Dane-se o Google
Sexta passada (31/5), incluí uma sinalização no site do Manual para que buscadores, como Google e Bing, parem de indexar nossas páginas.
A ideia é remover o site desses locais. Fiz isso motivado pelo desrespeito que ambas as empresas, Google e Microsoft, têm demonstrado pela web aberta com suas iniciativas predatórias de inteligência artificial generativa.
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Até a tarde desta quinta (6/6), páginas do Manual ainda apareciam nos resultados dos buscadores. É como se nada tivesse mudado. Talvez leve algum tempo para a sinalização surtir efeito. Usei o método indicado pelo Google para remover páginas do seu índice.
O que esperar disso? Minha hipótese é a de que um site que não fatura diretamente com tráfego, como o Manual, consiga existir sem depender do Google.
Alguém pode dizer que é um ato extremo, afirmação com a qual concordo. Também foram extremos os atos de Google e companhia quando decidiram engolir a web sem autorização para treinar IAs que regurgitam plágios com base nesse conteúdo alheio. Aqui, na minha insignificância, gosto de pensar que estou nivelando o jogo.