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Extensão do Marreta ganha versões para Chrome, Firefox para Android e Firefox ESR

Ficou mais fácil usar o Marreta, nosso quebrador de paywalls, com a nova extensão para o Chrome. / chromewebstore.google.com

A exemplo da do Firefox, a extensão para o Chrome também foi desenvolvida pela Clarissa Mendes. Para quem usa o Firefox, aliás, a última atualização (0.4.1) trouxe suporte ao Firefox ESR e ao Firefox para Android. / addons.mozilla.org

Atenção com o Firefox para Android. O caminho para ativar a Marreta é um pouco mais complicado: tem que abrir o menu, ir em Extensões e aí tocar em Abrir com Marreta. Os prints na página da extensão demonstram como fazer.

Nosso combinado para 2025

A parte que eu mais gosto das pesquisas anuais com quem lê o Manual são as perguntas abertas. Mesmo opcionais, muita gente dedica algumas palavras para elogiar o que funcionou ao longo do ano e, mais importante, tecer críticas pertinentes e dar ótimas sugestões.

Para ~abrir os trabalhos em 2025, achei que seria uma boa aproveitar os comentários da galera para passar a limpo dúvidas frequentes, fazer alguns anúncios e firmar um compromisso entre a gente.

Tentei ordenar os assuntos por importância. Alguns foram mencionados várias vezes; para não deixar o texto repetitivo, limitei cada assunto a um comentário dos leitores, ok?

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Relatório da moderação de comentários (dezembro de 2024)

Dezembro foi um mês bem tranquilo na moderação de comentários, reflexo do recesso e da consequente redução no total de mensagens publicadas. (Acho eu.)

Foram apenas três casos, todos eles de excessos por parte de leitores mais empolgados. Pela primeira vez, fiz uso do direito que me dei em novembro de excluir um comentário de leitor reincidente e não notificá-lo/justificar minha decisão no privado. Às vezes, cansa 😩

Ah, uma alteraçãozinha para 2025: a partir de agora, os números dos casos serão sequenciais (202501-1, 202502-2 etc.), em vez de reiniciados todo mês. Melhor, não?

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Relatório da moderação de comentários (outubro e novembro de 2024)

O experimento de fechar os comentários do blog, em novembro, fracassou. O meio eleito como alternativa, o e-mail, foi pouco usado pelos leitores. Até meados do mês, havia recebido menos de 50 mensagens.

(Para colocar esse número em perspectiva, é normal o Manual ultrapassa os 2 mil comentários por mês.)

Acabei antecipando o fim do experimento e para falar dos resultados em outro momento, que, a julgar pela falta do que falar (senti falta, foi ruim), vai neste relatório em dobro da moderação de comentários de outubro e novembro.

Em dezembro, defini uma nova “diretriz interna” para tornar o trabalho menos desgastante: deixarei de enviar e-mails com justificativas a leitores que publicam com frequência comentários problemáticos. Depois de certo número, eles sabem o porquê das mensagens barradas e, de verdade, ando meio sem energia para ficar escrevendo a mesma coisa de novo e de novo e de novo… A justificativa será dada nos relatórios mensais, como este.

Vamos aos casos.

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Robôs do Marreta estão disponíveis no Bluesky e Telegram

O Marreta agora tem robôs no Bluesky e Telegram para facilitar a derrubada de paywalls.

No Bluesky, você pode publicar o link e mencionar o perfil do Marreta, @marreta.pcdomanual.com, ou mencionar esse mesmo perfil em resposta a um post com link (exemplo).

O robô do Bluesky é criação do Joselito.

No Telegram, adicione o robô @leissoai_bot e envie links de notícias com paywall para receber outro link do Marreta ou de outros quebradores de paywall. (Esse robô é do Renan Altendorf, criador do Marreta.)

Promoções das lojas parceiras do Manual

Os parceiros do Manual também embarcaram na Black Friday. (Por “parceiros”, entenda gente legal que tem produtos com a nossa marca.) Aproveite os descontos:

  • Burocrata Carimbos: Carimbos do Manual com 10% de desconto.
  • Casatrês: Os dois livrinhos e o kit com ambos com 20% de desconto.
  • Kumori: Até 44% de desconto em produtos selecionados. (O deskmat lindão do Manual está esgotado!)
  • Quem borda um ponto: Todos os produtos com 20–40% de desconto e frete grátis acima de R$ 100 (cupom FRETEQUEMBORDA). (E lançamento do guardanapo de mesa.)

Marreta, novo quebrador de paywalls do PC do Manual, está no ar

O PC do Manual, nosso servidor de aplicações de código aberto, ganhou um novo serviço: o quebrador de paywalls Marreta.

O Marreta substitui o antigo Parede, que era baseado em um projeto pronto, o Ladder. (O novo nome faz mais sentido, né?) Desenvolvido pelo Renan Altendorf, traz mais recursos, é mais informativo e está em desenvolvimento ativo e acelerado.

“Embora o Ladder seja uma alternativa open source interessante, senti a necessidade de explorar soluções em uma linguagem de programação que que tivesse mais confortável”, diz Renan. “Além disso, estava em uma fase de aprendizado com projetos como o Lerama e o Sintoniza, que me inspiraram a criar novas abordagens para resolver desafios similares.”

O Marreta é uma aplicação em PHP. Segundo seu criador, ela “faz uma requisição nos sites simulando alguns bots, com headers específicos, DNS, user agents — o mais próximo de um usuário comum — e, em seguida, guarda todo o código HTML original dessa pagina de forma compactada”. Algumas dessas palavras não estão na Bíblia, mas funciona!

Ele continua: “Ao acessar a página, existe um sistema de regras globais e específicas por domínios que remove elementos, scripts, classes, IDs e até mesmo escreve novos códigos personalizados.”

O mais importante é que funciona lindamente.

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Sintoniza, o novo serviço do PC do Manual para sincronizar inscrições em podcasts

Se o seu aplicativo de podcasts não sincroniza as inscrições com outros dispositivos, o Sintoniza, novo serviço do PC do Manual, é para você.

O problema que o Sintoniza resolve pode parecer estranho a quem usa os apps mais populares — Apple Podcasts, Spotify, Pocket Casts —, que têm um sistema de sincronia embutido.

Não são todos, porém. AntennaPod e Kasts, por exemplo, carecem da sincronia, o que significa que as suas inscrições ficam restritas a um dispositivo e não podem ser restauradas da nuvem quando são reinstalados ou a pessoa troca de celular.

Desenvolvido pelo Renan Altendorf, o Sintoniza supre tal lacuna desses apps alternativos. A animação na página inicial mostra como configurá-lo usando o AntennaPod de exemplo.

O Sintoniza é aberto a todos, independentemente de assinatura no Manual. Inscreva-se aqui.

O código-fonte está em nossa página no GitHub.

Para os curiosos, Renan criou uma página pública de estatísticas agregadas, com o total de pessoas usando o serviço, de dispositivos sincronizados e uma lista dos podcasts mais populares. O líder não chega a ser surpresa :)

De mudança para o WhatsApp (sim, o WhatsApp)

O balanço do uso do Signal para a nossa comunidade rendeu bons comentários (por e-mail!) de apoiadores.

A Patrícia disse:

O Telegram parecia mais animado #imho… (mais interações de assuntos mais diversos)

O Leandro manifestou a situação de — imagino — muitos que estão ali:

Meu único uso do Signal é o grupo do Manual, mas olhando de curioso na minha lista de contatos, estão os mais aleatórios possíveis: [lista de contatos aleatórios]

O comentário do Vinícius me levou a uma nova camada de reflexão:

Particularmente achei que a mudança do grupo para o Signal, embora entenda os motivos, tirou um diferencial da assinatura do manual. O grupo antes era bem movimentado, acessava sempre, com muitas conversas sobre cultura, comportamento, etc. Após o Signal ficou mais morno, com menor volume de mensagens e conversas mais nichadas em questões de programação/pessoal da TI. Acredito que muitas das pessoas, como eu, só instalaram o mensageiro pelo grupo do manual. Daí entro quando lembro, às vezes passo alguns dias e menos assim há poucas mensagens “atrasadas”, algumas dezenas.

Após ler o texto, agora, abri o app (que, pelos registros do meu celular, tinha aberto na segunda-feira — há 4 dias — e há 40 mensagens não lidas. Claro que quantidade não é um dado que indica muita coisa sozinho, o ponto é a diminuição mesmo na interação. O que, para mim, era um chamariz da assinatura, meio que morreu. Concordo que os rumos que o Telegram tomou são questionáveis e repito que entendo os motivos da mudança, mas para mim o resultado foi esse. =(

O “rumo questionável” que o Telegram tomou foi transformar o aplicativo em veículo para criptomoedas. É… uma pena.

Por fim, o do Paulo em resposta à edição de domingo da newsletter (que envio a assinantes):

Eu entendo a relutância de muitos (eu às vezes tenho isso) de usar o WhatsApp, mas seria interessante centralizar tudo em um único app (pra mim, no caso) com os grupos e contatos pessoais. O Telegram era mais fácil porque, ainda que não seja o meu app primário, ele concentra muitos robôs de serviços que eu uso, além de poder guardar conversas/anotações/listas de forma simples, coisa que o WhatsApp ainda não faz (de forma simples, faz mas de forma meio capenga). O Signal “ostracizou” ainda mais o grupo pra mim, porque não ter um app web/tablet dificulta muito pra mim de ler ou de me lembrar de ler o grupo. Não é nada demais, mas eu sinto que o Signal é uma barreira pra lembrar do grupo do Manual.

Estamos aqui para experimentar, por isso, à luz desses e outros comentários de assinantes que não estão no ou não curtiram o Signal, decidi migrar o grupo para o WhatsApp. Por alguns motivos:

  • Goste dele ou não, é o app mais usado no Brasil;
  • Apesar das investidas da Meta para transformá-lo em SAC 2.0 e cavalo de Troia para a inteligência artificial da empresa, a Meta AI, conversas entre indivíduos e em grupos ainda são criptografadas de ponta a ponta;
  • O recurso de comunidades é um pouco complexo, mas não para o público do Manual, que pode se beneficiar da organização;
  • Tenho revisto a minha política de boicote às big techs. Embora ainda priorize tecnologias que contornam as grandes do setor, por coerência não há problema em adotar o WhatsApp — já usamos/lido com Apple, Amazon, Oracle, Automattic… a lista é longa e inescapável, se quiser dialogar com um público mais amplo.

Antes de tomar essa decisão, perguntei aos três insatisfeitos (haha) das mensagens acima o que achavam do WhatsApp, hipótese que foi bem recebida.

Quem já apoia o Manual receberá, ainda hoje (11), o link de convite para o grupo no WhatsApp. Se você ainda não assina o projeto, faça isso agora para participar.

Comentários (ou conversas) por e-mail

Vamos fazer um novo experimento em novembro? Ao longo do mês, os comentários de novos posts no Manual ficarão fechados e, em seu lugar, haverá um convite para conversarmos por e-mail.

Não me entenda mal, eu adoro os nossos comentários. E também adoro e-mail. A hipótese que motiva esse experimento consiste em observar se a mudança de suporte e a troca do espaço público por um privado geram mudanças significativas — de volume, tom e até satisfação das pessoas envolvidas.

Para não privar os demais leitores de informações importantes ou úteis, conversas por e-mail poderão aparecer aqui no blog, a menos que você sinalize que não queira isso. (Deixarei um aviso junto ao link do e-mail.)

O experimento só vale para o blog. No Órbita, os comentários seguem abertos.

/ano 11

O Manual do Usuário sempre refletiu o que acontece comigo fora da internet.

O site surgiu, no final de 2013, como a antítese do ritmo acelerado do Gizmodo, onde eu era repórter na época. Daí o “slow web” e tudo mais.

Durante o curso de comunicação (2013–2016), as influências de lá se manifestaram na linha editorial, com tentativas — algumas ok, outras meio nada a ver — de análises que se pretendiam acadêmicas.

A partir de 2017 e já em Curitiba, veio a fase concomitante e pós-Gazeta do Povo, quando pesei na carga político-ideológica1 em uma espécie de resposta imunológica ao ambiente micro (redação) e macro (Brasil) onde me vi. Sinto que ela se encerrou nas eleições de 2022, quando declarei meu voto aqui.

Faz alguns meses que me dei conta de que estou numa espécie de ressaca desde então. Ressaca de 2022 e dos anos anteriores.

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Relatório da moderação de comentários (agosto de 2024)

Apesar de um leve aumento nos casos de comentários moderados em agosto (4 contra 3 em julho), desta vez foram todas situações amenas, fáceis de decidir e, acredito, sem muita margem para polêmicas.

Em agosto, o total de comentários aprovados/sem problemas foi de 1.755 — leve baixa, de 3,8%, na comparação com a média de 1.824 nos seis meses anteriores.

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Relatório da moderação de comentários (julho de 2024)

Houve um aumento considerável, de 200% (de 3 para 9), de situações em que precisei intervir nos comentários em julho, no comparativo com o mês anterior.

Na maioria, achei a raiz das confusões similar à da maioria dos casos de junho: o fator “ser desagradável”.

Em parte, entendo. Todo mundo tem um dia meio azedo, em que acordamos dispostos a instaurar o caos. Controlar-se é possível, ainda que não seja fácil. Tento equilibrar as discussões a fim de fazer jus à nossa fama de lugar legal na internet. O último comentário do relatório questiona isso, talvez com alguma razão, embora eu ache que o saldo ainda é bastante positivo — em julho, foram quase 1,6 mil comentários publicados no total.

Reforço o convite à leitura das regras de convivência a todos que frequentam o Manual.

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Relatório da moderação de comentários (junho de 2024)

Com o novo formato dos relatórios de transparência inaugurado em junho — sem comitê de supervisão —‚ acho que faz mais sentido publicá-los todo mês em vez de a cada dois meses.

Em junho, tivemos apenas três casos. Dois deles (2024-29 e 2024-30) evidenciam o tipo de problema mais recorrente que encontro ali embaixo: um tipo de desrespeito que acho esquisito haver aqui, em um blog despretensioso, sem uma grande audiência.

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