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A bolsa “podre” da Keli Vasconcelos

Sou Keli Vasconcelos (ela), jornalista, redatora freelancer e pós-graduada em História Pública, 44 anos, moro em São Paulo (SP), no extremo da zona leste (S. Miguel Paulista). Escrevo sobre Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, publiquei dois livros e, em 2024, enviei aqui a mesa de trabalho.

Desta vez, mostro a bolsa transversal que anda sempre comigo, carinhosamente chamada de “podre”, de tanto uso!

Mulher de óculos, sorridente, segurando um celular laranja em primeiro plano.
Foto: Arquivo pessoal.
Em 2021, assim que troquei de celular para um Motorola E6i (na foto), eu comprei essa bolsa em uma daquelas lojinhas “made in China”. Ela é de nylon rosa e roxa, duas cores que adoro, e tem quatro bolsos: um pequeno na frente e mais três maiores. Quando tiro as alças, vira uma carteira e é comum eu colocá-la em outras bolsas maiores.

Destaco alguns itens que sempre carrego dentro dela:

  • Ecobag: Deixo ao menos algumas sacolas plásticas e ecobags pequenas. Essa da imagem, em tons azuis, foi uma aquisição recente na quermesse do Mosteiro da Luz (SP).
  • Lenços de papel: Também tenho hábito de levar um pacotinho (que está gasto porque prefiro comprar uma caixa e ir repondo), bem como curativos e luvas plásticas descartáveis. (Por ser alérgica, eu sempre levo para proteger as mãos de locais empoeirados.)
  • Protetor auditivo: Tenho hipersensibilidade auditiva e carrego esses protetores da marca Delta Plus quando os sons estão meio “insuportáveis” para mim. Não uso para andar na rua, mas no cinema, teatro e shows é “lei”.
  • Caderninhos e caneta: Nunca se sabe quando uns insights aparecem, então ando com esse kit para rabiscar. O da foto é um caderninho que comprei na Daiso e a caneta ganhei quando dei uma palestra.
Foto de cima dos itens na bolsa “podre” da Keli.
Foto: Keli Vasconcelos/Arquivo pessoal.
  • Chaves de casa: O molho é repleto de medalhinhas e um chaveirinho de um filme (o excelente Cairo 368), que ganhei em uma promoção. Já as medalhinhas são inúmeras, que adquiri, ganhei, inclusive um pingente da orixá Nanã, que comprei em uma feira de artes.
  • Bolsinha/carteirinha/moedeiro: Aquisição nova (2025) em uma vendinha aqui na quebrada. Os nomes para esse objeto são muitos, eu chamo de bolsinha! Tem dois bolsos transparentes em que coloco alguns adesivos (teve um tempo que os colava na rua, mas parei), umas moedinhas inglesas que ganhei há uns 20 anos (penny) e dentro tem cartões, uma cópia do registro de jornalista e mais santinhos. O em destaque comprei em uma feira do Museu da Imigração e veio da Ucrânia.

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5 comentários

  1. também uso ecobags na bolsa, mas sempre que preciso ela não está lá, rs, muitas vezes tiro pq não uso, aí quando precisa, está em casa :(

    uso bastante lenços de papel também, como meu rosto é eleoso, ajuda para remover o excesso.

    no mais, também tenho algumas coisas parecidas, como caderno para anotações e protetor auricular, hehe.

    1. Oi Will! Também já passei por isso, mas criei um hábito de dispensar as sacolas quando faço compras, aceito ainda as de papel porque gosto de presentear e substituem os embrulhos para presente. Esses lenços são a ótimos, já me salvou de apuros, como limpar as mãos ao comer em feiras gastronômicas, rsrs! Abraço e obrigada por comentar!

  2. Obrigada, Rodrigo, pela oportunidade! Tomara que mais pessoas enviem também as histórias das bolsas e o que carregam!