, não tem motivo para fazer isso, certo?

Baixe-a aqui.

Este site explica e atribui notas aos termos de uso dos sites mais populares

Uma das maiores mentiras que a Internet criou é a confirmação de leitura e acordo dos termos de uso de sites e serviços online. Quase sempre é uma leitura longa e enfadonha, recheada de juridiquês, e que quase ninguém lê de fato.

Apesar do descaso, esse texto contém informações importantes. É ali que a empresa que oferece o serviço diz o que pode e o que não pode fazer com seus dados, como a venda deles a terceiros, e as garantias prometidas.

Para facilitar a nossa vida, o Terms of Service; Didn’t Read esmiúça termos de serviço e compila os destaques em uma listinha muito mais palatável, com um tom coloquial e indicadores do que é bom e do que não é. Cada site analisado ainda ganha uma nota, que vai de “E” (pior) a “A”, indicando os que têm as melhores propostas — leia-se as mais transparentes e que respeitam a privacidade do usuário.

O mais legal é que existe um plugin para navegadores que “traduz” os termos que já constam no sistema em tempo real, assim que você entra em um deles. Há versões para Chrome, Firefox, Safari e Opera, e uma para Internet Explorer já foi prometida.