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96 comentários

  1. Dois comentários em um:

    – Dias atrás instalei um LinuxFX para uma pessoa. Preciso é instalar para mim também, mas no caso dela, era um notebook doado que um colega (candidato a vereador) pediu para mim ajudar a formatar o PC. Resolvi instalar o conhecido “Linux com Cara de Windows” para ver no que dava. E é surpreendente o quanto o pessoal que fez conseguiu reproduzir bem as telas.

    Spoiler: a instalação do LinuxFX hoje requer ou que pague para fazer o download da ISO, participe de uma comunidade do Telegram ou – a forma mais obscura e a que fui atrás – ir atrás de algum lugar que tenha a iso em magnet/torrent. Na instalação, há a propaganda da emprega/grupo que criou a distro – uma empresa que diz que faz sistemas personalizados e tem itens para CFTV também. A distro também foi destaque no Linus Tech Tips

    – Tenho acompanhado a @CartoonEastern (Soviet Cartoons Out Of Context) no Twitter e recomendo fortemente que quem gosta de ver coisas diferentes e divertidas, acompanhe também ou passe lá para ver as obras produzidas na era do “Bloco Soviético” no Leste Europeu e Rússia.

    Ao que indica, tem até séries que provavelmente passaram de forma obscura no Brasil – suponho que “O Coelhinho de Orelhas Xadrez” por exemplo tenha passado em TV Educativa por aqui, mas não achei documentação por enquanto.

  2. Como você consegue ter tanto conhecimento para fazer o Tecnocracia? Eu fico PASMO com as minúcias e a profundidade das postagens e com sua interdisciplinaridade, correlacionando tecnologia com sociologia, ciência política, comunicação, história, etc. Eu conto os dias para ter um episódio novo e me delicio lendo cada um deles. Nunca senti tanto prazer lendo na minha vida quanto sinto com os seus posts (sinta-se honrado). Eu ainda não tenho condições de ser um apoiador (jovem/ estudante de ciências contábeis/ concurseiro), mas quando passar em um concurso bom, vou fazer questão de contribuir financeiramente para ajudar o Tecnocracia. Novamente, parabéns. Você é sensacional!

  3. Ghedin, na capa do site, logo após os links da edição da semana tem um link com os dizeres “Acesse as edições anteriores.” que não está funcionando

      1. Outro link que não está funcionando é na página de custos do Manual que você fala sobre o “running costs” do Buttondown que foi sua inspiração. Ele mudou o endereço no site dele e acabou atrapalhando quem usou o link antigo.

  4. Estou com um moto x4 cambaleando com travamentos e superaquecimentos aleatórios e estou começando a olhar um substituto para o meu smartphone.

    Como passo o dia todo em escritório e (futuramente) nas salas de aula da faculdade, pensei em pegar um celular mais potente que me permita mais mobilidade e segurança pra fazer tudo nele (de editar planilhas, abrir pdfs a usar apps de banco e redes sociais tranquilamente) e que tenha uma bateria bacana.
    Estou com 3 candidatos:
    – Galaxy S20 por R$3200;
    – Iphone xr por R$3300;
    – Iphone 11 por R$4100.

    O ecossistema da Apple vem me chamando a atenção por garantir atualizações por longos anos, além de possuir boa integração da câmera com apps de terceiros e ser mais confiável. Mas poxa… 3300 por um celular de 2 anos atrás com uma tela “720p”? Não consigo me sentir confortável com isso (apesar de ser a opção que eu mais “desejo”.

    Galaxy S20, o top de linha de 2020 com 3 atualizações de software garantidas pela Samsung e seu melhor setup (excetuando os notes) do ano. Já estou acostumado com o Android e sei que a implementação da Samsung andou melhorando bastante.

    O Iphone 11 é o top desse ano, sendo uma aquisição quase a longo prazo. Mas mais de 4 mil num celular…

    Considerações importantes sobre Apple: por possuir uma depreciação muito baixa, vejo que muita gente pula “de galho em galho” nos devices da maçã. É dificil comprar o primeiro, mas daí em diante fica fácil de ir trocando e só pagando o complemento para pegar um modelo mais novo.

    E aí, acham que os preços vão cair na black friday/cyber monday?

    1. Galaxy s20 vc já encontra por 2900
      Xr tá esse preço mesmo.
      iPhone 11 encontra por 3900

    2. Galaxy S20. No meu entendimento não faz sentido comprar um iPhone de anos atrás sendo que o Android top vai te dar a mesma coisa – senão mais – em desempenho e liberdade.

    3. É uma decisão difícil. Só vou dar um pitaco: tente ver além do “720p” no que se refere à tela. A resolução da tela do meu, um iPhone 8, é ainda menor e, sinceramente, é impossível distinguir pixels individuais. É importante ficar atento à densidade de pixels; está perto ou passou 300 PPI? Seu olho não vai distinguir.

      Há dois anos pude testar um Galaxy S9. Lindo, tela ótima, mas ainda ficava “esverdeada” quando vista por um ângulo inclinado. A tela LCD desses iPhones pode não ter os pretos profundos da OLED, mas é muito boa.

    4. Acredito que financeiramente, é sempre complicado justificar o iPhone e está piorando com a situação do dólar. Fora os avanços grandes da Samsung, tanto em software (qualidade e suporte) como em hardware.

      Mas contrariando a dica, pessoalmente eu iria de iPhone haha. Migrei de iPhone SE (primeira geração) para Galaxy S10e e tenho pouco de objetivo que reclamar, só coisas pontuais de integração com Mac como AirDrop. Mas preferência mesmo.

      E, sobre essas questões de hardware, acho que não vale pegar nessas picuinhas. Reflete o quanto isso importa e, se possível, tenta comparar ao-vivo…o S20 também tem maior taxa de atualização que parece ser um diferencial mais relevante que resolução.

      Se você entrar nesses detalhes de hardware, é todo mundo reclamando do “Exynos vs Snapdragon” e o negócio do carregador do iPhone. Na prática, é muito destacado pela indignação/injustiça que problema prático essas coisas por exemplo.

    5. BREAKING NEWS!

      A Apple retirou os carregadores e fones de todos os modelos a venda a nível global. Confiram o conteúdo da caixa em apple.com/br para os iPhones.

      1. “Cabo de USB-C para Lightning”

        Basicamente você precisa de um PC/Mac com USB-C ou qualquer outro carregador que tenha a entrada USB-C (não dá pra usar os carregadores antigos se você não tem o cabo Lightning).

        Deve ser uma das coisas mais ridículas do mundo.

        1. A minha indignação nem é com o que a Apple faz ou deixa de fazer.
          Meu problema é que (quase) tudo o que ela faz vira tendência.
          Foi assim com o fim da porta P2 (Galaxy S20, S10 lite, os One Plus, alguns Xiaomi, Asus Rog Phone 3, etc etc etc).
          Foi assim com os “super-premium” (celulares de mil dólares, se não me engano, os Galaxy S e Note mais tops chegam nessa faixa).
          Foi assim com o notch (alô Motorola One, alô Zenfone 5, ainda bem que essa passou rápido).

          Espero que o pessoal do lado do Android não invente de tirar o carregador da caixa. Acho razoável tirar o fone de ouvido. Mas o carregador, não.

          Sei lá, pelo menos agora, que mudar do USB A pro USB C tá muito recente e cru. Daqui a uns 10 anos quem sabe, quando qualquer celular a partir de 700 reais, e qualquer notebook/pc a partir de 1500 tiver portas USB C, e carregador USB C for universal, aí dá certo.

          1. É um jogo de gato-e-rato, a Apple faz isso porque tem uma base de fãs fiéis que estão presos à sua plataforma e que farão de tudo pra defender as ações da empresa (ainda que isso não faça nenhum sentido racionalmente falando) porque enxergam nessa questão algo além de apenas um produto, todo o “modo de vida” que a Apple vende faz parte de uma agressivo marketing que joga com o senso de pertencimento desses consumidores.

            Como isso é recente no mercado, as outras empresas seguem a Apple porque essa vende muito mais (e sem ter, necessariamente, produtos melhores, ela vende mais pelo que já foi exposto acima). Acho, assim, que é questão de tempo até os carregadores não virem mais nas caixas, assim como fones. Pelo menos até termos uma empresa que lance tendências tal qual a Apple faz.

            Aliás, isso não é exclusivo da Apple. A ideia de fã de uma empresa é algo buscado pelos publicitários de forma incessante. Aqui no Brasil o Nubank consegui isso e hoje temos fãs de banco (e eles lançam tendências, e todo o meio jornalístico fala deles, tal qual da Apple).

            Eu confesso que comentei esse post apenas porque achei completamente absurda a ação da Apple e confesso, novamente, que me incomoda um pouco tudo isso. Mas usualmente eu corro de posts sobre telefones, investimentos e fotografias/câmeras exatamente por esse tipo de assunto mexe com as pessoas e com o seu senso de identidade e pertencimento (leia-se: são discussões infrutíferas).

          2. É bem provável que outras fabricantes sigam o mesmo caminho. Afinal, e independentemente do papo do meio ambiente, é uma medida vantajosa às empresas — facilita a logística e aumenta a margem de lucro, mesmo que residualmente.

            Propor mudanças tão hostis ao consumidor e “passá-las”, como a Apple faz, é para poucos. Justamente por isso, costuma vir da Apple, e não de uma Positivo ou LG, essas medidas mais controversas. Na maioria das vezes é ruim para o consumidor, mas não sempre — ou alguém tem saudades de disquetes e discos plásticos?

            Só contesto a motivação do aceite da base de clientes. Acho desmerecedor creditá-lo apenas a um suposto “senso de pertencimento desses consumidores” da Apple, como afirma o Paulo, como se se aceitassem qualquer coisa. Talvez isso pese em alguma parcela dos usuários, mas há outros fatores em jogo, e fatores objetivos: os produtos da Apple são muito bons. É discutível se são os melhores do mercado, mas é inegável que são bons e têm vantagens difíceis de se encontrar na concorrência, como as muitas comodidades do ecossistema e o fator privacidade.

            Não é o ideal (evidência anedótica yada yada yada), mas tiro por mim: não me atrai nem um pouco a ideia de ser “fã” de marca ou de pertencer a uma turba de adoradores de multinacionais trilionárias, mas, dado o que o mercado oferece hoje, estou bem satisfeito com o que uso. O suficiente para pagar uma nota num celular novo sem carregador ou fones de ouvido na caixa? Não sei, e é por isso que a Apple faz o que faz: porque, apesar dessas medidas e dos preços surreais, ela ainda entrega produtos muito bons.

          3. Pessoal, juntei respostas aos 2 comentários, peço desculpas porque ficou grande. Aí vai:

            Paulo, tuas colocações são boas, concordei com quase tudo. Falo por mim, que tenho 2 membros da família endividados ao comprar iphones. Gostaram muito, mas reclamam da duração de bateria.
            Recomendei outros aparelhos, equivalentes em preço e vantajosos em outros aspectos (bateria, telas etc). Porém, há 2 argumentos que acabam com qualquer indicação de celular que não seja iOS: a segurança e a integração com instagram.

            É incrível o que a Apple faz com o sistema deles, que manda vídeo sem compressão no instagram. Você faz uns stories e fica melhor nos iphones. Posso atestar porque comparei um “storie” em vídeo feito no meu Zenfone 5Z, com o feito no iphone 7 do meu irmão, visto da tela do meu celular. Quando um interessado em iphone manda o argumento do instagram, eu me calo. Não tem como vencer.

            Sobre esse negócio de fã, faz sentido. Acho que não tem propaganda melhor do que clientes fidelizados ao extremo, que falam para tudo e todos das vantagens de ter tal produto ou ser cliente de tal empresa. E, bom, você tá certo: discutir sobre isso é ineficiente, infrutífero e consome muito tempo.

            —–

            Ghedin, aposto nisso também. As vantagens são inegáveis. No futuro, todas as empresas vão aderir ao movimento, especialmente as que hoje tiram sarro da Apple.

            Admito que estou errado no meu último comentário: na real, me importo com o que a Apple faz ou deixa de fazer, porque é questão de tempo até me afetar. Foi assim com os notches, com a saída P2, e assim será com o carregador na caixa.

            Eu concordo com o aceite da base de clientes. Meus familiares que têm iphone disseram que não vão deixar de comprar por causa disso. Ao contestar, mandaram o argumento do vídeo sem compressão no instagram. Não tem como vencer. A Apple domina nas redes sociais, graças aos seus esforços em manter o sistema muito bem integrado aos aparelhos.

            Realmente, os produtos Apple são muito bons, estáveis, rápidos, e tem boa vida útil. As comodidades do ecossistema são maravilhosas, a ponto de eu testar gambiarras pra ter algo do tipo no win10 e android (e falhar).

            Enquanto ela continuar entregando produtos muito bons, e ter a maioria dos clientes fidelizados, independente se é por causa dos stories no instagram, por causa da segurança, da baixa latência nos apps de música, ela terá margem pra cobrar o que quiser, e fazer as mudanças que julgar relevantes.

          4. @Ghedin

            Se é desmerecedor não sei – e não é algo que eu me importe – mas desde sempre a campanha de marketing da Apple sempre focou-se em ser mais do que um aparelho/marca e partiu pra venda de um estilo de vida. “Think Different” e campanhas como aquela em homenagem à grandes mentes da humanidade fazem exatamente isso: criam pertencimento. Quem usa Apple trás consigo – verdade ou não – toda essa carga de minimalismo, apreços ao detalhes, estilo de vida “artístico” e por aí vai.

            A Nintendo consegue fazer isso muito bem “requentando” franquias desde o NES, o Nubank criou a mesma base de fiéis seguidores no Brasil. Criar pertencimento com a marca faz com que você seja mais do que uma marca e venda mais do que um produto/aparelho.

            Me agrada a ideia? Claro que não, mas eu mesmo sou “fanboy” da Nintendo desde priscas eras. Ninguém está imune ao marketing, a questão é ter consciência disso e abraçar esse traço de personalidade moldado pelo capitalismo tardio.

          5. @ Paulo

            Toda empresa B2C que se preze tenta vender um discurso “lifestyle”. Acho que estamos de acordo nesse aspecto.

            O que acho problemático é reduzir a escolha de alguém a somente esse aspecto. Tomando emprestado o seu exemplo da Nintendo, nem a melhor narrativa ou marketing no mundo seguraria a base de fãs que a Nintendo tem se, de uma hora para outra, ela passasse a lançar jogos ruins. Digo, uma parte dessa base resistiria, mas a maioria das pessoas procuraria outros video games melhores — a derrocada da Sega, que nos anos 1990 rivalizava com a Nintendo, é uma grande prova.

            Por isso acho meio injusto esse argumento de que consumidor da Apple só compra pela marca, esse discurso “iSheep”, saca? Eu, sinceramente, tenho até um pouco de vergonha de ter/usar esses produtos, faço zero questão de ostentar ou qualquer coisa do tipo atrelada à marca, mas consumo Apple porque outros aspectos, como a qualidade, me agradam mais que a concorrência.

  5. Estamos na semana de preocupação com o meio ambiente, né? A Apple deixando de incluir carregador na caixa para redução do lixo eletrônico e o Sr. Senador limpando o bumbum com dinheiro sujo de corrupção para economizar papel.
    Um abraço pr’essas iniciativas!

  6. As rotinas pandêmicas de vocês mudaram? Eu estou seguindo as mesmas rotinas, desde Março só fui mais longe por motivos médicos. Fora isso, só compras no mercado e lojas perto de casa. De social, só visitei meus pais na semana passada, em que ele fez aniversário.

    Agora estou de férias forçadas e vou dizer que fiquei com vontade de visitar os museus que abriram em SP. Sozinho mesmo. Em termos práticos, não é arriscado. Por outro lado, fica o peso de ser completamente dispensável.

    1. Aqui em casa, o máximo é ir no supermercado ou resolver algo no centro que demande ser presencial. Confesso que mesmo com todos os cuidados, o receio de ser contaminado indiretamente me dá medo. Mas também não conseguimos segurar os idosos da família, que teimam em sair sem necessidade. É complicado.

      1. Felizmente, meus pais estão bem tranquilos em relação a isso. Claro que tenho medo de pegar, mas na real, fico muito mais preocupado em passar para familiar/conhecido que qualquer coisa. Fui morar sozinho esse ano, acho que acabou sendo uma boa coincidência para o contexto.

    2. A única mudança que fiz foi incorporar caminhadas semanais em ruas aleatórias. É um ganho triplo: movimento o corpo, produzo um pouco de vitamina D (quando o clima de Curitiba colabora) e espaireço.

      Em algum momento devo visitar meus pais no interior, mas essa situação me deixa bem desconfortável. Por eles, e por mim também, já que na minha cidade-natal a impressão que tenho, aqui de longe, é que pandemia nunca existiu, mesmo que já sejam quase mil casos confirmados e perto de 20 óbitos.

      1. É, acho que falta muito para eu ficar confortável em visitar meus pais.

        Em São Paulo, pelos menos região central, eu fiquei positivamente impressionado com a adoção de máscara. Tinha muito medo dessa discussão ficar mais forte aqui, inclusive fiquei muito irritado quando vi que os jornalistas da Band estavam “discutindo” as máscaras.

        Vendo alguns conteúdos na Europa, parece que aqui a adoção foi bem maior.

    3. Ao menos no meu arredor, as rotinas mudaram mais por causa das políticas do que dos próprios atos. Muitos conhecidos no final fizeram festas, foram em aglomerações…

      E eu não fiquei imune disto até porque preciso trabalhar e vivo na rua. Seria ruim se não tivesse serviço.

    4. Não vou comentar muito pois estou sendo um exemplo mediano… ao menos uso a máscara sempre e continuo com o cuidado com produtos de origem externa

    5. Sempre precisei sair. Não tive como parar.
      Mas sempre usando máscara, álcool em gel e lavando as roupas e tomando banho assim que entro em casa.
      Fiz exame semana passada e não peguei nada nesses meses.

    6. Há 1 mês pude voltar para academia e natação, foi a grande mudança e ainda bem que está possível.
      De estabelecimentos de lazer, 1x a cada 15 dias mais ou menos frequento algum café que tenha área externa e por mim já tá suficiente.

      No geral minha vida já está quase que ao que era antes. Ainda demorará bastante (só ano que vem) para eu criar coragem de ir a cinemas, bares/botecos, festonas (nem gosto mesmo, exceto casament0) e viajar (aparentemente aviões são menos perigosos do que parecem, mas os aeroportos não me passam confiança).

    7. Trabalho em industria, então passei apenas 11 dias em isolamento.
      Visitamos pais e sogra uma vez por mês com muito cuidado.
      No feriado de 7 de setembro minha sogra veio até nosso apartamento. Estavamos em 7 pessoas em pouco espaço. Eu estava indignado. Não deveriam ter vindo. Não consigo dissimular e acabei tratando-os mal. Ficaram ofendidos, mas foda-se!
      Saimos passear no último fim de semana, mas evitamos aglomeração.

    8. Ainda em quarentena e com breves exceções. Moro na Região Metropolitana de POA.

      Continuo estudando na faculdade e trabalhando de casa, então continuo nesse formato.

      Consegui logo nos primeiros meses um bom contato com produtores da região que fazem entrega de hortaliças (bastante coisa orgânica, mas não tudo) que peço quase que semanalmente (frete grátis acima de R$35 ajuda) e acabo indo no mercado 1x 20 dias. Por gostar de cozinhar, não fui em nenhum restaurante até agora.

      Só saio pra correr umas 3x por semana, num lugar aqui na minha cidade que sei que tem pouco movimento de manhã cedo. O que sinto mais falta é de ir em shows.

      Acabei e acabo abrindo algumas exceções pra família e a namorada, que acabo vendo semanalmente ou a cada 15 dias. Ainda acho que eu poderia ainda abrir menos exceções, porém, vou fazendo do jeito que consigo e com pessoas que conheço a rotina.

      Ao contrário de muitas pessoas do meu círculo de amigos e família aonde quase todo mundo já está vivendo normalmente faz uns 2 meses (festas, aniversários, futebol, churrascos com bastante gente, academia).

  7. Saí do Firefox essa semana, explico (estou igual ao ligeiro, rs):

    Do nada ele parou de abrir links do twitter, apesar de não usar, vira e mexe eu era levado até o microblog pelas minhas andanças na internet; outro problema que tinha era (principalmente) quando estava no globo.com e abria alguma matéria e frequentemente as imagens não abriam, mesmo tirando todas as restrições de privacidade do site; e a função de enviar link pra outro dispositivo nunca funcionava, as vezes carregava dias depois, quando carregava.

    Fui ao Edge e tem suprido minhas necessidades, pelo visto as configurações de privacidade são iguais ao Firefox e quando abro um link no celular a partir de algum aplicativo ele dá várias opções de uso, mesmo não abrindo completamente, diferente do Firefox que só dava opção de recarregar e “abrir no firefox”.

    Única coisa que sinto falta mesmo é “ferramenta de captura”, pois podia fazer direto do navegador, agora tenho que usar o do windows, é um trabalho extra, mas fazer o que; e a parte ruim é que estou dando marketshare pra engine do chromium, deixando a Mozilla cada vez mais no ostracismo.

    1. outra coisa que esqueci de mencionar: quando abria o whatsapp web no firefox eu tinha que recarregar a página, pois nunca abria de primeira, isso era bem chato, pois eu achava que já estava logado e não estava, tinha que voltar pra aba e recarregar

    2. Também estou pensando em migrar para outro navegador, uso o Firefox em todos os meus dispositivos, mas está difícil encontrar um substituto. A minha principal decepção com o Firefox é a questão organizacional da Mozilla, a cada ano ela se afunda mais, lançando um produto furado atrás do outro e o Firefox continua sem nenhuma melhoria relevante, além disso o desempenho do novo Firefox no Android está muito ruim, serei obrigado a usar algum navegador baseado no Chromium, estou em busca de alguma alternativa open source.

        1. Já testei vários e os mais atrativos na pegada do Firefox foram o Edge e o Brave Browser, mas com ressalvas:
          – Edge esquenta muito em meu celular (moto x4), então deixei passar.
          – Brave esquenta muito no Windows (pelo menos em minha experiência) e tem alguns problemas de compatibilidade com extensões.
          De qualquer forma, vale experimentar os dois por algum tempo e ver se encaixa em seu uso :^)

    3. Captura de tela direto do Edge já tem na versão Dev, só não sei quando chega na versão estável. Por enquanto com o Windows você pode usar Win+Shift+S, se já não estiver usando.

    4. Tou implicado com o Firefox por causa do Lockwise. Preciso tomar vergonha na cara e não depender dele, mas infelizmente sinto que tou ficando desmemoriado.

      1. Já experimentou o Bitwarden? É multi plataforma e multi navegador e é super prestativo e integrado ao Android, além de ser FOSS.

        1. ele é realmente muito bom, só parei de usar pq pra ter 2FA tinha que ter assinatura e eu não curto esse modelo de pagamento, então migrei pro enpass que na época era compra única

  8. com a mudança da capa do MdU, acho que ficou meio desnecessário lançar em RSS um post de edição, não? poderia fazer igual ao tecnocracia e deixar oculto, pelo menos eu acho que ficaria melhor.

    1. Sim, acaba sendo meio redundante, mas é necessário para mostrar a edição na capa.

      Curiosidade de bastidores: é o terceiro sistema de edições que estou usando desde o início do ano:

      • O primeiro era uma página (posts fora da cronologia do blog). Funcionava, mas tinha que montá-lo manualmente toda semana e a área de gerenciamento de páginas ficou uma bagunça, haha
      • O segundo foi usando etiquetas (“tags”). Elas continuam valendo, mas não tinham uma apresentação muito legal.
      • Agora, são posts comuns em uma categoria à parte.

      O Tecnocracia não aparece no feed por uma limitação técnica :(

      1. eu achava que o tecnocracia não aparecia pq era intencional e gostei disso, heheh

      2. Acho péssimo não ter o Tecnocracia no RSS já que costumava lê-lo em vez de ouvi-lo. Confesso que depois que parou de sair no feed eu praticamente deixei de ter acesso a esta parte do site.

  9. Olá para todos. Nesta semana, o Google encerrou a venda de músicas digitais na sua loja. E eu, como um desses idosos que ainda compra música, mesmo que seja digital, fiquei órfão. Aliás, já é a segunda loja do tipo que “me deixa na mão”: antes de usar a Play Store, comprava as músicas pela loja da Microsoft, que também encerrou a venda dessa mídia há alguns anos.

    Mas a minha razão de vir até aqui não é a de lamentar.
    Gostaria de saber se algum de vocês teria a indicação de alguma boa loja que venda músicas digitais em reais. Alguém?

    Estou fugindo do serviço da Apple (iTunes) o tanto quanto possível. O serviço é bom e os preços dos discos também, mas me parece que as músicas obtidas por ali tem DRM e isso foge do meu desejo de “ter” a música para poder escutar onde, quando e como quiser.

    AbraçOZ

    1. Parece que não dá mais para comprar música avulsa nessas grandes plataformas!? Abri o Música (o app que substituiu o iTunes) e não encontrei a loja de músicas avulsas. O app só mostra a biblioteca local (arquivos avulsos + Apple Music) e o Apple Music. Lembro que, não faz muito tempo, era possível pesquisar na loja ou no Apple Music. Agora, não mais.

      1. Putz… nem a Apple é uma opção então?
        Eu não manjo muito dos serviços dela, achei que ainda vendia os discos, pois consultei um totalmente aleatório e nele tem o link para compra por R$14,90:
        https://music.apple.com/br/album/the-ozzman-cometh/192492488

        Mas busquei outros aqui agora e acho que justo esse que busquei como teste é uma exceção: não achei outros álbuns (não que tenha testado muitos) que apresentem o link de compra.
        :4 \

        1. Talvez não por coincidência, esse álbum não está disponível no Apple Music. No app Música, só consegui acessá-lo pelo link que você mandou — ele nem aparece nos resultados da busca.

      2. a loja do iTunes fica escondida por padrão (mas você pode torná-la visível nas preferências)

        de todo modo, esse apagamento intencional da loja é bastante significativo

        1. Achei! Curioso que ela fica realmente apartada do restante do app — é uma aba na coluna à esquerda. Deve ser questão de tempo até a Apple seguir a Microsoft e o Google e parar de vender músicas avulsas.

          1. O futuro é o streaming! Eu só não me vejo nele… Em tempo: Quando soube que o Catalina mataria o iTunes em prol de algo mais leve, achei o máximo. Hoje sinto falta daquele elefante digital. Esse Música é péssimo em quase tudo o que se propõe a fazer.

          2. @ Harlley

            Sim! Todos os apps novos do Catalina são péssimos. Trocamos um app ruim (iTunes) por três apps ruins (Música, Podcasts e TV). Parabéns, Apple?

    2. Músicas COMPRADAS pela loja da Apple não têm DRM. As músicas do Apple Music, sim.

      1. Obrigado!!!
        Instalei aqui o iTunes e fiz uma compra de teste e parece ser isso mesmo.
        Pelo visto, será a única e última opção que terei para manter as compras digitais.
        Valeu.

        1. De nada :)
          Sinceramente, a Apple é a única confio em relação aos filmes digitais que compro. O foda é que os filmes têm DRM, o que é meio chatinho.

          Você pode comprar músicas pelo BandCamp também. Lá não tem DRM e eles disponibilizam os arquivos no formato WAV. O problema é que nem todo artista vende por lá.

  10. Fui para Santa Catarina no sábado para domingo para “visitar” meu pai, que está debilitado em uma casa de repouso.

    Costumo ultimamente fazer a viagem sempre baldeando em Curitiba. Ficar muito tempo dentro do ônibus me dá agonia, e do jeito que venho fazendo é menos dor de cabeça e mais chances de pegar lugar duplo vazio.

    Não sabia que em Florianópolis (Região Metropolitana), o transporte público ficou desativado no domingo. Isso me gerou um prejuízo danado.

    E para piorar, o meu celular (um Nexus 4) resolveu dar problema de bateria enquanto eu voltava para casa (ontem para hoje). Na viagem de volta, resolvi tentar ir no Shopping Estação (Curitiba) para ver algum celular na faixa de 500 reais. Multilaser e Positivo apenas – com 16 ou 32 GB de armazenamento e 1 GB de RAM. Fora isso, havia a opção de comprar um tablet também, com configurações similares mas mais barato.

    Passei na Kalunga do mesmo shopping e vi um A01 da Samsung por uns 750 (lembrando vagamente). As configurações são até um pouco melhores que meu Nexus – 32 de armazenamento e 2 GB de RAM. E 3000 mAh de bateria – algo que já eu vinha procurando.

    Também na Kalunga vi o Positivo com KaiOS e Whatsapp por uns 290 reais. Juro que fiquei tentado a comprar. Eu precisava de um celular barato, novo e prático.

    Rodei parte do centro de Curitiba, e nas lojas via Samsung J2 Prime por uns 350 reais ou mais por exemplo. E iPhones 5 (acho) por 450. Isso falando de usados. Só que penso que comprar usado desta vez eu não arriscaria – meu temor é ocorrer o mesmo que ocorreu com o Nexus e a bateria ter duração reduzida.

    Voltei para SP com o Nexus na tomada desde então. Acabei de fazer parte do backup e avisei que ficarei sem Whatsapp por um tempo. Tirei da gaveta um Palm Treo 650 e bem, boa sorte para mim, né?

    1. já estava há quanto tempo com esse Nexus?

      e fui ver esse palm, é um dinossauro mesmo, conte como tem sido o seu uso com ele.

      1. Dois anos com o Nexus. É um aparelho ótimo em relação aos outros que eu tive na vida. Teve seus problemas de software (é um pouco instável as vezes) e de consumo de bateria (ele puxa muita bateria mesmo – geralmente é sair de casa carregado e chegar em casa com zero bateria).

        O Palm peguei anos atrás em uma troca boba que fiz. Tenho celulares que amigos me deram ou peguei em brechó e na época eram “top” (um A1200 da Motorola e um N95 da Nokia). É tipo uma “coleçãozinha” que montei.

        Vou usar estes dias como celular enquanto penso o que vou fazer com a necessidade de Android – preciso de um porque tem coisas que só por ele mesmo (como o Auxílio Emergencial). Pelo menos dá para ligar e receber ligações. Acesso a internet é engraçado: acesso o google apenas para pesquisas, mas o MdU e outros, não dá. Imagino que o browser não seja mais compatível.

      1. O N95 achei uma bateria compatível (multilaser), mas a tela dela tá trincada. Pensei em comprar uma online, mas seria um gasto ruim neste momento.

      2. Em tempos: o Palm, no momento atual, é mais um “simple phone” mesmo, dado que apesar dos aplicativos e tudo, ele está limitado as tecnologias atuais, que não atingem mais ele.

        Verei se instalo um Opera nele, mas teria que achar onde foi parar meu dongle bluetooth no meio da bagunça de casa. (O cabo de dados não tenho, sumiu).

    2. Esqueci de relatar algumas coisas – inclusive sobre a Covid:

      – As linhas de ônibus hoje operam com capacidade entre 50 a 75% dependendo da linha e das cidades de origem e destino. Então é ruim achar ônibus lotado por enquanto.

      – Só apenas uma vez mediram temperatura minha em toda a viagem de ônibus (fiz 4 no total).

      – Ainda me devo pegar o Buser, mas pelo que tenho lido, intensificaram a fiscalização ao mesmo. Sinceramente acho que tem uma discussão ignorada, e apreender ônibus da Buser não vai ajudar nisso. Pelo contrário.

      – Pela primeira (ou talvez segunda?) vez na vida, tive gastos extraordinários com 99 e táxi. Como citei no primeiro comentário, Florianópolis (RM) tem transporte paralisado nos domingos e feriados. O resultado é que quem depende de se locomover, ou fica refém dos citados no início do parágrafo ou tem que andar a pé, ou até alugar um veículo.

      – O uso de máscaras, ao que noto, tem reduzido bastante mesmo. O que vi de noticiário sobre praias cheias e não uso de máscaras… A sorte é que no meu caso ao menos meus arredores uns 70% usou. Eu só tirei para comer, e mantive distância máxima até de familiares. No meu caso, a visita foi meio que uma “emergência” – não sei o dia de amanhã quanto ao meu pai, então…

      Post Scriptum Extremamente Necessário: ao ver a situação do meu pai, acho que posso dizer que sou testemunha do que o alcoolismo faz. Se eu fosse vocês, diminuiria ao máximo o consumo de álcool. Se conseguir, se abstenha.

    3. Atualização da história – com a situação do Nexus.

      Fui na 25 de Março / Galeria Pagé ontem para ver se eu achava a bateria do meu celular e/ou outro celular.

      – Outro celular, para comprar, tem que saber as lojas certas para pegar “no varejo”. Eu não sei se sabem, mas a região da 25 é barata porque muitas lojas são “atacadistas” – só vendem por volume. Na Galeria Pajé e similares nos arredores, não é diferente. As lojas vendem barato porque vendem geralmente em número. Algumas lojas são varejo e vendem com diferença de valor de até 20%. O mais barato que vi foi o Twist 2 da positivo, por 430 reais. O A01 da Samsung vi por uns 750 – o mesmo preço da Kalunga.

      – Achei a bateria para o Nexus por 30 reais. O vendedor alega que “a bateria é original”, mas bem, não vi rótulos nela que comprovam isso. Deixei carregando de ontem para hoje e chegou aos 100% depois de 10 horas.

      – O Palm não é quadriband. Certos lugares para ele significa entrar em área de sombra.

      – Não achei formas para ligar o palm no pc por preguiça. Preciso pegar o Opera para Palm.

      1. Troquei a bateria do Nexus e deixei carregando durante a madrugada. Chegou nos 100% as 9h.

        Comecei a acessar alguns sites, e deixei um vídeo rodando, ligando o som via bluetooth. Foram 10% da bateria em 30 minutos.

        Aproveitei e tentei instalar o Opera no Palm – entrei em um site de programas de palm via Nexus e puxei os arquivos. Mas falhou.

        1. Levei o mesmo comigo agora.

          – Sem uso nenhum (apenas espera) – sem chip e apenas no wifi = uns 5 a 10% de consumo em 2 horas.

          – Cheguei em casa e pus o mesmo para rodar um vídeo do youtube = 1% a cada 2 minutos.

          Acho que ainda vai “calibrar” a bateria.

          1. Final da saga do Nexus:

            – Ontem usei durante o dia. Se não me falha a memória, tirei do carregador às 10h e pediu carregador às 15h. Tinha levado comigo um carregador portátil e cabo usb, que usei no ônibus. Carregou 30%, que demorou mais 1h30 aprox. para serem gastos.

            Aparentemente parece que meu Nexus “voltou ao normal” com a “nova” bateria.

            – O Palm volta para a gaveta. Ainda cogito pegar um dia para usa-lo com internet, mas dá mais trabalho hoje…

            – E não saiu do radar a ideia de comprar um celular novo. Quando fui rodar na 25 de março, tinha achado um Asus Zenphone Zoom por R$ 700,00. E se não fosse a falta de dinheiro, tinha levado.

          2. @ Ligeiro

            Será que não é mais negócio pegar um celular low-end novo ou um mid-range de 2019 ou 2018? O Zenfone Zoom é um celular de 2015 que morreu com o Android 5. Imagino que o modelo que viu seja usado, o que significa que a bateria, se não foi trocada, precisará ser, e como é antigo, talvez não exista mais modelos originais/confiáveis por aí.

            Um low-end novo provavelmente não terá um acabamento legal nem recursos muito avançados, mas a bateria vai durar e rodará os apps mais comuns minimamente bem. (Sem falar no software atualizado, o que é importante por questões de segurança.)

            Fiz uma pesquisa rápida num comparador de preços online e encontrei o Galaxy A01 e o Moto E6 Play por ~R$ 800. É um pouquinho acima desse Zenfone Zoom que você achou, mas imagino que a experiência de uso seja muito melhor. (Nem em 2015 o Zenfone Zoom era um celular muito bom.)

          3. @Ghedin

            Admito que a ideia de pegar o Zenphone Zoom é por ele ser um telefone “fora do padrão”. Assim como o Nexus, acaba sendo uma “escolha de ego”. A ideia é a mesma de ter pego o Positivo P70S – meio que por ser um “celular diferentão” também, que ajudaria pelo fato de ser diferente, ser menos visado (acredito eu). Mas grato pela dica e tem toda a razão.

            Como eu já tinha dito nos outros comentários, eu tava cogitando o A01 Core – Kalunga saí por 755 a vista e Americanas online por 655

    1. Gosto da ideia, mas acho que faltou pelo menos um título, algo como “notinhas curtas” mesmo, para diferenciar as seções, e também no próprio texto da capa uma chamada para a leitura delas.

      Outra coisa que não entendi: novas notinhas só aparecerão em novas edições do MdU ou pode ser que numa amanhã tenha algo novo?

      1. Eu juro que tentei colocar esse título, mas minhas parcas habilidades com WordPress não me permitirão :(

        Notinhas novas aparecerão todos os dias, a qualquer horário. Só a edição (leia-se: posts mais longos e seções fixas) que continuam sendo publicados às quintas.

    2. Não consigo acessar em um Palm Treo 650 :p

      Mas falando sério, concordo com o fred: destaque as notinhas para não confundir tanto. Se me permite a sugestão, claro.

    3. Concordo com o Fred também.
      Quando entrei agora de manhã fiquei meio perdido, sem entender a relação com os posts da edição. Só entendi lendo o post de aniversário. Mas a ideia é legal, e o título que o Fred sugeriu pode resolver.

    4. assim como todo mundo, concordo com o Fred, seria legal ter um diferenciação dos posts principais

    5. Não gostei 😅

      Talvez seja só questão de costume, mas achei que a notas tiveram destaque demais, enquanto os posts ficaram sem destaque e meio “escondidos”. Demorei um tempinho pra entender o novo layout.

      1. Acho que há espaço para trabalhar melhor a listagem de posts da edição semanal. Hoje mais cedo, um leitor apresentou uma ideia bem bacana, de mostrar miniaturas dos posts em vez de um listão. Há uma dificuldade em como implementar isso, mas provavelmente mexeremos nessa apresentação.

        1. Não existe alguma extensão do WP que possa gerar estas miniaturas?

          (preferencialmente open source)

          1. Deve ter, sim, mas tem outros critérios que ela precisaria cumprir, como não pesar muito o carregamento. (Aliás, se alguém conhecer uma solução do tipo, sou todo ouvidos.)

    6. Achei a ideia boa, mas ainda gostaria que as notas fossem apresentadas em uma página separada e na home do site fosse mostrado somente um destaque das 3 últimas publicadas abaixo da edição por exemplo.

      1. O raciocínio para deixar todas as notinhas na capa é facilitar a vida de quem chega ao site. Em vez de cliques, a pessoa consegue ler tudo de cara. Não seria pior esconder as notinhas em outra página?

        1. Concordo que facilita a vida, talvez só mudando a visualização delas melhoraria. Mas eu gosto da ideia da edição atual ganhar o maior destaque a as notas serem um extra que possa despertar a curiosidade do usuário para ele dar uns cliques a mais e navegar pela lista completa.

          1. com certeza, até pq o principal conteúdo do site/blog são as edições, as notinhas sendo um extra

    7. Confesso que achei meio confuso quando vi pela primeira vez, mas agora percebi que parece as newsletters. Vai ficar assim pra sempre? Pessoalmente, acho que assim você dá menos importância aos posts da edição, e deixa a newsletter meio inútil.

      1. A newsletter mudou também, consequência das notinhas no site. A partir da semana que vem, ela trará os destaques da edição e indicações de leituras longas/de fôlego de outros veículos.

    8. Pra mim tá OK. Não entendo muito como o pessoal “se perdeu” no layout porque dá pra perceber, ao menos no modo escuro, que as notas tem um tom mais escuro do que a edição de quinta.

    9. Achei que ficou uma mistura de Tumblr com newsletter do Canal Meio. ;-)

    10. Gostei bastante. Especialmente porque não me adaptei bem ao consumo das notinhas via Telegram. Acabava pegando pelo Twitter mesmo. Tendo um espaço pra comentário vai ser bem legal.
      Sobre a newsletter: ansioso para esse novo formato. Vi que semana passada já rolou no Telegram um preview e eu gostei das indicações.

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