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A loja de apps para Android de um mundo ideal existe

Um dos grandes diferenciais do Android em relação ao iOS que ainda resistem à convergência dos dois sistemas, que a cada nova versão ficam cada vez mais parecidos, é o suporte a lojas de aplicativos alternativas. Se no iOS você só pode baixar apps da App Store, no Android é possível instalar lojas alternativas. Não é simples habilitá-las e a hegemonia da Play Store, a oficial do Google que já vem pré-instalada, deixa pouco espaço para rivais, mas a possibilidade existe e viabiliza o surgimento de pequenas pérolas, como o F-Droid.

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Os comentaristas do Gizmodo

No dia 15 de dezembro de 2020, Caio Maia, diretor editorial da F451, um estúdio de conteúdo digital sediado em São Paulo (SP), publicou um breve post no Gizmodo Brasil informando os leitores de que o espaço para comentários da publicação havia sido fechado. Foi a última página de uma longa história, de mais de dez anos, de uma comunidade online exemplar transformada no espaço privado de um pequeno grupo de leitores ruidosos. “Essa época passou, não temos saudades dela,” escreveu Caio, referindo-se aos tempos áureos, quando bons debates brotavam embaixo de cada post publicado no Gizmodo.

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Seus dados bancários são seus

Imagine pegar todo o seu histórico de relacionamento com seu banco e usá-lo para comparar e acessar ofertas de bancos e fintechs rivais. Este cenário, que até pouco tempo era improvável, está começando a ganhar corpo no Brasil graças a duas palavras em inglês: “open banking”. A iniciativa, capitaneada aqui pelo Banco Central, promete dar ao brasileiro o controle total dos seus dados bancários e, com isso, abrir uma nova era de inovação no setor, com a promessa de aumentar a competitividade e, assim, baratear serviços e democratizar o acesso ao sistema financeiro. (mais…)

O que muda na nova política de privacidade do WhatsApp

No dia 8 de fevereiro 15 de maio, começa a valer a nova política de privacidade do WhatsApp. O pedido de aceite, que os usuários já começaram a ver ao abrir o aplicativo (imagem acima), diz que “após essa data, você deverá aceitar as atualizações para continuar usando o WhatsApp.” O ultimato tem causado rebuliço. O que muda, exatamente? Chegou a hora de abandonar o WhatsApp? Tento responder essas e outras perguntas nesta análise1.

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O app faz-tudo que conquistou os aficionados por produtividade na pandemia

Não faltam aplicativos de produtividade para quem deseja se organizar melhor. E parece que a toda hora surge um novo, às vezes com promessas hiperbólicas, do tipo que muda vidas. O Notion é um desses, literalmente: no YouTube, proliferam vídeos com títulos na linha “como organizo a minha vida com o Notion”. Queridinho de muitos, dos gurus da produtividade a gente que só quer cumprir suas tarefas sem enlouquecer, neste ano de pandemia e muito home office o interesse pelo Notion, uma espécie de faz-tudo com apps em praticamente todas as plataformas, explodiu.

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Xícaras de café, bichos e orações

por Laura Castanho

Há cerca de três anos, Walter Vitti, de Mogi das Cruzes (SP), começou a receber mensagens de dois amigos pela manhã. Eles não se conheciam, mas tinham o hábito — assim como Walter — de acordar muito cedo, entre as cinco e seis horas.

Walter, 60, criou gosto pelas imagens de bom dia que recebia dos amigos e criou um esquema para respondê-las: “Eu sempre esperava um me mandar, pegava a mensagem e mandava para o outro”, explica. Assim, ele jamais repetiria a mesma mensagem e acumularia, organicamente, um arquivo de imagens que poderia servi-lo no futuro.

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O criador solitário de apps para Android que desafia Google e Samsung

Todos os sistemas operacionais contemporâneos trazem uma seleção básica de aplicativos pré-instalados: navegador web, agenda de contatos, agenda de compromissos, calculadora etc. Goste deles ou não, muita gente os usa apenas porque já estão ali, disponíveis assim que o aparelho é ligado pela primeira vez.

O poder do padrão é forte e as empresas por trás desses aplicativos mundanos, gigantes como Apple, Google e Samsung, têm recursos de sobra para torná-los minimamente usáveis. Apesar disso, tem quem desenvolva e lance aplicativos alternativos, com recursos extras ou ideias mais avançadas que os padrões. Entre eles está um insuspeito jovem programador da Eslováquia que só queria uma calculadora que não se conectasse à internet.

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Como as multibilionárias empresas de tecnologia usam seu poder para influenciar jornalistas, blogueiros e youtubers

Em 2005, críticos culturais de revistas e jornais brasileiros receberam um iPod Shuffle da assessoria de imprensa da Maria Rita contendo as faixas do segundo álbum da cantora. A história acabou saindo em uma nota não assinada da revista Veja. Virou um escândalo. Luís Antônio Giron, da revista Época, sentiu-se na obrigação de se defender da acusação, implícita na revista concorrente, de que o mimo de R$ 5901 o teria corrompido e a seus colegas. O escândalo do mensalão no governo Lula havia estourado poucos meses antes, daí que o caso do iPod acabou batizado e conhecido no meio como o “mensalinho da Maria Rita”.

Em 2020, iPod é pouco perto das benesses que empresas de tecnologia multibilionárias oferecem a jornalistas, blogueiros e youtubers, gerando relações de poder que, em última análise, comprometem a confiança na cobertura que a imprensa faz dessas mesmas empresas.

Por quase dois meses, o Manual do Usuário conversou com 11 jornalistas (de veículos tradicionais e independentes) e youtubers, no Brasil e nos Estados Unidos, para entender como empresas como Samsung, Apple e Asus usam seu poderio econômico para tentar ganhar a boa vontade da imprensa.

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O iPhone barato do Grupo Angela Faria

As ofertas são tentadoras: iPhone 11 de 128 GB por R$ 2,3 mil e iPhone 11 Pro Max de 256 GB por R$ 4,5 mil. Na loja da Apple, esses modelos custam R$ 5,3 mil e R$ 8,4 mil, o que significa que estão sendo vendidos com descontos surreais de 48,9% e 46,4%, respectivamente. Não só: na compra de qualquer um desses telefones, o consumidor leva de brinde um AirPods de 2ª geração — na Apple, custa no mínimo R$ 1.350. Dá para confiar?

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