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O meu escritório em casa

Foto de um notebook elevado sobre uma caixa verde, com fios ligando um mouse, teclado e HD externo.

Hoje você vai conhecer o lugar onde a magia do Manual do Usuário acontece. Por ocasião do aniversário do site, achei que seria uma boa oportunidade para mostrar o meu escritório doméstico, que já era o meu local de trabalho antes da pandemia e provavelmente continuará sendo depois que ela passar.

O que eu faço consiste, basicamente, em ler, escrever e falar com pessoas. Em termos “computacionais”, é um trabalho pouco exigente, logo, meu escritório doméstico é tecnicamente simples e, por gosto pessoal, discreto — se você esperava ver luzes RGB ou um super computador de última geração, sinto desapontá-la(o).

Como toda pessoa que não tem dinheiro infinito, busco sempre por produtos que apresentem o melhor custo-benefício, mas abro algumas exceções a essa lógica àqueles realmente essenciais, nos quais gasto mais. Por outro lado, fecho a mão aos que não fazem tanta diferença na prática. No fim, acho que as coisas se equilibram.

Incluí, nas descrições abaixo, a idade dos produtos. É uma bobeira minha, mas acho legal manter as minhas ferramentas em uso pelo maior tempo possível, desde que, obviamente, isso não atrapalhe o trabalho.

Mesa simples. Essa entra naquela lista de produtos em que economizei bastante. Comprei esta, sem marca, em fevereiro de 2018 numa das muitas lojinhas da famosa Rua Riachuelo, no Centro de Curitiba. Na época eu praticamente não mexia em computador em casa (estava no jornal), mas o pouco que mexia, no balcão da cozinha, causava tanto desconforto que me fez ir atrás de uma mesa decente. Como faria pouco uso dela, fui às compras sem muitas exigências: bastava que a mesa não balançasse enquanto eu digitasse. O material da que acabei comprando, um compensado, é ruim, e as bordas são incômodas, quase cortantes. No lado positivo, ela é firme e apresentável (não diria bonita). Por ora, serve.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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Cadeira Presidente Plexmetal Brizza. Quando saí do jornal e voltei a trabalhar em casa, no final de 2018, não teve jeito: tive que ir atrás de uma cadeira decente. Escolhi este modelo, que não é uma Herman Miller, mas é bonito, tem ajustes razoáveis e é minimamente confortável — e custa 1/10 de uma Aeron. Sento nesta cadeira diariamente faz quase dois anos e ela ainda não apresenta sinais de desgaste. O encaixe das costas não é perfeito, apesar dela ter um ajuste para a lombar, mas previne as dores que sentia nas costas e no ombro direito com uma cadeira simples que usava antes. Minha única reclamação é a qualidade do plástico dos braços, que vez ou outra fazem barulho quando apoio os cotovelos neles.

Apoio para os pés. É sempre difícil acertar a altura da mesa com a da cadeira e não foi desta vez que tive sucesso. Para apoiar meus cotovelos nos braços da cadeira e mantê-los acima da mesa, meus pés ficam suspensos. Peguei um apoio para pés simples, com três níveis, feito de madeira. A superfície de apoio é móvel, tipo uma gangorra. Comprei na mesma época da cadeira, ambos também no Centro de Curitiba.

Chão, embaixo da mesa, mostrando o apoio para os pés. Ao lado, os pés e assento da cadeira.
Foto: Arquivo pessoal.

MacBook Pro de 13″ (early 2015). Este é um daqueles produtos em que gastei um pouco a mais do que seria razoável, porém foi um gasto que se revelou acertado. O meu é o último MacBook Pro antes dos modelos que só trazem portas USB-C. Dado que até hoje não tenho sequer um acessório que use USB-C, isso tem sido uma vantagem. Para um notebook de cinco anos (comprei em setembro de 2015), seu desempenho ainda é surpreendentemente bom: faço tudo o que preciso1 sem nem forçar o computador — as ventoinhas só entram em ação quando abro alguma monstruosidade em forma de software, como o Discord ou o Google Meet. A troca da bateria, no começo de 2020 e que me custou zero reais, foi quase como ganhar um notebook novo: trocaram não só a bateria, como também toda a carcaça, teclado, trackpad (pois estavam deformados) e a tela (a antiga estava marcada pela pressão do teclado deformado). A minha esperança é de que ele dure pelo menos mais uns dez anos, mas provavelmente a Apple o abandonará em algum momento do futuro próximo devido à mudança de arquitetura dos processadores nos computadores daqui em diante, de Intel para ARM. Que mundo é esse em que um computador não dura nem 15 anos?

Suporte para notebook mStand, da Rain Design. Se eu fosse comprar um computador hoje, não compraria um notebook. A portabilidade (da qual pouco me beneficio, mesmo sem pandemia) cobra seu preço na ergonomia: usar um notebook por mais de uma hora é pedir para ter dores no pescoço. Por isso, quando voltei ao home office, priorizei resolver esse problema. Este suporte, comprado no começo de 2019 junto com o teclado e o mousepad, é maravilhoso: é uma peça de metal grossa, pesada, e tem pezinhos emborrachados firmes. Ele passa no teste definitivo para esse tipo de coisa: consigo abrir a tampa do notebook com uma mão só sem que o suporte se mova na mesa. Note que, embora cumpra sua função, que é elevar a tela do notebook, o mStand a faz pela metade. Para que a tela do notebook ficasse na altura correta, tive que enfiar uma caixa embaixo do suporte. Esteticamente, de gosto duvidoso, mas ergonomicamente não tenho do que reclamar. A Rain Design não atua no Brasil; alguém que estava nos Estados Unidos na época gentilmente trouxe essas coisas para mim.

Foto de cima, mostrando teclados (do notebook e o mecânico), mouse, HD externo e mousepad.
Foto: Arquivo pessoal.

Teclado Das Keyboard 4 Professional for Mac. Coloque este na lista das compras exageradas, ainda que não me arrependa. A curva de adaptação às teclas mais altas foi um pouco maior do que eu antecipava, mas hoje digito muito bem e acho-o confortável. O único problema é o barulho, que fica bastante audível quando estou entrevistando alguém — já teve quem reclamasse e, depois, ouvindo a gravação, tive que reconhecer que é meio chatinho mesmo. Desde então, sempre alerto as pessoas que vou entrevistar desse “detalhe”. Falei com mais profundidade deste teclado, e de teclados mecânicos em geral, nesta matéria.

Mouse Logitech M90. Comprei aquele mouse gamer todo invocado e no fim não me acostumei a ele. A rodinha de rolagem é esquisita, não achei utilidade para os botões extras e, o grande problema, é um mouse para destros. Eu sou destro, mas uso o mouse com a mão esquerda porque acho que já comprometi meu ombro direito e agora só o que me resta é tentar preservar o que sobrou dali. Aí comprei este outro, provavelmente o modelo mais barato que a Logitech vende, e é bem ok. E ambidestro, veja você, mesmo custando 1/10 do preço do mouse gamer. A rolagem com mouse no macOS é sofrível comparada à do trackpad, mas com este pequeno app gratuito ela fica agradável. (Se um dia estiver com muito dinheiro sobrando, pegarei um Magic Trackpad. Bem melhor que qualquer mouse.)

Repare que todos os meus acessórios têm fio, e isso é deliberado. Já tive alguns sem fio e achei a experiência ruim: a velocidade de resposta é mais lenta, há um atraso na retomada do uso e ainda existe a preocupação com pilhas/bateria. Existem vários cenários em que fios atrapalham, mas para mouse e teclado, ainda mais em uma mesa fixa, as desvantagens dos sem fio não justificam o apelo estético de não tê-los.

Foto de perfil do notebook, com vários fios enrolados atrás do suporte.
Foto: Arquivo pessoal.

Mousepad Pecham + apoio para pulsos Maxprint. O mousepad veio dos EUA, junto com o teclado e o suporte do notebook. Tem um tamanho razoável, as pontas não dobram e o mouse corre suave sobre, e saiu bem barato. De ruim, só o desgaste, que já é aparente na região do mouse. Nunca tinha ouvido falar da marca. Comprei às cegas, confiando nas avaliações nem sempre confiáveis de outros consumidores em lojas online. Já o suporte para o pulso é nacional, da Maxprint, e necessário pela altura do teclado. Aproveito que ele é largo e o movo um pouco de lado para usá-lo no mouse também. Comprei em 2016, mas só passei a usá-lo efetivamente no começo de 2018, ainda na redação do jornal. Algumas partes do gel já estão afundadas, o que significa que em breve terei que trocá-lo.

HD externo Samsung S2 Portable (320 GB). O único problema imediato do MacBook Pro é o espaço de armazenamento, de apenas 128 GB2 . O iCloud resolve em grande medida, mas arquivos maiores eu acabo passando para este HD externo que comprei no final de 2010. É um pouco irresponsável guardar arquivos em um HD externo de 10 anos de idade? Talvez, mas está funcionando tão bem que, sei lá. Só se vive uma vez. Digo, os arquivos mais importantes estão replicados na nuvem, então se der pau não será exatamente um grande prejuízo.

iPhone 8 (64 GB). Acho que é o item do qual menos tenho a falar de todos desta lista. Ele… funciona? É suficientemente rápido para mim, ainda tem o software atualizado, a câmera tira fotos e faz vídeos muito bonitos, e… é, funciona. Comprei ele no final de 2017, para substituir um iPhone 6S. Não precisava, o antigo ainda funcionava bem, mas estava em uma viagem a trabalho nos Estados Unidos e aí aproveitei o ensejo para garantir uns anos a mais sem me preocupar com celular. Por ter quase três anos de uso, sua bateria está beirando aquele estágio em que se torna meio inútil (82% da capacidade de carga original). No momento, em que raramente tenho saído de casa, isso não chega a ser um problema, e se se mostrar um quando eu voltar a sair com mais frequência, penso em trocar só a bateria em vez do celular inteiro — especialmente depois da subida de preços e já antevendo que o iPhone 12 custará uma pequena fortuna.

Foto de cima, com o iPhone 8 no centro, na borda do mousepad. À esquerda, parte do teclado e alguns fios saindo dele.
Foto: Arquivo pessoal.

Headset Microsoft LifeChat LX-3000. Não lembro exatamente quando o comprei, só que foi antes de 2016. É um headset para atendentes, acho, mas maravilhoso para gravações despretensiosas, como as que faço de podcasts, e para ligações (óbvio!). O “couro” das conchas esfarelou há muito tempo, bem como a espuma do microfone. Sem o primeiro é possível usá-lo de boa, mas a falta da espuma do microfone deixa o áudio estourado. Felizmente, encontrei uma de reposição numa loja qualquer da Rua 24 de Maio, aqui em Curitiba, e embora tenha achado caro pagar R$ 14 por literalmente um pedacinho de espuma, saiu bem mais em conta que um headset novo. Como não o uso todo dia (não ouço música no computador), deixo ele pendurado em um mancebo, atrás da cadeira.

Foto da mesa e da cadeira, notebook fechado, com o Sol batendo do lado direito.
Foto: Arquivo pessoal.

No geral, acho que esta é a mesa mais confortável em que já trabalhei. A única adição que faria é um monitor grande, mas teria que ser um com a qualidade visual da tela do MacBook Pro, que é espetacular (resolução Retina, brilho alto, ótima fidelidade de cores etc.). E como esses são bem caros, sinto que continuarei limitado às 13 polegadas do notebook por um bom tempo. O que não é exatamente um problema.

  1. O que não é grande coisa, reconheço.
  2. Se você também sofre com isso, indico o app GrandPerspective, outro gratuito/open source. Ele exibe um mapa visual da memória do computador, facilitando a descoberta de grandes arquivos que consomem muito espaço.

Edição 20#38

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31 comentários

  1. nossa, não sei como vocês conseguem trabalhar com essas telas minúsculas de notebook

    tá certo que minha visão não é lá das melhores, mas num monitor grande a gente consegue ver MUITO mais texto de uma vez

    sou programador, uso um monitor wide, divido a tela do editor em 3 (às vezes 4!), e consigo ver 3 partes do mesmo arquivo fonte, ou 3 arquivos fonte diferentes etc, ao mesmo tempo

  2. Cara, que bacana. Eu gosto muito deste estilo, simples e objetivo – alguns diriam, minimalista? Parto do princípio de ter poucas coisas, mas coisas de qualidade, que não vão te deixar na mão quando precisar.

  3. Não sei qual o tamanho de monitor você procura. Tem os monitores ultrawide da LG no caso o meu é de 25″ (2560 x 1080px) que cobre 99.9% da gama de cores sRGB é muito bom. Custa relativamente barato já custou menos. Na época comprei por 799 e tem um dell ultrasharp de 23″ (FullHD) que é um pouco mais salgado o valor e que também tem as mesma especificações com relação a cores.

      1. Po, fui procurar o meu e tá 1.200 agora :/ que loucura as coisas. Este o modelo: Monitor Gamer LG LED 25´ Full HD, IPS, HDMI, 1ms – 25UM58-G

    1. Comprei um Ultrawide da LG também há alguns anos e ele tá pimpolho aqui, muito bom. A tela faz uma diferença para quem trabalha tanto tempo no PC. Eu mexo com programas de edição da Adobe, então é meio “necessário”, mas ainda sim, só com escrita e pesquisa, é gostoso ter mais espaço para pensar. Ultrawide é uma ótima opção – e o preço era bem nessa faixa mesmo, uns 800 pila.

  4. Adorei 2 coisas na última foto.
    Aquele espaço sobrando na mesa (isso é raro).
    E o solzinho… Hmmm deu uma paz!
    Coisa rara tratando-se de ambiente de trabalho.

    1. Às vezes acumulo algumas coisas naquela parte limpa da mesa, mas, no geral, ela fica assim mesmo. Agrada-me essa organização.

      O solzinho é bom mesmo! O apartamento tem janelões e pega todo o Sol da tarde. No calor, é meio sufoco, mas dado que estou em Curitiba, no geral gosto dessa disposição geográfica.

  5. Constatei duas coisas:
    1 – Você é canhoto.
    2 – A caixa embaixo do suporte ficou ótima. Onde trabalho, por exemplo, colocam resma de A4 e até livros. :|

  6. Duas coincidências da sua mesa com a minha: o HD externo e o mouse. Exatamente iguais aos que tenho aqui.

    Em relação à obsolescência do teu computador, podes, no futuro quando Apple inevitavelmente o abandonar (como assim o fez com meu computador de trabalho, um MacBook White Mid-2010), recorrer a versões “patch” do macOS ou ao bom e velho Linux. Tenho rodado o macOS Mojave aqui sem problemas.

  7. Faltam uns quadrinhos na parede Ghedin? Eu imprimiria algumas ilustrações da campanha de apoiadores em papel brilhante e colocaria em uma molduras simples. Ficaria ótimo.

  8. Fiquei meio preocupada com meus próprios documentos quando vc falou do risco do HD de 10 anos. O meu também comprei em 2010 e tem todo meu arquivo pessoal dos últimos 20 anos (trabalhos que eu fiz, fotos desde os primórdios das cameras digitais, etc). Penso que talvez dure bem pq não está em uso o tempo todo (só pego para backups e acessar alguma coisa mais velha), mas as vezes penso que não quero perder o q tem nele.

    1. É, acho que é uma boa ter um segundo backup, de preferência fisicamente separado. Em 2015, por exemplo, perdi o notebook e por muito pouco não perdi também o HD externo (esse mesmo, que eu ainda uso), quando meu apartamento foi furtado.

    2. Sobre o HD externo, você pode rodar uma sotfware para constatar a saúde do HD, como bad blocks por exemplo. No entanto, fisicamente falando Vc precisar ter aqueles arquivos “extremamente essenciais” na nuvem pelo menos, se não for replicar em outro hd externo.

  9. Mt gente torce o nariz para o iphone 8.
    Mas funciona muito bem.
    Ainda é muito rápido e o ios 14 não pesou absolutamente nada nele.

    1. Eu queria testar o iOS um tempo desses, e o iphone 8 seria minha escolha haha.
      Pena que os vendedores de instagram cobrem tão caro por ele, e na olx fica difícil de confiar.

  10. Escritório com tudo o que é essencial e sem grandes luxos, bem o meu perfil também. Parabéns, Ghedin!

    Estou pensando em trocar a minha cadeira. Ainda recomendaria comprar a sua, ou acredita que hoje em dia, na faixa de preço dela, existam outras melhores?

    Obs: tenho um iphone 6s, e eu mesmo faço a troca da bateria a cada dois anos. Ela deve custar hoje uns 80 reais no aliexpress, e já vem com as ferramentas para você fazer a troca em casa. Daí é só abrir um tutorial no youtube e ser feliz. Até o iphone 8, é super tranquilo de fazer essa troca. A manutenção só fica mais difícil a partir do iphone X. Fica a dica!

    1. Não pesquisei por outras cadeiras à época porque era meio urgente. Basicamente fui à loja, vi as opções que cabiam no orçamento e comprei a que mais me agradou. Hoje tem as gamers, né? Pavorosas, mas muita gente elogia pelo conforto. Nunca usei, porém, então não posso dizer se prestam.

      Obrigado pela dica da bateria! Não sou muito bom de trabalhos manuais, mas numa dessas, talvez eu arrisque.

    2. Opa, você teria o link do vendedor onde faz a compra e que já vem com as ferramentas? E a bateria é confiável?

  11. Também sou há muitos anos do time “destro que usa o mouse com a mão esquerda”, hehe. Quem chega desavisado na minha mesa sempre pensa que sou canhoto, mas a razão é similar à sua: quando percebi os primeiros sinais de uma tendinite mais persistente, e considerando a quantidade de atividades nas quais dependo da mão dominante, troquei o mouse pra esquerda para distribuir a carga de trabalho. Foi uma adaptação rápida, e não inverti os botões: continua o esquerdo para ação e o direito para menus.

  12. Acabei de comprar a Brizza também, e estou gostando muito.

    Optei pela versão de poliéster porque aqui faz um calor danado (minha cadeira anterior era couro ecológico e eu quase morria desidratado de tanto suar).
    Realmente o encosto é meio durão, mas nada demais.

    Por fim, acredito que fiz uma ótima compra.

    1. Onde comprou a tua cadeira? Estou em busca de uma nova pra mim, pois a minha atual está me dando dores na lombar…

      1. Opa, não sei se posso fazer propaganda do site, mas foi na Toribio.

        Fica atento com o prazo de entrega deles, o meu demorou 15 dias corridos para chegar.

  13. Fora os cabos, tudo bem minimalista kkkk tal qual o design do site.
    Até “apertei” os olhos com essa tela pequena tão distante. O MdU eu leio com 125% de zoom no computador, então vc pode notar meu grau de miopia.
    Também tenho uma mesa vaga, digo, baratinha dessas. Eu colei um contact transparente para amenizar as bordas afiadas e também diminuir o desgaste da tinta(?) que imita madeira.

    1. Tenho astigmatismo, então a distância e tamanho da tela não é tanto problema. Acho que um monitor maior seria útil para ter mais janelas/informações ao mesmo tempo e reduzir as alternâncias; em termos de conforto, essas 13,3″ me servem.

      O mousepad + apoio para os pulsos resolveram o problema das bordas afiadas da mesa.

  14. Também sou a favor de acessórios com fio, além disso uso internet cabeada no RJ45. Tudo muito mais estável.
    Anotei a marca de cadeira como indicação. Valeu.

    1. Não tenho problemas com a conexão Wi-Fi, mas só não uso internet cabeada aqui porque precisaria de um adaptador (por mais portas que este MacBook tenha, falta a RJ45) e o modem fica em outro cômodo (apartamento alugado, não vou quebrar parede só para isso). Por outro lado, TV e Raspberry Pi estão ligados à internet por cabo.

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