A HMD, empresa formada por ex-funcionários da Nokia, revelou recentemente o primeiro smartphone com a marca finlandesa que será lançado após a venda da divisão de dispositivos móveis à Microsoft. O Nokia 6, um intermediário sem muitos atrativos óbvios, será exclusivo para o mercado chinês. Ainda assim, muita gente comemorou por aqui. Há motivos?
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Comparativo de smartphones super médios: Moto G4 Plus, Quantum Fly ou Zenfone 3?
A categoria de smartphones que mais vende costuma ser a intermediária, aquela oferecida a preços que cabem no bolso do consumidor e que entrega aparelhos com desempenho decente. É o famoso custo-benefício. Em 2016, vimos o estabelecimento de uma espécie de subcategoria, a dos super médios ou intermediários premium. Ela tem o custo um pouco mais elevado (em torno de R$ 1.200), porém uma experiência mais próxima da dos topos de linha.
Separamos três modelos dessa subcategoria emergente a fim de compará-los diretamente e ajudá-lo na hora da compra. Entre Moto G4 Plus, Quantum Fly e Zenfone 3, qual merece mais o seu suado dinheirinho? (mais…)
Do mobile first ao mobile native
Uns dois anos atrás, empresas de Internet deixaram de ter uma equipe e estratégia mobile para o que batizaram de “mobile first”. Em vez de criar um produto e decidir como e se ele funcionaria nas plataformas móveis, novos projetos passaram a ser feitos para o mobile por padrão e a não necessariamente fazer o caminho de volta para o desktop. (mais…)
As novidades da Asus — incluindo Zenfone 3
A Asus anunciou nesta terça-feira (25) seis novos produtos: um rival do MacBook Air, o ZenBook 3; três modelos do Zenfone 3 — Max, 3 (sem sobrenome) e Deluxe –; e dois modelos do ZenWatch, o 2 e o 3.
Desses lançamentos, ZenBook 3 e ZenWatch 3 são, segundo o diretor de Marketing para América Latina e Índia, Marcel Campos, produtos para posicionar a marca, ou seja, dos quais não se espera um grande volume de vendas. Já com os demais, a Asus deseja competir de igual para igual com grandes nomes como Motorola, Samsung e até Apple.
Hoje (às 21h) chegam apenas os dois “sabores” de Zenfone 3 — chip Qualcomm Snapdragon 625, câmera traseira de 16 MP e frontal de 8 MP — nas cores dourado, branco e preto safira:
- Zenfone 3 (ZE520KL) com tela HD de 5,2 polegadas, 3 GB de RAM, 32 GB e bateria de 2600 mAh por R$ 1.499;
- Zenfone 3 (ZE552KL) com tela Full HD de 5,5 polegadas e 4 GB de RAM, 64 GB e bateria de 3000 mAh por R$ 1.799;
Na primeira quinzena de novembro, chegarão ao mercado um dos três sabores de Zenfone 3 Max, com bateria de 4100 mAh, nas cores cinza escuro, dourado e prata, e dois modelos do relógio inteligente da Asus, o ZenWatch 2 e o ZenWatch 3:
- Zenfone 3 Max (ZC520TL) com tela HD de 5,2 polegadas, 2 GB de RAM e 16 GB, traseira de 13 MP, frontal de 5 MP e processador MediaTek MT6737M por R$ 999;
- ZenWatch 2, (WI502Q) de 2015, com display quadrado de 1,45 polegadas e moldura de aço inoxidável por R$ 999;
- ZenWacth 3 (WI503Q), de 2016, com display redondo de 1,39 polegadas e corpo todo de aço inoxidável por R$ 1.799;
Ainda em novembro, chegarão ao Brasil o ZenBook 3, notebook que roda Windows 10, pesa 910 gramas e tem 11,9 mm de espessura, e duas versões do Zenfone 3 Deluxe — 6 GB de RAM, tela Full HD de 5,7 polegadas, câmera traseira de 23 MP, frontal de 8 MP, bateria de 3000 mAh — nas cores prata, cinza e dourado:
- ZenBook 3 (UX390UA) com tela Full HD de 12,5 polegadas, Intel Core i7, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento SSD por R$ 14.999;
- Zenfone 3 Deluxe (ZS570KL) com processador Qualcomm 820 e 64 GB por R$ 3.599;
- Zenfone 3 Deluxe (ZS570KL) com processador Qualcomm 821 e 256 GB por R$ 4.399.
Em dezembro, chegará a outra versão do Zenfone 3 Max, com tela Full HD de 5,5 polegadas, processador Qualcomm 430, 32 GB de espaço, a tal da bateria de 4.100 mAh e câmeras iguais a do Zenfone 3 (16 MP e 8 MP) em duas opções de RAM:
O Galaxy Note 7 ficará na história como um belo smartphone com uma falha catastrófica que o inviabilizou como produto. É raro, mas acontece. O que importa mais, agora que o caso se encerrou e que o custo financeiro já é mais ou menos sabido (até US$ 10 bilhões), é o que esse erro custará em termos não financeiros à Samsung.
Especialistas divergem sobre os efeitos a longo prazo, mas alguns já são sentidos. Primeiro, na cadeia produtiva e no desperdício de metais raros, obtidos a muito custo ─ pessoal e ambiental, inclusive. É bastante difícil reciclar smartphones e, de qualquer modo, uma parte considerável do impacto ocorre antes da fabricação. Para a Motherboard, toda essa história e a destinação dos aparelhos, apesar dos esforços históricos da Samsung, são uma “piada ambiental”.
O outro efeito já sentido é na percepção da marca. O uso do termo “Galaxy” em toda a linha, que até agora tinha um efeito aglomerante favorável ─ o prestígio dos dispositivos mais caros escorria para os mais baratos à exceção dos muito baratos, tipo Galaxy Pocket ─, passa a jogar contra.
Era no máximo engraçadinho ouvir alguém chamar um desses de “Galaxy 7” ou “Samsung S7”. Agora, essas distinções sutis passam a ser cruciais e corre-se o risco de que a destruição da reputação da marca “Galaxy Note” (RIP) alcance outros “Galaxy”. Já está acontecendo.
A Samsung instalou quiosques em alguns aeroportos, antes das salas de embarque, para permitir a troca do Galaxy Note 7 por outro smartphone e fazer a transferência de arquivos e dados pessoais rapidamente. Em alguns países, o dispositivo foi banido de voos mesmo desligado.
Pixel, o primeiro smartphone do Google, é um terminal para inteligência artificial
Confirmando o que já sabíamos, graças a vazamentos em baldes, o Google anunciou seus smartphones próprios, batizados Pixel e Pixel XL. Junto à dupla, a empresa também deu mais detalhes do Google Home, uma caixa de som Bluetooth inteligente; mostrou o Daydream View, óculos de realidade virtual que funcionarão com os Pixel; o Google Wifi, roteadores modulares que se conectam uns aos outros para ampliar o alcance da rede sem fio; e o Chromecast Ultra, agora com suporte a vídeo em 4K. (mais…)
A fórmula da Quantum para conquistar o consumidor brasileiro
Dois dias antes de completar um ano de operação, em 31 de agosto de 2016, a curitibana Quantum convidou a imprensa para apresentar o seu novo smartphone, o Quantum Fly. Quem abriu o evento, realizado em São Paulo, não foi um executivo nem uma celebridade, mas um fã da marca, alguém que consome os produtos e é um dos administradores do grupo oficial no Facebook. A escolha ratificou um dos pilares da sua estratégia: estar próxima e ouvir o cliente. O Manual do Usuário teve a oportunidade de conhecer a empresa melhor, no evento e por uma entrevista exclusiva com Vinícius Grein, cofundador da Quantum, no dia seguinte. (mais…)
Fenômenos como Pokémon Go aceleram a democratização de tecnologias de ponta
Goste ou não, Pokémon Go (Android, iOS) chegou com força ao Brasil. É relativamente difícil encontrar donos de smartphones que não estejam caçando os bichinhos virtuais. Tamanha popularidade transcende o nicho em que a Niantic, fabricante do jogo, e a Nintendo, “dona” da franquia, miraram. O joguinho virou parte da cultura mainstream, capaz de pontuar conversas que vão desde aquelas de elevador até a teorias da conspiração envolvendo a CIA, passando pelo noticiário político e a TV e outros meios que tradicionalmente ignoram jogos eletrônicos. Quando isso acontece, testemunhamos mudanças profundas se desdobrando à nossa volta. Nesse caso, o destaque que a tecnicidade necessária para usufruir da experiência ganha vale um comentário. (mais…)
Moto G4 ou Moto G4 Plus? Comparamos os dois para ajudá-lo a fazer a escolha certa
Quando vi os novos Moto G pela primeira vez, estranhei. Achei eles feios. (São três nesta quarta geração; além desses, tem também o Moto G4 Play, lançado hoje por R$ 899.) Acostumada com o design discreto do queridinho do Brasil, estranhei a moldura com aspecto metálico e a tela enorme, de 5,5 polegadas, que deixa eles tão maiores do que as gerações anteriores.
Depois de algumas boas semanas usando o Moto G4 e o Moto G4 Plus como smartphone principal, porém, posso dizer que aquela primeira impressão se dissipou. Encantei-me pelos smartphones, que, por fora, são praticamente iguais. O que os diferencia, então? Qual vale mais a pena? Descubra neste comparativo do Manual do Usuário. (mais…)
Galaxy Note 7, o laboratório de testes da Samsung, é anunciado e traz um leitor de íris
A Samsung apresentou hoje, no Rio de Janeiro, o novo Galaxy Note 7. O smartphone que inaugurou a era moderna dos smartphones com telas enormes continua com uma grande (5,7 polegadas), mas não quer mais ser o sonho de consumo apenas dos aficionados por produtividade que não dispensam a canetinha stylus, chamada S Pen. Prova disso, entre outras, é a decisão da Samsung de pular o número 6 a fim de aproximá-lo ainda mais do seu topo de linha mais popular, o Galaxy S7 edge. Vai funcionar? (mais…)
O novo smartphone premium
Por Emily Canto Nunes e Rodrigo Ghedin.
Existem termos que caem no gosto dos publicitários após funcionarem numa campanha e, em pouquíssimo tempo, são tão usados que perdem o significado. “Gourmet”, por exemplo. De cachorro-quente a varandas (?), ele está tão batido que quem diz que algo é gourmet, hoje, corre o risco de gerar aversão em vez de atrair o cliente. Ainda que num menor grau, o mesmo vem acontecendo com os smartphones premium. Modelos completamente diferentes em especificações, materiais e preços estão sendo chamados de premium pelas fabricantes, sem que um critério definido e objetivo explique essa escolha. Afinal, o que é premium? (mais…)
Com Zenfone 3, Asus enfim faz jus ao mote “luxo acessível”
A Asus anunciou na Computex, em sua terra-natal, Taiwan, a nova família de smartphones Zenfone 3. São três modelos com preços que começam em US$ 249 e, enfim, condizem com o slogan da linha, o “luxo acessível”. (mais…)
Xiaomi enfrenta dificuldades no Brasil e cogita sair do país
Por Emily Canto Nunes e Rodrigo Ghedin.
Após muitos meses de rumores e um vazamento de preço precoce, a Xiaomi chegou ao Brasil no dia 30 de junho de 2015 em um evento barulhento — para o bem e para o mal. Para o bem porque lotou de gente, os chamados Mi Fãs, tanto que foi preciso fazer uma segunda sessão do lançamento. Todo esse assédio serviu para alimentar a estratégia dos chineses de pouco investimento em marketing com o máximo retorno possível. Para o mal porque, fora o chá de cadeira que convidados menos entusiasmados como a imprensa tomaram, o lançamento bem sucedido aumentou as já grandes expectativas que todos tinham sobre o desempenho da Xiaomi, ou Mi, no mercado brasileiro.
Sob nova gestão, Alcatel quer ser a nova Samsung
O convite feito pela Alcatel para que eu cobrisse a Mobile World Congress pelo iG Tecnologia (e que o Fabrício Vitorino fizesse o mesmo pelo TechTudo) já dizia muito sobre a importância do mercado brasileiro para a marca em 2016. A realização de um evento para apresentar não só as novidades, mas também a nova marca e a nova gestão da empresa já em abril, pouco mais de um mês depois da feira em Barcelona, reforça o quanto o Brasil se tornou estratégico. (mais…)
O Moto G do meu pai, salvo graças ao Cyanogenmod
Por acompanhar de perto os últimos lançamentos e estar atento à flutuação dos preços de coisas como smartphones e tablets, não é raro as pessoas me pedirem conselho sobre o que comprar. Mesmo estando a par do mercado, dar esse tipo de indicação é sempre um desafio — não existe produto que sirva a todos com o mesmo nível de satisfação e os orçamentos costumam variar bastante. Embora eu faça isso de bom grado sempre que possível, há uma pressão inerente devido ao risco de errar, ou seja, da pessoa comprar o que eu indiquei e acabar com um produto que não a atende.
Quando isso acontece, fico um pouco frustrado.
Quando aconteceu com meu pai, fiquei muito frustrado. (mais…)