Elon Musk tornou-se a segunda pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 128 bilhões. Nos últimos três meses, ele ficou 50,9% mais rico. Ainda fica atrás de Jeff Bezos, da Amazon, que lidera o ranking com US$ 182 bilhões.

Somados, os dez mais ricos da lista da Forbes têm uma fortuna de US$ 1,041 trilhão. Há diversos cálculos que tentam chegar ao custo de acabar com a fome e a desnutrição no mundo, um problema que afeta pouco mais de 2 bilhões de pessoas. No cálculo mais caro (US$ 265 bilhões por ano), a fortuna desses dez caras poderia resolvê-lo por quase quatro anos. Via G1.

Somente canais de parceiros do YouTube, canais com uma quantidade mínima de inscritos e horas visualizadas e que sinalizam interesse no programa, veiculavam anúncios na plataforma de vídeos do YouTube. Isso mudou. Uma atualização dos termos de serviço publicada nesta quarta (18) informa que, aos poucos, o YouTube passará a inserir anúncios mesmo em canais que não são monetizados — e sem dividir a receita gerada por eles com seus proprietários.

O YouTube diz que esta medida “é parte dos nossos investimentos contínuos em novas soluções que ajudem os anunciantes a alcançar, com responsabilidade, a escala total do YouTube para se conectarem com suas audiências e aumentarem seus negócios”.

Uma semana depois de anunciar o fim da gratuidade do Google Fotos, o Google faz outro movimento similar no YouTube. Via Social Media Today, YouTube (em inglês).

Dois prints do comprovante de pagamento de um Pix feito para uma conta corrente no Bradesco.
Clique para ampliar. Imagens: Manual do Usuário.

Recebi um Pix. O dinheiro entrou na mesma hora na minha conta (corrente, no Bradesco) vindo da de um leitor* no C6 Bank, como é esperado, e gerou um comprovante com detalhes da transação, do pagador e um botão para devolver total ou parcialmente o valor recebido.

Um detalhe curioso é que, pelo menos no caso do Bradesco, o Pix tem uma área de extrato à parte, separada das outras movimentações da conta. No extrato convencional, porém, as transações feitas pelo Pix também aparecem.

* O apoio (assinatura) anual ao Manual do Usuário já pode ser pago por Pix. Para saber mais detalhes, mande um e-mail.

O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, começa a valer para todo mundo às 9h desta segunda-feira (16). O sistema, gratuito para pessoas físicas, instantâneo e disponível 24h por dia, 7 dias por semana, foi autorizado pelo Banco Central a 762 instituições financeiras e promete uma revolução no sistema bancário brasileiro.

Se ainda não cadastrou suas chaves Pix, entenda o que são elas e cadastre-as agora. Para outras dúvidas, indo o nosso último podcast e este especial do Valor Investe. às 9h30, o Banco Central transmitirá a cerimônia de lançamento do Pix pelo YouTube. Já fez um Pix? Conta para nós, ali nos comentários, como foi a experiência.

Entre os dias 3 e 12 de novembro, na fase inicial de liberação do Pix (o “soft opening”), foram feitas 826 mil transações que totalizaram R$ 325 milhões, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). De acordo com o Banco Central, já foram cadastradas 69,5 milhões de chaves Pix, sendo 66,6 milhões de pessoas físicas. Até o momento, o tipo de chave mais cadastrada é a do CPF, com 25,4 milhões, segundo dados do Banco Central.

Na segunda (16), a partir das 9h da manhã, o Pix estará valendo para todos os clientes das 762 instituições autorizadas pelo Banco Central a operarem no sistema. Ouça o nosso último podcast para tirar suas dúvidas e leia esta matéria para entender o que são as chaves Pix.

Nos próximos dias, um app de US$ 0,99 passará a custar R$ 4,90 na App Store brasileira (antes, R$ 3,90); um de US$ 1,99, para R$ 10,90 (antes, R$ 7,90); e assim por diante (veja a tabela completa). É o segundo reajuste desde que a loja virtual da Apple passou a vender em real, e um pesado: em média, os preços aumentarão cerca de 40–50%. Via MacMagazine.

O Banco Central aprovou 762 instituições para atuarem no Pix. Ficaram de fora alguns nomes grandes, como WhatsApp, PayPal e XP. Até segunda (19), o BC já havia cadastrado mais de 42 milhões de chaves Pix. O sistema começa a operar no dia 16 de novembro. Via Convergência Digital.

O PayPal anunciou que vai trabalhar com criptomoedas. No começo de 2021, os usuários norte-americanos do serviço poderão comprar, guardar e gastar bitcoin nos mais de 26 milhões de estabelecimentos que adotam o PayPal — esses não receberão bitcoins; a criptomoeda será convertida em moeda fiduciária em tempo real. A empresa se junta a outras norte-americanas do setor financeiro que, nos últimos tempos, abraçaram o bitcoin, como a Square (espécie de PagSeguro do Jack Dorsey, CEO do Twitter) e Robinhood (home broker gratuito e, eventualmente, indutor de suicídios). Via Reuters (em inglês).

O C6 Bank foi condenado a pagar uma indenização de R$ 10 mil e a estornar quase R$ 30 mil na conta de um cliente que teve o celular roubado. O assaltante conseguiu fazer cinco transferências pelo aplicativo do celular para outras contas que totalizaram R$ 29.990.

Um detalhe curioso. O C6 argumentou que as transferências só poderiam ter sido feitas com a senha “secreta, pessoal e intransferível”. Na sentença, a juíza Claudia Carneiro Calbucci Renaux, da 7ª Vara Cível de São Paulo, disse que “a forma como a senha chegou ao conhecimento do terceiro assume pouca importância na conclusão da responsabilidade do banco”, e que caberia ao banco provar que o cliente teve participação na fraude. Via Jota (paywall).

Impressionante o desempenho das fintechs — e do Nubank, em particular — no cadastramento de chaves Pix. Das 33,7 milhões cadastradas até esta quarta (14), só o Nubank havia cadastrado 8 milhões, ou 23,7%. O primeiro bancão que aparece no ranking, o Bradesco na quarta posição, cadastrou 3,7 milhões de chaves Pix, ou 11%. Via G1.

O dia em que clonaram meu cartão de crédito

Pilha de cartões plásticos (crédito/débito) sobre uma superfície de madeira.

Estava à toa no último domingo quando recebi uma notificação do app do cartão de crédito. Era o aviso de uma compra na Tenda Atacado, uma loja atacadista de Guarulhos (SP). Nada digno de nota não fosse o fato de eu jamais ter comprado nessa loja ou em seu site. Na real, nunca tinha ouvido falar dela.

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A multiplicação das carteiras digitais

Detalhe de um celular na mão de um homem e, acima do celular, algumas moedinhas douradas e cifrões verdes caindo em direção a ele.

A carteira não escapou da digitalização. Na transição dos nossos bolsos e bolsas para o ambiente virtual (materializado pelo celular), as carteiras se multiplicaram: hoje, no Brasil, centenas delas são oferecidas por empresas dos mais diferentes ramos, das óbvias instituições financeiras aos restaurantes e varejistas, passando por algumas aplicações bem específicas.

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Você já fez o “pré-cadastro” das suas chaves Pix?

Logo do Pix. Ao fundo, pontos em cinza claro conectados por linhas retas.

O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, entrará em vigor no dia 16 de novembro de 2020. Antes disso, em 5 de outubro, terá início o cadastramento das chaves Pix. Apesar de estarmos a quase um mês dessa data, bancos e fintechs que darão suporte ao Pix já começaram a fazer o “pré-cadastro” das chamadas chaves Pix, ou chaves de endereçamento, bombardeando clientes com notificações e grandes campanhas de publicidade nos meios de comunicação. Por que a pressa?

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Consórcio gamer e leasing de iPhone: bancões tentam conquistar clientes com crédito para eletrônicos

Home com headset brilhante em laranjado jogando em um computador num ambiente escuro — a tela, enorme à esquerda, iluminando seu rosto.

Nunca foi exatamente barato adquirir eletrônicos de ponta, como um computador para jogos ou o celular topo de linha do momento. Nos últimos anos, porém, turbulências na economia e novas estratégias das fabricantes empurraram esses objetos de desejo para ainda mais longe da maioria de nós. Na última semana, coincidentemente, o Banco do Brasil e o Itaú apresentaram novos produtos que prometem diminuir esse distanciamento.

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Não há nada de estranho em ser fã de banco

Cartão contactless do Nubank segurado por uma mão contra um fundo de parede branca com uma palmeira.

A ascensão das fintechs no Brasil deu origem a um fenômeno derivado que muito nos intriga, o do fã de banco. São pessoas genuinamente entusiasmadas com seus cartões roxos, apps moderninhos e carteiras digitais, verdadeiros embaixadores não remunerados de um segmento conhecido por arrancar o couro de qualquer um que cometa o sacrilégio de atrasar o pagamento da fatura um dia que seja.

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