Neste verão, deixe seu corpo respirar com a Tech T-Shirt da Insider

Dois homens, um branco e um negro, com roupas básicas da Insider, em cada canto da tela. No centro, a frase “Conforme em movimento”, seguida de: “12% off com o cupom MANUALDOUSUARIO12” e o logo da Insider.

* Texto de responsabilidade do anunciante.

* Este é um post patrocinado. Leia o nosso compromisso ético.

Uma das coisas mais gostosas para quem trabalha o dia todo fechado em escritório ou home office é simplesmente sair. Respirar ar puro, sentir o Sol no rosto, ter como teto o céu azul. No verão, então? Bom demais. Para completar o cenário, roupas confortáveis são obrigatórias — ninguém merece passar perrengue com camiseta que sufoca e não “respira”.

O verão está aí e, para aproveitá-lo ao máximo, a Insider apresenta a Tech T-Shirt, a evolução da camiseta básica, em versões masculina e feminina. Ela é discreta e bonita como toda boa camiseta do tipo, mas vai além: vem repleta de tecnologia têxtil.

A Tech T-Shirt da Insider é desenvolvida com um tecido ultra leve e respirável. Não precisa passar, pois desamassa no próprio corpo. É anti odor, anti suor e faz a regulação térmica. E é antiviral, capaz de desativar 99,9% dos vírus e bactérias, interrompendo sua capacidade de infecção e contaminação.

Com cores sóbrias que combinam facilmente com outras peças, a Tech T-Shirt é um coringa: com ela, você tem a certeza de estar bem vestido e pronto para qualquer ocasião. É uma ótima pedida para quem gosta de aliar praticidade e economia de tempo e dinheiro — além de tudo, são camisetas duráveis.

E nesse clima de verão, a Insider e o Manual do Usuário oferecem um desconto exclusivo: use o cupom MANUALDOUSUARIO12 na hora da compra e ganhe 12% de desconto em todo o site, sem valor mínimo do pedido.

É tipo o AirDrop da Apple, mas funciona com qualquer dispositivo (e de graça)

Uma das coisas mais legais do alardeado ecossistema da Apple atende pelo nome de AirDrop: sem burocracia e sem fios, é possível compartilhar um punhado de coisas entre dois dispositivos da marca. E só. Uma “falha” gigantesca do AirDrop é que ele está limitado aos aparelhos da Apple.

O Snapdrop, um projeto de código aberto e baseado na web, replica os principais recursos do AirDrop e, o que é melhor, funciona com qualquer combinação de aparelhos. Quer mandar um arquivo de um iPhone para um PC Windows? Dá. De um PC Linux para um iPhone? Tranquilo. Do Chrome OS para um iPad? Vamos nessa.

(mais…)

Ações individuais frente a problemas globais: uma abordagem mais afetuosa

Foto em close, em ângulo isométrico, do logo do Instagram na tela de um celular.

A nossa dificuldade de pensar em grande escala nos coloca em enrascadas vez ou outra. Confrontados por problemas gigantescos, como a emergência climática ou o abuso de poder desmedido das grandes empresas, nosso primeiro impulso é corrigir hábitos. “Fazer a nossa parte.”

Nada tira o mérito dessas atitudes, mas elas implicam carregar um fardo insustentável para o indivíduo. Não é por aí que esses grandes problemas, nascidos não das ações e escolhas individuais de bilhões de pessoas, mas de políticas públicas, campanhas milionárias de marketing, práticas desleais, força bruta e outros eventos de grande escala, serão resolvidos.

Essa reflexão ensejou este texto e uma leve mudança de curso na postura minha e do Manual do Usuário.

(mais…)

Facebook/Meta teve a maior desvalorização em um pregão da história: US$ 251,3 bilhões

Nesta quinta (3), o Facebook/Meta protagonizou a maior desvalorização em um pregão da história dos Estados Unidos, na esteira da divulgação dos resultados financeiros de 2021 no dia anterior e as más notícias que vieram de carona. As ações da empresa derreteram 26%, fazendo US$ 251,3 bilhões evaporarem. O impacto foi tão forte que tirou Mark Zuckerberg da lista das dez pessoas mais ricas do mundo e Eduardo Saverin do trono de brasileiro mais rico, que volta a ser ocupado por Jorge Paulo Lemann. Via Bloomberg (em inglês), Uol Economia.

“Não curti” e aviso de ofensa: novas apostas do Twitter contra hostilidade

O Twitter pode ser, por vezes, um ambiente um tanto insalubre. Isso é público e notório e, na tentativa de mitigar o problema, a empresa avançou dois recursos que estavam em testes até então.

O primeiro deles é o “voto irrelevante”, tradução terrível para o botão de “dislike”, ou “não curti”. Ele aparece em respostas e ajuda a sinalizar aquelas que “não parecem relevantes para a conversa”, segundo o Twitter. Os votos são privados, nem mesmo o autor da resposta “não curtida” fica sabendo quem ou quantas pessoas votaram.

De acordo com o Twitter, as pessoas que tocavam no “voto irrelevante” no período de testes o fizeram por perceberem o conteúdo como ofensivo, irrelevante ou ambos. E elas disseram que notaram melhoras na qualidade das conversas após a inclusão do recurso que, agora, está sendo expandido para o mundo inteiro.

Outro recurso no mesmo sentido, que chega agora ao Brasil depois de testes no idioma inglês, é o alerta de conteúdo ofensivo.

Agora, quando um usuário escrever e tentar publicar um post com “linguagem potencialmente prejudicial”, um aviso sugerindo a revisão do texto poderá aparecer. Tipo aquela regrinha de autocontrole, de contar e respirar até dez antes de dizer algo.

Uma pesquisa do Twitter descobriu que esse aviso, embora pareça algo bobo, suscitou mudanças no texto ou fez o usuário desistir de publicar o post em 30% das vezes em que foi exibido. Via @TwitterSeguroBR/Twitter, @TwitterSafety/Twitter (em inglês).

O Google vai levar os tablets Android a sério pra valer?

por Cesar Cardoso

Desde o Ice Cream Sandwich, o Google não se importa muito com os tablets Android. Desde o fim do Nexus 7, o Google não se importa mesmo com os tablets Android e que o futuro seriam os tablets Chrome OS. No entanto, existem sinais, fortes sinais de que alguma coisa mudou dentro do Google em relação a tablets Android.

Não apenas pelo Entertainment Space, para os tablets usados como receptores de streaming, e o Kids Zone, para os tablets infantis, não apenas pelo Android 12L vindo aí — embora o 12L tenha como foco principal os dobráveis, muitos dos desafios dos dobráveis são exatamente os mesmos dos tablets —, mas também, e principalmente, por gente chegando.

Em algum momento do ano passado, beta 2 do Android 12L para o Lenovo P12 Pro.


Pinguins Móveis é uma newsletter semanal documentando e analisando a marcha do Linux por todos os cantos da eletrônica de consumo — e, portanto, das nossas vidas. Inscreva-se aqui.

Startup financiada por investidor do Facebook teria desenvolvido hack para o WhatsApp, diz NYT

O NSO Group, empresa israelense de ciberespionagem, entrou no noticiário há alguns meses devido ao Pegasus, sua super ferramenta de hackeamento de celulares. Apesar dos holofotes, ela não é a única do tipo. Pequenas startups norte-americanas também têm se dedicado à guerra virtual, e uma delas, a Boldend, que tem entre seus clientes o governo dos Estados Undidos, chamou a atenção recentemente por um conflito de interesses envolvendo um famoso investidor.

A reportagem do New York Times descobriu que a Boldend, fundada em 2017 em San Diego, Califórnia, conseguiu desenvolver uma ferramenta capaz de hackear o WhatsApp. A brecha foi fechada pelo Facebook/Meta em janeiro de 2021, antes que pudesse ser explorada em situações reais, segundo uma apresentação da Raytheon, outra empresa do setor, a que o jornal teve acesso.

O mais curioso é que nessa apresentação da Ratheon foi revelado também que, entre os investidores da Boldend, está o Founders Fund, fundo de investimento de risco do bilionário Peter Thiel, ex-PayPal, fundador da Palantir e conselheiro e um dos primeiros investidores do Facebook/Meta, dono do… WhatsApp. Estima-se que o Founders Fund tenha colocado US$10 milhões na Boldend.

A próxima reunião do conselho do Facebook/Meta será animada. Via New York Times, Forbes (ambos em inglês).

No Brasil, Big Tech quer ganhar dinheiro e fugir das responsabilidades

Foto de um hall, pouco iluminado, do escritório do Google em São Paulo, com o logo da empresa na parede e pessoas andando em volta.

por Guilherme Felitti

Toda empresa nasce. Nem toda cresce. A maioria morre. Segundo dados do IBGE, seis a cada dez empresas no Brasil fecham antes de completar cinco anos1. Algumas poucas crescem tanto que se perpetuam pela vida inteira do(a) fundador(a). Ainda menos dominam o mercado e viram um negócio que passa adiante por décadas ou, um grupo ainda mais diminuto, séculos. “Séculos, Guilherme? Não é exagero?” A Faber Castell, aquela dos lápis de cor, foi fundada em 1761. O Brasil e os Estados Unidos eram colônias e a Revolução Francesa ainda demoraria duas décadas para acontecer quando o marceneiro Kaspar Faber fundou a empresa cujos produtos você acha até hoje na papelaria. A empresa mais antiga em operação do mundo é uma construtora japonesa chamada Kongō Gumi, fundada em 578 em Osaka, a cidade mais ocidental do Japão2. Pare para pensar um pouco: ainda faltava quase um milênio para que o Brasil fosse colonizado.

(mais…)

“O /e/OS é o único sistema operacional que não envia dados para o Google”: Uma conversa com Gaël Duval, da e Foundation

Homem branco, de cabelo castanha curto e barba por fazer, com camiseta bege e casaco preto, olhando para a câmera. Fundo em azul/marrom claro.

Em janeiro, Aaron Gordon, redator da Vice, reclamou que seu celular, um Pixel 3 do Google, não teria mais atualizações da fabricante e, por isso, precisaria ser descartado. “O Google está me forçando a jogar fora um celular em perfeito estado”, escreveu.

O francês Gaël Duval repercutiu prontamente o artigo de Aaron. “A boa notícia agora: você pode instalar o /e/OS no seu celular”, escreveu em seu perfil no Twitter. “Com estes benefícios: 1) sustentabilidade; 2) você não envia mais dados ao Google.” Para finalizar, usou as hashtags #mydataisMYdata (meus dados são MEUS dados) e (privacidade).

(mais…)

Mais privacidade para usuários do iOS custará US$ 10 bilhões ao Facebook/Meta em 2022

Na conferência com investidores do Facebook/Meta, nesta quarta (2), o CFO Dave Wehner deu outro dado interessante: a empresa prevê que a Transparência no Rastreamento em Apps (ATT, na sigla em inglês) do iOS da Apple, um recurso que dá ao usuário o poder de decidir compartilhar dados ou não com aplicativos, terá um impacto de US$ 10 bilhões em 2022.

É esse o custo da sua, da minha, da nossa privacidade: de bilhões de dólares. Até agora, pagávamos esse pato sozinhos. Não mais. Via CNBC (em inglês).

Facebook/Meta perde usuários pela primeira vez na história

Pela primeira vez na história, a base de usuários do Facebook/Meta encolheu. O número de usuários ativos diários, a principal métrica de crescimento da empresa, caiu de 1,93 bilhão para 1,929 bilhão. Pouca coisa, mas… é alguma coisa. A desaceleração seria reflexo de rivais mais populares entre os jovens, como o TikTok. Não à toa, o Instagram foi reposicionado para fazer frente ao app chinês.

A notícia foi dada no balanço do quarto trimestre fiscal de 2021, nesta quarta (2). Na mesma ocasião, os executivos da empresa afirmaram que a previsão para o próximo trimestre é faturar entre US$ 27 e 29 bilhões, abaixo da expectativa do mercado, de 30%.

As más notícias levaram as ações da Meta a dar um mergulho e desvalorizarem ~20% no aftermarket, evaporando cerca de US$ 200 bilhões em valor de mercado. Via CNBC, The Verge (ambos em inglês).

Meta reconhece danos, mas mantém no Facebook rede brasileira de extrema-direita 

Meta reconhece danos, mas mantém no Facebook rede brasileira de extrema-direita, por Ethel Rudnitzki, Laís Martins, Débora Ely e João Barbosa, no Aos Fatos:

Um documento interno de funcionários do Facebook, atual Meta, de março de 2021, recomendava a derrubada ou a redução do alcance da rede de extrema-direita Ordem Dourada do Brasil, mas, cerca de um ano depois, ela continua ativa na plataforma. Segundo o relatório, a rede é composta por perfis, páginas e grupos que atuam de forma coordenada para disseminar conteúdos que a empresa via como desinformativos e antidemocráticos.