O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o WhatsApp não pode ser punido, com multa ou bloqueio, por não entregar informações solicitadas pela Justiça devido ao emprego de criptografia de ponta a ponta. Em 2015, o WhatsApp, então já muito popular no Brasil, foi bloqueado no Brasil inteiro por decisão de um juiz de primeira instância de Lagarto (SE). Lembra disso? Foi o caos.

O Acórdão ainda está sendo redigido, portanto faltam detalhes. Importa notar, por exemplo, que os meta dados do WhatsApp não são criptografados de ponta a ponta. Via Convergência Digital.

Em plena pandemia e após amargar uma queda de 80% nos negócios em abril e maio devido à pandemia, a abertura de capital do Airbnb na Nasdaq ($ABNB) foi um estrondoso sucesso: as ações fecharam o primeiro dia de pregão com valorização de 112%, a US$ 146, dando à empresa um valor de mercado de US$ 86 bilhões. Estadias em locais próximos parecem estar segurando as pontas no Airbnb, que conseguiu lucrar US$ 219 milhões no último trimestre apenas da receita ter caído 19% em relação ao mesmo período de 2019. Via CNBC (em inglês).

O Brave, navegador baseado no Chromium que se posiciona como pró-privacidade, lançou o Brave Today, uma curadoria algorítmica de notícias de grandes publicações. O Today usa um sistema elaborado que aprende os gostos do usuário sem compartilhá-lo com terceiros ou mesmo o Brave. Válido o esforço, mas envolver algoritmo na curadoria de conteúdo noticioso sempre me deixa com um pé atrás. E o histórico do Brave, que já enfiou códigos de rastreamento em links de lojas virtuais para ganhar comissão sem avisar os usuários, pouco ajuda. Uma alternativa? O bom e velho RSS. Via Brave.

A Adobe publicou, nesta terça (8), a última atualização do Flash Player, o formato que, em algum momento dos anos 2000, foi a promessa de futuro da web. (Aí o iPhone apareceu, ignorou o Flash e o resto é história.) O suporte ao Flash termina no próximo dia 31 e, a partir de 12 de janeiro, a Adobe bloqueará a execução de conteúdo em Flash. A empresa “recomenda fortemente que todos os usuários desinstalem o Flash Player imediatamente para ajudar na proteção de seus sistemas.” Via Adobe (em inglês).

12 apps utilitários que complementam e melhoram o macOS

* Texto de responsabilidade do anunciante.

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CleanMyMac X

O sistema operacional é o software básico de qualquer computador de uso geral. Seu notebook e celular não teriam muita utilidade sem um instalado. Os mais populares estão há décadas sendo refinados e, por isso, hoje são estáveis e bem completos, mas não totalmente: sempre há um ou outro recurso que lhes falta e que um aplicativo de terceiro acaba provendo. Com o macOS não é diferente, por isso listo, abaixo, 12 aplicativos que complementam o sistema da Apple.

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Post livre #251

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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[…] O que estamos realmente comprando é tempo. Mesmo que alguns novos competidores surjam, comprar Instagram, Path, Foursquare etc. agora nos dará um ano ou mais para integrar suas dinâmicas antes que qualquer um chegue perto das suas escalas novamente. Nesse intervalo, se incorporarmos as dinâmicas sociais que eles estão usando, esses novos produtos não terão muita tração, pois já teremos suas dinâmicas aplicadas em escala.

— Mark Zuckerberg

Trecho de um e-mail comprometedor de Zuckerberg a David Ebersman, CFO do Facebook, enviado em fevereiro de 2012, justificando a aquisição do Instagram. A mensagem foi relevada em uma das audiências de que ele participou no Congresso norte-americano, em julho de 2020. Via The Verge.

Nesta quarta (9), quase ao mesmo tempo, a FTC e um grupo bipartidário de procuradores gerais de 46 estados e 2 distritos norte-americanos acusaram formalmente o Facebook de monopólio. Ambas as acusações pedem que as compras do Instagram (US$ 1 bilhão em 2012) e WhatsApp (US$ 19 bi em 2014) sejam desfeitas, e que haja maior escrutínio a futuras aquisições pelo Facebook. O principal argumento é de que o Facebook abusou do seu poder para comprar rivais em potencial e prejudicar os que não conseguiu, como quando bloqueou o acesso do Vine, do Twitter, à sua API. Em sua defesa, o Facebook diz que a investida é “revisionismo histórico”, pois as aquisições já foram validadas no passado. Os litígios devem se estender por um bom tempo. Via New York Times (2), The Verge, Facebook (em inglês).