Cibersegurança: Como proteger arquivos armazenados nos ambientes em nuvem?

por Manual do Usuário

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Atualmente, o trabalho remoto vem se tornando cada vez mais popular no mundo todo. Muitas empresas continuam com o método de home office adotado desde o início da pandemia de coronavírus, a fim de garantir a segurança de seus funcionários.

Por conta disso, muitos serviços de armazenamento em nuvem como o Google Drive e o Dropbox passaram a ser mais utilizados.

Como os computadores pessoais não contam com a mesma proteção que os empresariais, esse fenômeno abriu algumas brechas de segurança on-line, deixando os dados e arquivos da nuvem mais vulneráveis e passíveis de roubo ou invasões por cibercriminosos.

Ficou preocupado? Continue lendo nosso artigo e aprenda a proteger seus arquivos armazenados em ambientes de nuvem. Confira nossas dicas!

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As ferramentas de produtividade pessoal que usamos

Depois do último programa do Guia Prático (ouça-o no player abaixo), quando Ghedin e Jacqueline elencaram uma série de ferramentas de produtividade, resolvemos trazer todas as indicações (e algumas informações a mais) para você, leitor(a) do Manual do Usuário. Abaixo, você confere a versão bate papo dessa indicação dos dois âncoras do Guia Prático, cada qual destacando os apps que utiliza no seu dia a dia para se manter organizado.

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Post livre #250

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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A Michele Strohschein, leitora do Manual do Usuário, está desenvolvendo um projeto para leitores de livros. Uma das etapas iniciais é entender como as pessoas lidam com os livros que leem e, para isso, ela está realizando entrevistas breves, de 10 minutos, com pessoas interessadas neste assunto. Como incentivo, no dia 7 ela sorteará um vale-compra de R$ 50 entre os participantes. O site do projeto o explica melhor e, caso se interesse em ajudá-la, marque a entrevista nesta página.

O aplicativo Traversed (iOS) mostra em mapas e estatísticas todos os lugares do mundo onde você esteve sem que você precise preencher qualquer dado. Ele recorre aos meta dados das fotos armazenadas no celular para extrair tais informações. (A concisa política de privacidade garante que nenhum dado jamais deixa o seu celular.) O app custa R$ 4,90, mas está saindo de graça por tempo limitado.

A área técnica da Anatel finalizou a proposta com as regras para o leilão das frequências do 5G no Brasil sem qualquer restrição à participação da Huawei. Via Folha.

Agora é lei no estado de São Paulo: farmácias não podem mais exigir o CPF dos consumidores para conceder descontos “sem informar de forma adequada e clara sobre a abertura de cadastro ou registro de dados pessoais e de consumo.” A violação da lei pode custar 200 UFESPs (R$ 5.522). Além disso, as farmácias e drogarias terão que afixar avisos com os dizeres “Proibida a exigência do CPF no ato da compra que condiciona a concessão de determinadas promoções.”

O projeto de lei foi proposto em 2019 pelo deputado Alex de Madureira, do PSD. A lei 17.301 foi sancionada e publicada no Diário Oficial desta quarta (2) e já está valendo. Que sirva de exemplo para uma lei nacional no mesmo sentido. Via @rafa_zanatta/Twitter.

O iOS 14.2 trouxe uma melhoria oculta para iPhones antigos — qualquer modelo do iPhone 8 em diante: videochamadas por FaceTime em Full HD (1080p). Até então, a resolução era limitada a 720p. Para usufruir da resolução melhorada, é preciso fazer as chamadas em uma conexão Wi-Fi; no 4G, permanece o limite antigo. Somente os novos iPhone 12 escapam da regra, ou seja, fazem videochamadas em 1080p tanto no Wi-Fi, quanto no 4G/5G. Via MacMagazine.

O Anchor, serviço de produção e hospedagem de podcasts comprada pelo Spotify por US$ 100 milhões em 2019, representou 80% dos novos podcasts no Spotify em 2020. Em números absolutos, isso representa mais de 1 milhão de podcasts. Ao todo, no mesmo período, podcasts criados no Anchor representam ~70% do catálogo disponível no Spotify, ou 1,3 milhão de um total de 1,9 milhão de programas. Ainda segundo o Spotify, somados, os podcasts do Anchor são os mais ouvidos na plataforma. Via The Verge (em inglês).

O sucesso do Anchor se deve, em parte, porque ele é completamente gratuito, enquanto outras hospedagens de podcasts (SoundCloud, Buzzsprout, Libsyn) são cobradas.

Lembra bastante o domínio do YouTube sobre vídeos online, só que em vez de concentrar produção/hospedagem e distribuição na mesma marca, o Spotify (distribuição) diluiu seu controle com a ajuda do Anchor (produção/hospedagem). Vai se desenhando, assim, um cenário em que o Spotify controla toda a cadeia do podcast — exatamente como previmos um ano e meio atrás.

O Procon-SP irá exigir que a Apple entregue o carregador de parede que deixou de vir na caixa do iPhone aos compradores que pedirem por ele. A mudança, que alcança todos os modelos à venda, segundo a Apple foi feita em prol do meio ambiente.

O Procon-SP argumenta que o carregador é peça essencial para o uso do produto e que a Apple não demonstrou os alegados ganhos ambientais que justificariam a remoção do acessório, não informou adequadamente os clientes dessa alteração e não respondeu se o uso de um carregador de terceiro pelo cliente poderá ser usado como argumento de recusa para eventuais reparos. O Procon-SP também cobra um plano de reciclagem/logística reversa da Apple para acessórios e aparelhos antigos, o que traria ganhos ao meio-ambiente. Essa novela ainda vai longe. Via Procon-SP.

A grande discussão (rolando no nosso grupo do Telegram, aliás) é se cabe ao Procon-SP/Estado interferir nessa discussão. O que você acha?

Mais um login e senha de um banco de dados de cidadãos brasileiros do Ministério da Saúde estava dando sopa por aí. Desta vez, as credenciais vazadas davam acesso a um sistema que armazena dados cadastrais de todos os brasileiros. Os registros vazados contêm dados como CPF, nome completo, endereço e telefone de 243 milhões de brasileiros — número maior que o da população porque, segundo a reportagem do Estadão, há informações de pessoas que já morreram. Via Estadão (com paywall).

Chegou a vez da Apple escolher os melhores apps de 2020 em suas plataformas. Escolhas estranhas, para dizer o mínimo.

  • Para iPhone, Wakeout!, um app que ajuda o usuário a se movimentar ao longo do dia, com exercícios simples e fáceis, do tipo que dá para fazer em qualquer lugar. Chama a atenção a nota baixa (2,8) na App Store. Lendo os comentários, a bronca dos usuários é pelo fato do app ser “gratuito”, mas só funcionar mediante a assinatura de R$ 47,90/mês.
  • Para iPad, Zoom. Ok, faz sentido, foi um app super influente em 2020, mas, como lembrou Nilay Patel, estranho o melhor app do ano para iPad não suportar recursos nativos do iPadOS, como redimensionamento e multitarefa.
  • Para macOS, Fantastical. Este é uma unanimidade, sempre com recursos de ponta e aquela atenção aos detalhes que se espera dos melhores aplicativos. Na última grande versão, migrou do modelo de pagamento único para assinatura, o que decepcionou alguns usuários.

A lista ainda tem os melhores jogos e algumas categorias extras. Via App Store/Apple.

A Salesforce anunciou a compra do Slack por US$ 27,7 bilhões — a maior aquisição já feita pela empresa. O Slack, a quem não está familiarizado, é uma ferramenta de comunicação para empresas primariamente por texto, com uma busca e relatórios poderosos e que aceita robôs que se integram a outros serviços e auxiliam os funcionários humanos a desempenharem suas tarefas. Tipo o antigo IRC, mas com mais recursos e aplicativos pesados.

O Slack, fundado em 2010 por Stewart Butterfield, é um queridinho do setor, mas vem sofrendo nos últimos anos com a concorrência ferrenha do Microsoft Teams, lançado em 2017. Em número de usuários, o Slack tem 12 milhões (dado de um ano atrás) contra 115 milhões da Microsoft. Em julho deste ano, o Slack fez uma reclamação formal da Microsoft à Comissão Europeia, acusando-a de abusar da sua posição com o Office para embutir o Teams e ganhar mercado. Desde que abriu seu capital em abril de 2019, as ações do Slack nunca ultrapassaram o preço do IPO. Agora, sob as asas de outra gigante (a Salesforce vale US$ 219 bilhões), talvez se torne mais competitiva. Via New York Times (em inglês, com paywall).

A repercussão daquela notícia de que o Microsoft 365 atribui uma “pontuação de produtividade” aos funcionários, acessível ao empregador, pegou mal. Graças a ela, a Microsoft anunciou mudanças no produto. Jared Spataro, VP corporativo de Microsoft 365, disse em um post que os nomes dos funcionários serão removidos, e que daqui em diante a “pontuação de produtividade somente agregará dados no nível da organização”, ou seja, que “ninguém na organização conseguirá acessar dados de como um usuário específico está usando apps e serviços no Microsoft 365.” Via Microsoft (em inglês).