Pix deveria ser exemplo para WhatsApp e outros apps de mensagens

O Pix é um sucesso incontestável. Lançado em outubro de 2020 (começou a valer mesmo para a população dois meses depois, em 16 de novembro), o sistema de pagamentos instantâneos do Brasil caiu nas graças da população com a mesmo velocidade com que viabiliza transferências de valores sem custo às pessoas.

O Banco Central (Bacen), verdadeiro “pai do Pix”, mantém uma página atualizada em seu site mostrando a evolução do Pix segundo várias métricas.

É uma visão impressionante:

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Não demorou um dia para que Meta e Apple agissem para derrubar o The OG App, aplicativo que promete(ia?) uma experiência mais calma no Instagram.

A Apple removeu o aplicativo da App Store, citando violações em suas diretrizes. O aplicativo acumulou 10 mil downloads no iOS antes de ser bloqueado.

a Meta, empresa dona do Instagram, excluiu os perfis pessoais no Facebook e Instagram dos fundadores e funcionários da Un1feed, a startup por trás do The OG App. Um porta-voz da empresa disse ao TechCrunch que “este aplicativo [The OG App] viola nossas políticas e estamos tomando as medidas apropriadas”. Via TechCrunch, @TheOGapp_/Twitter(2) (em inglês).

Os desenvolvedores Ansh Nanda e Hardik Patil lançaram o The OG App, um novo aplicativo para Android e iOS que lembra muito o Instagram de alguns anos atrás — sem Reels ou recomendações de perfis que a gente não segue.

A ideia é boa, e embora o The OG App use APIs oficiais do Instagram, algumas coisas funcionam meio na base da gambiarra, o que pode ensejar problemas.

A autenticação, por exemplo, usa métodos pouco ortodoxos que envolvem o login em regiões remotas usando sistemas Android, que os desenvolvedores destrincharam com engenharia reversa para fazer funcionar o The OG App.

Ansh e Hardik publicaram um fio no Twitter para esclarecer o modelo de autenticação. Para alguns, foi tarde demais — gente que teve o acesso ao Instagram bloqueado pela plataforma da Meta.

Vale lembrar, ainda, que outro aplicativo do tipo, o Barinsta (somente para Android), também sofria dos mesmos problemas e, pior, o desenvolvedor recebeu uma notificação extrajudicial da Meta exigindo o encerramento do aplicativo.

O The OG App tem versões para Android e iOS. No Brasil, apenas o aplicativo para Android aparece disponível. Use-o por sua conta e risco. Via TechCrunch (em inglês).

O Audacity 3.2 finalmente ganhou versão nativa para chips Apple (M1/M2). A grande novidade — para todas as plataformas — é o suporte a efeitos em tempo real, incluindo plugins VST3. Explicações em vídeo e documentação (em inglês). Via Audacity, OMG! Ubuntu! (em inglês).

Print da tela de boas-vindas do Pixelmator Pro 3.0 anunciando os novos templates.

Do nada, saiu o Pixelmator Pro 3.0 “Muse”, uma grande atualização que traz como destaque +200 templates e mockups prontos para serem usados e bem personalizáveis. Parece muito uma resposta à facilidade do Canva.

Para quem já tem o Pixelmator Pro (à venda exclusivamente pela Mac App Store por R$ 225), a atualização é gratuita. O Pixelmator é a antítese da Adobe: preço único, sem pegadinha, custo-benefício imbatível. Das coisas de que sentiria falta se migrasse para outra sistema operacional desktop. Via Pixelmator (em inglês).

O Gnome 43 está disponível. A nova versão do ambiente gráfico destaca o novo menu de configurações rápidas no canto superior direito e uma nova leva de aplicativos adaptados ao GTK 4 e libadwaita, incluindo o Arquivos (Nautilus). Não menos importante, o som de alerta padrão mudou — dizem os que ouviram, para um mais agradável.

O Gnome 43 fará sua estreia para valer no Fedora 37, que já está em beta e deve chegar à versão estável no final de outubro. Distribuições Linux do tipo “rolling release” devem disponibilizá-lo antes. Aos curiosos, dá para baixar a imagem do Gnome OS e rodá-la virtualizada no Boxes. Via Gnome (em inglês).

A Document Foundation, responsável pelo LibreOffice, lançou a versão Community da suite de aplicativos na Mac App Store como um aplicativo pago. No Brasil, sai por R$ 49,90.

A fundação explica, no comunicado, que o lançamento é uma maneira de apoiar “usuários finais que queiram obter todos os seus softwares de desktop do canal de vendas proprietário da Apple”, e que o valor levantado ali será investido no desenvolvimento do projeto.

Usuários do macOS que quiserem baixar o LibreOffice gratuitamente podem baixá-lo pelo canal tradicional, direto do site oficial.

Esse expediente não é novo. Vários aplicativos de código aberto gratuitos para macOS são cobrados quando distribuídos pela Mac App Store. Além do LibreOffice, conheço outros dois que fazem o mesmo: Maccy (R$ 54,90 via Apple) e GrandPerspective (R$ 16,90 via Apple).

Quase sempre, a cobrança de aplicativos gratuitos na Mac App Store é uma forma de financiar o desenvolvimento. Se o intuito da compra for ajudar os projetos, porém, é mais jogo doar diretamente a eles — pela loja da Apple, a empresa dona do macOS retém com 30% do valor total pago. Via Document Foundation (em inglês).

Como acompanhar perfis no Twitter sem ter que criar uma conta no Twitter

Mesmo quem não tem conta no Twitter às vezes precisa ou gostaria de acompanhar perfis públicos lá. E embora o Twitter esteja dificultando cada vez mais essa prática, exigindo login até para mostrar perfis públicos, ainda existem algumas alternativas para fazer isso sem ter que baixar o aplicativo oficial e criar uma conta no Twitter.

Atualização (30/6/2023): Uma atualização do Twitter passou a bloquear acessos a perfis e posts da rede sem login. Com isso, todas as dicas abaixo ficam inutilizadas.

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O Canva reuniu todas as suas ferramentas em uma “Visual Worksuite” e parece disposto a rivalizar com o Google Docs e serviços de criação de sites como Squarespace e Wix.

As novidades foram anunciadas na Canva Create, a primeira conferência global organizada pela empresa. Tem o Canva Docs, que é… bem, uma espécie de Google Docs com apelo mais visual, e o Canva Websites, que converte elementos diversos — documentos, apresentações, até PDFs — em sites simples e responsivos.

Os sites e outras áreas do Canva ganharam estatísticas de acesso, e há um novo plano e muita ênfase no trabalho colaborativo. Parece que a proposta é resolver todas as dores de comunicação de uma empresa pequena, o que talvez funcione?

De todos esses serviços “faça você mesmo” voltados a pequenos negócios, não imaginava que o Canva fosse fazer esse movimento. (Outros, como o Zoom, que está se posicionando para brigar com Microsoft Teams e Slack, sim.) Via Canva (em inglês).

O macOS Ventura só chega em outubro (data ainda não especificada), mas o Safari 16 já está entre nós, compatível com as versões 11 (Big Sur) e 12 (Monterey). O iOS 16, lançado nesta segunda (12), também já conta com a última versão do navegador da Apple.

Para atualizar o Safari, siga o caminho de atualizações do sistema, ou seja, entre em Preferências e depois em Atualização de software. O Safari 16 já deverá estar disponível.

A maioria das novidades, como de praxe, é destinada a desenvolvedores web. Das perceptíveis ao usuário final, temos suporte a chaves-senha, ao formato de imagem *.avif e a pagamentos recorrentes no Apple Pay. A lista completa pode ser lida no link ao lado. Via Apple, WebKit (ambos em inglês).

Como criptografar arquivos e diretórios em qualquer nuvem — Dropbox, Google Drive, iCloud, OneDrive etc.

A maioria dos serviços comerciais de nuvem, como Dropbox, Google Drive, OneDrive e iCloud, só criptografa os arquivos e diretórios/pastas em trânsito. Isso significa que seus arquivos podem ser vistos por pessoas que tenham acesso aos servidores e manipulados por sistemas automatizados.

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Use o celular como webcam no seu notebook/computador

Se você está lendo isto em um notebook, é bem provável que seja um com webcam, ainda que uma webcam ruim. E é bem provável, também, que você tenha no bolso ou esteja lendo isto na tela de um celular que, por mais barato ou defasado que seja, tem câmeras bem melhores que a média das webcams de notebooks. E se desse para unir as duas coisas?

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O Telegram retomou o controle de nomes de usuários ligados a canais inativos ou vazios há pelo menos um ano. O aplicativo disponibilizará novamente esses nomes em breve, desta vez sob novas regras:

  • 99% desses nomes serão disponibilizados novamente ao público, desta vez com limitações geográficas e algorítmicas, a fim de evitar abusos; e
  • 1% será leiloado — nomes curtos e valiosos, que Durov já havia sugerido que poderiam ser vendidos e convertidos em NFTs.

Um dado curioso que ajuda a entender tal cuidado: 70% de todos os nomes de usuários reservados no Telegram eram de propriedade de “cybersquatters” iranianos.

No post/anúncio, Durov disse que não duvida que os acumuladores de nomes de usuários do Telegram ficarão decepcionados, mas que “esta mudança beneficiará a maioria dos nossos usuários”. É isso aí, camarada Durov!

O canal do CEO do Telegram continua sem receber emojis de reações desde a chuva de “não curti” do penúltimo post, quando ele ventilou a ideia de transformar nomes de usuários com poucos caracteres em NFTs. Aí não, né? Via @durov/Telegram (em inglês).

Como otimizar imagens para gerar arquivos menores e mais fáceis de compartilhar

Um dos segredos do WhatsApp para parecer ágil é redimensionar e otimizar imagens antes do envio. Arquivos menores levam menos tempo para serem transferidos. Ótimo, mas como fazer isso em outros ambientes digitais?

Existe um punhado de algoritmos que otimizam imagens. Eles removem partes que, embora sejam relevantes em alguns contextos, para imagens corriqueiras podem ser dispensadas, como meta dados e partes “brutas” (de alta qualidade) nas imagens em si.

Na dica desta semana, mostrarei três métodos para otimizar imagens. Use um deles antes de compartilhar imagens por e-mail, em outros aplicativos de mensagens, publicar em sites… enfim, onde quiser.

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Uma das grandes ausências nos dispositivos de streaming da Amazon, como o Fire Stick, foi solucionada: nesta quinta (25), o aplicativo oficial do Globoplay chegou à loja de aplicativos da Amazon. Via G1.